ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 348 - 17/11/2009
  Feitos & Desfeitas
Início > Índice Geral > Feitos & Desfeitas + A | - A
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
 

A GAZETA, ES
Jornal manda leitor "sifu"

Por Sandro Fuzatto em 26/9/2005

Imagine a cena: 10 de setembro, sábado. Você acorda um pouco mais tarde, vai à sua banca de jornais preferida, compra seu diário informativo e volta para casa para lê-lo. Na sala, começa a passear os olhos e lê uma notícia e outra. Chega ao caderno de cultura (Caderno 2 – no caso, do jornal A Gazeta, do Espírito Santo) e encontra uma notícia sobre um exilado político da China que, agora, entre outras atividades, acabou de escrever um livro, que tem sido sucesso mundial.

Em meio à diagramação da página você encontra uns caracteres chineses. Bom, já é estranho o fato de um jornal escrito em português ter uma frase, destacada no meio da página, escrita em chinês. Mais estranho ainda é quando você gira a página do jornal em 90 graus no sentido anti-horário. A suposta frase em chinês é, na verdade, uma frase em português, escrita de maneira estilizada, passando-se por um texto em chinês. Ah, já ia me esquecendo de dizer, quando você gira a página do jornal, você pode ler, com todas as letras, a frase: "Vá se fuder!".

Se ainda não está acreditando, veja as imagens abaixo:

Figura 1
Página inteira do jornal A Gazeta do
dia 10 de setembro de 2005.

Figura 2
Detalhe dos escritos "chineses


Figura 3
Página do jornal virada. Assim dá para ver nitidamente o que
estava realmente escrito no jornal A Gazeta de 10 de setembro de 2005.

Apenas um engano

Curioso como todo jornalista, procurei logo me informar sobre o que acontecera. Primeiro, li toda a matéria, atenciosamente, para saber se o tal escritor chinês não estava fazendo algum tipo de publicação com mensagens subliminares ou algo parecido. Li tudo, não havia nada na matéria em relação ao simpático recado da "escrita chinesa". Liguei para a redação do jornal, falei com alguns jornalistas. Explicação: sobrou espaço na página, para ilustrar e compor a diagramação, procuraram na internet um símbolo, uma frase, qualquer coisa que lembrasse a China ou o chinês. Encontraram essa imagem, acharam-na bonitinha e publicaram.

Que lástima!

Acho que desse episódio fica uma lição e um ponto para reflexão.

A lição é simples: não se deve publicar em páginas de jornal, revista, livro ou seja lá o que for algo que não se compreenda. Corre-se o risco de fazer uma grande bobagem. Como o ocorrido neste caso.

O ponto de reflexão merece um pouco mais de explicação. É claro que o ocorrido no jornal A Gazeta, do Espírito Santo, foi apenas um engano. Certamente, ninguém em sã consciência colocaria algo semelhante nas páginas de um jornal diário.

Sem repercussão

Contudo, esta falha pode ter deixado transparecer o que seria um sentimento contido, reprimido, em algumas das redações capixabas, tamanho o descaso com que alguns temas, importantes para a sociedade, são cobertos por setores da mídia local.

Exemplo disso foi a denúncia feita em cadeia de TV estadual pelo ex-governador Max Mauro, afirmando que o "crime organizado está infiltrado no governo estadual", que "os deputados corruptos que apoiavam o antigo presidente da Assembléia Legislativa (José Carlos Gratz, preso por corrupção) hoje são a base de apoio do governo do estado no Poder Legislativo" e lembrando, mais uma vez, que uma denúncia envolvendo o nome do governador no assassinato de juiz Alexandre Martins sequer foi apurada pela Justiça capixaba.

No dia seguinte, nenhuma das denúncias feitas pelo ex-governador teve repercussão na mídia. As matérias publicadas davam tônica simplesmente político-eleitoral à fala de Max Mauro. Algo como: "PDT usa horário político para atacar Hartung", sem destaque para as denúncias.

Mensagem subliminar?

Mas esse não é o único exemplo de que parte da imprensa capixaba "está pouco se lixando" para seus leitores. Recentemente, Zé Coimbra, irmão do vice-governador, Lelo Coimbra, que é presidente da Câmara Municipal de Vitória, teve prisão decretada por suspeita de envolvimento em assassinato.

Não havia como se calar diante da notícia, mas os jornais capixabas relataram o básico, sem mencionar as ligações entre os fatos, a importância que tal assassinato teria ou teve sobre a carreira política de Zé Coimbra e de outros políticos capixabas, a influência que o testemunho da vítima teria em outras investigações envolvendo o nome de políticos capixabas – nada disso, ou quase nada, teve destaque na mídia.

Cadeias superlotadas, falta de condições de trabalho para policiais, médicos e professores, nada é veiculado nos jornais; quando o é, não ganha o destaque merecido. O que fica muito claro é que denúncias contra o governo do estado ou qualquer notícia que abale a imagem do governo dificilmente são veiculadas na mídia capixaba.

É verdade que a "escrita chinesa" publicada no jornal A Gazeta foi um engano. Mas, diante destas observações, há supersticiosos que, à boca miúda, já estão dizendo que a imagem continha uma mensagem subliminar aos leitores. Será?

Comentários (23)
Comentar
Compartilhe
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
Este é um espaço de diálogo e troca de conhecimentos que estimula a diversidade de idéias e pontos de vista. Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem intolerância ou crime. Os comentários devem ser pertinentes ao tema da matéria e aos debates que naturalmente surgirem. Evite vulgaridades e simplificações grosseiras. Não escreva em maiúsculas: isso dificulta a leitura do texto e, na linguagem da internet, é interpretado como gritos. Mensagens que não atendam a estas normas serão deletadas, e os comentaristas que habitualmente as transgredirem poderão ter interrompido seu acesso a este fórum.
         
Nome :   Sobrenome :
E-mail:   Profissão:
Cidade:   Estado:
Comentário:


para o limite de 1400.
 
The CAPTCHA image
Clique aqui para ouvir o
texto soletrado(mp3)
Digite no campo abaixo o texto
que você vê na imagem ao lado.

 
Maíra Rabassa , Criciúma-SC - Jornalista
Enviado em 18/1/2008 às 4:27:18 PM
Ainda estou arrumando meu carrinho de tando que ri com a matéria acima. Infelizmente não é apenas no jornal que vemos estes enganos, mas também tatuados nos corpos sarados deste Brasil. Tem muito bobo adorador da cultura chinesa ou japonesa que usa os símbolos no corpo alegando serem frases de expressão do oriente, mas mal sabem o que realmente significam. Imaginem quantos não tem o desenho "bonitinho" acima estampado nas costas. (risos). E acredito que o fato deveria ser mais divulgado, afinal poderíamos combater o estrangeirismo nos jornais, e não deixar um episódio como este abafado. Parabéns ao jornalista que por ser detalhista descobrio este feito!
Kate Fiqueroa Shayrdres Fiqueroa Shayrdres , São José dos Campos-SP - Interprete
Enviado em 28/6/2006 às 11:28:10 AM
Ninguém nunca pensou que o jornal está preocupado com o fato de que daqui a poucos anos teremos uma população de idosos? Sim, a taxa de nascimentos vem baixando...seremos um país de idosos. E o pior é que sem jovens para sustentar com seu IR a aposentadoria. Logo vamos todos [ ] sem camisinha; desta forma nascerá mais crianças. Sem falar que é muito bom.
Daniel Hirschmann , Goiânia-GO - jornalista
Enviado em 22/5/2006 às 5:48:46 PM
Sem querer "defender" o jornalista responsável pela página, quero levantar alguns pontos que, talvez, expliquem essa barbaridade com a "frase" chinesa. Quem vive o dia-a-dia e, principalmente, o fechamento nas redações sabe que o dead line não perdoa. Não sei como é o processo na Gazeta, mas é possível que a frase não tenha sido escolhida por um jornalista/editor e sim por alguém do departamento de arte. Isso não justifica o erro, lógico, apenas o torna mais compreensível. O jornalista, apressado para fechar a página – talvez até com algum superior a cobrar-lhe rapidez –, cai na armadilha de colocar a primeira ilustração que lhe enviam da arte... Confere título, legenda, olho, data, etc..., dá o OK para que a página siga para a impressão... e está feito o estrago, só visto no dia seguinte. Não quero dizer que erros assim se justifiquem, mas alertar que situações como essa são comuns em todos os meios de comunicação, em maior ou menor grau, e nem sempre representam uma falta de respeito ao leitor. Podem, simplesmente, ser um erro, que, dependendo do caso, vai ter maiores ou menores conseqüências. Entre as razões para isso podemos citar as condições normalmente estressantes do nosso trabalho, que, sem dúvida, contribuem para casos de desatenção. Enfim, não acredito que alguém tenha feito, propositadamente, uma brincadeira dessas. Parece mais uma infeliz "babada", causada por incompetência ou, quem sabe, por uma situação emocional e de trabalho que só o jornalista responsável, um diagramador e alguém do departamento de arte possam explicar.
Rose Vermelho , Salvador-BA - designer gráfico
Enviado em 14/10/2005 às 1:25:25 PM
Complementando a informação: tal "imagem" foi copiada de um blog. Cabendo mais um alerta: é preciso acabar com estes dois momentos (copia e cola) de criação de supostos designers.
Rogerio Vorace , Governador Valadares-MG - ator
Enviado em 1/10/2005 às 9:51:26 PM
Interessante a explicaçào do jornal A Gazeta do ES. Explicaçào exatamente igual foi dada por um jornal inglês (The Independent) ao publicar a foto da modelo Luma de Oliveira, para ilustrar matéria sobre prostituição e corrupção na Volkswagen.
João Cláudio Martins , Natal-RN -
Enviado em 1/10/2005 às 12:21:03 PM
Este é mais um exemplo da qualidade de "profissionais" que estão sendo "despejados" no mercado nacional, quase que diariamente, em nosso país. É lamentável se ver esse tipo de coisa, não só no jornalismo, mas em todas as profissões. São tantos profissionais fajutos que os que tiveram a oportunidade de conhecer - e praticar - as noções de ética ficam obscurecidos, restando-lhes apenas assistir a esse espetáculo grotesco de pensamentos, gestos e ações.
Cristovão Xavantes , Linhares-ES - torneiro mecânico
Enviado em 1/10/2005 às 12:53:52 AM
Sou um dos referidos supersticiosos e acho que (à boca miúda, não me comprometam) é a linha editorial do referido veículo. Penso que vale a pena acompanhar a "opinião" do jornal, especificamente o colunista Uchôa de Mendonça. "É gato preto debaixo da escada". O Espírito Santo agradece pela matéria.
Mônica Boiteux , Vila Velha-ES - artista plástica
Enviado em 30/9/2005 às 2:23:56 PM
Há muito tempo que esse jornal já não me traz confiança. Os jornalistas se limitam a publicar o que ouvem por aí, sem fazer investigação quando existem duas versões ou opiniões sobre o mesmo tema. A matéria sempre sai favorável à parte que tem mais dinheiro.
Carlos Borges , Rio de Janeiro-RJ - universitário
Enviado em 30/9/2005 às 1:25:41 PM
Excelente matéria! Muito bem-escrita! Basta de corporativismo na imprensa... Essa imprensa paga tem que ser denunciada! A pergunta fica: quem tem que realmente sifu? Nós ou eles?
Celmo Oliveira , Rio Verde-GO - administrador de empresas
Enviado em 30/9/2005 às 12:49:46 PM
Fato idêntico está acontecento com relação aos partidos de oposição ao governo. É fácil comprovar, basta ver a maioria dos telejornais, ou grande parte das publicações impressas e na internet. Embora a imprensa teime em não admitir, assim como no Espírito Santo está acontecendo na mídia de cobertura nacional, quando o assunto se refere à política. E ainda fazem coro repudiando o manifesto do PT publicado recentemente. A TV Globo já se bandeou de vez para juntinho da revista Veja. Tetemunhe um acontecimento e observe como os apresentadores e comentaristas dos telejornais da Globo traduzem para seus telespectadores (excluo aí, por enquanto, o comentarista Franklim Martins). Infelizmente não dá pra usar o velho bordão "ISSO É UMA VERGONHA". Seu autor, infelizmente, resolveu também agradar aos patrões.
Tadeu Figuera , Salvador-BA - consultor
Enviado em 30/9/2005 às 7:18:55 AM
Isto mostra como a nossa imprensa é composta por profissinais incompetentes, inocentes e tão "senhores de si" que enfiam goela abaixo do leitor qualquer coisa sem o mínimo de compromisso com a moral e a melhoria da cultura. Se esta frase foi publicada sem a menor avaliação imagine o que não é possível de descobrir se é correto ou não. Gostaria de sugerir uma pesquisa para sabermos "quem mente mais, o profissional de marketing ou o jornalista".
Cláudia Rodrigues , Osório-RS - jornalista
Enviado em 29/9/2005 às 10:49:15 PM
As palavrinhas brasileiras em letras chinesas podem ser picuínhas de redação. É baixo de qualquer forma e fica evidente que o leitor é visto como otário. E os leitores da Gazeta de Vitória são otários. O Espírito Santo tem coisa melhor na imprensa e na internet fora das redações da Tribuna e da Gazeta.
Edimar Gomes , Cacoal-RO - técnico em eletrônica
Enviado em 29/9/2005 às 7:53:18 PM
É séria a questão do jornalismo no país, muitos se arvoram em donos da verdade querendo impor suas vontades e idéias, aproveitando-se da oportunidade de terem um meio de comunicação para expressá-las. Não raro, caem nos mesmos erros de quem tem a oportunidade de trabalhar em prol dos anseios coletivos e só pensam em lograr êxitos pessoais. Muito cuidado, jornalistas de plantão, corruptos e corruptores andam muito próximos, mas a população anda de olhos abertos, e não será mais dada  oportunidade a vilões que corroem e envergonham nosso país.
Janete Djassi , São Paulo-SP - dona de casa
Enviado em 29/9/2005 às 7:44:04 PM
Lamentável! E um desrespeito ao cidadão que compra o jornal e espera seriedade com o leitor...
Edson Nakano , Porto Alegre-RS - autônomo
Enviado em 29/9/2005 às 7:26:14 PM
Pior de tudo é que não é algo novo... esta "frase" já circula na internet já faz um bom tempo, inclusive sendo distribuída por e-mail como brincadeira.
Pedro Lucas , São Paulo-SP - funcionário público estadual
Enviado em 29/9/2005 às 7:12:45 PM
Protestem, capixabas, não comprem esse lixo! Acorda, Brasil!
Acrisio Perini , São Mateus-ES - técnico em telecomunicações
Enviado em 29/9/2005 às 7:04:19 PM
Por que os jornais capixabas não dão importância às matérias importantes? A Gazeta foi herdada de políticos, envolvida com a atual política. A Tribuna é de politico atuante no governo capixaba. Como exigir desses jornais a atenção à notícia como ela acontece? O maior cliente desses jornais é o governo e, portanto, toda matéria associada a eles é motivo de "abafa".
Luis Freitas , São Paulo-SP - analista de sistemas
Enviado em 29/9/2005 às 6:57:54 PM
Essa não é a primeira vez que isso ocorre. Em eras passadas, outros jornais já cometeram esse erro em nome da "sobra de espaço". Então devem contratar mais jornalistas ou um editor de verdade! Comentem então os assuntos de Brasília, que dá na mesma! Um amigo colocou hoje no seu MSN a seguinte frase: "Hoje, quando olho pro meu Título de Eleitor, começo a entender o verdadeiro significado das palavras "Zona Eleitoral"". Falta cultura no nosso país. Comecem a escrever poesia, livros, comente o trânsito, fale da chuva, do sol, de qualquer coisa. Que falta de imaginação colocar frase em "chinês". Parabéns.
Rodolfo Martins , Rio de Janeiro-RJ - comprador
Enviado em 29/9/2005 às 6:43:32 PM
É aí que questiono que liberdade de imprensa é esta de que tanto se fala, que liberdade é esta de um jornal que pode estar sendo manipulado por pessoas de índole questionável. Mentiras e omissões fazem parte de nossa realidade, uma sociedade hipócrita e uma imprensa incompetente e nada confiável.
Reinaldo Miquelim , São Paulo-SP - anallista
Enviado em 29/9/2005 às 6:22:07 PM
Será que a crise moral está atingindo também a imprensa, além do Congresso? Ou o jornal pertence a algum político que vai de vez em quando a Brasília?
Mario Martins , Campinas-SP - funcionário público
Enviado em 29/9/2005 às 3:26:32 PM
Mesmo que tenha sido um descuido do jornal do Espírito Santo, portanto, mesmo sem querer, o jornal, ou o jornalista, acabaram por tirar um sarro daqueles que andam por aí com tatuagens "chinesas" ou "japonesas" - aí, sim, uma coisa rídicula e sem sentido.
José Alberto , Vitória-ES - redator publicitário
Enviado em 29/9/2005 às 3:12:31 PM
A matéria foi infeliz quando tentou compreender o cenário político capixaba a distância. O Observatório deveria ter ficado na análise do erro de diagramação, que, aliás, foi muito bem observado. Aqui no Espírito Santo todos sabem que as falas de Max Mauro são eleitoreiras e sem fundamento. Além da carreira política de Zé Coimbra e Lelo, o vice-governador, não terem a menor ligação. Os dois sequer foram criados na mesma casa.
Alfredo Sternheim , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 27/9/2005 às 5:47:17 PM
Muito oportuno o texto do Sandro Fuzatto. Apenas, fica difícil encarar como engano a colocação daquelas "letras" chinesas formando uma mensagem tão explícita. E de certa maneira coerente com as omissões da imprensa capixaba apontas por Sandro. O leitor quer matérias mais informativas e mais profundas sobre as acusações de um ex-governador? Quer saber mais sobre as supostas relações criminais de um vice-governador? Esse leitor quer saber demais. Ele tem mesmo é que se... Claro que estou sendo irônico. Mas caso A Gazeta não tenha pedido desculpas oficiais ao público, então o público deveria tomar providências para fazer o jornal seguir o sentido da mensagem. Como? Cancelando assinaturas, publicidade...
Compartilhe este texto
Blig Blig BlinkList BlinkList BlogBlogs BlogBlogs BlogLines BlogLines Delicious del.icio.us
Digg Digg Furl Furl Google Bookmarks Google Bookmarks Linkk Linkk Magnolia ma.gnolia
netscape Netscape netvibes Netvibes newsvine Newsvine reddit reddit Stumble Upon Stumble Upon
Technorati Technorati Twitter Twitter Windows Vista Windows Vista Yahoo! MyWeb Yahoo! MyWeb Facebook
Sandro Fuzatto

Outros artigos desta Seção
ESCÂNDALO
NO FUTEBOL
A mídia sabe apurar.
Falta querer

Marinilda Carvalho
26/9/2005
A GAZETA, ES
Jornal manda
leitor "sifu"

Sandro Fuzatto
26/9/2005
MULHERES E JOVENS
A maioria descontente
Ligia Martins de Almeida
26/9/2005

Últimos 5 artigos de
Sandro Fuzatto
GRAMPO NA REDE GAZETA
Caso corre risco de virar moqueca
24/1/2006
GRAMPO NA GAZETA
Reflexos e ponderações
20/12/2005
ESPÍRITO SANTO
Grampos telefônicos na Rede Gazeta
13/12/2005
ESPÍRITO SANTO
Erros da Globo e manipulação da imprensa
28/6/2005
JORNAL HOJE
O Brasil é tetra!
19/4/2005
Mais artigos de
Sandro Fuzatto >>