ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 414 - 17/11/2009
  Imprensa em Questão
Início > Índice Geral > Imprensa em Questão + A | - A
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
 

SALDOS & BALANÇOS
Veja em Veja o que Veja poderia ser. Ou já foi

Por Alberto Dines em 2/1/2007

A retrospectiva fotográfica de 2006 (edição 1989, págs. 49-97) do semanário Veja produz sensações simultâneas e contraditórias:

a) aquelas magníficas fotos não apareceram ao longo do ano;

b) também alguns assuntos, temas ou ângulos;

c) a sensibilidade para escolher imagens tão tocantes nada tem a ver com a utilização abusiva de infográficos enganosos, em geral a serviço de matérias que não se sustentam;

d) aquelas páginas fortes e serenas são capazes de prender os leitores mais tempo do que o picadinho estilo almanaque que hoje domina nossas revistas. Mesmo quando as legendas são insuficientes.

Dupla viagem ao passado: a mais recente, documental, sobre o ano que se encerrou. A outra, remota, nostálgica, sobre um jornalismo que teima em sobreviver a despeito da impaciência dos seus algozes.

Infelizmente sempre aparece um amigo-da-onça para subverter um trabalho sério e coerente: a abertura, "O Ano do Apagão" (págs. 50-51), não é propriamente uma foto, é uma ilustração para um destoante editorial político. O apagão aéreo produziu milhares de fotos, mais fortes e verazes.

As celebridades que aparecem a partir da pág.98, têm apenas uma função – lembrar o leitor que o sonho acabou.

 

SALDOS & BALANÇOS – 2

Rancor no lugar de crítica

Exemplo perfeito do espírito de linchamento que começou a prevalecer entre os novos praticantes do media criticism pode ser encontrado na carta de uma leitora da Folha (sexta-feira, 29/12, pág. A-3) que não gostou do balanço de Danuza Leão sobre o primeiro mandato do presidente Lula.

Maria Izabel Brunacci, de Belo Horizonte, tem suas razões para detestar o artigo "Mais quatro anos; socorro" (Folha, quinta, 28/12, pág. A-8, ver reprodução abaixo) e está no seu direito ao contestar a autora. Lamentável foi o estilo que escolheu para manifestar-se:

"Danuza Leão é, intelectualmente, o mais bem acabado retrato de certa colônia de parasitas – que Machado de Assis tão bem identificou em seus romances – que vive colada à elite brasileira, cuja visão de mundo reproduz, dissemina enquanto usufrui da complacência de seus mantenedores."

A leitora não discute, não contesta, não argüi, nem tenta rebater os argumentos apresentados por Danuza Leão. Simplesmente apela para a ofensa pessoal – é a sua maneira de dizer que existe.

A cólera, certamente, é alheia: a leitora é uma vítima das suas leituras e dos seus gurus em matéria de crítica da mídia. (A.D.)

***

Já que o OI clamou pelo óbvio...

Crítica à crônica "Mais quatro anos; socorro", de Danuza Leão

Maria Izabel Brunacci*

[incluído às 15h40 de 3/1/2007]

Escrevi protestando contra a crônica de Danuza Leão e a Folha de S. Paulo, para minha surpresa, publicou meu texto, enviado por correio eletrônico. Entretanto, o observador Alberto Dines repercutiu a Folha, para apoiar a cronista, ao mesmo tempo em que, taxativo, rotulou-me: "a leitora é uma vítima das suas leituras e dos seus gurus em matéria de crítica da mídia". Ora, sou mineira descendente de italianos: dou um boi para não entrar numa briga e uma boiada para dela não sair; e muito me apraz uma polêmica intelectual. Daí minha disposição de, neste ensaio, responder tanto ao violento achaque do Sr. Dines quanto à referida crônica "danuziana".

Começo por dizer que possuo autonomia intelectual suficiente para não depender de gurus que me digam o que pensar. Leio tudo que me procura e que procuro. Inclusive os textos do Sr. Alberto Dines e da cronista em pauta. Sempre fui refratária a dizer o óbvio, principalmente para os que se identificam como intelectualizados, informados, instruídos. Mas aprendi com um bom mestre na UnB que o óbvio também precisa ser dito, quando menos para não sermos acusados de escamotear verdades. Talvez meu erro tenha sido não ter dito o óbvio sobre a crônica de Danuza no restrito espaço da Coluna do Leitor da Folha de S. Paulo. Talvez por isso tenha sido eu o alvo privilegiado da ira santa do observador...

Minha carta sofreu alguns "cortes de edição". Em um trecho cortado eu observava o claro problema na pontuação utilizada no título da crônica, mostrando que, do alto de sua arrogância, Danuza também comete erros gramaticais. Em outro, evoquei a saudosa Nara Leão – aquela que se apresentou ao lado de João do Vale no show "Opinião", defendeu e praticou a aproximação da classe-média-zona-sul-carioca com a cultura produzida nos morros e grotões –, para mostrar que, assim como em qualquer família, também a de Danuza foi capaz de gerar irmãs ideologicamente opostas. Mas eu não o disse assim, com todas as letras, porque isso me parecia óbvio demais para o perfil de leitor da Folha de S. Paulo.

Percebi o preconceito de Danuza logo no primeiro parágrafo da crônica, em uma expressão aparentemente desimportante colocada entre parênteses: "(os mais ingênuos)". Ou seja, a autora se coloca desde o início do texto dicotomicamente posicionada entre os não-ingênuos da sociedade brasileira, aquela minoria que não votou em Lula. É assim que funciona: o texto revela o lugar ideológico de seu emissor e este não escapa ao leitor atento, capaz de ler os mais inocentes fragmentos. Se bem que a crônica de Danuza não é assim tão sutil, ela explicita estrondosamente o preconceito de classe que enforma a visão de mundo da autora. Para isso, recorre a expressões populares como "o buraco é mais embaixo", "fala sério" e "liberou geral" ou a provérbios como "quem nunca comeu melado quando come se lambuza", procedimento textual típico de quem procura conferir artificialmente legitimidade social a um discurso autoritário.

Contradições escamoteadas 

A par desse artifício, Danuza vai tecendo sua teia de preconceitos, todos eles reproduzidos do noticiário do último ano e meio, quando teve início a "crise" do governo Lula – e esta crise, sua fabricação pela mídia e o uso eleitoral que dela se fez é assunto que outros ensaios já trataram, vários deles na insuspeita revista semanal Carta Capital. A cronista recupera os lugares-comuns utilizados pela imprensa para (des)qualificar Lula e o PT, lembrando episódios exaustivamente explorados e apregoando a falência do "proprietário único da ética e da verdade", em sonoro eco aos mais conservadores jornalões, que por sua vez ecoaram falas dos mais conservadores políticos brasileiros, do PFL e do PSDB. De eco em eco, o discurso vai se reproduzindo, mas, para o mal e para o bem, chega um momento em que esse eco bate e volta, diretamente na cara do último que o (re)produziu.

Danuza, assim, oferece-nos bem acabados exemplos dessa reprodução discursiva: quando fala da "compra do avião" não há como a gente não se lembrar do discurso político de Geraldo Alckmin durante a campanha à eleição presidencial. O mesmo acontece com os exemplos de Chirac e do Papa, que constituem o espelho invertido da eterna mania brasileira de copiar os países do "primeiro mundo". De sua perspectiva de classe, a autora não digere o atrevimento dos pobres, que segundo ela deixaram de "passar a impressão de que não havia gastança". Mas seu mais ferino verbo se dirige à primeira-dama, Marisa, que "não larga do pé". Será que ela preferia alguém como a D. Ruth Cardoso, que tanto "largou do pé" de FHC que obrigou a solidária imprensa brasileira a esconder um filho ilegítimo do ex-presidente com uma jornalista da Globo? Pobre D. Marisa, quem mandou ser atrevida a ponto de usar um "ridículo maiô branco com uma estrela vermelha na barriga"? Para quem sabe que a primeira estrela na bandeira do PT foi cerzida a mão pela primeira-dama, nada a estranhar. Já para os que sequer sabem o significado do verbo cerzir...

O desfecho da crônica é exemplar, resume brilhantemente a tendência de certos autodenominados "formadores de opinião", quando insinua o viés tirânico de Lula, como se no Brasil as instituições democráticas encarnadas nos poderes legislativo e judiciário estivessem falidas e apenas sobrasse o poder executivo. Mas isso, por outro lado, revela o viés udenista que presidiu a imprensa no último ano e meio, o qual Danuza tão bem encarnou.

Eco discursivo

Estudiosos da cepa de Sergio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, Caio Prado Júnior, Antonio Candido, Darcy Ribeiro e outros identificaram, na vida social brasileira, o lado perverso da reprodução das tradições de mando, encarnadas nas figuras do agregado e do capataz. São duas espécies de parasitas sociais, produtos da política do favor, desde sempre utilizada pela elite brasileira para se perpetuar no topo dessas relações. Machado de Assis traz-nos a representação dessas figuras em seus romances e crônicas – estas sim, verdadeiras crônicas da vida dos brasileiros. Euclides da Cunha traz-nos a representação do horror à possibilidade de que os pobres queiram tomar nas mãos os próprios destinos. Por isso essa matéria social foi, ao longo dos últimos quinhentos anos, domesticada – pela cooptação ou pela repressão pura e simples. Mas tudo sempre revestido pela famosa cordialidade brasileira, escamoteadora das contradições e das tensões sociais delas decorrentes.

Hoje, nos tempos dos autodenominados pós-modernos, essas figuras continuam existindo e cumprindo sua função de reproduzir incessantemente a visão de mundo da elite. Muitas delas se abrigam na instituição imprensa, protegidas por uma escandalosa imunidade. Em nome da liberdade de imprensa e de expressão podem desferir discursos golpistas a torto e a direito. E também à direita, como se viu com freqüência nos últimos meses. Não é à-toa que, em enquete do próprio Observatório da Imprensa, grande maioria de leitores decretou que a imprensa brasileira, em 2006, foi muito ruim, abaixo da crítica. É preciso que o Sr. Dines saiba articular as duas coisas: os leitores não mais aceitam que se lhes empurrem goela abaixo os lugares-comuns consagradores do preconceito social e do ódio de classe.

Sem ódio no coração, afirmo não ser portadora do "espírito de linchamento" a que se refere Dines, embora reconheça que, no calor da indignação, também o fígado contribui para a crítica. Julgo que apenas encarnei a rocha que devolveu o eco discursivo diretamente na cara de quem reproduziu o preconceito. E mais: contribuí para que se desvelasse o caráter corporativo que aflora em alguns textos desse jornalista. [Belo Horizonte, 03 de janeiro de 2007]

* Professora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, em Belo Horizonte; mestre em Teoria Literária e doutora em Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília

***

Mais quatro anos; socorro

Danuza Leão # copyright Folha de S.Paulo, 28/12/2006

[incluído às 18h02 de 2/1/2007]

Quando foi eleito pela primeira vez, Lula encheu de esperanças os 00°0000corações da maioria dos brasileiros (os mais ingênuos). Foi bonito um torneiro mecânico chegar à Presidência pelo voto direto. Lula tem grande facilidade para discursar de improviso e diante de uma fábrica poucos falam melhor do que ele. Mas para ser presidente o buraco é mais embaixo, e com a mesma facilidade Lula é capaz de dizer grandes besteiras, como aliás tem dito.

Não dá para compreender como um presidente, após tantos escândalos surgidos dentro do próprio Palácio do Planalto, consegue ter a aprovação popular que tem Lula. Mas é elementar: quem recebe R$ 50 por mês do Bolsa Família deve se achar abençoado por Deus, e no interior do Nordeste, onde não há trabalho mesmo, R$ 50 dá para comprar um saquinho de farinha e um pedacinho de carne-de-sol para botar no feijão -melhor do que nada. E dá-lhe Lula mais quatro anos.

Mas o mal que ele está causando ao país é tão grande que ainda nem dá para avaliar. Todos os seus auxiliares e amigos mais próximos foram indo embora -por vontade própria ou por terem se metido em algum escândalo, mas ele nunca soube de nada. E o PT ficou tão só que seu maior aliado é o PMDB.

Lembra o dia da posse, quando milhares de pessoas se emocionaram com a chegada de Lula à Presidência? Era um novo tempo, um tempo de fraternidade, em que o Brasil iria, enfim se transformar num país justo. Deu no que deu, logo com o partido que era o proprietário único da ética e da verdade.

Lula é, quem diria, muito vaidoso e gostaria de se tornar um líder mundial. Mas é também -quem diria, de novo- indeciso, covarde, enfrenta mal os fracassos e tem uma tendência autoritária. Vide o caso do correspondente americano Larry Rohter, que, por ter escrito o que todo mundo estava cansado de saber -que Lula exagera na bebida-, quase foi expulso do país, e da tentativa de criar um conselho para "disciplinar" os jornalistas. Fala sério.

No início do governo, o casal queria passar a impressão de que não haveria gastança. Nos jantares que ofereciam, os homens chegavam com uma garrafa de bebida, e as mulheres, com um pratinho de alguma coisa. Durou pouco, e logo liberou geral. Começaram as farras no Alvorada, com amigos dos filhos sendo levados pela FAB para o fim de semana, e chegou à compra do avião. Nem o presidente Chirac nem o papa têm um. Quando têm uma viagem oficial, alugam. Mas Lula precisava, até porque viajar é a coisa de que ele mais gosta, e quem nunca comeu melado quando come se lambuza.

Agora, reeleito, ele não tem quem o aconselhe; pede para Gil ficar, consegue que o ministro da Justiça fique mais um mês, mas decidir, mesmo, não decide nada. E ainda tem d. Marisa, que não larga do pé. Pinta os cabelos cor de mel, bota uma estrela vermelha nos jardins do Alvorada, e ainda inventa aquele ridículo maiô branco com uma estrela vermelha na barriga. Ao menos já se sabe sua função no governo: controlar quanto ele pode beber.

Estamos mal, mas não vamos perder a esperança: as coisas podem piorar. Já pensou se ele inventa uma lei, imitando o Chávez, pela qual ele possa ser reeleito indefinidamente?

Comentários (187)
Comentar
Compartilhe
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
Este é um espaço de diálogo e troca de conhecimentos que estimula a diversidade de idéias e pontos de vista. Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem intolerância ou crime. Os comentários devem ser pertinentes ao tema da matéria e aos debates que naturalmente surgirem. Evite vulgaridades e simplificações grosseiras. Não escreva em maiúsculas: isso dificulta a leitura do texto e, na linguagem da internet, é interpretado como gritos. Mensagens que não atendam a estas normas serão deletadas, e os comentaristas que habitualmente as transgredirem poderão ter interrompido seu acesso a este fórum.
         
Nome :   Sobrenome :
E-mail:   Profissão:
Cidade:   Estado:
Comentário:


para o limite de 1400.
 
The CAPTCHA image
Clique aqui para ouvir o
texto soletrado(mp3)
Digite no campo abaixo o texto
que você vê na imagem ao lado.

 
Ivan Berger , Santos-TO - jornalista
Enviado em 9/1/2007 às 8:30:50 AM
"A total ignorância,a radical desorientação já não constituem para o brasileiro legente motivo razoável para refrear a volúpia de opinar,de julgar,de condenar ou aplaudir.Mas quanto menos tem condições de pensar com independência,quanto mais,portanto,está reduzido a confiar cegamente em frases feitas,tanto mais se sente livre e seguro de si ao repeti-las e ao impugnar com veemência feroz o que lhe pareça contradizê-las."Não é à toa que os petistas odeiam Olavo de Carvalho.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 9/1/2007 às 12:25:12 AM
Ivan Berger lê Olavo de Carvalho, dá crédito a ele e ainda acha que pode galhofar dos outros. É mole?
Édi Prado Ribeiro , Macapá-AP - jornalista
Enviado em 8/1/2007 às 8:23:04 PM
Danuza, ora a Danuza. Ele me lembrou o período em que fazia faculdade de jornalismo, no Rio de Janeiro, na década de 70. Os "povo da zona sul" chegava de carrões e os deixavam longe dos "campo de concentração" da rapaziada, que geralmente era na Cinelândia, no "Amarelinho". Faziam discursos, pregavam igualdade, instigavam a polícia e quando iam preso, mandavam mandar recados para o Papai e depois pegavam os carrões e iam para Ipanema, Leblon ou Barra, tomar chopps ( com dois pes) e desfiar bravatas. Eu fiz assim... E eu? Quando foram me tirar da cadeia o panaca do guarda ficou preso em meu lugar ... E haja gargalhadas. Na despedida, marcavam encontro lá na Cinelândia porque a Luta Continua. Ô Danuza, não tem espelho na tua casa, não? Dá uma miradinha na tua cara e vê se consegues ver a tua consciência. Velhice não é a marca do tempo. Não é a cronologia nem a ditadura das folhinhas, não. É com quanto cabelas brancos tem os teus miolos.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 8/1/2007 às 10:16:14 AM
"Leio tudo que procuro e me procura." Taí um ponto em que me identico com a professora Maria Izabel,sou um leitor compulsivo,até reconheço que deveria ser mais seletivo,mas se assim o fizesse não estaria aqui me divertido com tantos [ ] bufões da melhor estirpe petista.E se os leio,porque iria discriminar Olavo de Carvalho ou mesmo Fukuyama,cuja obra,por sinal,penso que não deve ser rotulada em funçaõ de uma frase solta,por mais que rotular seja o esporte preferido dos petistas.E rotular,como se sabe,é o recurso dos que não tem argumentos,dos medíocres,que só podem ser levados na base da galhofa,como aquela dupla de Fortaleza.
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 7/1/2007 às 10:08:57 PM
Já comentei esse texto duas ou tres vezes. já virou esculhambação.... Mas já que citaram que o Presidente Lula "chapa o coco", pergunto: Ora, se ele é mesmo um usuário constante de bebida, tres doses de whisky seriam suficientes para que falasse bobeiras sem ter noção?Acho que não né.... Com tres doses, convenhamos, o máximo que acontece é o mundo ficar um pouco mais lento..... E só. Comparar o nivel de alcool toleravel a que uma pessoa pode ingerir e dirigir é uma coisa. Agora, para comecar a falar besteiras sem ter noção das mesmas, é preciso muito mais......Todo mundo que frequentou uma faculdade sabe do que estou falando....... PS. abaixem os animos....
Cid elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 7/1/2007 às 10:07:26 PM
Bandarrão, diga pra nós quem o douto imagina que possa ter sido o(os)patrocinador(es), e com quais objetivos teriam bancado as viagens destes dois imprensaleiros, um da Folha e um do Estadão ão ão, nas romarias ao redor da terra. Passaram este tempo todinho na cola do Lula e reveleram apenas meia dúzia de baboseiras, as quais muitas distorcidas para ajudar a campanha tucana. Até o weis pegou corda e se deu mal num artigo lamentável, lembras? Aliás, uma das várias inverdades que constam nesta obra-prima do imprensalão, já foi desmascarada por um ministro brasileiro e por um diplomata de outro país presentes no fato que foi relatado pelos turistas, oops, jornalistas sacanas, e que curiosamente, eles não tiveram acesso ao evento, realizado num lugar fechado com poucas autoridades convidadas(se não me engano eram 12). Queres a matéria? Não vais responder de modo convincente o questionamento do Eduardo?
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 7/1/2007 às 5:28:23 PM
Continuo esperando de Paulo Bandarra os nomes dos jornalistas que disseram que Lula "abusa da bebida". Que me conste, nada do que o tal Bandarra relatou corrobora essa tese, pois em lugar nenhum do mundo tomar três doses de whisky é "abusar da bebida". E sobre as opiniões do presidente e os palavrões que ele possa ter proferido num ambiente de descontração, seria bom que o caluniador soubesse que são de uso comum de qualquer pessoa, inclusive dos políticos de que gosta. Ele só não toma conhecimento de declarações assim de seus políticos preferidos porque a mídia, que tem os mesmos gostos políticos dele, as esconde.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 7/1/2007 às 4:34:46 PM
Para os que não acompanham o OBSERVATÓRIO da IMPRENSA ANO 11 - Nº 397 - 5/9/2006 – “NO ENCALÇO DE LULA O presidente que não está nos jornais” Por Carlos Brickmann em 5/9/2006. Livro “Viagens com o presidente – Dois repórteres no encalço de Lula do Planalto ao exterior” autores: Eduardo Scolese e Leonencio Nossa. O dia-a-dia de Lula foi acompanhado por cerca de três anos pelos jornalistas. Os jornalistas dizem que Lula ofendeu os presidentes após ter bebido tres doses de uisque. A partir do livro, o jornal "El Mercúrio" fez saber aos chilenos que "Lula habría dicho que "Chile es una mierda"". Na matéria, lê-se trechos do livro: "Chile es una broma. Ellos hacen acuerdos con los americanos. Quieren que uno se joda por aquí. Ellos se cagan en nosotros". Sobre o presidente Kirchner, com 70% de aprovação em seu país, os argentinos ficaram sabendo que nosso presidente disse que "há momentos, meus queridos, que tenho vontade de mandar Kirshner à puta que o pariu".
Eduardo  Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 7/1/2007 às 10:53:39 AM
Eu não deveria alimentar bate-boca com alguém com a mente tão preocupantemente confusa como o leitor Paulo Bandarra, mas comento o que ele escreveu abaixo porque é importante dissecar a irresponsabilidade, a falta de caráter, a leviandade suprema de gente assim. Afirmar que o chefe de Estado e de governo brasileiro é alcoólotra, que vai bêbado a cerimônias públicas, que dá declarações públicas alcoolizado, e ainda mais sendo alguém que acaba de ser reeleito por maioria esmagadora dos brasileiros, não é só temerário, é passível de esquadrinhamos a afirmação e, no caso de não poder ser provada, expormos seu autor, se não às penas da lei, à condenação moral pública. Vejam só o que o tal Bandarra usa como "prova" de que Lula é alcoólatra: fotos no Google (!!?). Em meus 47 anos de vida jamais vi comprovação de estado de alcoolismo via fotos. Posso conseguir fotos que induzam a crer que qualquer pessoa está ébria. Flagrantes de expressões, caras e bocas são traiçoeiros. E os jornalistas que "viram" Lula bêbado? Um dos maiores anti-Lula da imprensa, Clóvis Rossi, teve a hombridade de escrever coluna dizendo que em décadas de contato altamente freqüente com Lula, jamais o viu alcoolizado. Quem são os jornalistas mencionados por Bandarra? Nomes, por favor. Quando e onde disseram isso? Que especifique. Que saia da leviandade.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 7/1/2007 às 10:37:00 AM
O leitor Gilson Santos fez duas afirmações importantes. Com uma, concordo, e da outra, discordo. Diz o leitor : "Enquanto foi debate, achei muito interessante e esclarecedor. Infelizmente, o nivel baixou e caiu num bate-boca sem sentido. Uma baixaria. Como o objetivo de discutir a imprensa foi abandonado e agora trata-se de provocar e atacar pessoas, sugiro tirar a matéria do site. Alberto Dines não merece!". Concordo com a asserção de que o debate em torno da crítica veemente da profa. Mariz Izabel ao ataque da socialite Danusa Leão aos 58 milhões de eleitores do presidente Lula transformou-se em "bate-boca", em "baixaria", mas esses defeitos insanáveis do debate não começaram no OI e, sim, na gênese do artigo, gestado nas profundezas do cérebro árido da "madama", na chama ardente de seus preconceitos, no poço sem fundo de sua frivolidade desumana. Agora, discordo do economista de Brasília sobre Alberto Dines. Ele "não merece"? Merece, sim! Quem transformou uma leitora em vilã, a desqualificou, tratou essa valorosa mulher, essa pessoa de intelecto tão denso como idiota que se deixa manipular por "gurus", foi Dines. Assim, exacerbou os ânimos e inverteu tudo, fazendo daquela que reagiu a um ataque a própria autora do ataque. Não tivesse ele dado curso à idéia medíocre de crucificá-la por ter ousado questionar a Santa Madre Mídia, não estaríamos aqui discutindo o nada.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 7/1/2007 às 9:54:07 AM
Pois caro comerciante Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - . Foi o que eu disse. Não consegue escrever com 1400 e precisou de 7770 toques para não colocar a mensagem original para avaliarmos a ação do Editor! Quem não sabe que Lula exagera na bebida? Olhe nas imagens no google e verá varias imagens do mesmo alcoolizado! Os próprios jornalistas que viajavam com ele mencionam isto em seu livro quando disse bobagens a respeito do presidente argentino! O problema não é dizer bobagens quando está bêbado, mas é que o mesmo diz até quando está sóbrio, quando disse que antes de Delúbio aparecer na TV que era caixa dois (era caixa dois ou era empréstimo?, e que tinha sido traído sem nunca confessar que fora por Roberto Jefferson! Claro que pela ética dos petistas só gafes do Jânio Quadros, Figueiredo, Collor, Itamar e FHC podem ser mencionadas. Do ultimo presidente, que é atual, é vedado lembrar fatos desabonadores e pitorescos. Acho que deveríamos fazer um governo paralelo para infernizar a vida do Presidente! Afinal, ser era bom para o PT, deve ser bom agora. Agora, nem mesmo uma colunista pode “remar contra a maré vazante” que é ofendida por ter opinião divergente. Quando faltam totalmente argumentos sobram ataques de “igualar-se a pessoas com esse nível intelectual”. Crucificar Danusa pode, mas a Professora não? Só porque querem!!!
Cid elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 7/1/2007 às 12:21:10 AM
Obviamente o colega bancário gostaria de ter conseguido nos enfiar goela abaixo suas verdades absolutas...Além de ter sido claríssimo, ele foi obrigado a nos repetir seus dizeres, aliás, estes devidamente embebidos no mais puro pedantismo. Tudo isto para ninguém se atrever a discordar da inquestionável presunção de ser ele, miríades de vezes mais sabido que todos os demais participantes do OI juntos! Entretanto, se o orgulho lhe permitir, poderá conferir os resultados finais da medição feita pelo Observatório Brasileiro de Mídia, e no endereço específico que segue está o comportamento das revistas em relação ao teor do noticiário nas eleições. Compreendendo a pesquisa, ela irá corroborar tuas afirmações(será?): http://www.observatoriodemidia.org.br/relatorio2T2.asp
Francisco  Antero , São Paulo-SP - servidor público
Enviado em 6/1/2007 às 10:56:06 PM
IVAN BERGER meu caro, Lembrar do filósofo Olavo de Carvalho? Não foi muito feliz . Daqui a pouco algum leitor lembrará do ex??-quase??-grande?? filósofo Francis Fukuyama, que aproveitando-se de uma sociedade(pós-queda do muro de Berlim) em crise afirmara que a história havia acabado. Sugiro que leia Manoel Bomfim(A América Latina - Males de Origem, escrito em 1903). Exceptuando a parte sobre hereditariedade psiquica, o livro é todo atual.
Gilson Santos , Brasilia-DF - Economista
Enviado em 6/1/2007 às 10:17:19 PM
Sr. Moderador, Enquanto foi debate, achei muito interessante e esclarecedor. Infelizmente o nivel baixou e caiu num bate-boca sem sentido. Uma baixaria. Como o objetivo de discutir a imprensa foi abandonado e agora trata-se de provocar e atacar pessoas, sugiro tirar a matéria do site. Alberto Dines não merece!
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 10:00:35 PM
Os insultos da madame Danusa Leão aos 58 milhões de brasileiros que reelegeram Lula. Sobre isso, ofereço uma reflexão ao OI e, sobretudo, a Alberto Dines. Vocês leram direito o que escreveram pessoas como Ivan Berger, Clerton de Castro e Silva e Paulo Bandarra? Essa trinca de cidadãos com pensamentos desconexos, que [ ] dados falsos e são incapazes de compor uma única idéia com começo meio e fim. Eles, em suas confusões mentais incuráveis, certamente nem fazem idéia do que estou falando, mas gente treinada para analisar composições de idéias por escrito, como são os profissionais do Observatório, certamente sabe do que estou falando. Será possível que sobretudo Alberto Dines não enxergue o papel que está fazendo ao igualar-se a pessoas com esse nível intelectual? E foi isso que aconteceu. Ao crucificar a profa. Maria Izabel por ter justamente se rebelado contra a falta de educação e de responsabilidade de Madame Danusa, Dines nivelou-se a gente como esse trio calafrio, que é incapaz de escrever uma idéia inteira em 1400 toques. Vale lembrar, também, que não há um único cidadão - além de Lula - neste país que não processaria alguém que dissesse sobre si o que disse madame Danusa sobre o presidente. Afinal, ela, contrariando colegas seus da Folha que, conhecendo Lula há décadas, afirmaram que nunca o viram alcoolizado, chamou o presidente de bêbado, entre outras coisas.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 6/1/2007 às 9:45:32 PM
Ivan Berger diz que a crônica de Danuza é "supostamente" preconceituosa. É mole? E ainda teme pelo futuro dos alunos de Izabel Brunacci...Ah! E lê e dá crédito a Olavo de Carvalho..
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 6/1/2007 às 6:28:18 PM
Estava até estranhando tanto desconhecimento, caro Physioterapeute Ermindo Brunacci , de Paris-IN - até ver a sua declaração de que a professora é sua irmã! Por isto a completa falta de conhecimento de que a colunista Danuza Leão não é jornalista, mas colunista. Não representa os jornalistas e a mídia no país, e nem os colunistas. Será que na França não existem colunistas que dão opinião? No caso, Danuza não agrada a “minoria” que está no poder. Desagrada a maioria. Agradar é a função no país da “na insuspeita revista semanal Carta Capital”, tão ao gosto da sua irmã! Alinhada incondicional ao poderoso no poder das verbas estatais que aconselha aos críticos para “não remarem contra corrente”! “O novo, a verdade e a imparcialidade” são juízos de valores seus! O novo, agora, para a sua família, é a concordância incondicional e o silêncio absoluto, porque o rei agora é intocável. Mudou o ocupante do palácio real, mudou a opinião sobre a liberdade de crítica! Noticiar só dos governos passados, do último a recém findo, devemos apenas elogiar e calar pelos seus defeitos pois virou pecado mortal enxergar incongruências, indecisões, vacilações e falta de coerência! Mas me diga, na França também tem cotas porque o ensino público é muito ruim que as pessoas não passam no vestibular e em concursos públicos como no Brasil? Abraços!
Henrique Souza Dantas , Rio de Janeiro-RJ - Comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 6:20:38 PM
Essa frase do Physioterapeute é boa, muito boa mesmo."Muito surpreso ao ler a crônica de uma tal "Danuza Leão" e constatar mais uma vez que o problema brasileiro sempre foi ligado a uma mentalidade conservadora elitista que funciona por meio de reflexos de alto para baixo amplificados, ou seja: Critica sem açao." Que falta faz o Stanislau.
HERBERT BECKMANN , BRASILIA-DF - bancário
Enviado em 6/1/2007 às 3:22:05 PM
[ ] Fui claro: não há nenhum veículo de comunicação que seja isento. Repito: absolutamente nenhum. Quanto aos meus gostos afirmo: não tenho medo de ler nada pois não tenho medo de pensar ou até, de, rever uma posição. O senhor apenas confirmou o que eu disse no texto.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 6/1/2007 às 3:02:09 PM
Outra coisa : se não é o governo Lula que está em discussão,como diz a professora,então estamos pior ainda,deblaterando rigorosamente à toa.E se é dessa forma,se restringindo a questões menores,valorizando bobagens em detrimento do que realmente interessa a um debate sério,que a prezada professora espera apurar o senso crítico de seus alunos,infelizmente sou obrigado a concluir que mais uma fornada de alienados está a caminho.Ainda mais se a mentora compartilhar da opinião do "mano" physioterapeute (chique,hein ?) de que a elite jornalística está desgastada,e que se reune para jornadas etílicas na praia.Imaginem a cena,Dines,Millôr,Clóvis Rossi,Villas Boas-Correa,Sérgio Augusto,Renato Pompeu de Toledo,ou seja,todos sexagenários e mesmo assim (e talvez por isso) a nata de nossa imprensa,assim (des)qualificada ,bebendo caipirinha e jogando conversa fora sob o sol de Ipanema.Danuza,que nem figura nesse time,é jogada às feras por uma crônica supostamente ofensiva e preconceituosa contra o casal presidencial,e quanto a essas generalizações leviandas e depreciativas,como qualificá-las ? Haverá justificativa razoável para todo esse desrespeito que se tem visto a biografias tão ilustres,apenas por divergências políticas ou opinativas ? Enfim,como escreveu outro dia o filósofo Olavo de Carvalho,sociopatas não precisam de justificativas.
Ermindo Brunacci , Paris-IN - Physioterapeute
Enviado em 6/1/2007 às 1:22:06 PM
Muito surpreso ao ler a cronica de uma tal "Danuza Leao" e constatar mais uma vez que o problema brasileiro sempre foi ligado a uma mentalidade conservadora elitista que funciona por meio de reflexos de alto para baixo amplificados, ou seja: Critica sem açao. Mas eh logico, isso justifica o salario, ou vice-versa, pois enquanto se agrada a minoria que se encontra no poder e do qual dependemos nao ha motivos para mudarmos. Mas se vemos ao longe o menor sinal que as coisas podem se transformar e ameaçar a posiçao comoda na qual nos encontramos, aih entao podemos ateh mesmo soltar toda aquela lista completa de frases feitas durante as etilicas sessoes filosoficas na beira da praia do estilo, "o buraco eh mais embaixo" ou "liberou geral". Esta elite jornalistica brasileira estah desgastada e precisa ser renovada, sao rejeitos ainda da ditadura militar que nao perceberam que as coisas mudam e que o mundo nao eh mais o mesmo. Deixem lugar para o novo, para a verdade e a imparcialidade, a aposentadoria os espera com os braços abertos... Como eles sabem que eles perderam o terreno e todos os argumentos, eles nao vao se manifestar, pois correm o risco ainda de se deparar com poder das palavras que emanam da minha irma, tenho orgulho dela, a Prof. Maria Isabel Brunacci.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 1:07:49 PM
O que Clerton de Castro e Silva e Ivan Berger não entendem é que o Brasil discutiu ferozmente o governo Lula durante um ano e meio antes da eleição, suas políticas foram esquadrinhadas à exaustão e o presidente veio a público e expôs, democraticamente, suas razões para pleitear um segundo mandato. Tudo sob incrivelmente forte pressão contra da mídia, que passou a usar o espaço público que é o ar (por onde trafegam as ondas de emissão televisivas e/ou radiofônicas) para insultar e acusar o presidente em novelas, programas humorísticos, de auditório e, até, em programas jornalísticos - vejam só! Também é preciso dizer que é mentira que o PT apoiou o fora FHC. O hoje ministro Tarso Genro até chegou a escrever artigo na Folha de São Paulo propondo a FHC que renunciasse por conta do escândalo do "limite da irresponsabilidade", mas o PT, em decisão colegiada, rechaçou pedidos de interrupção do mandato do ex-presidente. Isso está nos arquivos dos jornais e pode ser comprovado por qualquer jornalista digno do ofício que tenha a hombridade e o respeito à verdade de vir aqui confirmar o que eu disse. Quanto aos dois leitores já mencionados, não passam de papagaios de jornal. Só sabem repetir frases feitas. O Brasil discutiu o governo Lula à exaustão e, contra a vontade da mídia, o reelegeu. Tomou uma decisão democrática que todos devem, no mínimo, respeitar - e Danusa não respeitou.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 6/1/2007 às 12:13:26 PM
Quem fala o que quer,ouve o que não quer,custumava dizer meu velho pai,o melhor dos mestres,mesmo não tendo diplomas e a erudição de muitos aqui.Simples assim.É claro que Danuza se excedeu,passou das medidas,e não é a primeira vez que se refere ao casal presidencial num tom jocoso,lembro que no ano passado também andou desancando Lula e a primeira dama pelo fato de aparecerem vestidos a caráter numa festa caipira.Gozado é que seu estilo normalmente não é assim agressivo,a transformação acontece quando ela fala em política,dos políticos,tema que de fato custuma tirar a gente do sério.Agora,se a crônica de Danuza foi infeliz e de mau gosto,o mesmo se pode dizer de reações esquizofrênicas como da professora Maria Izabel,que a pretexto de contestar uma simples crônica de custumes - ou não se tocaram que é isso que Danuza é,uma cronista de custumes - foi ainda mais radical em seus juizos e perorações.Acima de tudo,a professora deveria saber dimensionar melhor os fatos e evitar generalizações,e se realmente quiser contribuir positivamente para o debate político,volte a mira para questões mais relevantes.Tanta indignação em defesa do aerolula,e do maiô estrelado da primeira dama,e o resto,está tudo bem ?
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 6/1/2007 às 11:41:59 AM
Já estamos no segundo mandato do Lula e algumas pessoas continuam falando do governo FHC. Outros, sem algo mais útil para falar, só sabem citar os 58 milhões que votaram no Presidente. Muito bem lembrado pelo médico Paulo Bandarra do episodio "Fora FHC" promovido pelo PT contra um Presidente eleito democraticamente no 1º TURNO. A professora não contestou o texto da Danusa, apenas partiu para uma ofensa pessoal e virou musa dos aloprados. Quem está achando graça destas bobagens sou eu. Cobrar e mostrar a mídia às realizações do governo ninguém quer, pois está não é a função deste pessoal. A função é somente patrulhar.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 6/1/2007 às 10:40:05 AM
Profa. Maria Izabel, o que alenta é ver como há tantas pessoas lúcidas e capazes de verter essa lucidez de forma clara, sintética e convincente. Nada como trabalhar com a verdade como matéria-prima. A ignorância produzida pela mídia vai se reduzindo a um contingente cada vez menor de pseudo instruídos e bem-informados. A sociedade brasileira está amadurecendo numa velocidade impressionante. Não demorará para que este povo descubra definitivamente que pode pôr fim aos privilégios injustos das elites usando nada mais do que seus títulos de eleitor. E gente como Danusa Leão só faz contribuir para esclarecer a sociedade sobre como a imprensa e a elite são radicais de direita, patriomonialistas e preconceituosas, e sobre como desprezam o povo. O eleitorado de Lula é ignorante e desinformado? Pois qualquer pessoa culta e bem-informada que ler estes comentários dirá que é bem ao contrário. Os comentaristas "danusistas" escrevem mal que dá dó, repetem chavões da grande imprensa como papagaios e mostram preocupante confusão mental. Não surgiu um único argumento pró-Danusa que fizesse refletir. A incapacidade dessa gente de entender que qualificar o texto da senhora como insultuoso, sendo ele mera resposta a um texto vergonhoso como o da socialite, deixa ver como a direita brasileira é burra, à diferença das direitas de outras partes do mundo, que ao menos instigam intelectualmente.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 6/1/2007 às 9:50:27 AM
Como o tema fundamentalmente tangencia a educação, mais uma exemplo: Financial Times "A crise no sistema educacional indiano está levando as famílias pobres a tirarem as crianças das escolas públicas gratuitas e matriculá-las no ensino privado em uma taxa sem precedente, segundo um estudo independente divulgado na sexta-feira. surgimento em aldeias e favelas de escolas particulares, que cobram entre US$ 1 e US$ 3 por mês de famílias quase carentes para ensino primário básico, é amplamente visto como uma condenação da capacidade do Estado de fornecer um serviço público tradicionalmente fundamental. " Poderia ser dito daqui, apenas que aqui se pensa em cotas para superar a baixa qualidade e o alto custo econômico e social do ensino público nos moldes atuais!
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 6/1/2007 às 12:27:34 AM
Nosso alter-ego agora é a professora Izabel Brunacci. O alter-ego dos pefelistatucanos como Ivan Berger é Danuza Leão. Quer dizer que Lula só ficou porque as elites quiseram? E ele iria sair por quê? Lula ainda não acabou com o lucro obsceno dos bancos, mas o reduziu a praticamente à metade do que era com Fernando Henrique, sem contar que, na gloriosa era pefelistatucana, os juros chegaram a 49%. A política fiscal está acabando com a classe média? E com Fernando Henrique, como era? Lula já corrigiu duas vezes a tabela do imposto de renda. E Fernando Henrique, o que fez? Aumentou a alíquota, de 25%, para 27,5%. Agora, justificar a reeleição de Lula sem poder enumerar nada do que ele fez, é meio difícil. E de podres de governo, nem é bom falar. Qual é o podre do governo Lula? Os pefelistastucanos não têm o que defender e procuram sempre atacar. Só que, no caso de Lula, nem isso podem fazer. Então, fazem como o alter-ego Danuza Leão: destilam ódio e preconceito, rancor e inveja.
Maria Izabel Brunacci , Belo Horizonte-MG - Professora
Enviado em 5/1/2007 às 9:31:50 PM
Estou acompanhando o debate e muito me alegra constatar que a maioria dos leitores percebe que minha crítica se dirige contra o preconceito explícito veiculado pela crônica de Danuza Leão. Por isso não vejo propósito no desafio de listar as realizações do governo Lula, não é ele que está em discussão neste Observatório e sim a visão preconceituosa que a cronista veiculou em um jornal de circulação nacional. Utilizo jornais em minhas aulas de leitura e produção textual - sou professora do nível médio - para que, entre outras atividades, o aluno/leitor possa perceber as intenções subliminares dos textos jornalísticos, apurando o senso crítico e recusando o papel de massa de manobra. Acredito na educação como emancipação do ser humano. E isso passa pelo reconhecimento da importância do debate democrático. Por isso agradeço a todos os que enriqueceram esta discussão e me deram a oportunidade de aprender mais. Agradeço ao Observatório da Imprensa pelo reconhecimento de meu direito de resposta. esperando que também o Sr. Alberto Dines tenha aprendido algo novo com todo esse debate.
Hélio Amaral , SP-SP - Músico
Enviado em 5/1/2007 às 8:43:24 PM
Não entendo porque pegam tanto no pé de Dines. Antes a mídia fosse como ele, que detonou a Veja o ano passado inteiro. No fundo, eu concordo, não vale a pena axincalhar as pessoas. O Lula é o maior exemplo. Ele é vítma de preconceito diariamente e não responde, embora sinta. Acho que a melhor forma é responder tecnicamente a parcialidade da imprensa. Por exemplo: Dora Kramer escreveu que o discurso de Lula sugere todo tipo de interpretação inclusive a de que não disse coisa alguma. Já quanto ao discurso do Serra ela diz que diga o que ele disser, sempre o interpretarão pelo lado negativo, então é melhor ele não esquentar a cabeça e continuar dizendo as verdades que precisam ser ditas. Ou seja: quem não disse absolutamente nada foi ela!!! Dentro de uma mesma base, interpretou a seu bel prazer, conforme suas conveniêcias óbvias. Então, esse observatório é um lugar precioso para começar a desnudar essa mídia preconceituosa. E, Dines, pode descer o cascalho no Lula, porque você tem moral para isso.
edson  martins , taquarituba-SP - radialista
Enviado em 5/1/2007 às 8:23:07 PM
Não precisamos escrever muita coisa para dizer que o texto da colunista da Folha é preconceituoso; basta apenas as perguntas: "o que o maiô da dona Mariza tem a ver com o desenvolvimento ou não do Brasil? por que a colunista não se ateve apenas aos reflexos que o segundo mandato de Lula pode causar ao País? Não soube analisar, falou demaisl, foi preconceituosa. Esta é a minha opinião, mesmo não concordando com o governo atual.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 5/1/2007 às 6:51:47 PM
E continuamos sem sair do lugar. Estamos num veículo que se propõe a observar a imprensa, mas estamos discutindo as realizações do governo Lula, que para determinados leitores é um desastre, um governo corrupto, que não fez nada e, ainda assim, foi reeleito porque 58 milhões de brasileiros ignorantes, analfabetos e desinformados são subornados com 100 reais por mês por esse mesmo governo. Como argumentar com quem diz uma barbaridade dessas? Aliás, como argumentar com um observatório da imprensa cujo titular passou a se dedicar a observar os leitores da imprensa e o presidente da República? Como passatempo, é até divertido. Diverte-me ver como um sujeito que escreve dezenas de vezes que Lula foi eleito por analfabetos e desinformados e depois afirma, mesmo todos estando cansados de lê-lo dizendo isso, que não disse. Enfim, aqui nestes comentários podemos entender claramente por que Lula foi reeleito por todas as classes sociais e, segundo jornais estrangeiros como o New York Times e o El Pais, por "maioria arrasadora". Também, com detratores desse nível, que desprezam a inteligência de todos os que não pensam como eles, não poderia ser diferente.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 5/1/2007 às 6:38:23 PM
Caro TRF Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - como o assunto é diverso do tema aqui, creio que estamos atrapalhando. Seria ótimo tratar no Jornal de Debates do OI! Abraços!
Marcelo del Questor , Belo Horizonte-MG - Assalariado
Enviado em 5/1/2007 às 5:51:15 PM
Li todos os comentários postados aqui. Alguns são extremamente centrados e fazem uma crítica fundamentada aos artigos postados acima. No entanto, vejo alguns "profissionais" liberais dizendo coisas que são de morrer de rir. Vão da linguagem rebuscada e clássica, sem no entanto dizer nada, a mais pura esculhambação, passando pelo totalmente enigmático. Sinto uma estranha semelhança destes comentarístas com o texto da tal "colunista". Repletos de rancor, inveja e a velha dor de cotovelo. Parecem ter tentado entrar para função pública e terem sido rejeitados. Ou tem algum parente que hoje trabalha em uma estatal e por ser eficiênte galgou uma qualidade de vida que se lhes causa inveja, atacam ao governo como um todo. Ou perderam suas benesses quando Lula assumiu a presidência e mantinham a esperança de voltar a boquinha, se o mesmo não fosse reeleito. Dizer que o governo não comete erros é estultice. Mas não questionam ou cobram simplesmente. Atacam com uma virulência impressionante, e, de certa maneira, desesperadamente hilária. Mas João Augusto Godinho , São Paulo-SP - eletricitário, me colocou uma dúvida na cabeça. Seriam esses comediantes apenas personagens fictícios? É um caso a pensar. São tão absurdos e engraçados que parecem inverossímeis. No mais desculpo-me por mais esta intervenção que, infelizmente, não trata do objetivo deste Observatório, que é observar a imprensa.
João Motta , Florianópolis-SC - dentista
Enviado em 5/1/2007 às 3:03:25 PM
O grande problema da imprensa é o fato de ter se transformado num verdadeiro fla-flu partidário. Caracterizar o governo Lula de desastre total é tão absurdo como colocar todas as mazelas nacionais na conta da herança maldita de FHC. Ambos tiveram acertos e erros. Sou otimista, acho que desde a democratização o Brasil tem melhorado, talvez não na velocidade desejável (ou prometida) mas tenho certeza de que não recuamos. Também é ridícula essa discussão de direito autoral sobre os projetos. O Bolsa Família, políticas de controle da inflação, de câmbio ou de juros não são invenções nem de FHC nem de Lula. Na democracia tudo se copia e se transforma e muitas dessas propostas já foram testadas em outros países em desenvolvimento. Outro problema são os egos...em chamas.
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 5/1/2007 às 1:57:17 PM
Caro Marco, também concordo que este espaço seja para se discutir a mídia e não o governo. Entendo que a mídia também tinha o que mostrar de positivo e não mostrou, ficando apenas com a parte ruim da história. Devemos cobrar tanto um lado, como o outro. O debate é mais que sadio, desde que não haja ofensas.
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 5/1/2007 às 1:03:23 PM
Já que os petistas enfim encontraram seu alter-ego na professora Maria Izabel,bem que ela,ao invés de gastar seu latim com mixórdia,poderia se ocupar com questões mais sérias,como por exemplo,enumerar as realizações que justifiquem não só a retumbante reeleição de Lula,mas principalmente essa quase idolatria a sua figura,não obstante os podres de seu governo.Mas não me venha com maquiagens tipo Bolsa Família e programas similares,mesmo porque são heranças do governo anterior.Como também deve-se a era FHC o controle da inflação,graças a estabilização da economia,outra conquista da qual Lula se apropriou na maior cara dura.Vamos lá,fêssora,o que fez o PT no poder,além de promover escândalos atrás de escândalos,com o envolvimento dos principais nomes do partido,intimos do presidente,que no entanto nada sabia,me engana que eu gosto...Que o povão acredite nessa esparrela,vá lá,mas gente letrada como a Sra.,passar recibo,e mais do que isso,vir a público para domar as dores de um personagem que só não foi banido como Collor porque as elites não quiseram,essa é a verdade,e não quiseram porquê ? Porque ele não teve coragem de levar adiante seu projeto original de governo,que prometia diminuir a desigualdade social,acabar com o lucro obceno dos bancos,rever a política fiscal,que está acabando com a classe média,em suma,só o que fez foi discursar e bravatear.Que é só o que sabe fazer.
Caiocito Campos , Belo Horizonte.-MG - Humorista, crítico e opinista social.
Enviado em 5/1/2007 às 1:02:54 PM
A imprensa sempre tratou seu leitores como o Alberto Dinis os trata. Sou um pouco sadomasoquista. Eu leio jornais impressos e assisto os telejornais, assim como leio o OI e o assisto na TV. Faço isso porque estou no quinto período de jornalismo (UNI-BH). Procuro não me envolver muito, só sinto o cheiro, meu cérebro hesita, meu fígado rejeita. Mas não largo meu Machado de Assis, Euclides da Cunha, Eça de Queiroz, Carlos Heitor Cony, Millor Fernandez (pq não?). E parabens a Maria Izabel Brunacci por colocar o jornalismo no seu lugar.
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 5/1/2007 às 12:14:11 PM
Fui citado pelo Sr. Clerton de Castro e Silva a dizer boas realizações do Governo Lula. Vou citar somente algumas, haja vista esse site ser destinado a discutir a imprensa, não o governo, ou o corte de cabelo da primeira-dama. São os seguintes: Bolsa-Família, redução da pobreza, política externa, ProUni, geração de empregos (embora a maioria das vagas criadas sejam de salários baixos - quase todos no Brasil são mal remunerados, já é um começo), controle da inflação, independência do MPF (lembra do Geraldo Brindeiro?) e PF. Há críticas?sim. No meu entender a maior delas são dirigidas às agencias reguladoras, que, se no governo FHC funcionavam para favorecer os amigos, neste governo, não favorece ninguem, mas tambem nao funcionam. Anatel é um exemplo. O que discordo não é o fato da imprensa criticar o Governo Lula; discordo, sim, da imprensa malhar a qualquer custo e não reconhecer nenhum avanço, ao passo em que esconde as mazelas das administrações tucanas e pefelistas que, de éticos, tambem, passam longe. Aliás, a imprensa não faz críticas a Lula, faz futricas dignas de revistas de fofocas. Ou criticar o fato de na posse ser utilizado um Rolls Royce por um ex-metalúrgico nao é futrica? Enfim, aqui é o observatória da IMPRENSA, não do Lula, apesar de ter guinado em boa parte para este último mister. Não é só miseravel elege Lula. Veja a pesquisa do Sensus (se nao me engano)...
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 5/1/2007 às 12:00:45 PM
Bem, Sr.. Paulo Bandarra, continuemos a trocar idéias. Inicialmente: é fato que dinheiro não cai do céu, mas não são os trabalhadores da iniciativa privada que pagam todos os impostos, pois funcionários públicos também pagam, quando compram um carro ou uma caixa de fósforo. Os cargos públicos não devem, mesmo, ser propriedade de testas-de-ferro do governo central, e não são, na maioria dos casos. A maioria dos funcionários são concursados. Eu, por exemplo, entrei para a Receita Federal através de concurso, em 1991, no governo Collor. Não fui testa-de-ferro de Collor, nem de Itamar, nem de Fernando Henrique, nem sou de Lula (de Lula sou, além de subordinado hierarquicamente, admirador, o que não fui dos outros). Mas o presidente é nosso superior transitoriamente. Eu estou há mais tempo “no governo” do que Lula. Há excrescências no serviço público, como vitaliciedade e hereditariedade. Mas isso é para uma minoria, geralmente no judiciário e na área militar. E há até para quem NÃO É funcionário público, mas ESTAVA funcionário público, como foi o caso agora do ex-governador Zeca do PT, que, a meu ver, vergonhosa e injustificadamente requereu, e obteve, pensão vitalícia, dada, inclusive, por quem também NÃO É funcionário público (os deputados estaduais). Há mais 18 ex-governadores na mesma situação, e creio que todos os ex-presidentes.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 5/1/2007 às 11:59:55 AM
Não acho que os funcionários queiram ser intocáveis, e nem o são. A estabilidade existe para que o governante que assume não demita funcionários para contratar os “dele”. Mas estabilidade é diferente de vitaliciedade. Todos os anos, vários funcionários são demitidos. E vários têm a aposentadoria cassada, pois funcionário público inativo tem que manter certas condutas. Funcionário, público ou privado, deve ganhar bem. Rebaixar o salário de funcionário público não é solução para nada. Também não me parece correto dizer que funcionário público não faz nada, apenas usufrui de privilégios. A gama de funcionários públicos é extensa (médicos, dentistas, enfermeiros, policiais, bombeiros, engenheiros, todo o aparato judicial, faroleiros, professores, pesquisadores, etc.). O senhor ficaria surpreso ao ver como é dura a vida, por exemplo, dos funcionários da Petrobrás que trabalham em plataformas marítimas. Ou de policiais e militares, que arriscam até a vida. Enfim, é uma longa discussão. Que envolveria até a visão do que deveria ser estatal ou não. A medicina, por exemplo (e, por favor, não pense que estou lhe provocando): eu acho que deveria ser serviço exclusivamente público.
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 5/1/2007 às 11:24:20 AM
O Leitor Eduardo Guimarães mais uma vez foge do debate e grosseiramente tenta desqualificar-me com falsas e levianas afirmações. Em nenhum momento eu citei os eleitores do Presidente Lula e nem emiti os comentários que este senhor mentirosamente afirma que fiz. Se o Senhor Eduardo Guimarães não consegue falar bem do Governo, pois somente está treinado para patrulhar aqui neste espaço. não quer dizer que os outros leitores tenham a mesma opinião. É mais fácil destruir do que construir.
Ricardo Cmago , são paulo-SP - escriturário
Enviado em 5/1/2007 às 10:46:39 AM
Não satisfeitos com a vitória triunfal de Lula, ainda tem gente se perguntado por que ninguém apresenta os resultados da Governo! Pessoal, imaginem só se esse dólar estivesse a pelo menos R$ 2,80? Essa política cambial é minha crítica ao Governo. De resto, estou muito confiante. Acho que estamos no limiar de um salto de desenvolvimento. Com ProUni, bolsa família, que obriga as crianças a freqüentarem as aulas, luz para todos, inflação sob controle, juros baixos, o futuro deverá ser promissor! E sustentável. São Paulo, eh São Paulo! Vamos para 16 anos de tucanismos e pefelismo (Que falta faz Montoro, o pai). Na periferia de São Paulo, as escolas estaduais nem aulas de português têm. Nesse tempo todo não houve sequer um projeto inovador na área educacionais. Em infra-estrutura, esses baluartes da gestão destruíram a malha ferroviária, congestionando as estradas. Habitação e Meio ambiente vão e deverão ir para onde bater o vento. Primeira ação de Serra: impedir concursos e DEMITIR. Todos os lindos críticos concordam. Depois virá o SPTV indignado: falta médico, falta professor, falta PM, falta isso, falta aquilo (talvez até não falem, porque nossos tucanos estão muito bem protegidos em São Paulo). E a posse do Serra, parecia casamento real, só para CONVIDADOS! Profa. Maria Brunacci, parabéns. Sr. Dines, por ter-me dado o prazer de ler o texto da Profa. também o parabenizo.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 5/1/2007 às 9:38:05 AM
O leitor Clerton de Castro e Silva faz menção ao meu nome e aos de outros leitores contrários à lulofobia e à petefobia midiática, e pede que enalteçamos o governo Lula, além de dizer-nos "grosseiros". Esse mesmo leitor vem insistindo com tediosa freqüência numa estratégia retórica que parece julgar genial, ou seja, aposta que a maioria esmagadora dos leitores do OI que está insatisfeita com o partidarismo da imprensa (vide enquete na primeira página do Observatório) e que deixa ver que votou em Lula não sabe porque votou nele e não tem realizações de seu governo para citar. Na verdade, 58 milhões de brasileiros, para esse leitor, vítima da lábia tucana-pefelê de madame Danusa Leão, acha mesmo que toda essa gente votou em Lula sem saber por que votou ou que são todos beneficiários do Bolsa Família. Esse indivíduo não se deu ao trabalho de checar nas pesquisas sobre o eleitorado do presidente da República qual sua composição. A imprensa também ajuda a ignorância de pessoas como o sr. Castro e Silva ao alimentar-lhes a ilusão de que foram 58 milhões de analfabetos, mendigos, alimentados pelo Bolsa Família que votaram pela reeleição do atual governo. Enfim, vemos a tragédia que é a imprensa desinformar um país. O tal Clerton, que se apresenta como engenheiro, acredita piamente que vai conseguir fazer com que discutamos o governo Lula num Observatório da Imprensa. Coitado!
Carlos Teixeira , Tatui-SP - Engenheiro agrônomo
Enviado em 5/1/2007 às 8:57:40 AM
O povo deixou de ser besta há muito tempo. Danuza Leão adoraria ser convidada pelo presidente Lula para participar de uma viagem a qualquer País, a bordo do "aerolula", e frequentar almoços e jantares sofisticados. FHC e Dona Ruth cansaram de "levar" a atriz Regina Duarte em inumeras viagens do gênero. A professora mineira deu um banho intelectual na colunista da "alta sociedade".
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 5/1/2007 às 7:40:30 AM
O interessante, caro Programador Anderson Fortaleza , de Fortaleza-CE – é que quando os nordestinos votaram para reelegerem FHC e o PT e o Brizola fizeram a campanha do FORA FHC os nordestinos não se sentiram “profundamente ofendidos” por terem sido desconsiderados o seu voto nem um pouquinho! Se sentem agora por manifestações pacíficas e democráticas. Se sentem na obrigação de serem patrulheiros quando naquela época não foram defensores da legalidade. Se os quatro anos agora com Lula não forem bons, paciência. Foi a maioria que assim decidiu. Como Lula defendeu no Iraque, que decidam certo ou errado, temos que enfrentar aqui na mesma moeda. É a regra democrática (não acatada pelo PT no episódio do Fora FHC). Só não nos peçam o silêncio conivente, pois não pedimos o mesmo quando a maioria havia decidido o contrário.
Silvio Hisashi Imafuku , Osaka, Japão-IN - Desempregado
Enviado em 5/1/2007 às 3:36:05 AM
Sobre a Danuza Leão eu já havia escrito aqui alertando que aquilo era uma provocação. Uma mina terrestre e explosiva. Não a levem a sério. Eu leio todo domingo juntamente com o artigo de Antonio Ermírio de Moraes na Folha para saber o que realmente o Brasil não é. O contrário do que eles pensam é o Brasil verdadeiro. Eu particularmente com aqueles pequenos dizeres capados da professora re-conheci Machado de Assis e re-vi a besta elite brasileira e pseudos ex jornalistas escondidos atras do grupo.
Marcelo del Questor , Belo Horizonte-MG - Assalariado
Enviado em 5/1/2007 às 2:25:01 AM
Desculpem mais esta intervenção, mas fiquei tão admirado com o artigo da Professora que não fiz comentários sobre a matéria que o originou. Campeia na imprensa e em comentários aqui postados a boa e velha tática da retalização. Como aqui comento sobre imprensa, que é a razão de ser desse Observatório, acho que o texto produzido pela tal senhora no jornal é de uma deselegância que contradiz sua fama de dama da alta sociedade. Qualifico o artigo como chulo. Sinto que os Observadores sigam pelo mesmo caminho. E não se manifestam diante dos comentários, não por se acharem superiores, mas por não ter argumentos. Como argumentar, ou tentar justificar frases como "A leitora não discute, não contesta, não argüi, nem tenta rebater os argumentos [...] Simplesmente apela para a ofensa pessoal – é a sua maneira de dizer que existe." Tal situação é, se me permitem a alusão, o mesmo que ser pego com as calças na mão. Por isso não se manifestam. Em testos como o da Professora, são postos em seus devidos lugares e so lhes resta ficar por lá. O triste é ver o que a imprensa coloca como ícones. Diretores de um filme só, humoristas em declínio, colunistas mal-educados e incultos, cantoras fora de moda, dondocas decadentes e recalcadas. Meros capatazes. Pessoas que se postam no alto de uma arrogância que as mesmas, em seus íntimos sabem ser infundada. Uma fileira de meros peões rancorosos.
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 5/1/2007 às 1:57:51 AM
"O que ela tinha ingerido quando escreveu (será que foi ela?)": Ubirajara, voce tambem notou que qualitativamente parece com textos do Sarney?!?!
Marcelo del Questor , Belo Horizonte-MG - Assalariado
Enviado em 5/1/2007 às 1:31:27 AM
Professora Maria Izabel Brunacci, estou tão admirado com seu artigo que me faltam palavras. De todo o seu artigo, o que saltou aos olhos foi o emprego fantástico e acertado de duas palavras. Agregado e capataz. Em nenhum dos artigos e comentários que li neste observatório e olha que são muitos, vi um adjetivo que qualificasse de forma tão brilhante esses "formadores de opinião". Colocastes os pingos no is. Incrível seu artigo estou maravilhado. Penso que tanto Dines, quanto a tal colunista devem te-lo lido. E quedaram silenciosos, vendo sua infundada arrogância e pseudo-superioridade intelectual e elitísta desmoronar sob o peso das colocações deste seu artigo. Não se manifestarão e, se o fizerem, será em pleno uso da fúria. Essa mesma fúria da qual são acusados aqueles que ousam lhes contradizer. Qualifiquei-os como operários dessas empresas midiáticas. Que adjetivo pobre, se comparado ao brilhantismo de sua fundamentada analogia. Como tenho feito com alguns artigos e comentários irei copiar este para que minha filha possa ler e mostrar para as amigas. Mas este terá lugar de destaque. Este artigo sintetizou tudo que foi dito por aqueles que se cobram isenção e compromisso com a verdade da imprensa, de uma forma definitiva. Sinto não ter sido seu aluno. Espero poder conhece-la e comprimenta-la pessoalmente um dia, visto sermos conterrâneos. Felicidades e um ótimo 2007
Edison  Batista , Campinas-SP - Engenheiro
Enviado em 5/1/2007 às 1:11:42 AM
Tomei conhecimento somente agora desta polêmica. Quanto preconceito, amargura e elitismo na crônica (se podemos chamar assim) de Danuza Leão e quanta inteligência, bom senso e informação na "resposta" da Professora Maria Isabel Brunacci. Uma reflexão: vejam a inversão de valores, uma pessoa como a professora Maria manifesta-se no seu dia a dia a um grupo pequeno de pessoas (universitários) e a Sra. Danuza a um grupo enorme (jornal). Que injustiça. E mais uma vez me preocupo, pois de meios impressos eu me utilizava somente da Folha de SP, até meados de 2006, após alguns "eventos não jornalisticos" da Folha, não os leio mais. O que fazer para ler um jornal na praia, por exemplo? não imaginava chegar a uma situação dessas. Voltando à Professora, sugiro que ela abra um blog, divulgue e torne um desses ícones de jornalismo e informação (Luis Nassif, Alon, Amorim).
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 5/1/2007 às 12:22:02 AM
Não vi e não vejo nenhum comentário ou artigo escrito pelos defensores do Lula, falando das realizações do primeiro mandato do Presidente. Será que nenhum deles têm coisas boas para falar. A única coisa que vejo por parte destes senhores é o patrulhamento permanente e grosseiro, contra as pessoas que discordam do rumo dado pelo PT ao governo. Assim como propus a professora, vou propor o mesmo ao Rogério, ao Eduardo, ao Marnei e ao Tognollo, que enalteçam as boas realizações do governo, contrapondo aos que são contra.
João Augusto Godinho , São Paulo-SP - eletricitário
Enviado em 4/1/2007 às 11:31:26 PM
Tenho lido algumas pessoas escreverem sobre uma teoria conspiratória do OI. Nela o sr. Dines estaria provocando/estimulando (colocando o bode na sala como disse um leitor) as pessoas a emitirem sua opinião com mais veemência, para que mostrem paixão. Eu concordo. E acho, ainda, que ele também cria alguns personagens, que teriam a função de injetar oxigênio na discussão. Alguns destes são muito bem elaborados.
Anderson Fortaleza , Fortaleza-CE - Programador
Enviado em 4/1/2007 às 10:04:33 PM
Sou filho de nordestinos e moro em Fortaleza. Ao ler o texto dessa "jornalista" Danuza Leão me senti profundamente ofendido com os comentários dela sobre os nordestinos que votaram no Lula, como eu. A que nível de ignorância e preconceito pode chegar alguém ? Parabenizo a prof. Maria Izabel que com muita propriedade citou Machado de Assis, NADA pode se aproximar tanto da verdade quanto essas palavras sobre a "visão de mundo [que] reproduz, dissemina enquanto usufrui da complacência de seus mantenedores". A simples publicação de um texto como esses na Folha não revela somente a pobreza intelectual de sua autora, revela também a aparente ignorância, e para não ser inocente prefiro acreditar na má fé, de seus editores.
Hemerson Baptista da Silva , São Mateus do Sul-PR - Contabilista
Enviado em 4/1/2007 às 9:48:11 PM
Dá gosto de ler a Dra. Maria Izabel Brunacci! Podemos divergir de suas idéias (que não é o meu caso), mas ela escreve com uma propriedade que é de "tirar o chapéu"! Parabéns!
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 4/1/2007 às 9:23:25 PM
Senhores, quem é Danuza Leão? O que ela tinha ingerido quando escreveu (será que foi ela?) esse texto. Essas pessoas que, como eu, irão passar pela vida, sem deixar marcas, têm inveja (eu não) do torneiro mecânico que conseguiu escrever o seu nome na história. Em pesquisas recentes, foi considerado o melhor presidentes dos últimos tempos. Gritem, esbravejem, rasguem-se de raiva: isso, às vezes, resolve. Quem é Danuza Leão? É um dos nosso frutos. Se não comprássemos os seus escritos, publicados em lugares quaisquer, seria apenas a irmã de Nara Leão. Por quanto tempo, após a sua morte, será lembrada? Um ano, 10 anos? Já Lula, enquanto for obrigatória a matéria História do Brasil, pretos, ou brancos, pobres, ou ricos, em escolas públicas, ou privadas, todos terão de aprender que, no período de 2003 a 2010, foi o Presidente do Brasil.
Célio  Mendes , Vitória-ES - Bancario
Enviado em 4/1/2007 às 9:14:49 PM
É a oportunidade de poder textos com o da Prof. Maria Izabel Brunacci que ainda faz valer a pena acessar o site do OI, na sua cega e futil guerra santa contra os leitores que rotula como "linchadores" o Dines recebe mais uma resposta que o põe no seu devido lugar, perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. É nisso que dá mexer com quem esta quieto, o irônico é que a Dondoca não dá a minima nem para a defesa do Dines nem para a critica da professora.
luigi  zucchi , são paulo-SP - médico
Enviado em 4/1/2007 às 8:33:12 PM
Maria Izabel Brunacci Concordo totalmente ! Abraços
Erico Bastos , Salvador-BA - Juiz de Direito
Enviado em 4/1/2007 às 8:27:10 PM
Algumas passagens do comentário de Alberto Dines são esclarecedoras. Ao afirma que a Doutora Maria Izabel é "uma vítima das suas leituras e dos seus gurus em matéria de crítica da mídia" revela o que venho percebendo há meses: qualquer um - e não são poucos - que critique o comportamento dos meios de comunição é peremptoriamente rotulado como acéfalo que se guia por "gurus" fazendo às vezes de meros papagaios repetidores de críticas. Este sim é o verdadeiro linchamento. Revela ainda, o alto grau de arrogância de jornalistas que têm a certeza que apenas eles podem se posicionar criticamente. Alberto Dines parte do princípio que somos todos imbecis e apenas ele e seus pares são detentores do privilégio de pensar. Afirmar que o comentário da professora Maria Izabel é "a sua maneira de dizer que existe" não bastasse ser de uma grosseria aterradora, extrapola qualquer nível aceitável de pedantismo. Convém perguntar: quantos jornalistas da Folha, Veja, Estadão e similares já, ao menos, folhearam as obras de Sergio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, Caio Prado Júnior, Antonio Candido, Darcy Ribeiro? E a Danuza Leão? É tempo de perguntar quem efetivamente detém espírito crítico e independência suficiente para ser digno de credibilidade. Parabéns professora!
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 7:43:40 PM
Colocando o fígado de lado e refletindo bem, não é de todo má esta discussão. Em dado momento, lendo todas as reflexões dos leitores-comentaristas (o novo público do jornalismo deixou de ser passivo), vislumbrei a beleza que é nossa sociedade poder debater livremente suas divergências. Os mais jovens desconhecem (para sorte deles) como era impossível travar um debate desta natureza no Brasil, ainda mais havendo tantas manifestações contra a elite que manda nele há mais de cinco séculos. Vejam que maravilha: o presidente da República é um homem pobre, retirante nordestino e aleijado, provavelmente, por uma carga horária abusiva no emprego como metalúrgico ou por falta de segurança no trabalho; cidadãos de qualquer nível social podem vir aqui e criticar veementemente milionários como os donos das Vejas, Folhas e Globos da vida e ninguém mais some no dia seguinte ao que fez a crítica; humilhar negros, homossexuais ou qualquer pessoa por preconceito racial, sexual ou religioso, é crime; o país debate política de norte a sul, de leste a oeste e toma uma decisão absolutamente autônoma em relação àqueles que sempre indicaram ao populacho em quem deveria votar... Digamos a verdade, meus irmãos e irmãs: não é possível que não estejamos sabendo valorizar o quando este país melhorou nos últimos vinte anos?
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 4/1/2007 às 7:40:35 PM
Caro TRF Rogério Ferraz Alencar , de Fortaleza-CE – (que lugar idílico para estar nestes dias de calor aqui no Sul). Cá estamos novamente trocando idéias. Pelo jeito, o texto não deixou dúvidas sobre o que eu queria dizer. “Desde los miembros de la Comuna para abajo, todos los servidores públicos debían devengar salarios de obreros. Los intereses creados y los gastos de representación de los altos dignatarios del Estado desaparecieron con los altos dignatarios mismos. Los cargos públicos dejaron de ser propiedad privada de los testaferros del Gobierno central.” Marx : La Guerra Civil en Francia. Estabilidade e privilégios acima dos operários foram banidos. Veja que medida salutar. Ainda mais quando vemos que o privilégio é restrito aos benefícios, mas jamais aos produtos que devolvem aos que recebem tão pouco quanto a iniciativa privada paga. Paga mal aos seus funcionários e pagam altos salários públicos, pois dinheiro não cai do céu, mas sai do bolso do trabalhador que compra o que a iniciativa privada produz, pagando na verdade todos os impostos! A função única para existir servidores públicos (e não castas intocáveis) é servir o público e não se servirem do estado para garantirem privilégios vitalícios e, às vezes, até hereditários! Mas são os engodos que vendem para os obreiros, que Estatais são a sua riqueza e o funcionalismo a sua salvação! Por isto devem ser intocáveis.
Walfredo  Maranhão , Rio de Janeiro-RJ - Economiario
Enviado em 4/1/2007 às 6:30:49 PM
Senhor Dines , parabens pelo seu trabalho, grato pela oportunidade, de participar desse debate. Lhe empresto meu apoio irrestrito, não deve ser facil descobrir que chamou de vitima das proprias leituras, alguem em posição academica de produzir conhecimento. estou ansioso por ler um texto seu ridicularizando a UNB. Professora Mestre Doutora Maria Izabel Brunacci , notei que você assina como Professora, também considero seu Titulo mais importante. Assim me dirigirei a você. Mas antes uma Observação, me causa estranheza, gente que se sente tão superior ao nosso Presidente eleito democraticamente, por causa de sua escolaridade, usar outro peso e outra medida para o seu doutorado. Professora, simplesmente delicioso seu estilo! demontrou usar sua intimidade com a literatura, para perceber com clareza o mundo a sua volta. Danuza, "A tua piscina esta cheia de ratos, as tuas ideias não correspondem aos fatos"*1 "Aqui nessa casa ninguém quer a sua boa educação Nos dias que tem comida, comemos comida com a mão."*2 Como alguem que se acha em posição de ensinar etiqueta e não usa um minimo de protocolo? *1Cazuza *2aArnaldo Antunes Professora, vou repetir seu erro e deixar de dizer muita coisa obvia, pelo menos agora. Prazer em conhece-la
Francisco das Chagas Alves , PAULISTA-PE - Comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 6:13:30 PM
Se algum valor (por exemplo, informativo) tivesse o artigo da Sra. Leão (e não tem), mesmo assim envergonharia qualquer um que se proponha a ser lido em jornal de grande circulação, principalmente agora, diante da resposta completa da Sra. Brunacci. Só a falta de senso do ridículo ou a incontrolável vontade de ser mais um (pseudo) polemista faz alguém dar à luz tanto bagaço do que já foi moído e remoído. E mais uma vez, o OI elege para judas alguém da arquibancada e, como escreve a Sra. Brunacci: "encarnei a rocha que devolveu o eco discursivo diretamente na cara de quem reproduziu o preconceito."
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 4/1/2007 às 6:06:57 PM
O bancário Herbert Beckmann poderia nos dizer quais foram os escândalos escandalosos que Danuza Leão citou. Poderia até dizer, ele mesmo, quais foram os escândalos surgidos “de dentro do Palácio do Planalto.” Como disse Izabel Brunacci, Danuza apenas repercutiu o que os jornais haviam fabricado e alimentado por intermédio de denúncias que Roberto Jefferson fez sem nenhuma prova. E não me canso de lembrar: mesmo fazendo denúncias, Roberto Jefferson sempre inocentou Lula. Quanto a Carta Capital: concordo em que nenhum veículo de comunicação é insuspeito, mas o fato da revista ter declarado apoio a Lula a torna menos suspeita do que os órgãos que tentaram eleger Alckmin se dizendo imparciais. Clerton Silva: Danuza Leão não fez “balanço” nenhum, como disse o ex-observador: ela apenas achincalhou Lula, dona Marisa, os que votaram em Lula e, principalmente, os pobres, sobretudo os do Nordeste. A história do avião é exemplar: Lula não comprou um avião para ele, mas para a presidência. E Lula apenas substituiu o que existia e tinha mais de 30 anos de uso. Ou seja: não foi Lula quem inventou essa história de comprar avião para a presidência. Paulo Bandarra: acho que quem deve reler o texto de Danuza é você. Não há nenhum ataque à pessoa do presidente? E você acha que se o governo rebaixar o salário dos funcionários à miséria que a iniciativa privada paga, a coisa vai melhorar?
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 4/1/2007 às 5:58:49 PM
Cara professora Maria do Carmo , Cuiabá-Mt - Não existe lei que impeça contar os números de caracteres de um texto. Isto é facultado para qualquer pessoa. Até somos obrigado a isto quando comentamos para caber todos os argumentos e sua clareza em 1400. Ela não teria enviado um texto deste tamanho descomunal para a folha! Assim, aqui ela contesta o artigo da sua colega que enviou OUTRO texto e não o original da Folha (sexta-feira, 29/12, pág. A-3). Refez uma caricatura do mesmo com um estilo pedante como estivesse escrevendo um trabalho de literatura pernóstico, cheio de citações, para desviar o assunto da coluna: as várias e variadas situações vivenciados pelos brasileiros nestes quatro anos. Só assim poderíamos comparar se realmente foi vítima dos editores. E isto que ela nem mesmo falou do Galinheiro Palaciano da dona Marisa encomendado ao Oscar Niemayer (um galinheiro estilo comunista?). Danuza não é jornalista, mas apenas, como muitos, tem uma coluna. O que também, como contar caracteres, não é pecado.
Claudio Rodrigues , Rio de Janeiro-RJ - Estudante
Enviado em 4/1/2007 às 5:54:02 PM
A Mensa se trata de uma organização internacional formada por pessoas com Q.I. na faixa dos 2% superiores da população do país. É curioso como jornalistas, em geral, apresentam-se como integrantes de uma espécie de Mensa da Escrita. Com um adicional: qualquer ofensa ("D. Marisa (...) ainda inventa aquele ridículo maiô branco com uma estrela vermelha na barriga") é considerada pelos outros adeptos como "argumento lúcido e coerente".

Conclusão: a Mensa da Escrita não erra, provoca! A Mensa da Escrita não ofende, argumenta! A Mensa da Escrita não ignora, seleciona! A Mensa da Escrita não discute, publica direito de resposta! Viva a Mensa da Escrita!

Antero Andrade , São Paulo-SP - servidor público federal
Enviado em 4/1/2007 às 5:53:02 PM
A Danuza Leão e a Alberto Dines dedico o discurso de posse de Roberto Requião, já devem ter lido e se contorcidos diante da tela do computador. E com relação ao Parasitismo mencionado pela professora Maria Izabel Brunacci, gostaria apenas de acrescentar que quem mais contribuiu em explicar tal sintoma foi o Médico Manoel Bomfim no livro "A América Latina - males de origem" escrito em 1903 e publicado em 1905, Bomfim remava radicalmente contra a corrente naquela época. Fazia naquela época a mesma crítica que fazemos hoje contra a sociedade parasita que se esconde em tudo quanto é lugar, até mesmo dentro da imprensa. Darcy Ribeiro em prefácio de seu livro reeditado recentemente se mostra intrigado e se questiona: Por que ninguém sabe dele? Por que ele não exerceu nenhuma influência? Ora, se puderem folheem o livro e saberão o porquê.
Rodrigo Anderson  Nascimento Lucheta , Santos-SP - Servidor Público
Enviado em 4/1/2007 às 5:32:46 PM
Ao Observatório da Imprensa: Obrigado por responder ao meu post acerca da dificuldade que tive ao encontrar esses textos, que, conforme a resposta dos senhores, voltou à página principal. Parabenizo-os ainda pelo estímulo aos ideais democráticos, pois, ao que parece, lêem, publicam e, quando necessário, respondem aos leitores do OI. Vida longa a este espaço!
Ivan Berger , Santos-TO - jornalista
Enviado em 4/1/2007 às 5:04:13 PM
Roncou grosso a professora Maria Izabel,com direito a claque e tudo mais,mas afora a indignação iconoclástica e desproporcional ao fato - afinal,falar em parasitismo no Brasil é mais ou menos como falar de corda em velório de enforcado -,cadê os argumentos que invalidem o desabafo da cronista ? Danuza pode até ter se excedido,mas quem pode recriminá-la por manifestar sua desilução com um presidente no qual se deposivam tantas esperanças mas que saiu-se um grande embuste.Evocar autores consagrados que supostamente "jogam do mesmo lado",ou seja,dos defensores dos fracos e oprimidos,custuma funcionar bem num meio de indigência cultural como o nosso,em que se pode até inverter impunemente o sentido da conotação nada lisongeira de Sérgio Buarque de Holanda sobre a indole do brasileiro. Mas na prática,a verdade verdadeira a ilustre professora,como de resto os sagazes eleitores de Lula,preferem nem tomar conhecimento,ou quando tomam,como na crônica em questão,é no sentido de destratar quem não reza pela mesma cartilha.Com esse tipo de comportamento,querem cobrar o quê dos outros ? Respeito ? Conta outra,fêssora...
Kelly  Passos , São Paulo-SP - Estagiária
Enviado em 4/1/2007 às 4:59:28 PM
Gente!! Não passou pela cabeça de vcs que o Sr. Dines pode estar provocando polêmica e com isso, discussão, indignação e comoção do público??? Não sei se a crítica em cima da Profa maria Izabel foi feita com esse propósito mas, o que desencadeou foi as válvulas de propulsão do bom jornalismo!! Abraços
ClovisSegundo , Recife-PE - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 4:53:49 PM
Parabéns Professora Maria Izabel Brunacci, pena que seu texto foi postado dentro do texto de Alberto Dines. Fiquei estarrecido, pois não costumo ler mais A.D, logo, por pouco, não leio a sua sábia resposta a vergonhosa crítica de [ ] Leão. Seu texto deveria estar simplesmente na capa do OI.
Carlos Alberto Silva , Florianopolis-SC - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 4:48:42 PM
Rodrigo Pereira , São paulo-SP - quimico Participar, opinar e criticar é um ato democrático. Aliás, a maioria aqui o faz com mais educação do que muitos dos jornalistas aos quais você se refere. O que você está fazendo no momento? Criticando os leitores? Coisa feia, isso não se faz.
Carlos Alberto Silva , Florianopolis-SC - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 4:34:08 PM
Dines, segundo Vc. a leitora da Folha não contesta os argumentos. Mas, quais argumentos? simplesmente não existem. O texto é de uma infantilidade [ ]. Só tem a intenção de ridicularizar o Presidente Lula, numa flagrante atitude de falta de respeito ao primeiro mandatário da Nação. Como amostra basta um botão. Vou me ater apenas a um ponto: Danuza, gostaria que você fosse ao EUA e chamasse o Presidente Bush de "assasino", pra ver o belo processo marcial que enfrentaria. Tá dificil de aturar, será reflexo da mediocridade intelectual que assola nossa Nação? Vamos comentar coisas mais inteligentes, por favor.
Eduardo  Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 4:24:37 PM
São revoltantes os comentários dos que apóiam os insultos de Danusa a Lula e só conseguem ver "agressão" no que escreveu a profa. Maria Izabel. A colunista da Folha chamou o presidente de covarde e alcoólatra e disse que a função da "primeira-dama" é controlar quanto o marido bebe, entre outras coisas insultuosas. Ora, Lula é o presidente da maioria absoluta - e esmagadora - dos brasileiros. Ganhou a eleição em todos os estratos sociais, com exceção do dos muito ricos, porém ganhou na classe mais escolarizada, ainda que eu não enxergue diferença entre mais e menos escolarizados para exercer o direito ao voto. Quem diz isso, que Lula ganhou de forma abrangente, não sou eu, são as pesquisas de intenção de voto. Estou certo de que todo esse contingente enorme de brasileiros discorda de Danusa e sente-se ofendido ao ser qualificado por ela de "ingênuo", que ela quis dizer, baseando-me no conjunto de seu texto, que é ignorante. Quem falaria pelos 58 milhões de brasileiros insultados? A Folha escolheu dois solitários leitores, em textos ridiculamente pequenos. Um deles, a profa. Maria Izabel, tenho certeza de que expressou até menos, em termos de contundência, do que os milhões que votaram em Lula diriam sobre Danusa, se pudessem. Repugna-me que o sr. Alberto Dines tenha dito que a profa. Maria Izabel insultou alguém. Ainda mais sem saber quem ela era e dizendo que tinha "guru".
Osvaldo Biz Biz , Porto Alegre-RS - Professor Universitário
Enviado em 4/1/2007 às 4:20:04 PM
Parabéns Maria Izabel. Estou contigo e não abro. A "socialite decadente" recebeu um espaço na Folha de São Paulo (aos domingos) , primeiro para não ser esquecida e, segundo, para que não falte em nenhuma página da Folha um ataque ao Presidente Lula. Osvaldo Biz
Cid Elias , fort-CE - comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 4:15:11 PM
Para o que não compreende, Carta Capital é insuspeita exatamente por ter sido honesta ao declarar abertamente sua posição! As outras publicações castanhas que admiras, são Suspeitíssimas por se travestirem de imparciais, não terem revelado sua posição ideológica, embora até um cego perceba qual é o lado que jogam. Entendeu? Agora, esta "... o Pt se apropria de reportagens...", aí sim, doeu o fígado! Nobre beckmann, aqui é o Observatório de Imprensa, aqui não é aqueles lamaçais dos noblats, último reinaldo falido, josias et caterva. Estas falácias não colam neste sítio, rapaz.
Marcos Santos , Prata do Sul-SP - Auditor
Enviado em 4/1/2007 às 4:11:08 PM
"Quando teve início a "crise" do governo Lula – e esta crise, sua fabricação pela mídia e o uso eleitoral que dela se fez é assunto que outros ensaios já trataram, vários deles na insuspeita revista semanal Carta Capital" Pensei que a resposta da Sra. Maria Izabel Brunacci ao texto tosco e repetitivo da Dona Danuza era sério, mas só foi ler este trecho para descobrir que eles se equivalem e merecem o Dines como mediador. O lamentável é que estas três cabeças aparentemente são : "formadoras de opinião" Mais quatro anos de Lula até dá para aguentar o difícil, com relação aos três que se envolveram nesta "polêmica" só tenho uma palavra : "SOCORRO". Abçs a todos
Sidnei Brito , São Paulo-SP - Servidor Público
Enviado em 4/1/2007 às 4:03:20 PM
Pessoal, é bacana que ainda haja quem defenda o texto de Danuza! Ela chama alguns milhões de ingênuos, insinua que pessoas se vendem por R$ 50,00, chama o presidente de covarde, fica toda preocupada com o Larry Rohter (este deveria ter se preocupado mais com os problemas etílicos do presidente deles!), dá importância a bobagens sobre o estilo da primeira-dama etc., e há pessoas achando que ela apenas exerce um certo direito de fiscalizar o Presidente da República... Talvez. Mas eu acredito que se possa fiscalizar com um pouquinho mais de, digamos, classe (até porque Danuza dá importância a isso). Para alguns, ainda, aqueles que "ousam" não ser vaquinhas de presépio e criticam o texto da jornalista (podemos chamá-la assim?) nada mais são do que patrulheiros ideológicos. Ora! Danuza desce o pau (daria um bom nome de talk show!) e a ralé que cale a boca! Estranho: quando intelectuais saíram da toca e declararam apoio a Lula, muitos subiram nas tamancas, editoriais foram escritos, algumas cabeças pensantes foram enxovalhadas, mas ninguém se lembrou que isto é patrulhamento também! Achei interessante também a preocupação de Danuza com uma possível reeleição indefinida de Lula, após uma provável "invenção" de alguma lei por Lula. Fica tranqüila, Danuza, pois não bastará que Lula "invente" uma lei; será necessário também imitar um ex-presidente e comprar votos para passar a emenda!
Lau Mendes , P.Alegre-RS - SST
Enviado em 4/1/2007 às 4:03:18 PM
Dines obrigado por ter citado a Srª Maria Isabel Brunacci.Quanto a Mestra -,espero encontrar,eu e todos os outros ingênuos,êste seu "rancor"nas páginas da internet amiúde.Obrigado,foi um banho para lavar até a alma.
HERBERT  BECKMANN , BRASILIA-DF - bancario
Enviado em 4/1/2007 às 3:35:36 PM
Desejo apenas questionar alguns pontos da carta da professora: a senhora não respondeu sobre alguns dos escândalos escandalosos desse governo, citados no texto da Danuza; o PT prova de seu próprio veneno quando, durante o tempo, em que era oposição avacalhava, sem nenhum pudor, e, posteriormente, nenhum remorso, aqueles que eles consideravam inimigos políticos; considerar insuspeita a revista Carta Capital, eu diria, é demais para o meu fígado; desde quando isenção casa com declaração aberta? o fato de a revista do jornalista Mino Carta ter se declarado a favor do Presidente torna-a insuspeita? não há, absolutamente nenhum, veículo de comunicação insuspeito, isento ou imparcial neste país (a professora parece crer que a verdade está à esquerda); é sempre bom lembrar a incongruência de partidos de pendores totalitários: o PT sempre se apropria de reportagens que denunciam os desmandos de seus opositores, mas sempre taxam os mesmos jornais de reacionários quando há denúncias contra seus figurões. Meu Deus, quanta desfaçatez! Este governo sempre gostou de jogar pedras e agora que é vidraça precisa entender o qúe é bom para sua tosse ideológica.
antonio torrens , curitiba-PR - profesor
Enviado em 4/1/2007 às 3:22:16 PM
O artigo da Professora Maria Izabel é consistente, lúcido e íntegro. O que o jornalista Dines aponta - "A leitora não discute, não contesta, não argüi, nem tenta rebater os argumentos apresentados por Danuza Leão. Simplesmente apela para a ofensa pessoal – é a sua maneira de dizer que existe.", vale realmente para a colunista Danuza Leão, que apenas "apela para a ofensa pessoal". É no artigo da articulista que enxergo tudo o que o observador aponta. Parabéns, professora, chega de linchamentos morais.
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 3:20:09 PM
A Professora, neste conto publicado, volta a escrever bonito e não dizer nada. Ela não contradiz o que a Danusa escreveu sobre o Presidente. Na ânsia de defender o Lula, ela tenta desqualificar a colunista sem apresentar provas do erro da Danusa. Melhor seria não ter publicado este ensaio aqui no Observatório, a dúvida teria sido mais benéfica. Eu queria propor a Professora, que ela escrevesse um artigo elogiando as boas realizações do governo. Talvez seja mais difícil do que criticar quem escreve contra, mas teríamos outra visão do governo de Presidente Lula.
Renato Silva , rio-RJ - .
Enviado em 4/1/2007 às 3:11:34 PM
A Profª Maria Izabel está de parabéns! Eu já havia desistido de ler o Observatório por conta de comentários meus que não foram publicados por alegadamente conter ofensas, algo que não era verdade, inclusive o observatório infelizmente não enviou meu comentário onde haveria alguma suposta ofensa, já que ele simplesmente não possuía as tais alegadas ofensas para me censurar. Pelo menos EU nunca comparei o Ciro Gomes a um cachorro ou chamei pessoas de linchadoras por discordar de mim, muito menos falei os absurdos que a Danuza falou sobre a mulher do presidente.
Marcelo  Hailer , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 4/1/2007 às 3:05:56 PM
Já falaram o suficiente aqui, mas olha, quero dizer o seguinte sobre o texto da jornalista da Folha, muito pobre, parece uma garota do colegial fazendo uma análise para o professor, muito pobre mesmo e as gírias usadas, gente: Liberou geral, SE lambuzou e as outras, eu vejo jovens de 15 anos usando tais afirmações, pior, elas pouco são usadas hoje em dia, por que são rídiculas, pobres, coisa de quem escreve ou fala com má vontade, sobre o conteúdo, cada um tem a sua opinião mas, a jornalista é preconceituosa com o povo nordestino...é isso.
Menjol Almeida , São Paulo-SP - Analista Cobrança
Enviado em 4/1/2007 às 2:25:06 PM
Um novo tempo, apesar dos perigos. Alberto Dines utiliza táticas mainardianas para atacar Lula e faz coro com Danuza Leão, essa celebridade... meu Deus! Quem diria? os formadores de opinião, Dines entre eles, estão totalmente desmoralizados. Precisamos conhecer e ler mais as professoras de BH e de muitos outros lugares. Parabéns Maria Izabel!
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 4/1/2007 às 1:04:58 PM
1.Alguem disse que o texto da Profª Maria Izabel Brunacci colocou Dines nas cordas. Vou além, nocauteou Dines e Danuza Leão (Leão por Leão, ainda prefiro o técnico do glorioso Corinthians) a la Mike Tyson nos velhos tempos. 2. O texto da colunista social Danuza Leão, como bem dito por Jorge Lima , São Pedro do Sul-RS - Policial Civil, não pode ser considerado simples direito de opiniao, mas sim crime de injúria. A imprensa tem o costume de malhar meio mundo, sob o argumento da liberdade de imprensa. PS. Editores do Observatorio, quando os comentaristas criticam o fato de não acharem os textos nao é teoria conspiratoria. O problema é que o indice geral está disposto de forma que torna mais demorada a visualização. Ainda, quando da pesquisa de textos mais antigos, atraves do nome do autor do texto, o site sempre trava e nao encontra texto algum.
Maria do Carmo , Cuiabá-Mt - Professora
Enviado em 4/1/2007 às 12:48:10 PM
Paulinho, pres’tenção minino! O texto é para leitura e interpretação e não para contagem das letrinhas! Quanto aos comentários, conteúdo é mais importante que quantidade! Será o Benedito?!
João Negrão , Cuiabá-Mt - Jornalsita
Enviado em 4/1/2007 às 12:39:17 PM
Desafio o Dines a colocar o texto da professora Maria Izabel Brunacci em destaque, no índice do tópico "Imprensa em questão", fora dessa embolação danada aí de cima. Ele (o texto da professora) merece uma edição melhor e não ser escondido. Tá com medo de quê, ô Dines?
Claudio  silva , Porto Alegre-RS - tecnico
Enviado em 4/1/2007 às 12:28:39 PM
Independete de quem falou ou disse prós e contras, votei em Lulla nas eleiçoes anteriores inclusieve para presidente, mas nessas últimas eleiçoes votei nulo em todas as legendas não me arrependo e tenho certeza absoluta que irei me arrepender. Posso dizer que fui enganado e traido pelo Lulla, e tbm digo, por outro prisma, Mais 4 anos, que a terra nos seja leve...
José Reis , BH-MG - Professor
Enviado em 4/1/2007 às 12:28:34 PM
Só quero dizer à Profa. Maria Izabel Brunacci: parabéns. Irretocável seu texto. Ao Dines, como diz meu sobrinho: "tomô???"
Geraldo  Vida , Volta Redonda-RJ - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 12:19:07 PM
Parabens, sra. Maria Isabel. Essa é a nossa imprensa: liberdade para publicar as barbaridade que quizer, sob o manto da liberdade de imprensa. Mas ante a minima critica apela para " linchamento", "patrulhamento", etc. Bendita seja INTERNET que está pouco a pouco permitindo que nós possamos externar nossa critica.
Paulo Mora , Rio de Janeiro-RJ - Médico
Enviado em 4/1/2007 às 11:11:52 AM
Rogério, minha letra não é tão ruim assim ! Por favor, nem todo médico é igual. Ainda bem. Em relação à mídia, existe um tópico frontalmente ignorado pela mídia e pelos supostos oposicionistas (querem o poder e não mudanças): é normal, lícito, ético ou cabível proferir e escrever xingamentos e calúnias sobre o Presidente ou quem quer que seja, nos jornais, revistas, rádio e TV ? Em prol de uma "liberdade" de imprensa ? Se for jornalista, pode xingar, se não for, estará "patrulhando". Não vejo ninguém elevar a caneta contra a falta de educação, ou de decoro. Isso não acontecia nos doces tempos da caserna dominante, que alguns por aqui ainda suspiram de saudade...
André Martins , Bauru-SP - Engenheiro
Enviado em 4/1/2007 às 11:00:49 AM
Já faz um tempo que o Dinardi está defendendo a imprensa contra os questionamentos dos leitores de forma bastante agressiva. Um insulto vindo da mídia é Liberdade de Imprensa, o mesmo vindo dos comentaristas se torna linchamento, radicalismo, agressão, etc. Além disso, ele tem cometido alguns "erros " de leitura que me parecem ser fruto de má fé. Quando é que o Dinardi vai voltar a observar a Imprensa? A cobertura dos governos tucanos em SP está precisando de uma Observação urgente. As próprias medidas adotadas pelo Serra indicam essa necessidade. Mas quem irá fazer isso, se o Dinardi está mais preocupado em malhar uma leitora da Folha?
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 4/1/2007 às 10:45:16 AM
Caro TRF Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE –, atendendo o seu pedido, explico que o dobro do texto dela foi apenas para usar ataque pessoal cheio de “preconceito social e do ódio de classe" e de que o que ocorreu foi invenção da mídia! Releia o texto da Danuza e verá que não existe nenhum ataque à pessoa do presidente. Apenas uma curta rememoração de fatos que ocorreram nos quatro anos! Poderia até pensar que ingenuidade (dos eleitores) é ofensa, e não desculpa como Danuza utiliza. Quanto ao texto, resumiria que nenhum país pratica justiça social enquanto à parte do Leão é absorvida pelo funcionalismo público com todas as suas vantagens que o povo não conta! Exemplo claro, é o ensino que não é melhor do que a das escolas privadas! Não creio que seja uma missão divina e intocável os mesmos receberem altos salários para movimentar a economia! Creio que os recursos que ficam são reaplicados e criam salários para uma quantidade maior do que os absorvidos pelos impostos para sustentar serviços nem sempre a altura do contribuinte. Quanto ao Blog, abro mão ao Cid Elias que possui 344 participações. Muito mais do que eu! Creio que a vontade de atacar pessoalmente os outros apenas por possuirem opiniões divergentes, o faça mais qualificado para entreter a platéia!
antonio  pereira , maceio-AL - jornalista
Enviado em 4/1/2007 às 10:41:59 AM
Brilhante. Soberbo. Fenomenal. O texto da professora Maria Izabel é um resumo de tudo que gostaria de dizer para a tal Danuza. Viva a democracia. Parabéns para este OI por ter publicado, apesar do diretor não concordar.
Sérgio ALves , Uberlândia-MG - estudante de jornalismo
Enviado em 4/1/2007 às 10:34:22 AM
Com todo respeito a história deste Observatório e a experiência jornalística do Sr. Alberto Dines não vejo pertinência alguma neste debate, e mesmo, na publicação de três textos movidos por rancor que pouco acrescentam para as propostas deste espaço e se aproximam, utilizando um termo muito utilizado pelo Sr. Dines, de um "parajornalismo". Neste novo ano, talvez seja o momento de novas reflexões, com o objetivo de retomar uma discussão responsável que acrescente algo para a solução dos problemas que envolvem o jornalismo em nosso país. Vamos deixar questões partidárias e corporativistas de lado, antes que seja necessário a criação de um Observatório para o Observatório. Fica a sugestão.
Fabiana Tambellini , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 10:26:37 AM
Danuza e Maria Izabel têm opiniões opostas sobre o governo Lula e isso é normal numa democracia. Minha surpresa foi ver Dines taxando (de novo) o texto da leitora de linchamento e sendo absolutamente complacente com o texto da jornalista. Reitero minha avaliação, falta jogo de cintura aos jornalistas para lidarem com a interatividade. Dines não está suportando ser criticado.
Fábio José  de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 4/1/2007 às 10:03:09 AM
Professora Maria Izabel Brunacci, pena que a senhora tenha escrito apenas 7000 caracteres. Li e reli cada palavra desse texto primoroso, exato, preciso. Lavou a minha alma. Muito obrigado. Destaco a seguinte parte: "É preciso que o Sr. Dines saiba articular as duas coisas: os leitores não mais aceitam que se lhes empurrem goela abaixo os lugares-comuns consagradores do preconceito social e do ódio de classe". Isso serve para a imprensa em geral. Tenhamos fé.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 4/1/2007 às 8:43:46 AM
Pouca coisa é mais divertida do que ver gente de fala e escrita medíocres - e, apesar disso, pretensiosas ao extremo - recriminando a "falta de instrução" de Lula.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 4/1/2007 às 5:53:34 AM
É difícl entender letra de médico e mais difícil ainda é entender os textos deles (se escreverem como Paulo Bandarra). Por favor, sr. Paulo: reescreva o texto. Eu, pelo menos, não entendi nada. O senhor está usando alguma linguagem cifrada? Outra coisa: o que é que tem de incrível Maria Izabel Brunacci ter usado mais de 7 mil toques para refutar um texto de mais de 3 mil toques?
Isabel Silva , São Paulo-SP - professora
Enviado em 3/1/2007 às 11:08:24 PM
Brilhante a Professora Maria Isabel Brunacci. A carta que enviou à FSP teve "cortes de edição", porque o jornal ficou com medo de seus argumentos e da capacidade de convencimento que provocaria. Leitores alienados são manipuláveis e esse tipo de crônica contribui para isso. O estilo que a professora escolheu, para manifestar-se, foi perfeito. Lamentável, Dines, foi seu apoio à cronista.
Cid Elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 3/1/2007 às 10:31:37 PM
O que foi que esta irmã da Nara fez de positivo na vida para ser tão pedante? Deixo a sugestão ao OI, de ceder um espaço permanente, ou melhor, vitalício, para o estupendo Mordaz, do onisciente Doutor(?) Paulo Bandarra. Ele merece! Assim poderíamos ler com mais frequência os pensamentos únicos e esclarecedores do mestre de todas as matérias, tal qual encontramos nos seus fantásticos posts recentes sobre a "linchadora" Maria Izabel. Neles, mordaz nos ilumina com pesquisas de vanguarda. Por exemplo, seu levantamento minucioso dos milhares de caracteres usados pela Professora Maria Izabel. Senhores, os números revelados perfazem dados de altíssima serventia à humanidade e imprescindível para entendermos a evolução do Universo. Revejam sua solidariedade em nos alertar, ato louvável do nosso mordaz intensivista "...Brunacci, mestre em Teoria Literária, (o que deve ser isto, meu Deus?) usa 7770 caracteres com espaço para atacar a Danuza Leão pelo seu artigo de 3130. Alega que ela é “o mais bem acabado retrato de certa colônia de parasitas”. O resto segue sua enlinhada maneira de falar demais por não ter nada a dizer(Renato Russo). Paulo Mordaz merece ou não merece um blog exclusivo no OI? Pra mim, merece. Grato Cid
Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 3/1/2007 às 10:00:50 PM
A Danusa exagerou, mas não mentiu. Incentivar greves nas portas das fábricas é uma coisa, ser Presidente do Brasil é outra completamente diferente. O Lula quis ser o Presidente que não sabia ser e deveria ter sido o Presidente que sempre prometeu ser. A Professora Maria Izabel Brunacci exagerou na resposta, não desmentiu nada e foi ofensiva. As duas não contribuíram nada para o debate e muito menos para o aperfeiçoamento das instituições deste País. Só que as duas têm que ter a liberdade de emitir suas opiniões.
Maria do Carmo , Cuiabá-Mt - Professora
Enviado em 3/1/2007 às 9:29:31 PM
É... parece que a boiada não berra apenas. A boiada lê, estuda, escreve, ensina, aprende, reflete e o pior (para alguns iluminados): PENSA!!! (uma coisa que deveria ser restrita a seres racionais).
David Rodrigues , São Paulo-SP - Funcionário Público
Enviado em 3/1/2007 às 9:19:25 PM

A quem vocês pensam que enganam? Este texto foi vergonhosamente escondido, também tive trabalho para localizá-lo.

Nota do OI: Prezado leitor, evite as teorias conspiratórias. A melhor forma de esconder é não publicar. Acostume-se a compulsar o índice geral das edições. Visite também a página Edições Anteriores.

Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 3/1/2007 às 8:12:59 PM
Parece até que as Estatais, a Universidade Pública e a escola estão nas mãos da “Elite” e por isto que se negam em cumprir o seu dever! Não existe libertação maior do que professores ensinarem, em vez de buscarem fórmulas fracassadas desda revolução francesa e da comuna de Paris, passando pelos regimes em que os obreiros tiveram a faca e paredon na mão para faz acontecer, e fracassaram. Mas sempre tentam voltar para tentar oprimindo mais, matando mais e censurando mais para ver se exterminam com o homem real, e nasça um homem inexistente, que adore trabalhar para o Estado em troca de ração escolhida pela Elite Libertária o que deve ser o "bom" para se contentarem! Por sinal, uma medida que a comuna de Paris tomou e que se iguala com o primeiro mundo foi acabar com a vitalicidade do funcionalismo público, pois na época era uma das causas do atraso do país! A nova aristrocracia! No comunismo, estabilidade só para membros do partido.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 3/1/2007 às 8:05:56 PM
Incrível. A professora Maria Izabel Brunacci, mestre em Teoria Literária, (o que deve ser isto, meu Deus?) usa 7770 caracteres com espaço para atacar a Danuza Leão pelo seu artigo de 3130. Alega que ela é “o mais bem acabado retrato de certa colônia de parasitas”. Até mesmo tecendo comentário que a mesma comete erros de pontuação. O pecado mortal em Blogs de baixar o nível de argumentação a este desnível. Não sabia que a nossa Danuza era professora universitária que não está produzindo aquilo para o que está sendo paga, criar conhecimento e tecnologia para emancipar o país para o mesmo crescer. Criar oportunidades e empregos para pessoas sem chance de entrar na escola sem bolsa ou conquistar emancipação econômica no mercado pela péssima qualidade do nosso ensino público. Olhe o Exame da OAB! Imeginemos o resto! Nem mesmo pontuação ensinam. Decerto deve ser culpa de outra elite, pois a que recebe para isto a nível médio e universitário, muito mais do que a "elite" das escolas privadas, não cumpre o papel para a qual está sendo remunerada em benesses de estabilidade, avanços, aposentadorias integrais, direito a greve sem perder nada.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 3/1/2007 às 7:29:36 PM
Pelo menos essa pendenga revelou Maria Izabel, uma grande articulista, uma pessoa que consegue enxergar seu tempo e seu país e o drama a que ele está submetido por essa elite... bem, deixa pra lá.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 3/1/2007 às 7:16:57 PM
O menor que eu escrevi, ao me referir a Lula no texto anterior, deve ser, obviamente, aspeado, e creio que remeti o texto assim. Claramente não considero Lula um menor, mas que os jornalistas assim o consideram. Feita a ressalva, que me parece importante, dou minha opinião sobre a opinião de Eduardo Guimarães sobre a opinião de Jorge Lima: concordo com Eduardo Guimarães, embora não discorde de Jorge Lima. Acho que, se Lula tomar as medidas legais que pode tomar contra quem o detrata, a imprensa cairá em cima, terá arranjado um mártir ou uma mártir para bradar contra o "autoritarismo" do presidente, contra o "atentado" à liberdade de expressão. Melhor mesmo que Lula ignore.
Leonardo Candido Bastos , Niterói-RJ - Advogado
Enviado em 3/1/2007 às 6:49:34 PM
Para além da opinião da Senhora Danuza Leão e das considerações do Senhor Alberto Dines que, diga-se de passagem, recebeu a adequada reposta da Professora Maria Izabel Brunacci, uso esse espaço para expressar o meu contentamento com o site do Observatório da Imprensa. Publicar a reposta da Professora e possibilitar que se comente todo e qualquer conteúdo do site engrandece a internet e faz insuspeito os propósitos do Observatório. Penso que essa postura do Observatório por si só merece destaque, independente de quem esta certo ou errado, se há preconceito ou corporativismo. Vida longa ao Observatório e, a propósito, discordo da Danuza Leão e do juízo do Senhor Dines acerca da carta da Professora Maria Izabel... É isso. Cordialmente. Leonardo Candido Bastos.
Cid Elias , fortaleza-CE - comerciante
Enviado em 3/1/2007 às 6:23:48 PM
Dines, durmirás bem com um barulho destes na sua consciência? A pobre vítima das leituras de seus gurus, Professora Maria Izabel, definitivamente colocou o ex-observador no chão. No episódio lastimável promovido pela [ ] irmã da grande Nara Leão, com participação canhestra do chefe dines, vi uma pessoa esclarecida, embora qualificada pelo autor como sendo um dos "espiritos linchadores", me representando; li nas palavras da Professora Maria Izabel um protesto assaz procedente, visto ninguém questionar que para cada ação existe uma reação de igual intensidade. [ ]. Diga-se de passagem, a tal colunista é adicta à prática, vejam suas preconceituosas pérolas do dia 05/nov/06:"...a senhora deve ser louca por um shopping, não?- e tendo que ter uma vida privada quase secreta, já que a imprensa está sempre de olho. De olho para falar da cor do esmalte de suas unhas, do penteado, do botox que botou..." e esta indigesta prova de hipocrisia aguda "Capacidade a senhora tem: não me esqueço de um programa de televisão onde a vi fazendo sanduíches para vender nas assembléias de metalúrgicos, anos antes de sonhar onde iria chegar". E os senhores decentes, os únicos? Acham o máximo, aplaudem...
Rodrigo Anderson Nascimento Lucheta , Santos-SP - Servidor Público
Enviado em 3/1/2007 às 5:29:06 PM

Ao Observatório da Imprensa, Por que é que estes textos saíram da página principal do OI e deram lugar a um texto mais antigo? Tive um trabalhão para achá-lo pela busca. Sendo este o último texto do Sr. Dines não deveria figurar na home page?

Nota do OI: Prezado leitor, as edições do Observatório se apresentam em dois blocos distintos: a página principal e o índice geral (neste link, o índice da edição 414). Navegando a cada semana pela home e pelo índice, você não precisará recorrer à busca para encontrar o que procura naquela edição. A matéria sob o chapéu "Saldos & Balanços" estará de volta à home nesta quinta-feira (4/1) a partir das 10h.

Clerton de Castro e Silva , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 3/1/2007 às 5:22:48 PM
A maioria que elegeu o Lula é inteligente e democrática, porém a maioria que elegeu o Serra é burra e antidemocrática. Vai entender a lógica dos radicais do PT. Será que o "Menino Prodígio" ou o "porteiro de hotel" tem a explicação?
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 3/1/2007 às 5:03:26 PM
Congrats, Maria Izabel. Voce notou muito mais do que eu notei! Eu tento cortar conscientemente o numero de observacoes -parar de pensar a respeito- a partir do momento no qual o narrador nao me convence como narrador. Voce foi muito alem! Aprendi! O caso NAO EH de desqualificar Danuza. Dentre as milioes de razoes que ela deve ter pra ser qualificada, nenhuma foi demonstrada no texto --que nao se sustenta mas esbanja rancor, autoritarismo, e nariz empinado.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 3/1/2007 às 4:50:08 PM
Maria Izabel Brunacci, brilhante resposta. Sem dúvida, você contribuiu para que se desvelasse o caráter corporativo que aflora em alguns textos desse jornalista. Muitos aqui já haviam feitos isso, ao notar que o ex-observador havia se transformado em paparicador da mídia. Mas um reforço do seu porte é bem vindo. Pode ser que agora o todo-sabedor resolva respeitar quem escreve sem ser profissional. Pode ser que ele resolva voltar a criticar a mídia, em vez de criticar e espinhafrar leitores. Pode ser que ele repare que não é o único ser capaz de pensar e falar por conta própria. Mas acho difícil. Creio que ninguém se julga tão grande e qualificado como Alberto Dines. Creio que ele, ainda hoje, não consegue entender como os jornais que o demitiram conseguiram sobreviver sem ele. Creio que ele nunca vai aceitar que um menor , como Lula, esteja numa situação melhor do a dele. E creio que sempre vai defender o que a elite branca disser do presidente menor . E sempre vai espinafrar os que criticam a elite e defendem o presidente. Bem vinda ao círculo dos nazistas, dos da KKK, dos linchadores, dos paus-mandados, dos que não nem têm suporte moral nem cultural para contestar o que o todo-sabedor diz, nem para criticar a mídia que ele tanto defende.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 3/1/2007 às 1:53:28 PM
Discordo de cada vírgula do artigo de Dines e repudio com veemência o ataque de Danusa a Lula. Ponto. O que não podemos, no entanto, é pregar algum tipo de reação do Estado contra Danusa por conta das difamações que ela fez. Lula é o poder. Deve suportar as críticas - mesmo as energúmenas como a de Danusa - e fazer de tudo para provar ao país que seus detratores estão errados... ou mal-intencionados. E é isso que o presidente tem feito. Por isso votei nele e continuo apoiando seu trabalho.
Cristiano Liveraro , Caraguatatuba-SP - psicólogo
Enviado em 3/1/2007 às 11:36:37 AM
Danusia Leão é oca. Fala demais por não ter nada a dizer. Parabéns à professora de BH.
cristiano  xavier , linhares-ES - administrador
Enviado em 3/1/2007 às 11:29:49 AM
Sr. Dines, Lendo o artigo da colunista social Danusa Leão lembrei-me do Natanael Jebão, da revista Bundas. Iguais.
eduardo del mazo , videira-SC - disenhista pintor artista plástico se preferir
Enviado em 3/1/2007 às 11:28:38 AM
a Dona Maria Brunacci de BH. certamente não teve melhores palavras que as ecritas para determinar seu pensamento para com a "Jornalista" valem aspas, Denuza Leão, onde o Sr. Alberto Dines, não critica a "Jornalista" pelas ofensas ao Presidente da nossa Nação e sim a pessoa que usa palavras certas em linhas certas, para pintar a verdadeira imagem de uma mulher que no seus escritos aparenta um rancor e ódio já visto em toda a mídia brasileira. Para não ser tambem eu, um desrespeituosso, diria que a historia jamais vai lembrar a agora famossa "Jornalista" vale aspas, pelo paso por as redações nem pelos premios Pulitzer, nem por sua paixão pelas elites, e desgraçadamente para ela o Lula sera lembrado -a despeito dela, e do Carlos Nascimento, e de muitos outros mais, como o Presidente do Brasil mais votado e mais amado (e claro que por esta mulher não) pelo povo brasileiro com o 62% dos votos, e com toda a midia, em contra dele. O que parece feio e que ainda não entendam e parece que jamais entenderan que o sistema democrático, funciona asim, e não como gostariam que fosse os senhores da elite e seus defensores, incluída a sra."jornalista" vale aspas, mencionada. desculpe Sr. Alberto Dines se meus comentarios foram, desrespeituosos, nada pessoal, só mais uma coisa exija tambem respeito ao seus colegas, não seja cómplice de pensamentos e agires antidemocráticos. Um abraço Eduardo
Sérgio Troncoso , Santos-SP - Industriário
Enviado em 3/1/2007 às 11:21:37 AM
Diante da deselegância de nossa elegante cronista,o texto da professora não passa de um afago maternal e carinhoso.
Isabela Fontes , São Paulo-SP - Do lar
Enviado em 3/1/2007 às 9:42:13 AM
O texto acima se parece com aqueles e-mail desesperados que os eleitores de Alckmin enviavam aos montes a cada pesquisa divulgada nas vésperas das eleições. Cheia de preconceitos, informações falsas, mentiras e mais mentiras. Para desespero da articulista Lula goza da reputação de líder mundial que FHC não conquistou nem entre os seus correligionários.
Menjol  Almeida , São Paulo-SP - Analista de Cobrança
Enviado em 3/1/2007 às 9:37:27 AM
Mais quatro anos, Graças a Deus! Mais quatro anos de um popular no poder, em detrimento dos embusteiros eleitos para agradar a elite que sempre mandou no Brasil. O resto é retórica tucana, mais do mesmo, mais embuste. Que continuem mandando em SP, paraíso dos reacionários.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 3/1/2007 às 9:31:41 AM
É evidente que o diagnóstico da Danuza Leão não poderia agradar a patrulheira Maria Izabel Brunacci, de Belo Horizonte. Para isto que existe patrulha ideológica. Desqualificar as pessoas em vez de argumentos. É evidente que onde a Danuza enxerga a crônica incapacidade do Presidente Lula em demitir e empossar novo Ministério, fato que chegou a levar até oito meses no primeiro mandato, ela não enxergue nada. Lula pede pressa aos seus ministros e ousadia. Como? Ele não possui ainda ministros definidos pela sua falta de ousadia e pressa em decidir nada! Como Ministros que sairão (quem vai ficar?) vão apresentar algo para se queimar? O segundo reinado ainda não começou de fato e não temos data para que isto aconteça! Lembrando mal Chaves, Lula vai a Nigéria tentar expandir o comércio Brasileiro na sua busca ingênua da globalização radical! Enquanto isto Chaves que o aconselha a isto, já mais que dobrou o seu comércio, em quatro anos, com o Império do Mal! Lula esbraveja contra a ALCA a conselho de Chaves e o mesmo negocia direto a sua primazia no comércio Venezuela/EUA. Lula mais uma vez ameaça mudança da lei pela onda de crimes. Parece o Maluf, matem e roubem a vontade, mas não queimem os ônibus, que valem mais do que as pessoas! Mas sabemos que nem isto vai mudar no legislativo coaptado por mensalões, auto-aumentos e divisão de cargos e Estatais para “remarem a favor da corrente”
Victor  Chiari , Sao Paulo-SP - contador
Enviado em 3/1/2007 às 9:23:50 AM
A todos: 2007 poderia ser um ano substantivo. Os adjetivos foram todos gastos em 2006. Lula foi eleito, por isso pode ser criticado à vontade. Obviamente, que a qualidade da crítica poderá incensar o criticado e destruir o crítico. (como se viu no ano passado com reportagens várias, principalmente em Veja) Ou seja, um risco de qualquer crítica. Quanto a Danuza, ela não foi eleita, simplesmente é paga para exprimir sua opinião em um jornal de um único dono. Quem não gostar da opinião dela, não compre o jornal e, não indique para amigos. Lembro que quanto mais criticada e achincalhada ela for, maior é a probabilidade de ser mantida como colunista. A polêmica sempre vendeu jornal.
Bruno Silveira , Ribeirão Preto-SP - Estudante
Enviado em 3/1/2007 às 9:03:11 AM
A leitora Maria Izabel Brunacci faz uma pergunta no final de seu primeiro comentário: “Quem observa o Observatório da Imprensa?”. E eu respondo: Maria, somos nós. Abra qualquer texto do OI e vá para os comentários. Só tem pedrada. E todo mundo que comenta no OI lê mais os comentários do que o artigo. Se um leitor faz umas três intervenções de 1400 toques, escreve um texto maior do que aquele que está analisando. E vários leitores criticando o jornalista têm um peso enorme. Esse é o controle (os petistas aprenderam rápido isso). Vários observadores já disseram que os meios de comunicação não sabem lidar com seus leitores e percebo que isso acontece com eles próprios. No começo ouviam passivamente as críticas, mas muitos agora respondem aos comentários. Também, tem cada comentário... Sobre a sua carta e o artigo da Danuza: notei que a colunista, apesar de ter apelado, exercia seu direito de fiscalização sobre alguém que exerce cargo público, e a leitora, apesar de ter apelado, exercia seu direito de fiscalização sobre o jornal que lê. O jornal, publicando a carta da leitora, fez uma autocrítica. Será que o presidente fez alguma sobre seu governo? Será que a leitora, tão feroz na fiscalização do jornal, exerce seu direito de fiscalização sobre aqueles que exercem cargo público? Você, Maria, é crítica do governo e da imprensa ou só da imprensa?
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 3/1/2007 às 4:23:10 AM
Sobre rancores: esses jornalistas que vivem a desqualificar Lula, o fazem por rancor. Acham-se superiores a Lula, mas, no fundo, sabem que não são ninguém perto dele, que não andarão onde Lula e dona Marisa andam, não serão recebidos por quem os recebem, que não entrarão para a história. A virulência é a forma desses jornalistas dizerem que existem, a forma que encontraram para que alguém leia o que escrevem e até responda aos despautérios. Agora, lamentável é que um dos que se dizem observadores da imprensa perca a chance de observar o tipo de jornalismo que se faz contra Lula e venha atacar uma leitora que defendeu Lula. E, pior: linchando a leitora, mas dando-a como exemplo de linchadora. A leitora não gostou do “balanço” feito pela jornalista linchadora? Que balanço foi feito? Como se contesta esse tipo de “argumento” usado contra Lula? Como se rebate e se argüi, sem ter espaço para isso? O ex-observador sabe que isso não é possível, mas se escora numa falácia para desqualificar a leitora. Má fé pouca é bobagem.
Maria Izabel Brunacci , Belo Horizonte-MG - Professora
Enviado em 3/1/2007 às 2:31:37 AM
Informo a todos que acabo de mandar meu texto para ser contraposto ao de Danuza Leão e à crítica de Alberto Dines.
Luiz Henrique Quemel , Fortaleza-CE - Consultor Doméstico em Informática
Enviado em 3/1/2007 às 12:30:57 AM
Christina Mendes , Rio Branco-AC - professora Enviado em 2/1/2007 às 4:03:57 PM Estava lendo o Livro auto-Biográfico da colunista Danuza Leão.Quando a autora se referiu ao Sr. Antônio Carlos Magalhães(ACM) como GRANDE FIGURA HUMANA, fexei e atirei no lixo sua OBRA. =================================================== Cara Profa. Christina, teria sido a senhora professora de nosso nobre Presimente? Talvez por isso que ao escrever "fexar o livro", também a senhora tenha fechado os horizontes para muito de seus alunos, dentre eles o "Homem". Talvez seja por isso que nossa educação seja a pior do mundo. Fexar o bhuteco e paça a régua.
Andrea Martins , Recife-PE - Médica
Enviado em 3/1/2007 às 12:08:13 AM
Dines, deixa ver se eu entendi Quando a Maria Izabel espinafra a Danuza é linchamento. Quando a Danuza espinafra o Lula ela "apresenta argumentos"... é isso? As vezes eu acho que o Dines faz isso de propósito, para estimular a participação dos leitores aqui no OI. Não é possível que alguém inteligente como ele ache isso realmente. OU então, tudo se encerra mesmo no título de seu comentário: Rancor no ligar de crítica. Ai que saudade dos velhos tempos do OI...
arlene Fátima vicente , são paulo-SP - professora
Enviado em 3/1/2007 às 12:05:03 AM
Lembro a Danusa numa entrevista que quando perguntada sobre o segredo de sua beleza, respondeu que era whisky e cigarro todo dia. ,não éEntão ela pode beber e não ser chamada de bêbada ?Faz muitos anos mas não esqueço dessa resposta dada por essa formadora de opinião
Isabel Silva , São Paulo-SP - professora
Enviado em 3/1/2007 às 12:01:20 AM
Em seu livro de memórias, Danuza Leão conta que numa determinada fase de sua vida, bebia bastante. Agora está tão crítica. Mas, a "minoria branca"(como diz Claudio Lembo), tudo pode. Quando bebem, é porque estão alegres ou comemorando. Lula...porque é bêbado. Infelizmente, para boa parte de nossa elite sobra dinheiro e falta cidadania.
David Rodrigues , São Paulo-SP - Funcionário Público
Enviado em 2/1/2007 às 10:38:24 PM
O Sr, Dines não conhece a Sra. Maria Izabel, mas já julgou e decidiu que ela não consegue pensar por si própria, necessita de gurus. Tenho visto, com muito mais freqüência, discípulos de Reinaldo Azevedo repetindo, como papagaios acéfalos o termo "nestepaiz", que não quer dizer nada em termos de crítica. Vi, ou melhor, ouvi, estupefato, Diogo Mainardi e Marcelo Madureira praticarem uma sessão de xingamentos ao Presidente da República, e nenhum comentário no OI. Deve ser porque o Sr. deve estar mais interessado em observar os leitores, os "jornalistas" podem xingar e ofender a seu bel prazer, ninguém os observa.
thomas beger , Florianópolis-SC - advogado
Enviado em 2/1/2007 às 10:37:46 PM
É essa elite brasileira, da qual a Danuza é ícone, que hoje quer ter suas opiniões imunizadas pela liberdade de imprensa, xingando os mais pobres, aqueles em cuja vida 50 reais fazem diferença (sim, Dines e Danuza, existem pessoas nessa condição!) que mais vilmente ataca para vender, julga sem provas, e ofende-se por nada. O que Danuza representa para a cultura brasileira? Nada além da caricatura da decadência parasitária das elites bem nutridas e para quem o bolsa-escola será sempre uma "pobreza"! É lamentável que seja em torno dessa senhora que Dines apele para princípios dignos demais para estarem na sala com Danuza.
nelson perez de oliveira junior , iturama-MG - bancario
Enviado em 2/1/2007 às 10:36:47 PM
Ora vejam o DINES reparando que há um novo modo de escrever nos jornais, são os novos adeptos do MEDIA CRITICISM(!?!?!?). São adjetivistas juramentados, mas, não foi o Dines que nos chamou de linchadores, antropófagos, canibais e o escambal? Será o Dines então um velho adepto do MEDIA CRITICISM(!?!?!?). Adjetivos a parte, o substantivo é que o SENHOR DOS ANÉIS E DOS SENTIDOS, A DINES cita um trecho, um só da leitora, por sinal sintético e síntese muito boa, bem LIMA BARRETO, do que é DANUZA LEÃO, uma alpinista social, uma dondoca sim e da gema, é só ver a vida dela. Liberdade é assim, chumbo trocado não dói. Mas, não se enganem os leitores, ninguém, mas, ninguém mesmo pode criticar a imprensa, seus empregados e impressionadores.
joao  Delvage , piracicaba-SP - motorista
Enviado em 2/1/2007 às 9:54:18 PM
Ah! Então é assim? Danuza fez um "balanço" e a Profa um linchamento? Só faltou acrescentar: uma coitada. Corta essa, Dines!
Jorge Lima , São Pedro do Sul-RS - Policial Civil
Enviado em 2/1/2007 às 9:50:14 PM
Os comentários da "colunista" enquadram-se perfeitamente no tipo do Art. 140, § 3º (aceitando-se que "origem" seja também origem social), combinado com o Art. 141, incisos I e III, e Art. 145, Parágrafo Único, todos do Código Penal Brasileiro. É dever do Ministro da Justiça requisitar a instauração da ação penal. A pena, se aceito o enquadramento no § 3º do Art. 140, é de reclusão de 1 a 3 anos e multa, aumentada de 1/3 por ser o crime praticado contra o Presidente da República. Portanto, não há necessidade de se estressar xingando a "colunista" e seu defensor. Basta que o Ministro da Justiça tome a providência que a lei obriga e, tenho certeza, todos aqueles que pensam poder dizer o querem, ofendendo a quem bem entendem, enfiarão a viola no saco e aprenderão que a crítica é livre, desde que dentro dos limites da boa educação e do respeito que se deve a toda e qualquer pessoa.
Lau  Mendes , P.Alegre-RS - SST
Enviado em 2/1/2007 às 9:49:18 PM
Sr.Dines já tinha visto gente pedir para esquece-los ou ao que disseram;e até desdizer"convicções",mas voce ...que superação.Defender uma imprensa"Danusa"é jogar no lixo todo código de conduta do bom jornalista.Por favor não considere isto um linchamento.Pelo contrário.Tenho a maior admiração por pessoas que se superam.No caso específico,tal superação seria digna de grande ator interpretando dois personagens.Abraço.
william guimaraes souza , recife-PE - técnico administrativo
Enviado em 2/1/2007 às 9:39:58 PM
Não me lembro qual foi o último dia em que comprei uma revista Veja. Bem menos me lembro do último dia que li uma. Resolvi fazer uma terapia. Não leio mais a revista Veja e aí fico mais tranquilo. Não é sectarismo ideológico da minha parte. A Revista Veja é que é sectária. Para não me tornar como tal, deixei de lê-la. O que a revista Veja publica é inadmissível numa sociedade constitucionalmente plural.
Regina  Chaves , São Paulo-SP - do lar
Enviado em 2/1/2007 às 8:47:10 PM
Mais quatro anos; Graças a Deus!! Viva o Presidente Lula! Viva a Marisa! Viva o povo brasileiro! Viva o Prouni! Viva o Bolsa Família! Viva os Pontos de Cultura! Ontem, quando o Presidente Lula subia a rampa do Planalto, falei para o meu filho de 14 anos: aí está um homem digno. VIVA O BRASIL11111!!!
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 2/1/2007 às 8:20:01 PM
Errei: com tanta ideia correndo na cabeca, nao ficou claro que eu *nao* estava chamando Castilho de "banal" --e jamais o consideraria-- mas me referia aa o teor e conteudo de reportagens em torno de determinados assuntos, analizados aa minha metodologia propria. Sorry.
Maria Izabel  Brunacci , Belo Horizonte-MG - Professora
Enviado em 2/1/2007 às 8:19:42 PM
Informo a todos que o OI me solicitou a íntegra da carta que enviei à FSP, mas, desafortunadamente, por não ter em meu PC um programa gerenciador de e-mails, não salvei cópia da mesma. Mas me ofereço para publicar no OI um ensaio sobre a matéria. Obrigada.
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 2/1/2007 às 8:06:48 PM
Parte 2: os pontos factuais sao fortissimos, mas nao equilibram o texto nem com a sua evolucao de festas. "foi eleito pela primeira vez", "no interior do Nordeste, onde não há trabalho mesmo", "ele nunca soube de nada.", "PT ficou tão só que seu maior aliado é o PMDB", "amigos dos filhos sendo levados pela FAB", "compra do avião". Meu problema com o texto eh que eu uso banalidade pra saber se alguma coisa vai dar errado, como 1-sabia de algo grave pra acontecer quando os jornais nao paravam de falar de um menino que fingiu ser mais velho pra ser aceito por um time de baseball e o que desapareceu com a noticia da media foi o ataque aoWWT. Tambem sabia que algo estava errado quando Carlos Castilho, nao menos, escreveu um artigo a respeito do "homen do ano da Time e entao os ataques do Rio aconteceram. A banalidade da media eh o que eu uso como barometro de problemas serios mas imprevisiveis em qualidade. Os inocentes pagam pelos culpados, esperem e verao. A bananidade alarmante que eu no texto, independente da empatia inexistente, eh essa: "R$ 50 dá para comprar um saquinho de farinha e um pedacinho de carne-de-sol para botar no feijão -melhor do que nada." Ok. Eh anuncio de tragedia.
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 2/1/2007 às 8:06:42 PM
Parte 1-Expresssoes que Vanuza Leao usa demonstra claramente sua preocupacao com aparencias. Vejamos: "encheu de esperanças os corações", "bonito um torneiro mecânico chegar à Presidência", "grande facilidade para discursar de improviso", "capaz de dizer grandes besteiras", "após tantos escândalos surgidos", "quem recebe R$ 50 por mês do Bolsa Família deve se achar abençoado por Deus", "R$ 50 dá para comprar um saquinho de farinha e um pedacinho de carne-de-sol para botar no feijão", "Todos os seus auxiliares e amigos mais próximos", "PT ficou tão só que seu maior aliado é o PMDB", "milhares de pessoas se emocionaram", "muito vaidoso e gostaria de se tornar um líder mundial", "indeciso, covarde, enfrenta mal os fracassos e tem uma tendência autoritária", "Larry Rohter, que, por ter escrito o que todo mundo estava cansado de saber", "tentativa de criar um conselho para "disciplinar" os jornalistas", "casal queria passar a impressão", "Nos jantares que ofereciam", "Começaram as farras no Alvorada", "Nem o presidente Chirac nem o papa têm um", "quem nunca comeu melado quando come se lambuza", "Pinta os cabelos cor de mel, bota uma estrela vermelha nos jardins do Alvorada", "ridículo maiô branco com uma estrela vermelha", "Já pensou se ele inventa uma lei, imitando o Chávez". Perfeito exemplo do parasitismo social: o mundo gira em torno do que os outros pensam.
Rodrigo Anderson Nascimento Lucheta , Santos-SP - Servidor Público
Enviado em 2/1/2007 às 7:25:59 PM
Engraçado. Dines "observa" o texto enviado pelos leitores, lhes cria adjetivos (novos praticantes do media criticism), mas não "observa" o que originou o texto enviado pela leitora... ou seja: agredir (a democracia) pelo jornal pode, agredir o jornalista, não. Os dois deveriam ser repudiados. Estou certo?
Silvano Carvalho , V. Velha-ES - Advogado
Enviado em 2/1/2007 às 6:24:55 PM
Maria Izabel Brunacci, de Belo Horizonte, espero que o A.D. publique sua contestação no mesmo espaço que deu para a dondoca colunista (colunista?).
João  Motta , Flrianópolis-SC - dentista
Enviado em 2/1/2007 às 6:06:23 PM
Reitero que considero o texto de Danuza Leão um linchamento de Lula e o texto da Maria Izabel um linchamento de Danuza Leão. Igualam-se no excesso de adjetivos e na falta de respeito pela opinião alheia. Discordo totalmente das críticas que Danuza faz a Lula e do que diz Maria Izabel sobre Danuza Leão (que é anti -Lula e tem direito de ser).
Dante Caleffi , rio de janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 2/1/2007 às 6:04:05 PM
Danuza até esquece com quem foi casada. Samuel Wainer, citado no seu "Quase Tudo ",não era diferente nos métodos que se tornaram tradicionais entre os políticos. O que deve incomodar são as origens do presidente.A discrição da primeira-dama. Essas características,impedem o acesso do mundanismo,ao palácio presidencial, e recepções sociais,cujo objetivo é o exibicionismo,a inconfidência e a vulgaridade. Casais dignos são raros.Nos círculos conhecidos de Danuza.Quisesse dar seu testemunho sobre essa sociedade, que conheceu íntimamente e a sustentou ,faria grande sucesso.Grandes amizades perderia.Com os seus desafetos recentes,não corre esse risco.Não pertencem ao seu círculo de relações.
Toni Ferro Ferro , Brasília - DF-DF - professor
Enviado em 2/1/2007 às 5:49:10 PM
A nota da profa. Izabel Brunacci é brilhante, contundente e absolutamente verdadeira. Não se trata de ofensa pessoal à Danuza Leão e sim de simpres constatação.
Giovanni Moscato Júnior , São Paulo-SP - Comerciante
Enviado em 2/1/2007 às 5:33:29 PM
Esse artigo de Danuza Leão prova que os ensinamentos de minha avó, "com a liberdade vem também a responsabilidade" só servem para os "daqui de baixo". Os "de lá de cima" podem falar e fazer o que bem entenderem, contanto que paguem os impostos (ou os soneguem com inteligência). Se forem jornalistas, então, possuem mais imunidade que parlamentares e diplomatas: são blindados, tem praticamente o corpo fechado. Podem ofender, intimidar, chamar de bêbado (e de outras coisas impublicáveis), que tudo certo. Citei essa questão dos impostos porque, na época da ditadura militar, riquinho podia fazer qualquer coisa, menos entrar para a guerrilha; hoje, da ditadura fiscal, o que dá cadeia é não ter CPF (antes era a CTPS sem registro, lembram?). Mudam as moscas, caríssimos, mas aquilo continua a mesma de sempre!
Roaldo Luís  Valiati , Porto Velho-RO - Médico
Enviado em 2/1/2007 às 5:31:40 PM
Diogo Mainardi, Danuza Leão, Alexandre Garcia, Merval Pereira, as "Marrecas do Jô", etc e cia todos morrendo de raiva. Existe mundo melhor que este?
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 2/1/2007 às 5:23:05 PM
"ambas produziram textos linchadores": denunciar parasitismo social eh produzir "texto linchador"?!?! Nao eh o Brasil que eh campeao mundial de colunas sociais? E nao eh porque atravez delas a agitacao e a manipulacao, como exemplifica Danuza, sai baratissima?
Antonio Lyra  Filho , Paulista-PE - Publicitário
Enviado em 2/1/2007 às 5:21:23 PM
COM O CRESCIMENTO DA INTERNET E COM O PODER DE COTESTAÇÃO QUE TEM OS JORNAIS ESTÃO PERDENDO LEITORES. A MATÉRIA DE DANUZA LEÃO FOI APROVADA PELO EDITOR DO JORNAL, ELA ESTAVA DENTRO DA LINHA EDITORIAL DO VEÍCULO E ALÉM DO MAIS, ISTO VENDE JORNAIS. FALAR DE LULA É VENDA CERTA, POIS A IMPRENSA VEM FAZENDO UM TRABALHO NO SENTIDO DE TER ASSUNTO PARA OS SEUS POUCOS LEITORES.
João  Motta , Florianópolis-SC - dentista
Enviado em 2/1/2007 às 5:13:15 PM
Pois eu acho que a leitora Maria Izabel Brunacci e Danuza leão se igualam, ambas produziram textos linchadores.
Mauro d.Fant. , Belo Horizonte-MG - Publicitário
Enviado em 2/1/2007 às 5:12:01 PM
Meus caros blogueiros, qualquer um que ouse criticar os que criticam e mal dizem o presidente Lula, certamente não será bem recebido pela mídia e muito menos neste espaço(que deveria ser democrático) e fazer um debate entre o que a dondoca (por que jornalista não é e nunca foi) escreveu e a carta da Maria Izabel . A prova está aí, vale inclusive dar credibilidade a uma Danuza Leão, um sinônimo de preconceito e decadência intelectual existente em parte da "elite" brasileira. Todos que ousarem a fazer isso serão duramente recebidos nos "meios de conunicação".
Lica Cintra , Rio-RJ - educadora
Enviado em 2/1/2007 às 5:09:59 PM
Ser linchador não exclusividade de leitores, também existem os jornalistas linchadores, certo? Essa leitora da Folha e Reinaldo Azevedo, por exemplo, têm textos muito parecidos.
Henrique de Souza Dantas , Rio de Janeiro-RJ - Comerciante
Enviado em 2/1/2007 às 4:59:00 PM
Coitados dos alunos da Professora Christina Mendes de Rio Branco-AC. Coitados mesmos.
taciana oliveira , Natal(RN)-RN - aposentada
Enviado em 2/1/2007 às 4:53:54 PM
Quando o ego de uma jornalista(?) como o da socialite Danuza Leão é atingido, ela dá um polimento com o veludo da sua vaidade, espinafrando os outros. Que ela Danuza tenha esse comportamento, vá lá! Mas o senhor Dines!!! Credo em cruz! E eu que o elogiei no fim de dezembro e declarei grandes esperanças para 2007! Vocês jornalistas precisam aprender a respeitar os outros. Quem lhes escreve pode nem ter suas palavras publicadas. É como segredo de confissão, só sái se o padre falar. Mas, se vocês as publicam, nesses casos, é só para humilhar, pisar, espinafrar, ofender.Inflar o papo. Botar lenha na fogueira das suas vaidades. Parabéns Professora Doutora Maria Izabel Brunacci!
Júlio César Montenegro , Fortaleza-CE - Engenheiro de Aeronáutica
Enviado em 2/1/2007 às 4:53:02 PM
Email enviado em 5/11/06 à colunista que quer dar trabalho pra D. Marisa: "Danuza, tenho pena de gente como você que precisa diminuir os outros para se sentir maior. Como freqüento ambientes semelhantes aos que formaram seu gosto, que só por ser da classe dominante é considerado "bom", entendi todas as piadinhas feitas com a esposa do "operário nordestino" que você despreza até por gostar de uma festa caipira. "Louca por um shopping"... "botox" ([ ])... "sentada na cadeira"... "sorrir e aplaudir"... "trocando de terninho"... "não dizer nada sobre assunto algum"... "não fazer rigorosamente nada"... "viver a vidinha"... "férias passadas entre o Alvorada e a Granja do Torto"... "viagens pelo mundo em seu luxuoso jatinho". Puxa Danuza, que mulher classuda e poderosa você é, não? esculhambar até a primeira-dama! Ou será que ela está num nível tão diferente do seu (para você, abaixo né? já para nós, os mais de 58 milhões que votamos no Lula...) que não será atingida? Outra pessoa do seu nível, mas cujo "bom gosto" tenho certeza que você abomina, a Hebe Camargo aproveitou suas dicas para bajular também a classe que vem sendo [ ] há 500 anos e não está conformada por não deter mais as chaves do comportamento dos brasileiros. Afinal, a mesma classe que compra suas produções. Se manquem. Júlio César Montenegro"
Kelly  Passos , São Paulo-SP - Estagiária
Enviado em 2/1/2007 às 4:35:17 PM
Eu queria agradecer a equipe do OI por terem postado meu comentário, mesmo que tenham tirado os merecidos elogios que fiz a Sra. Danuza Leão (atenção leitores: foi um xingamento comportado). Havia me esquecido que vcs têm compromisso com a integridade de todos. Um compromisso que essa classe elitista nunca teve com a população. Um abraço
alfredo sternheim , são paulo-SP - cineasta/jornalista
Enviado em 2/1/2007 às 4:28:09 PM
Maria Izabel, minha solidariedade, eu desconfiava que a sua carta tinha sido publicada parcialmente, como acontece com inumeros leitores e como a própria coluna da Follha adverte (esta no seu direito). Mas Dines deveria ter sido cauteloso em seu artigo, ter tido essa mesma desconfiança. E realmente, Danuza confirmou-se como uma das colunistas mais superficiais e grosseiras da imprensa no eixo Rio-SP; independente do teor de sua opinião, a forma foi totalmente desrespeitosa, arrogante. Essa forma rude, estupida, irônica, freqüente em outros clunistas, foi uma das razões que me fizeram deixar de ser assinante da Folha.Mas me espanta ver essa defesa de Dines. Ou será que estou sendo ingênuo, não deveria me espantar? A última frase desqualificando Maria Izabel é também desrespeitosa, como se ela não tivesse livre arbítrio, percepção própria. Que coisa feia Dines. A observação de Maria Izabel escolhida pelo colunista é perfeita: Danuza realmente personifica certa colonia de parasitas que vive colada à elite brasileira. E protegida por patrões donos de jornais que leh dão espaço. TRiste.
Rodrigo Pereira , São paulo-SP - quimico
Enviado em 2/1/2007 às 4:19:59 PM
Esses acintes dos tempos modernos. O sujeito compra um PC peba, com sistema operacional pirata e se conecta na internet. Depois sai por ai, no espaço web, destilando suas críticas, as mais infundadas, contra nossos grandes jornalistas, formadores de opinião. Aonde se quer chegar com tudo isso???
JOSE ORAIR  Silva , BELO HORIZONTE-MG - BANCÁRIO
Enviado em 2/1/2007 às 4:10:33 PM
O fato é que Danuza Leão, colocando a elegância de lado e de forma preconceituosa, abusou nos adjetivos desqualificadores à pessoa do Presidente da República e de seus eleitores e a resposta da professora Brunacci foi direta, elegante e incisiva. Posso estar sendo um mineiro bairrista, mas me parece que a conterrânea noucauteou decisivamente a nossa querida Danuza Leão, porém o imparcial árbitro Alberto Dines, ao que parece, viu outra luta...Porque o OI não publica o artigo de Danuza Leão e a resposta, na íntegra, da professora de literatura Maria Izabel Brunacci? Assim, os próprios leitores do OI podem julgar...
jose carlos  oliveira , sorocaba-SP - comerciante
Enviado em 2/1/2007 às 4:05:57 PM
A Danuza está certa. Ainda iremos chorar muito sobre os efeitos do governo lula. A simples distribuição de dinheiro, no estilo Evita Peron, não propicia solução de qualquer problema. O presidente é realmente despreparado para tão alta função e dele não se pode esperar nada. E é fato que ele gosta da "marvada"mesmo. Aliás a imprensa nativa havia silenciado sobre este assunto fato que só foi levantado pelo jornalista do NYT. Tal "heresia"quase lhe custou a espulsão do Pais por parte do nosso democrático Babalorixá. Dines, um abraço e continue com o seu nobre trabalho de fiscalizar a imprensa brasileira.
Christina Mendes , Rio Branco-AC - professora
Enviado em 2/1/2007 às 4:03:57 PM
Estava lendo o Livro auto-Biográfico da colunista Danuza Leão.Quando a autora se referiu ao Sr. Antônio Carlos Magalhães(ACM) como GRANDE FIGURA HUMANA, fexei e atirei no lixo sua OBRA.
Kelly Passos , São Paulo-SP - Estagiária
Enviado em 2/1/2007 às 4:01:10 PM
Eu não leio Danuza Leão para não perder meu tempo. Se esqueceram que é da elite que sai a verdadeira falta de educação? Afirmo isto pois, para mim, qualquer tipo de comportamento que vem a denegrir a educação das boas pessoas é falta de princípio básico. No entanto, diante da balbúrdia instalada há 506 anos, quem se cala a face destes idiotas??? Sim, a Danuza Leão é uma [ ] . Todos eles, iguais... não somos obrigados a encontrar certas [ ] em nosso jornal...mudamos de jornal....mas para qual??? Até aqui no OI vc encontra indignação!!! Professora Maria Izabel meus parabéns por não se calar diante daquele (s) que te faz chorar.. Meus parabéns a vc tmb, Dines, por incentivar a discussão entre seus leitores, mesmo que, por muitas vezes, saia como carrasco. Sua injustiça faz acender o bom debate!!!
Luiz Puton , Caxias do Sul-RS - Técnico
Enviado em 2/1/2007 às 3:46:06 PM
Õ pessoal. Não esquenta,não. O Mestre Dines é da esquerda e sempre foi. Ele bota esses "bodes" prá ver se o pessoal acorda com o fedor e não fiquem só pensando no assunto, mas opinem também. Pelo menos assim se vê quem está atento com as informações que circulam pela mídia.
Murilo Garcia , Juiz de Fora-MG - Biólogo
Enviado em 2/1/2007 às 3:41:58 PM
Senhor Dines, considerando ser V.Sa. um jornalista de delicadeza impecável, creio q deve desculpas à Profa. Dra. Maria Izabel. Aguardamos.
Sidnei Brito , São Paulo-SP - Servidor Público
Enviado em 2/1/2007 às 3:38:10 PM
No alto da capa de VEja dessa semana, afirma-se que 2006 foi o "ano dos apagões e que não deixa saudades". Puxa, que bom termos uma revista que decide as coisas por nós! Fiquei morrendo de vergonha de sair por aí dizendo algo que é uma verdade minha: 2006 foi o "MELHOR" ano da minha vida! Tudo bem, coisa minha, não tenho dúvidas que para muitos, infelizmente, foi um mau ano. Mas será que a Veja pode "editorializar" dessa forma o ano que passou? Quanto ao ano de apagões, talvez eles estejam se confundindo com os tempos de FHC, no qual, de fato, houve um apagão, a saber, o do sistema elétrico brasileiro. Bem, mas são só opiniões minhas... Melhor ficar quietinho, deixar a Veja no seu posto de intocada, ao lado de Danuza Leão, se não é perigoso eu receber um pito!
Daphne Rodrigues Pereira , Rio de Janeiro-RJ - Psicóloga
Enviado em 2/1/2007 às 3:33:06 PM
Não li o artigo, não li a carta. Mas, pelo publicado aqui, pergunto: foi uma ofensa pessoal ou um questionamento sobre a competência da autora para dissertar sobre este assunto? Não sou partidária do PT, nem votei no Lula, a propósito. Mas escolho a dedo as opiniões que julgo relevantes. E da autora supracitada, sem dúvida, não me interessa opinioão alguma...
Marco  Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 2/1/2007 às 3:32:32 PM
Cara Maria Izabel Brunacci , Belo Horizonte-MG - Professora, tome cuidado ao criticar Dines. Corre o risco de ser chamada de petista linchadora, membro da KKK e por aí vai.... Se não for pedir demais, publique para nós, neste sítio, a integra da carta enviada a FSP. Concordo com o comentarista Sostenes DA Silva. a resposta da Srª Maria Izabel deveria ser publicada na primeira pagina do OI. Ou, aqui, o direito de resposta também é dado na pagina de nº par, bem escondidinha?
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 2/1/2007 às 3:23:06 PM
1. Dines, por que o comentário maldoso sobre a leitora da Folha de São Paulo, a Srª Maria Izabel Brunacci, de Belo Horizonte, hein?? Te pergunto isso porque o Sr. mesmo, em textos publicados num passado nao muito distante, fez EXATAMENTE a mesma coisa, utilizando-se inclusive de adjetivos mais pesados para como seus leitores.... 2. Além do mais, Danuza Leao fez o mesmo com o Presidente e nao vi o Sr. em momento algum criticando-a. 3. Portanto, meu velho, antes de baixar o sarrafo nos outros, pare e pense um pouco.....
Sostenes DA Silva , Londres-IN - Publicitario
Enviado em 2/1/2007 às 2:56:54 PM
Caro Dines, a Maria Izabel Brunacci deveria ter o texto dela na pagina principal do OI, exatamente acima do seu texto. Pois a forma com que voce a atacou, algo que voce vem fazendo ultimamente e sempre contra as pessoas erradas, merece ter uma resposta a altura, como a resposta da Maria Izabel deve ficar a vista de todos e nao escondida no espaco reservado aos comentarios dos leitores. Agradecido
Maria do Carmo , Cuiabá-Mt - Professora
Enviado em 2/1/2007 às 2:45:13 PM
O artigo da Sra. Danoza Leão, chamando o presidente de abestalhado, covarde, cachaceiro e os 60 milhões de eleitores do presidente de nordestinos esmoléus e esfomeados, é um primor de delicadeza e elegância. Um belo, respeitoso e inofensivo estilo para um jornalista se manifestar. O retrado do pensamento da imprensa em 2006. Quem é essa Maria que ousa existir e, acima de tudo, criticar a fina flor da elite brasileira?
Roberto Bueno Mendes , São Paulo-SP - Estudante
Enviado em 2/1/2007 às 2:42:47 PM
Só espero que nos lembremos que a imprensa não só pode como deve criticar o governo quando esse comenter ou estiver para comenter um erro. Agora, como deve ser essa crítica, já é outra conversa...
Marnei Fernando , Anapolis-GO - Desenhista
Enviado em 2/1/2007 às 2:32:51 PM
Pessoal... na boa... vale a pena mesmo postar comentários aos textos do Dines? Vale a pena ler a Veja? vale a pena assistir ao Jornal da Globo?...
Marco Costa Costa , São Caetano do Sul-SP - T.P.A.
Enviado em 2/1/2007 às 2:32:41 PM
A Danuza Leão é uma pessoa doentia. Esta madame sofre de desvio burguês crônico. A visão que ela tem da vida, esta relacionada com festas, badalações, bajulações, entre outras bobagens do gênero. Quando se fala na periferia, esta senhora é sega, muda e surda, ela apenas quer distância da miséria, justamente para não ser contaminada pôr mais uma doença, ou seja, a doença do sofrimento. Quanto ao senhor, trata-se de um intelectual de direita, que explora a miséria alheia em benefício próprio.
Paulo Campos , joão pessoa-PB - engenheiro
Enviado em 2/1/2007 às 1:10:59 PM
Prezado sr. Dines, como discutir , arguir contra ou contestar um insulto ou deboche? Disto não passa a matéria da sra.Danuza Leão é ! aliás, Passe a vista em quase todos os blogs e podcasts mantidos hoje na web pelos formadores de opinião , a maioria dona de espaços privilegiadíssimos na midia escrita e o sr. verá onde se ensinam as as técnicas do deboche, do insulto , da chacota e do desrespeito
Maria Izabel  Brunacci , Belo Horizonte-MG - Professora
Enviado em 2/1/2007 às 1:06:16 PM
Alvo que fui da crítica do Sr. Alberto Dines, julgo-me no direito de esclarecer alguns pontos. Primeiro: minha carta publicada pela Folha de São Paulo foi mutilada e, acredito, esvaziada em parte de sua força argumentativa. Segundo: não tenho gurus em matéria de crítica da mídia, sou suficientemente autônoma para não aceitar que uma cronista, cuja única credencial é ter sido casada com Samuel Wainer, ter escrito livro de boas maneiras e ter publicado uma autobiografia que muito me lembra a de Brás Cubas (sim, eu leio o que ela escreve para poder criticar, pois sou professora doutora em literatura brasileira), tenha espaço na mídia para destilar seu ódio de classe, desqualificando pessoas que fazem parte da história política deste país. Estes sim, serão lembrados posteriormente por obras mais importantes para a vida social brasileira do que as de Danuza. Espero que o Sr. Dines me garanta a publicação desta resposta. Em tempo: quem observa o Observatório da Imprensa?
Ivan Moraes , Union NJ --USA-MG - sem profissao
Enviado em 2/1/2007 às 12:50:30 PM
Re ultima sentenca: ou esta p da vida com comentarios indesculpaveis de Danuza. Tambem sinto saudade de Nara. Se fosse editor eu teria vetado integralmente essa sentenca pois ela sugere que leitores teem "gurus" sem lembrar que os leitores estao cobrando transparencia da media quanto aos "gurus" por anos a fio e nunca a conseguiram, e eles, gurus invisiveis, sao espioes, lobistas, politicos, e sabotadores.
Paulo Melo , Recife-PE - Estudante
Enviado em 2/1/2007 às 12:46:51 PM
Rancor no lugar de crítica? Sim, essa é uma boa definição para o artigo da Danuza Leão. Espírito de linchamento? Não, é que, agora, graças à internet, o cidadão comum tem a oportunidade de opinar, de dizer o que pensa. É melhor se acostumar, Dines. Acabou a via de mão única.
Gilson Santos , Brasilia-DF - Economista
Enviado em 2/1/2007 às 12:37:33 PM
Caro Dines, Não é possível ficar apenas numa crítica abstrata à imprensa, protegendo "jornalistas". Tenho lido coisas execráveis como esta babozeira da Danuza Leão. Tudo isto com a conivencia dos editores, dos donos e dos "críticos" que vivem botando pano quente e protegendo os protegidos. Num atendo à leitora indignada incluo a categoria dos capatazes que grassa na nossa sociedade.
Paulo César Monteiro , Campinas-SP - Estudante
Enviado em 2/1/2007 às 12:28:29 PM
Preliminarmente, questiono: a Folha publicou a carta integralmente? No mérito questiono, or acaso a Danuza se expressou de maneira diferente?
Dante Caleffi , rio de janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 2/1/2007 às 11:45:21 AM
Danusa Leão.Quem a conhece como socialite,escritora de sucesso e jornalista,deve espantar-se com o teor da coluna da da Fôlha.Pelo estilo,pelo nível das críticas,pela ignorância política dos fatos,que jamais entendeu no passado,e tenta desastradamente,compreender no presente. Em seu último livro,"Quase tudo",descreve passagens, vividas pelo seu marido ,Samuel Wainer, que são familiares para quem acompanhou os fatos nacionais dos últimos dois anos. Mais que crítica política,manifestou-se o desprezo pessoal pelo nordestino,pela estética,pela origem,pela cultura, e pela preferência popular em detrimento da escolha elitizada. Penso até ,pela grosseira agressividade de seu texto, nas influências editoriais, que possa ter sofrido,ou quem sabe, alguma influência biológica.
Francisco Campos , Porto Velho-RO - Agente Judiciário
Enviado em 2/1/2007 às 11:32:49 AM
Queria chamar atenção para os comentários de Alexandre Garcia, ontem, por ocasião da posse de Lula. Agrssivo e debochado, o "comentarista" só faltou dizer que duvidava que o Lula venha a fazer um bom governo... Esse destempero nos comentários, o mesmo caso de dona Danusa, é que vem estragando a imprensa nacional. Diogo Mainardi fazendo escola?
juliana  de Lima Abdon , são Gonçalo-RJ - estudante
Enviado em 2/1/2007 às 11:31:41 AM
È notável que o nível das críticas dos" críticos" atuais em geral( e neles se enquadram jornalistas, comentaristas esportivos e políticos)é baixo. Lembremos do debate presidencial, ou melhor, do suposto debate. Não há confronto de idéias. Oque, tristemente, me faz pensar que não há idéias. A ofensa moral, a tentativa de inferizar aquele de quem se discorda é uma técnica bastante antiga, porém fraca e inficaz.
Fábio José  de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 2/1/2007 às 11:31:17 AM
Graças à internet, tenho a oportunidade de ler jornais estrangeiros. Não me lembro de ter visto tamanha agressividade em nenhum texto, em nenhuma crítica, em nenhuma publicação no mundo. Em que direito se arvora uma pessoa de atacar outras dessa maneira? É simplesmente desumano e covarde a forma com que a colunista e colunável avalia uma mulher simples, do povo. Por que os jornalistas brasileiros escolheram esse caminho? Se qualquer um de nós dirigisse dessa maneira a outro participante no OI, certamente teria o comentário cortado. Danuza, sim, apela para a ofensa pessoal. Deve ser a maneira de dizer que existe. Uma existência marcada pela futilidade, de quem nunca encarou um batente pela proa.
Eduardo Guimarães , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 2/1/2007 às 10:43:05 AM
É engraçado como o sr. Dines se rebela seletivamente contra excessos nas críticas. Danusa Leão escreveu um artigo insultuoso contra o presidente da República. Afirmou, por exemplo, que "Lula é capaz de dizer grandes besteiras", que "o mal que ele [Lula] está causando ao país é tão grande que ainda nem dá para avaliar", que é "indeciso, covarde, enfrenta mal os fracassos e tem uma tendência autoritária", que "exagera na bebida" e, para não deixar passar em branco o ódio que parece nutrir pela mulher do presidente, fez referência "àquele ridículo maiô branco com uma estrela vermelha na barriga" que ela usou, e arrematou a agressou afirmando que a "função" de d. Marisa no governo do marido é "controlar quanto ele [Lula] pode beber". O próprio Dines referiu-se aos leitores que o criticaram como "manada", "nazistas" e "membros da Ku-Klux-Klan", mas exige uma compostura britânica nas críticas à imprensa "sagrada". Bah!
RONALDO ALVES , são paulo-SP - func publico
Enviado em 2/1/2007 às 9:49:04 AM
Que saudade da Nara Leão!!!!!!
Compartilhe este texto
Blig Blig BlinkList BlinkList BlogBlogs BlogBlogs BlogLines BlogLines Delicious del.icio.us
Digg Digg Furl Furl Google Bookmarks Google Bookmarks Linkk Linkk Magnolia ma.gnolia
netscape Netscape netvibes Netvibes newsvine Newsvine reddit reddit Stumble Upon Stumble Upon
Technorati Technorati Twitter Twitter Windows Vista Windows Vista Yahoo! MyWeb Yahoo! MyWeb Facebook
Outros artigos desta Seção
LEITURAS DA FOLHA
O "mínimo irracional" e
a mesquinhez das elites

Luiz Antonio Magalhães
30/12/2006
OBSERVAÇÃO DA MÍDIA
Para conhecer
o leitor do OI

Eduardo Guimarães
30/12/2006
SALDOS & BALANÇOS
Veja em Veja o que Veja poderia ser. Ou já foi
Alberto Dines
2/1/2007
JORNALISMO DE VERÃO
Redundâncias e a sensação de vazio
Alberto Dines
4/1/2007
SADDAM ENFORCADO
A morte como ela é na web
Gabriel Perissé
6/1/2007

Últimos 5 artigos de
Alberto Dines
VENEZUELA NA MÍDIA
Jornalismo, para que serve
17/11/2009
FIM DO MURO E DA CORTINA
Mídia cobriu a festa sem entender
10/11/2009
DEPOIS DO APAGÃO
As responsabilidades da mídia
10/11/2009
LEITURAS DO FIM DE SEMANA
O que o jornal sabe fazer
10/11/2009
O MURO, 20 ANOS DEPOIS
Antes do Muro de Berlim
3/11/2009
Mais artigos de
Alberto Dines >>