ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 422 - 24/11/2009
  Jornal de Debates
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O CAZAQUISTÃO É AQUI
Falta aparecer o Borat para gozar as hipocrisias

Por Alberto Dines em 27/2/2007

As declarações da psicanalista Eliane Mantega, mulher do ministro da Fazenda, vão ganhar os prêmios "Maria Antonieta de Ibiúna" e "Avestruz de Ouro" concedidos aos campeões da categoria "De Costas para a Vida".

Compreende-se o seu incômodo em aparecer como vítima de um seqüestro múltiplo junto com o ilustre marido e os filhos, mas a sua complacência com os bandidos que assaltaram a mão armada a chácara dos amigos em Ibiúna é ultrajante: "Eles só queriam dinheiro... foram supergentis... ladrões-de-galinha" [ver "Correção política, insensibilidade moral"].

Com fraseado mais coloquial e igual distanciamento, reproduziu a doutrina palaciana adotada para enfrentar a indignação que tomou conta do Brasil (sobretudo das brasileiras) diante da barbaridade cometida contra o menino João Hélio, no Rio. Para o quase ex-ministro Márcio Thomas Bastos, a violência é um processo que precisa ser enfrentado por outro processo, atalhos "emocionais" nada resolvem. Resolvem sim, Excelência, processos inanimados costumam ir para o lixo da História [ver "Portinari versus Lula"].

Compromisso contínuo

A mídia engoliu esta, como engole qualquer coisa politicamente correta mesmo quando moralmente revoltante. A mídia está mais esbaforida do que nunca, seu estoque de adrelina evaporou com o calor do verão. O governo não está interessado em dar prioridade às questões que envolvem impunidade. É tabu. Levado às últimas conseqüências, um debate sobre o tema fatalmente transbordaria para o Dossiêgate que acaba de ser chutado mais uma vez para escanteio.

Decidiu o Procurador-Geral da República que o senador Aloízio Mercadante não pode ser indiciado pela Polícia Federal por ter direito a foro especial. Está certo, todos estão certos, os culpados mudaram-se para endereços desconhecidos. Com a decisão, a compra do dossiê contrabandeado para as páginas da IstoÉ ficou na esfera dos aloprados municipais do PT. O dinheiro foi arranjado por eles, eles é que desenvolveram este tipo de "jornalismo investigativo".

Em outras palavras: o "processo" que culminou com um dos maiores crimes eleitorais dos últimos tempos vai continuar rolando nas gavetas de baixo – e por muito tempo, já que o delegado Paulo Lacerda anunciou que ficará mais seis meses à frente da Polícia Federal.

Na esfera palaciana, o único processo que interessa tocar é o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento). De olho nas bolhas e euforias que produzirá na publicidade, a mídia esquece a sua decisiva contribuição para dar qualidade, consistência e sustentabilidade a este crescimento.

Amostra desta modesta contribuição foi a matéria de capa da Veja sobre a extorsão por telefone, o tal "Disque-Seqüestro" (edição 1996, de 21/2/2007). A modalidade é conhecida há alguns anos, na internet há tempos corriam advertências, ninguém prestava atenção. De repente, uma reportagem de capa numa semana morta, pré-momesca, e o cidadão descobre como enfrentar este novo tipo de ameaça à sua segurança. Os bandidos terão que inventar outro passatempo para as suas horas vagas nos presídios. E os editores terão que adotar outros critérios para programar o seu calendário: todas as edições são importantes, mesmo quando coincidem com feriados, festas, férias.

O compromisso da imprensa com a sociedade é contínuo, apesar das delícias da praia e da montanha.

Filosofar em público

No domingo (18/2), no caderno "+Mais!" da Folha de S.Paulo, o filósofo Renato Janine Ribeiro produziu um dos mais comoventes desabafos sobre o martírio do menino João Hélio. Não foi uma tomada de posição, mas uma dramática exposição de perplexidades e doloridas opções penais diante do horror que estamos condenados a assistir.

Este Observatório chamou a atenção, a mídia tinha outras preocupações e só retornou ao filósofo na semana seguinte (domingo, 25/2), na mesma Folha: em três textos antagônicos, apenas um deles (da professora Olgária Matos) procurou entendê-lo [ver aqui].

Deve existir algum código na ANJ (Associação Nacional de Jornais) para obrigar os associados a absterem-se de comentar textos publicados pelos concorrentes – assim, evitam-se polêmicas capazes de abalar a instituição. A verdade é que não chamou a atenção dos sensíveis radares da mídia este filósofo que não tem respostas prontas na ponta da língua, nem palavras de ordem, entregue à revolta de conviver com as diversas crueldades exibidas pela sociedade brasileira.

Renato Janine Ribeiro quer filosofar em público, fazer pensar, quer compartilhar o seu cartesianismo – penso, logo existo – com a comunidade. A mídia não entra nessa. Não tem tempo para sofrer dilemas, prefere a fulanização, sentenças instantâneas para limpar a pauta.

Aventureiros e descendentes

A tragédia brasileira é que os vetores mais poderosos da sociedade são conflitantes – nada os atrai, tudo os distrai. Ou afasta. Para o governo e governantes punir é perigoso, suicídio, equivale a andar em areia movediça. Para a mídia, a questão crucial de Crime e Castigo só serve para os cadernos dominicais, em resenhas sobre Dostoievski. Nos chamados dias úteis, é perfeitamente inútil, não cabe. Mas o ser humano também existe e pensa no meio da semana. Não há lugar: a maldita segmentação e a sua filha espúria, a cadernização, não deixam.

A mídia sabe, mas não se aflige: sujeitos a guincho, apenas os veículos mal-estacionados. O resto é impune, impunível, inimputável. Ou coitadinhos "ladrões-de-galinha", "supergentis" que "só querem um dinheirinho". Sem falar nos "amigos da casa", cada vez em maior número.

O Brasil tem jeito, basta convocar urgentemente o repórter Borat para arrasar as hipocrisias deste imenso Portugal e a sua mídia insensível com os 50 mortos nas estradas mineiras em fevereiro – só num desastre morreram 16, que mereceram 10 linhas – e com as seis chacinas paulistanas nas quais foram para o beleléu quase 30 cidadãos.

O Cazaquistão é aqui, mas os aventureiros cazaques e seus descendentes, os cruéis cossacos, estão bem disfarçados.

Comentários (116)
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Kleber Carvalho , B.H.-MG - Escritor
Enviado em 5/3/2007 às 4:52:41 PM
Manchete da "Folha" de 04/03/2007 informa que o governo mineiro foi tungado em mais de dez milhoões de reais em virtude de mais uma página do famigerado "choque de gestão", patrocinado pelo grão TUCANO Aécio Cunha, a única novidade desta matéria foi a sua inclusão na 1ª página do jornalão paulista, o restante do texto não é novidade no aspecto administrativo do governo mineiro.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 5/3/2007 às 8:06:53 AM
Caro Dr Humberto Machado , de Juiz de Fora-MG – Tinha me passado batido a ilação de Portugal. Percebi agora que você mencionou. Creio que nós somos esta referência do absurdo mais para eles do que o contrário. Vejam só a barbaridade divulgada pelo maior jornal do estado do Rio Grande do Sul- ZERO HORA: Homeopatia à base de urina Material: garrafa de água mineral vazia água mineral Insumo ativo: urina da própria pessoa MODO DE FAZER Colocar numa garrafinha de água mineral vazia: um dedo de urina da própria pessoa e completar até a metade com água. Tampar bem, sacudir e bater 50 vezes. Jogar fora o conteúdo deixando somente um dedo da mistura na garrafa. Repetir o processo por mais seis vezes. No final, em vez de água, completar com álcool de cereal para conservar. Tomar cinco gotas uma ou 2 vezes ao dia__________ Parece piada de brasileiro mas não é! Esta é a nossa mídia! Não é de admirar que ainda discutimos questões medievais como guerras santas e religião! Naquela época não tínhamos respostas, mas hoje a população continuar no mesmo estágio evolutivo é de admirar!
Humberto Machado , Juiz de Fora-MG - médico
Enviado em 4/3/2007 às 7:45:27 PM
Dinnis, ótimo texto. Apenas gostaria que explicasse (veja bem, estou apenas intrigado e não ofendido) a sua referência a Portugal. Um abraço.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 4/3/2007 às 5:55:26 PM
É engraçado ler o comentário de Hélcio Lunes e chegar ao fim vendo que ele pede que os comentaristas tenham respeito e educação nos comentários que fazem.
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 4/3/2007 às 5:27:55 PM
Fábio Carvalho, o OI pertence ao Projor, então, precisaríamos saber de quem é o Projor. Alberto Dines pode não ser o dono, mas acho que é. Em todo caso, ele não se definiria, no índice, como "dono" ou "um dos donos" do OI. Otávio Frias Filho, dono ou um dos donos da Folha de São Paulo, se apresenta como Diretor de Redação. O OI publica vários textos e comentários sobre o golpe na Venezuela, mas Alberto Dines, Editor-responsável do OI, nega que o golpe existiu. Não vejo motivo para a negação de um fato público e notório, histórico, até, a não ser compromisso, talvez introjetado, para com o patrocinador. Se não for, será apenas sabujice para com os americanos. William Waack, por sinal, participou do tal colóquio patrocinado pela FF, em agosto de 2006, coordenado por Alberto Dines. Luiz Carlos Azenha falou desse tal colóquio, e Carlos Castilho resolveu contar sobre a realização do mesmo, embora não tivesse dito os nomes dos participantes. Por fim: não sei quem é o tal de Borat, não assisti ao filme e provavelmente não assistirei.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 4/3/2007 às 5:05:10 PM
Mesmo assim, caro Fábio, acho difícil considerar que o Rio Grande foi governado alguma vez pelos Tucanos! Até mesmo o partido é muito pequeno! Foi uma grata surpresa a vitória da governadora! Senão teríamos uma oposição ao governo federal com Olívio Dutra!
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 4/3/2007 às 2:50:33 PM
Prezado Paulo Bandarra, o vice de Rigotto, Antônio Holfeldt, era do PSDB em 2002. Os tucanos não somente apoiavam, mas formalizaram uma aliança de governo. A chapa era PMDB/PSDB, está lembrado? Já tinha a verticalização, Serra (PSDB) e Rita Camatta (PMDB).... Depois, Holfeldt trocou de partido. Os tucanos foram ainda base de sustentação na AL/RS e ocuparam cargos no primeiro escalão. O secretário de Administração, por exemplo, foi Jorge Gobbi.
Kleber Carvalho , B.H.-MG - Escritor
Enviado em 4/3/2007 às 2:46:58 PM
se eu for relacionar aqui todas as mazelas do tucano AÉCIO CUNHA, 1400 toques não vão dar nem para o prefácio..................
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 4/3/2007 às 1:03:42 PM
O Estado do RGS nunca foi governado por Tucanos. A Governadora Tucana está apenas com dois meses de seu primeiro governo! O PT que já governou o Estado quando do escândalo do Clube da Cidadania, que fazia lavagem de dinheiro para o partido e que o seu tesoureiro falava em nome do governador para os policiais deixarem os bicheiros contribuintes em paz. Rigoto, que sucedeu o PT de Olívio Dutra era do PMDB da Base Aliada de Lula! O Processo contra o governador pelas ligações com o Clube da Cidadania foram barradas pelo Nelson Jobim (PMDB da Base Aliada) no Supremo quando o mesmo era ministro das Cidades! Uma mão lava a outra! José Dirceu, que orquestrou a criação da Base do primeiro mmandato que o diga! Mas vindo de um militante do partido do "fora FHC e FMI" no início do segundo mandato, é natural ver este tipo de desinformante!
Kleber  Carvalho , B.H.-MG - Escritor
Enviado em 4/3/2007 às 12:43:00 PM
atençaõ leitores do OI acessem o site: www.sivuca.com/ e conheçam um pouco das mazelas produzidas pelos governo e pela mídia do Rio Grande do Sul, estado governado por tucanos.
Ezequiel Mizrahi , Rio de Janeiro-RJ - Engenheiro
Enviado em 4/3/2007 às 11:33:16 AM
Dines, você é o Borat tupiniquim! Veja o efeito de seu artigo sobre os hipócritas. Parabéns!
Fabiana Tambellini , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 4/3/2007 às 9:42:24 AM
Afirmar que o Observatório da Imprensa está a serviço da CIA porque é financiado pela Fundação Ford é pura paranóia delirante.
Carlos Alberto Saraiva , Rio de Janeiro-RJ - Arquiteto
Enviado em 3/3/2007 às 10:10:10 PM
Estou impressionado com os termos desses comentários: golpes f omentados por fundações manipuladas pela CIA, imprensa manipulada pelos gringos.. só falta o "ouro de Moscou". Esses petistas pararam no tempo, na década de 1950. Vai ver que é por isso que gostam tanto de Cuba. Lá o tempo parou nessa época também.
Fabio Passos , Curitiba-PR - Engenheiro
Enviado em 3/3/2007 às 7:09:58 PM
Prezado A Dines, Penso que o OI é um espaço muito importante e democrático para discussão da mídia no Brasil. Sou muito grato por haver espaço deste nível e afirmo que aqui se respeita o direito a livre expressão. No entanto, esta questão de financiamento da Fundação Ford ao OI é demasiado importante para que não seja esclarecida. Se entendi bem, há ilações de que o financiamento da Fundação Ford ao OI, teria um vínculo com o conteúdo de seus artigos. A ilação ganha força pelo fato de a Fundação Ford ter vínculos (dinheiro?) com a mídia golpista da Venezuela ao mesmo tempo em que os artigos do Sr. são bastante benevolentes quanto a tomada de partido (tentativa de golpe?) da grande mídia brasileira (Globo / FSP / Veja / Estadão) na última eleição presidencial. Isto pode ser apenas uma coincidência, mas não seria bom esclarecer esta questão?
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 3/3/2007 às 1:00:16 PM
Prezado Rogério, Alberto Dines não é dono deste espaço, mas editor-responsável. Verifique no ícone "O Observatório". O OI publicou e publica, sim, inúmeros artigos acerca do golpe midiático na Venezuela. Os seus comentários, Rogério, também estão aqui. Estão publicados, entende? Por que o Luiz Carlos Azenha não publica crítica à cobertura monocórdia do Jornal da Globo sobre Chávez? Por que não faz vaquinha para pagar passagem para o William Waack ir à Venezuela? Ora, ora. Ninguém pode pretender que o outro pense da mesma forma, isso é autoritário. Não tenho procuração para defender Alberto Dines. Não concordo com muitas de suas opiniões, aliás. Mas não é por discordar que vou partir para a desqualificação barata. Não vou chamá-lo de venal, tampouco classificá-lo como um direitista retrógrado. Dines foi o primeiro a fazer aquilo que hoje muitos fazem: criticar a imprensa. Ele está certo sempre? Do meu ponto de vista, é claro que não. Neste artigo, por exemplo, penso que Dines fez com a esposa do ministro a mesma coisa que os petistas míopes fizeram com o Francenildo. Ela é vítima. A Maria Antonieta de Ibiúna é imune à síndrome de Estocolmo? Ela sequer procurou a imprensa... Por fim, para fugir dos cabrestos do politicamente correto, não me sai da cabeça a imagem do Alberto Dines naquele traje de banho verde usado pelo Borat.
Hélcio Lunes , São Paulo-SP - Administrador
Enviado em 3/3/2007 às 12:29:11 PM
Dines Veja só o que fazem os seguidores de Tonico Gramsci! Enquanto os colunistas, pensadores, jornalistas e professores interessam aos propósitos da esquerda em aparelhar o estado e desorganizar o país via aumento da criminalidade, impunidade e corrupção. Até ontem o Prof. Renato Janine, diretor do CAPES, mestre da USP, era ídolo dos bolivarianos tupiniquins! Foi só manifestar-se indignado pelo aumento da violência covarde que vivemos, para o pessoalzinho tacha-lo (no mínimo) de maluco fascista! Depois vem Alberto Dines, jornalista respeitado, sempre defensor das causas humanitárias e populares, que "ousa" criticar a Sra. Mantega pelo despautério que foi o seu (dela) comentário : "os ladrões foram super simpáticos, queriam apenas (!!!!) o dinheiro"! Oras bolas, aonde vamos parar? Se alguém comete uma bobagem, não pode ser (justamente) criticada? O que isso tem há ver com Fundação Ford? Porque essa desqualificação pessoal em defesa "dos direitos" de bandidos e assassinos frios e covardes? Vai muito mal nosso país, com a defesa do crime e da impunidade! A associação do banditismo com o que seria "progressista", é um deserviço que demorará gerações para ser revertido. Enquanto essa situação de inversão das culpas não é sanada, um pouco de respeito e educação por parte dos comentaristas, seria de bom tom!
João Motta , Florianópolis-SC - dentista
Enviado em 3/3/2007 às 10:52:20 AM
Tamberlini, temos avaliações completamente diferentes sobre a FF. Não creio que tudo que é norte-americano é imperialista e nem acredito que "um braço direito da CIA" financiaria o tipo de projetos que a FF apoia pelo mundo. O OI é um espaço que abriga articulistas, na minha opinião, da mais alta competência no exercício do jornalismo, profissionais que não tem nada a ver com a CIA e com Bush.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 3/3/2007 às 9:06:30 AM
Democratização da Comunicação - Como domar essa tal de mídia? O título já mostra o que pretende o fórum petista! DOMAR. Fernando Veríssimo, o mais retrogrado esquerdista da Zero Hora só podia estar nele! "... instala-se uma falsa controvérsia, em que irresponsabilidade e o direito de mentir acabam sendo sinônimos de liberdade de expressão". Colunista exímio neste uso. É só lembrar Fora FHC e FMI para ver quem manipula! Hoje é a política do FHC e do FMI aplicada o que funciona! Henrique Meireles que era estigmatizado, segura as pontas. Pagar os juros era lesa pátria. Dar bolsa famíla era demagogia capitalista criada pela D. Ruth Cardoso. Agora no poder, é a hora de calar a mídia que antes dava voz aos golpistas!
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 2/3/2007 às 8:51:03 PM
Fábio Carvalho, fui ao site e gostei. Mas me parece haver uma diferença fundamental: O OI tem dono. E o dono age, se não venalmente, pragmaticamente. Ele não vai contrariar o seu maior patrocinador (se é que a Fundação Ford é o maior patrocinador). Como eu disse, é convicção minha. Não tenho como provar que Alberto Dines escreve o que a FF manda ou gostaria que ele escrevesse, mas não vejo outro motivo para ele tentar dizer que não houve o golpe midiático na Venezuela, pois o golpe foi até documentado. O golpe foi apoiado pelo governo americano, o governo americano é anti-Chávez, a FF é americana, e por aí vai. Esse também me parece ser o motivo que levou Alberto Dines a inocentar os pilotos americanos na tragédia da Gol e culpar, sem qualquer urbanidade, o governo brasileiro: pragmatismo para com o maior patrocinador do OI. De qualquer forma, não acho inaceitáveis essas insinuações. Alberto Dines não está acima de qualquer suspeita, assim como não tem o direito (regalia, privilégio) de ofender ninguém. Aliás, ele também nega o complô da mídia contra Lula, nas últimas eleições, coisa que o site FNDC deixa claro que houve. A entrevista de Veríssimo é excelente, e pincei dela uma frase que acho que se aplica ao que Alberto Dines vem fazendo: "... instala-se uma falsa controvérsia, em que irresponsabilidade e o direito de mentir acabam sendo sinônimos de liberdade de expressão".
virgilio tamberlini , niteroi-RJ - sociologo
Enviado em 2/3/2007 às 6:06:50 PM
Motta: A Fundação Ford sempre foi tudo isso e um pouco mais. Leia o livro A face Oculta do Terror e veja (no bom sentido) o papel que ela fez no Brasil à época do regime militar! Puro braço direito da CIA.
Marco Tassinari , Brasília-DF - Engenheiro
Enviado em 2/3/2007 às 5:51:35 PM
Infelizmente vivemos num país do faz de conta. Faz de conta que os criminosos serão punidos, que os corruptos irão para a cadeia, que no Brasil não haverá sequela de desmatamento, que a violência irá se extinguir sozinha. Dá até a impressão que a mídia, na falta do que fazer, inventa algo para se preocupar e pronto, lá vem o faz de conta. Vejam o caso do ministro e sua esposa, assaltados numa fazenda de amigos. Na verdade, pelo depoimento prestado, os criminosos não são perigosos, eles foram atenciosos, trataram todos bem. Realmente onde está o problema? Assim não há crime? E se houvesse reação de alguém? Será que seriam tão atenciosos? Ou reconheceram a figura do assaltado como um ministro? O faz de conta continua. Esperem passar a cólica dos últimos acontecimentos. Não votaram as propostas de recrudescimento de leis para crimes violentos. Alegaram que o momento não é propicio. Será melhor esperar outros dois casos volentos como o do menino Hélio? Ou seriam tres? Alguns sequestros a mais, uns roubos a banco com tres mortes seria o suficiente? Estamos perdidos, Dines, o Congresso não quer baixar leis para punir mais ninguém. Pensei que fossem apenas os mensaleiros, mas parece que é geral. Nem os criminosos.
Marco Costa Costa , São Caetano do Sul-SP - T.P.A.
Enviado em 2/3/2007 às 1:42:06 PM
O ser humano é violento pôr natureza, ainda para agravar o quadro atual, o sistema capitalista exclui milhares de pessoas do processo produtivo. Pôr esta razão, o homem torna-se ainda mais violento, ao ponto de cometer atrocidades inimagináveis. Aqui vai uma sugestão simplíssima, ou seja, vamos dar empregos com salários decentes para os país de famílias, a fim de que possam criar suas proles com dignidade de um homem cidadão na acepção da palavra, sem estar dependendo de bolsas esmolas de ninguém.
Francisco Vitar , Maringá-PR - jornalista
Enviado em 2/3/2007 às 10:16:34 AM
Creio que estamos vivendo momentos em que a palavra hipocrisia salta aos olhos e se recusa a sair. Alguns pedem justiça a um judiciário secularmente problemático, sobrecarregado, muitas vezes corrupto e tendencioso. Outros pedem educação num país onde ninguém se importa com isso (raras exceções) e no qual pensar parece muito mais com crime. Parece sem solução, pois o poder público é incompetente e paliativo, não tem a menor preocupação com mudanças reais em políticas sociais, como a elite também não tem, a não ser exigir aviões diante das câmeras ("queremos avião, queremos aviâo", isso é protesto?). Diante de tão grande número de hipocrisias, sugestões absolutamente inviáveis nas condições civilizatórias que vivemos no Brasil, fico estupefato e não consigo vislumbrar nenhuma possibilidade nem de melhoria dessas situações todas que aqui discutimos nem de solução plausível, já que a sociedade se recusa a pensar seus problemas com clareza, sem tender só para um lado, sem olhar para um passado e um presente carregado de histórias de humilhação e desprezo.
Márcio Pereira , São José-SC - Trabalhador
Enviado em 2/3/2007 às 9:19:59 AM
O cidadão pobre quando morre vítima da violência "vai pro beleléu", então? Então é preciso estar num determinado patamar social pra ser uma vítima "real", como em vários casos q atingiram pessoas de classe-média pra cima? Se a esposa do ministro disse q eram "ladrões de galinha", isso merece uma reprimenda do sr. Dines, mas se ela dissessse que isso mereceria uma pena de morte? Não há dúvida que a mídia atualmente é inepta pra abordar a violência, e também neste Observatório se verifica isso em alguns textos. Quando matam várias pessoas pobres de uma vez o termo sempre empregado é "chacina" e fica por isso; Nada de "bastas!", ou de passeatas pela paz. Aqui neste país pra se morrer tem q ter "pedigree" social...e quem noticia sempre esbarra nesta grande HIPOCRISIA!
João Motta , Florianópolis-SC - dentista
Enviado em 2/3/2007 às 9:01:02 AM
Reiterando, é um absurdo o que Azenha escreve sobre a Fundação Ford, jornalismo de quinta. Discordo, e muito, de Dines mas tenho o maior respeito por seu trabalho e o OI está muito bem acompanhado no financiamento que recebe da Fundação Ford.
Ana  Kim , Miami-IN - professora
Enviado em 2/3/2007 às 6:59:09 AM
O que você quer dizer com "imenso Portugal"? Será que não dá para deixar Portugal fora disso? Porque comparar elites BRASILEIRAS com o colonizador nesse nível, não colabora em nada para a discussão. Pelo contrário. Há muito somos colonizados por NÓS MESMOS! Portanto, referências a um colonizador remoto e distante a quem todos preferem descarregar a culpa original de toda a incompetência brasileira, de cima a baixo, é um recurso, no mínimo, covarde.
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 2/3/2007 às 12:19:20 AM
Prezado Rogério, o Fórum Nacional de Democratização da Comunicação tem apoio da Fundação Ford. Confira no site www.fndc.org.br. Conheço alguns dos que ali estão, gente que respeito. Posso citar Celso Augusto Schröder na coordenação-geral. A CUT e Fenaj, só para citar duas entidades de esquerda, são associadas. O FNDC edita a revista Mídia e Democracia. Em janeiro deste ano, a chamada de capa não deixa dúvida. "Golpe na mídia - Luiz Fernando Verissimo e especialistas analisam a supreendente rejeição do eleitor à tradição da imprensa de impor seus candidatos". Entrevista longa e excelente com o escritor. Nas internas, textos sobre a Telesur idealizada por Chávez. O senhor pode discordar de Alberto Dines. Mas ao afirmar que ele "não pode ir contra interesses americanos, ou perde o patrocínio" vai além da discordância. Em primeiro lugar, o senhor incorre em erro pelo automatismo. O FNDC, convenhamos, pela sua régua, perderia o patrocínio também. Em segundo, o senhor erra porque o OI está cheio de articulistas e comentaristas falando do golpe midiático na Venezuela. Em terceiro, o senhor afirma que a opinião de Dines é vendida, que seus artigos são venais. Tenho certeza de que o senhor entende a diferença entre discordar e pular o córrego. Eu discordo - e muito - das opiniões de Dines. Sempre expresso aqui minhas discordâncias, às vezes eu até me excedo. Mas prezo a urbanidade.
Luzia Zênia Patrício Póvoa , Araguari-MG - Professora e Webdesigner
Enviado em 1/3/2007 às 8:48:49 PM
Dines, meu caro! Não se deixe intimidar e não fuja da retidão que tem demonstrado na sua linha de trabalho. Você está incomodando muito. Saiba que passei a melhor fase da minha juventude sob a ditadura militar. Mas, nem eles conseguiram transformar-me em participante da "boiada". Continuei livre e muito seletiva. Por isso apóio as suas colocações. E, se você errar, eu lhe mostrarei, mas não de maneira grosseira e vulgar. Porque, apesar de admirá-lo muito, dou-lhe o direito de cometer enganos. E, se tal acontecer eu lhe direi. mas, por enqüanto, continue este jornalista sério,competente e comprometido com o povo. Coragem e PARABÉNS!
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 1/3/2007 às 6:59:04 PM
Fábio Carvalho, nossas insinuações são inaceitáveis? Você acha que Alberto Dines não sabe do que ocorreu na Venezuela? Ele não sabe que a mídia venezuelana tentou derrubar Hugo Chávez? Então, por que ele tenta negar o que houve? E quanto à defesa intransigente que ele fez dos pilotos americanos do Legacy? Aquilo não foi sabujice? Por que ele inocentou os pilotos e quis jogar a culpa no governo brasileiro? E por que ele agora não reconhece o erro? A meu ver, isso tem tudo a ver com o patrocínio da Fundação Ford. Alberto Dines não pode ir contra interesses americanos, ou perde o patrocínio. O fato de Alberto Dines ter mais tempo de jornalismo do que você de vida não isenta o ex-observador de nada. Se o desafio democrático é acolher e respeitar divergências, Alberto Dines está longe disso. Quando nossas manifestações tornaram-se mais incisivas, ele veio nos chamar de nazistas, linchadores orquestrados, destituídos de estofo moral e cultural para criticá-lo, etc. Mas agradeço por você ter nos deixado, ao menos, a opção de discordarmos dele...Fernando Santos Aquino é outro que só vê um lado da moeda: acha que ofendemos Alberto Dines, talvez desconhecendo as ofensas de que fomos vítimas. Alberto Dines não tem direito de ofender ninguém. O Observatório não é nenhum favor que nos foi concedido. Não devemos ser "reconhecidos" a Alberto Dines por isso.
juan carlos bosco Bosco , Olinda-PE - Gerente de Produtos
Enviado em 1/3/2007 às 3:50:23 PM
Dines, como sempre vc esta ótimo nos seus comentários, achou que aqui no Brasil precisamos de um " repórter" como Borat, ele realmente foi muito creativo e direto, coisa que falta a nossos reporters...algúns parecem "muito" comprometidos e outros incapaces, hoje assisto muito pouco jornais televisivos...parecem uns com outros.... Viajo pela internet e tenho condições de leer algúns bons jornalistas estranjeiros e também brasileiros com credibilidade, que pensam sério e livremente, mais os medios de massa...esses deixam muito a desejar.
alfredo schechtman , Brasilia-DF - médico
Enviado em 1/3/2007 às 11:43:16 AM
O Dines me perdoe, mas, sobre o Janine, acho que a razão está com a Maria Rita Kehl, no painel dos leitores da Folha de 28/2. Janine embaralhou total e lamentavelmente espaços público e privado. Parece que seu lema agora é: "Sinto, logo não penso".
Caetano Greco Junior , São Paulo-SP - Arquiteto
Enviado em 1/3/2007 às 10:53:17 AM
Embuste!!! Este artigo do Jornalista Alberto Dines é o mesmo publicado no dia 26/02, intitulado “Correção política, insensibilidade moral”, que após críticas dos comentaristas sobre a falta de fundamentação do mesmo com os objetivos deste OI, foi enxertado com itens de “críticas” à imprensa. Mas não colou. Triste fim o do Policarpo..., digo, Alberto Dines.
Fernando Santos de Aquino , Cariacica-ES - Professor
Enviado em 1/3/2007 às 7:54:55 AM
Que se faça contraponto às reflexões expostas nos textos de Alberto Dines é perfeitamente normal, dentro de uma sociedade democrática, da qual o Observatório é um dos mais dignos representantes. O martírio do menino João Hélio é a face mais visível (no momento) do estado de barbárie ao qual chegamos, e estes outros acontecimentos mais recentes envolvendo o ministro ou os festejos carnavalescos compõem este quadro dramático, que necessita ser fomentado por pessoas responsáveis e comprometidas com a construção da cidadania em nosso país( por mais que isso pareça um jargão). Este site é um dos grandes responsáveis por essa construção, e os comentários desairosos contra Alberto Dines, percebidos nesta página, na humilde opinião deste que vos escreve, são ofensivas e caminham num rumo oposto ao que nos propomos enquanto defensores do estado de direito e de uma sociedade democrática. E quanto aos movimentos percebidos no Congresso quanto à redução da maioridade penal, só quero acrescentar o seguinte: Se o ACM é a favor, eu sou contra.
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 1/3/2007 às 12:13:02 AM
Esse papo de Fundação Ford e das insinuações contra Dines são inaceitáveis. Inaceitáveis, coisa de quem não tem o que fazer. Busquem argumentos, para além do que lêem no blog do Azenha (que não permite comentários, não dá a cara a tapa). Não estou formulando juízos sobre o Azenha, nada disso. Muitas vezes, discordo das opiniões do Dines. Ultimamente, aliás, quase nunca cncordo. Mas é fácil todo mundo ser feliz quando há consenso. O desafio democrático é acolher e respeitar a divergência, ora. A saída fácil é a desqualificação, insinuar desonestidade, sabujices e outras características impublicáveis. Alberto Dines tem mais idade que eu de jornalismo, para começar. Foi o primeiro a observar a imprensa. Todos nós, comentaristas do OI, devemos a ele esse pioneirismo e coragem. Mais respeito, por favor. Discordar pode, sem problema.
Paulo Mora , Rio de Janeiro-RJ - Médico
Enviado em 28/2/2007 às 9:54:48 PM
Os comentários se multiplicam e prosseguem os variados temas que nem sempre têm a ver com a mídia, incluindo críticas à grafia (na falta de saber criticar o conteúdo), ataques aos "petistas" (agora uma ofensa maior que todas, para alguns), discursinho de milico aposentado (doido para arrebentar alguém, mas não pode !) e outras pérolas. Falando em mídia, afinal, cadê os comentários sobre os procedimentos tomados pelo Ministro Mantega para comunicar o assalto que sofreu ? Que o Globo não queira comentar a besteira que fez é até esperado, mas nem o OI vai mostrar a barbeiragem da mídia ? Já foi melhor.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 28/2/2007 às 9:43:51 PM
Acho piegas e antiético para um professor universitário, ainda mais de ética. Não defendo o sofrimento para o preso e nem os maus tratos, apenas que pelo cumprimento da pena por crimes hediondos, prisão perpétua e de morte para que as reincidências diminuam. A única justificativa para a pena de morte, no meu ver! Um professor não poderia emitir este tipo de manifestação tão rasteira. Minha modesta opinião! Acabar com o sustento de pessoas incorrigíveis que matam muitos, e para os que continuam matando dentro da cadeia. Não para sofrerem, mas como medida sanitária apenas! Mortes na prisão não são justiças, mas o abuso dos mais violentos contra os mais fracos. O mesmo que ocorre na favela. Não é pobre que gosta de impunidade, é que não tem defesa. A verdade é que a impunidade virou para o povo brasileiro um valor intocável. Veja que a tragédia no trânsito não diminui sozinho, e não é culpa de falta de escola! É culpa da impunidade.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 28/2/2007 às 9:42:46 PM
E quando se tentou colocar em prática os controladores de velocidade se cerceou todas as possibilidades de funcionar exigindo todas as marcações possíveis para que os infratores passam naqueles trechos passarem numa velocidade que não costuma usar fora destas áreas! Assim, não é por falta de educação que o crime viceja, mas por impunidade. E como as mortes ocorrem justamente dentro das vilas e favelas, as autoridades nem dão bola! Reclamaram da falta de policiais nos 7 quilômetros! E existe policiais das vilas e favelas para os humildes pedirem proteção, denunciar o traficante que está assediando o seu filho, que impeça ser despejado por ordem do tráfico? Por isto que existe o crime lá, falta total de inibição pelo pode público onde vale a lei do mais forte! Será que rico sonega porque os impostos são injustos (e são) ou por que a impunidade é flagrante?
Teo Ponciano , São Paulo-SP - músico
Enviado em 28/2/2007 às 7:43:05 PM
Não há mais dúvidas: o "Prêmio Mainardi de Jornalismo" vai pro Dines.
Maria Izabel Ladeira Silva Silva , Aracaju-SE - professora
Enviado em 28/2/2007 às 6:03:36 PM
Sr. Dines. O linchamento da esposa do ministro prossegue, com toda profundidade e pertinencia inerente a todo linchamento! E em meio ao linchamento, pérolas da verborragia anti governista, misturando alhos com bugalhos! Lovely!Como diriam os ingleses...!Um lembrete: Aqui não é o Casaquistão! Aqui é o Haiti, como diria Caetano Veloso! "Pense no Haiti, rese pelo Haiti"!
Fábio Alves , Brasília-DF - Bancário
Enviado em 28/2/2007 às 4:51:03 PM
É um alívio ler um texto profundo e pertinente como esse. Principalmente porque a mediocridade dado as caras nos comentários do OI nesses tempos mais recentes, e em alguns artigos, ainda que nesses ocorra com mais raridade. Eu ia dizer apenas "Excelente artigo, Dines!!!", mas me pareceu pleonástico...
Joelson  Marques , São Paulo-SP - médico
Enviado em 28/2/2007 às 4:10:18 PM
Nõ adianta mais avisar. Alberto Dines já virou piada. Comentando com um amigo jornalista este texto de Alberto Dines, bastou iniciar a frase sobre seu conteúdo, para meu interlocutor terminar a minha frase, com a definição exata da abordagem apresentada. Ele não havia lido o texto nem é telepata. Apenas Dines tornou-se previsível e repetitivo o suficiente, para poder-se saber exatamente o que ele vai dizer sobre qualquer assunto. Lula é o culpado de tudo... E se não houver culpa, deve-se arranjar alguma para colocar no Lula... "Não sei porque você perde tempo lendo esse lixo que o Dines anda escrevendo, ninguém liga para os resmungos dele", disse meu amigo... sou obrigado a concordar.
Marcos Zelezne , São Paulo-SP - Auditor
Enviado em 28/2/2007 às 2:52:30 PM
Sr. André Lux, e será que o Sr. também não estaria a soldo do PT? Será que esses comentários de petistas irados aqui não seria uma campanha orquestrada por algum militante fanático, se é que não seriam a mesma pessoa? Os erros de português geralmente são os mesmos... Péssimo precedente esses patrulheiros já têm, vide a exclusão de comunidades anti-Lula no Orkut. Interessante que recentemente houve um affair entre um tal engenheiro Clerton e um comerciante Cid Elias, este último, contumaz crítico do Observatório e militante petista, desapareceu...Por que será???
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 28/2/2007 às 1:08:17 PM
Uma das lições básicas do jornalismo é de que não basta escrever bem e com fundamentos para satisfazer os leitores,havendo identidade de idéias até charlatões são aplaudidos.A questão é que jornalista que preze não escreve visando reconhecimento,aplauso,já que seu verdadeiro compromisso é com a verdade,e em última análise,com consciência e dignidade profissional.Discordâncias,eventuais ou sistemáticas,não são necessariamente um atestado de qualidade e muito menos de idoneidade,ainda mais quando partem de um certo público,como o que se encere naquele Manual a que venho me referindo,idiotizado.O contrário,ou seja,a aprovação desse gente,é que seria constrangedor e preocupante.Razão pela qual,se eu,com meus simples pitacos,me sinto gratificado em contrariá-los,imagino que com Dines e seu OI não deva ser diferente.
João Motta , Florianólpolis-SC - dentista
Enviado em 28/2/2007 às 12:07:56 PM
Sobre o artigo de Dines, para não ser repetitivo, concordo com todos que criticam o uso leviano de Eliane Mantega para atingir Lula e o PT. No caso do apoio da Fundação Ford ao OI, é puro chute o que Azenha escreve, essa instituição é reconhecida internacionalmente pelas pessoas que trabalham no terceiro setor. Financiam projetos muito arrojados e progressistas.
Joana Balesteros , Guarulhos-SP - estudante
Enviado em 28/2/2007 às 11:46:16 AM
Dines, estou separando R$ 10,00 para dar à caixinha que vai levá-lo à Venezuela, conforme sugestão do Azenha. Resta saber se a Ford Foundation não vai dobrar o valor da caixinha para que você não apareça nem na fronteira da Venezuela.
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 28/2/2007 às 11:20:43 AM
É no mínimo engraçado o critério do Observatório para censurar expressões. O articulista, exercendo o direito de omitir opinião e no tão sagrado, o "maior direito de todos os previstos na CF" (palavras de Dines. É de dar risada mesmo.....haha), que é a liberdade de expressão, baixa o sarrafo em seus desafetos, muitas vezes ofendendo-os. Por outro lado, quando comentamos os textos do nobre articulista, muitas vezes sem palavras de baixo calão, xingamentos, ofensas pessoais (no meu comentário abaixo nao ofendi ninguem, apenas parafraseei o "filósofo" Raul Gil, fui censurado). Que maravilha....... Caro André Lux , São Paulo-SP - Jornalista, o problema não é a Fundação Ford não. Pelo menos é o que eu acho. O problema é outra fundação, a OSESP, da qual o Dines faz partejuntamente com FHC, Pedro Malan, Pérsio Arida (amigão de Daniel Dantas e afundado até o pescoço nas maracutaias do Opportunity), Celso Lafer, dentre outros nobres bicudos.Não nos esqueçamos que a Fundação paga jantares e viagens..... Vou lhe dizer. Se eu fosse conselheiro da Fundação OSESP, pode ter certeza, também não falaria nada dos podres dos governos tucanos....rabo preso é isso....
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 28/2/2007 às 11:02:12 AM
Endosso a proposta de Luiz Carlos Azenha: vamos fazer uma vaquinha e mandar Alberto Dines para a Venezuela, desde que ele se obrigue a andar pela cidade e ouvir gente que é a favor de Chávez, para que ele não fique só com os golpistas. Poderíamos até pensar noutra vaquinha, para tirar o OI das garras da Fundação Ford.
Fabio de Oliveira Ribeiro , Osasco-SP - advogado
Enviado em 28/2/2007 às 11:00:26 AM
Renda e qualificação são duas coisas que apenas alguns brasileiros tem. Em nosso país isto sempre foi um privilégio. Quando eramos uma Colônia alguns dos portugueses tinham sesmarias, outros alguma instrução que transmitiram aos seus filhos (alguns dos quais educados em Portugal). Após a Independência, alguns liceus e faculdades foram criados, mas sempre em número insuficiente e apenas para educar os membros da família real e seus cortesãos. Com a República foi instituída a educação laica, mas ela não era para todos. Quando se tornou universal e obrigatória a educação era apenas até a 4 série (geração de meus pais), depois até a 8º série (minha geração). Atualmente o ensino é obrigatório até o segundo grau, mas só proporciona aos que o concluem uma renda minguada. As universidades públicas estão aí, mas a grande maioria de suas vagas são ocupadas por alunos de classe alta ou média, porque os pobres saídos das escolas públicas não tem condições de passar nos vestibulares. E se entram nela pelo regime de cotas, a mídia cinicamente diz que estão a entrar pela porta dos fundos. Renda, meu caro, é algo que todos deveriam ter porque necessidades todos tem. Os que não tem porque não tiveram educação viram-se como podem. Viram-se com uma arma em punho e decisão de partir para o tudo ou nada. Porque NADA eles já tem ou pensam ter. Renda é algo que todos deveriam ter e não tem.
Carlos Albuquerque , São Paulo-SP - professor
Enviado em 28/2/2007 às 10:23:14 AM
As declarações de Dines vão ganhar o prêmio "Anta de ouro de jornalismo". São preconceituosas, estapafúrdias e, para dizer o mínimo, pouco inteligentes. Não entendeu nem mesmo o filme Borat e o usa o expediente do humor para falar de pessoas mortas e chacinas. É lastimável e de uma imbecilidade ímpar. E olha que o texto não foi um comentário de improviso ao observatório, é texto mesmo. Dizer que a mídia "engoliu" as declarações dos ministros é desconhecer que a Globo, por exemplo, produziu matérias de cunho tendencioso, como alertou Luis Nassif. É esquecer, tanto mais, que existem medidas punitivas que vem sendo levadas à frente pelo Estado há anos, basta lembrar da chacina perpetrada pela polícia de São Paulo em resposta aos ataques do PCC. Por isso, gostaria de fazer minhas as palavras de vários comentaristas abaixo, sobretudo de Miguel do Rosário. Mostram, eles sim, que não se deve ler a nossa imprensa sem pedras na mão.
Fabiana Tambellini , São Paulo-SP - comerciante
Enviado em 28/2/2007 às 10:20:02 AM
Lamentável. Por que desqualificar dessa maneira Eliane Mantega? Por que manipular o significado de suas declarações? É, no mínimo, uma tremenda falta de educação a maneira como o jornalista tratou a cidadã. Quando li, enxerguei até uma certa misoginia nas entrelinhas.
André Lux , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 28/2/2007 às 9:56:21 AM
Não precisamos de um Borat: já temos Alberto Dines, o Dom Quixote da imprensa corporativa tupiniquim. Mas ele já foi desmascarado. O OI recebe grana dos EUA para atuar nessa campanha de desestabilização dos governos de esquerda da América Latina. Confirma mais um ótimo texto do repórter Luiz Carlos Azenha, novamente desmascarando os verdadeiros motivos que movem o jornalista Alberto Dines e o seu grotesco Observatório de Imprensa... "Vamos fazer caixinha e levar Alberto Dines à Venezuela?" Link para o texto original: http://viomundo.globo.com/site.php?nome=PorBaixoPano&edicao=545
Miguel do Rosario , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista
Enviado em 28/2/2007 às 7:31:03 AM
Continuando... A opiniao dele, isso sim, porque os milhares de comentarios do proprio OI que ele preside nao tem valor. Dines da mais valor às cartinhas fajutas dos leitores da Veja que aos milhares de comentarios que recebe aqui. Nao apenas comentarios, mas artigos. So nesta ediçao, tem uns artigos interessantes sobre como o debate sobre a segurança publica, da maneira como o senhor Dines quer que ele seja conduzido, apenas considera a visao da Casa Grande, visto que a dimensao do problema no pais é muito grande, muito séria, para ser tratada oportunisticamente e apressadamente. De resto, sair de um assalto em Ibiuna para chegar em Dossiegate. Alias, é tipico do Dines: prefere menosprezar as decisoes da Justiça Brasileira sobre o caso à abandonar seu partidarismo fanatico. A Justiça, quando inocenta o PT, é tendenciosa; quando o ataca, é correta. As insinuaçoes sobre Mercadante sao [ ] e beiram a difamaçao e a calunia, além de situarem-se totalmente fora do foco deste OI, que, subitamente, tornou-se um palco para Dines vociferar contra Lula e o PT. A vitoria esmagadora das urnas nao lhe provocou reflexao nenhuma, e isso é muito estranho e desonesto. Vou escrever mais sobre Dines no meu oleododiabo.blogspot.com.
Miguel do Rosario , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista
Enviado em 28/2/2007 às 7:20:55 AM
Prezado Dines, esta explicito o seu odio irracional contra o governo Lula. Qualquer oportunidade é utilizada para ataca-lo. Você, neste momento, pega declaraçoes de uma cidada, que é esposa de ministro, mas nao falou como tal, e que respondeu às perguntas de jornalistas quiça um tanto tendenciosos, e que seguramente (pois que sempre acontece assim, visto que so podemos conhecer realmente um pensamento de uma pessoa se conversarmos longamente com ela) estao descontextualizadas, e passa a usar o espaço privilegiado que você possui neste OI para ataca-la, virulentamente, chamando-a de Maria Antonieta e Avestruz de Ouro. Ou seja, voce cometeu a barbaridade de atacar a propria vitima, uma senhora que acabou de viver uma situaçao traumatica e, ela sim, nao tem a minima obrigaçao de ser "politicamente correta", ou de fazer exatamente as declaraçoes que o senhor Dines gostaria que ela fizesse. De resto, Dines, tomado de um furor absolutamente paranoico-delirante, mistura alhos com bugalhos e, a partir de um assalto à uma chacara em SP, estado, diga-se de passagem governado pela oposiçao ao partido governista, infere que o governo deseja promover a impunidade no pais, por causa do Dossiegate. De uma tacada, Dines comete dezenas de impropriedades. Dines arvora-se em juiz, delegado, politico de oposiçao e porta-voz de uma suposta opiniao publica - a opiniao dele, isso sim!
Paulo Mora , Rio de Janeiro-RJ - Médico
Enviado em 28/2/2007 às 6:52:31 AM
Jedeão, fique tranqüilo: ISSO nem o articulista, nem os paladinos da direita vão comentar. Claro que ninguém é obrigado a saber antecipadamente quais os procedimentos entre autoridades, mas não custava nada perguntar antes de sair condenando... ops, esqueci que essa é a pauta atual da mídia e das viúvas das eleições.
Renato Silva , rio-RJ - técnico
Enviado em 28/2/2007 às 2:33:01 AM
Hipocrisia é reclamar da utilização polícita do acidente com o tam da gol e depois utilizar uma tragédia como a do menino João para atacar insanamente o governo Federal. Hipocrisia é não falar NADA sobre a agressão do Kassab a um cidadão e esquecer o buraco do Alckmin para ficar atacando de forma insana a esposa de um ministro. E tem muitas outras hipocrisias aqui neste OI que o Borat poderia arrasar.
Fábio Carvalho , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 28/2/2007 às 1:51:10 AM
A Maria Antonieta de Ibiúna do Dines é o Francenildo dos petistas, porém com o sinal trocado. Ela foi vítima de seqüestro; ele, de quebra de sigilo. São vítimas e assim deveriam ser sempre tratadas. Eliane Mantega, essa cega-surda-e-fala-bobagem, pode apenas reproduzir a doutrina palaciana: ok, vamos admitir a hipótese. Viu-se orientada a falar um roteirinho da assessoria e seguiu o conselho como boa, submissa e loura esposa: uma Pamela monogâmica. Ou, pior, formulou ela mesma a tese "Substratos Psíquicos do Proletariado Bandido - Diálogos de Freud e Marx". No divã da psicanalista de costas para a vida, no entanto, essa hipótese pode ser falsa. Pode não fazer o menor sentido. Pode ser uma hipótese até perversa. Ou leviana. Debochar de sua condição de vítima e de sua reação à Estocolmo, no mínimo, não é de bom gosto. Dines é experimentado, não sei por que cometeu essa... Eu não conheço essa senhora, mas preciso respeitá-la liminarmente como vítima. Ela não é pessoa pública. Ela foi ouvida como vítima, não procurou a imprensa para fazer uma leitura sociológica da realidade. Sua filosofia pública pode até não ser comovente, vá lá. Mas ela merece o lead de artigo com remissão a outro, onde ela também é o assunto? Muito provavelmente, ela não foi recrutada a articular a defesa do PAC no Congresso, num complô de governistas contra os dignos representantes de João Hélio.
Marco Tognollo , São Bernardo do Campo-SP - sem profissão
Enviado em 28/2/2007 às 12:04:02 AM
Só um pequeno comentário: No caso do Mercadante, pelo fato dele ser senador, o Procurador Geral não decidiu de forma arbitraria e contraria a lei, como o Sr. tenta fazer acreditar. Apenas, cumpriu o disposto no parágrafo 1º do art. 53 da Constituição Federal. Os seus textos têm sido puramente futriqueiros. Continue assim e vai acabar se tornando colunista social....haha De resto, [ ]?
Célio Mendes , Vitória-ES - Bancario
Enviado em 27/2/2007 às 11:19:35 PM
Não tenho como discutir com o AD, pelo que tenho lido dele nos ultimos tempos sua autoridade em matéria de "hipocrisia" é inquestionavel, que o digam os pilotos americanos valentemente defendidos pelo jornalista que se arrogou de porta voz da vitimas, e agora se cala diante da cada vez mais inquestionavel responsabilidade dos pilotos no desastre.
Jedeão Carneiro , Cuiabá-Mt - Arquiteto
Enviado em 27/2/2007 às 10:38:35 PM
Segundo o Nassif, o "Globo" deveria admitir o erro ao lançar suspeitas e insinuações sobre o Guido Mantega de não ter dado queixa à polícia Paulista. O "Globo" entrevistou o Delegado de Polícia de Ibiúna, ou seja: só acessou o fim da fila, uma fonte que não tinha informações completas, enguanto Mantega, na condição de Ministro da Fazenda, comunicou o seqüestro à mais alta autoridade do estado, o governador Serra, que acionou seu Secretário de Segurança, que acionou o delegado. Tudo de acordo com os conformes. “Bastaria um pouco de discernimento para não cair nessa. Por exemplo, perguntar como os Ministros Ellen Gracie e Gilmar Mendes, do STF, procederam após terem sido assaltados. Ela foi à delegacia fazer um BO, ou as próprias autoridades estaduais se incumbiram disso?” Do jeito que a coisa tá, Mainardi leva vantagem, por isso não o odeio mais nem aceito mais a comparação. Pelo menos é autêntico e marca transparentemente sua posição ao declarar que seu objetivo é derrubar o Lula.
Alberto Figueiredo , Recife-PE - Advogado
Enviado em 27/2/2007 às 10:25:27 PM
É Fernando Luiz Silva, e a pior decepção é quando vejo um professor escrever "voçê" com cedilha e tudo... Não subestime nossa inteligência...
Charles  Furtado Vilela , Porto Alegre -RS - Jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 9:30:02 PM
Prezado Dines, seu comentário é grosseiro em relação a Eliane Mantega. Sua ira é uma violência: confunde a cidadã com o membro do Governo e a usa de disfarce para cerrar sua artilharia em Lula. A declaração de Eliane é de mulher, mãe, não de uma comparsa do PT. Ou nem disso ela tem direito, de falar de seu sentimento logo após um momento traumático? A análise perde o rumo ao misturar Mercadante, o dossiê, a maioridade penal – e sobre esta seu comentário é medíocre e estéril - e tantos outros temas que carecem de momento e propriedade. Não queira ser um Borat – conservador, fechado e obcecado por sua pequena aldeia. O Governo Federal têm responsabilidade sim pela criminalidade que está nas ruas, mas é cegueira injusta cobrar isso somente de Lula. Tal investida pode conotar com perda de memória ou perda do bom senso. E, por favor, não culpe tanto a Imprensa por suas imperfeições. Se a falta de profundidade é uma delas, a falta de memória é um mal pior ainda. Embora os anos lhe dêem aval para certos excessos, poupe-nos do descontrole e aproveite sua experiência para contextualizar – com reminiscência, por favor, superior a quatro anos – o que escreve.
Isabel Silva , São Paulo-SP - professora
Enviado em 27/2/2007 às 9:01:04 PM
O grande e bem intencionado jornalista Luis Nassif escreveu em seu blog que o Ministro Mantega comunicou o sequestro à mais alta autoridade do estado, o governador José Serra. Este acionou seu Secretário de Segurança que tomou as providências cabíveis. Também a Ministra Ellen Gracie e Gilmar Mendes não foram a uma DP fazer um BO ,quando assaltados no Rio. As autoridades estaduais é que se incumbiram do caso. Só o Dines é que não soube disso.
Paolo Valterson , Vitória de Santo Antão-PE - psi
Enviado em 27/2/2007 às 8:40:02 PM
O que ele quiz dizer com "imenso Portual"? Acho que o tucanêspefelistano já lhe tomou a cabeça a ponto de desrespeitar a ambos os países (sim, porque soou-me estar depreciando a um ou a ambos), ou então ele já perdeu a noção do que é o Brasil... De resto, não repetirei o que todos já aqui expuseram.
Milton  Pereira , Bauru-SP - bancario
Enviado em 27/2/2007 às 8:39:31 PM
Não há como entender tanta indignação do Sr. Dines com as declarações da Sra. Mantega! É triste constatar que tão importante jornalista use este espaço para repetidamente achar motivos para atacar Lula e seu partido (o governo DEVE SER CRITICADO SIM, mas de forma equilibrada e na justa medida). Enquanto esperamos - pelo menos a maioria dos leitores deste OI - uma abordagem isenta e profunda sobre o papel da imprensa para o aperfeiçoamento democrático e sobre as responsabilidades sociais da mídia em questões como educação, meio ambiente, saúde, legislação e outras, o que encontramos são artigos defendendo a grande mídia em temas como a redução da maioridade, a pena de morte, etc. Se trocássemos FEBEM por prisão ou eliminássemos jovens acabaríamos com crimes hediondos como o do menino João Hélio? Isentando as negligências dos pilotos do legacy e tirando responsabilidades de empresas aéreas para apenas centrarmos nos controladores de vôo (= governo), estaríamos melhorando o uso do nosso espaço aéreo? Julgando que o dossiê antitucano é fajuto e que a imprensa agiu corretamente no caso, contribuiríamos para o aprimoramento do processo eleitoral e diminuição da corrupção em nosso país?... A imprensa precisa saber que está INSERIDA na sociedade. A imprensa precisa parar de SÓ REAGIR, e agir com mais consciência. E ser menos OPORTUNISTA, FRÍVOLA e INTERESSEIRA, principalmente este OI.
Fernando Luís Silva , João Pessoa-PB - professor
Enviado em 27/2/2007 às 8:28:41 PM
Senhor jornalista, o sentimento mais deprimente que o ser humano descobre é a decepção. Quando lí " o papel do jornal" pensei num grande feito, hoje me sinto um babaca, veja por que: seus textos são parciais e melancólicos. A Revista Veja, que voce cita não é boa fonte. Ainda, vários políticos têm privilégios nos seus processos, voçê cita apenas o do pt. Não submestime a intelegência dos leitores. [ ].
Cristiano  Medri , Londrina-PR - Biólogo
Enviado em 27/2/2007 às 8:03:08 PM
Dines, assim você ficará conhecido como o Mainardi do Observatório. Não Dines, o estado não deve ser emocional, deve agir com a razão. O olho por olho, dente por dente não funcionaria no Brasil. Os pobres coitados, ladrões de galinha de sempre é que pagariam. Aliás, já há pena de morte no Brasil, a polícia Brasileira mata muito mais do que se mata através de penas de morte nos Estados Unidos e em outros países, só que os que morrem são os pobres, os negros, os que não consomem, e portanto, são invisíveis para a sociedade. A imprensa, parcial, omissa, não levantou um dedo para investigar as chacinas promovidas pela polícia comandada pelo governo do PSDB em resposta aos ataques do PCC. Agora vem querer fazer pressão. Ô hipocrisia!
Calypso  Escobar , Rio de Janeiro-RJ - cronista literária
Enviado em 27/2/2007 às 7:53:56 PM
Nem pensar que vou "pensar" em comentar seu trabalho,lí os,já,comentados e a disparidade é algo como o fogo de um vulcão. Ninguem se entende,fala-se em Mantega ter sido "boazinha" com os assaltantes,penso um tiroteio por lá haveria senão fossem comprados.Rico rí atoa.Que tem Lula com isso?. Não é o filhote tão bem "agasalhado". Termino dizendo que assaltantes nessas bandas são pé de chinelo.Grata Calypso Escobar
ubirajara sousa , slz-MA - psicólogo
Enviado em 27/2/2007 às 7:52:45 PM
Senhores, por gentileza, leiam o artigo do Luiz Nassif. O link do post é o seguinte: http://z001.ig.com.br/ig/04/39/946471/blig/luisnassif/2007_02.html#post_18784069
Hélcio Lunes , São Paulo-SP - Aministrador
Enviado em 27/2/2007 às 7:35:10 PM
Dines Sua fase indignação está ótima!"Maria Antonieta de Ibiúna" e "Avestruz de Ouro" é de morrer de rir! Além do que os Mantega passaram perto e terem cometido crime! Os "bons ladrões" afinal ficaram livres por meio dia para atacar outras famílias inocentes. No mínimo form irresponsáveis ao não alertar as autoridades! No limite foram coniventes! Não é a primeira demonstração de falta de preparo social do Ministro Mantega. Outro dia mesmo pretendeu "forçar a barra" com o Presidente do Banco Central para a redução mais rápida dos juros. Não morro de amores por Meirelles, e acho que os juros deveriam cair mais rápido, mas, daí a fazer uma reprimenda pública, com a presença de Lulla, é muita falta de noção, ou educação. O ocorrido no fina de semana em Ibiúna só comprova sua incompetência existencial, se é que isso existe!
Rogério Ferraz Alencar , Fortaleza-CE - TRF
Enviado em 27/2/2007 às 7:02:35 PM
"A mídia não entra nessa. Não tem tempo para sofrer dilemas, prefere a fulanização, sentenças instantâneas para limpar a pauta." Perfeito. Num texto onde são fulanizados apenas gente do PT e do governo. Num texto onde, para manter a fulanização, recorre-se a uma mentira já repetida tantas vezes: a de que a revista Istoé publicou o dossiê comprado pelos aloprados, quando não houve uma coisa nem outra. E a desfaçatez de dizer que o procurador-geral livrou Mercadante apenas pela questão do foro, quando o procurador disse não haver nada que ligasse o senador ao caso do dossiê. E o que dizer da classificação do caso dossiê como um dos maiores crimes eleitorais dos últimos tempos? Além disso, ainda temos Ivan Berger, o Perfeito Idiota Latino Americano, dizendo que o caráter do brasileiro é frouxo. E Givaldo Alves dizendo que tem vergonha de ser brasileiro.
Lica Cintra , Rio-RJ - educadora
Enviado em 27/2/2007 às 6:19:21 PM
Sinceramente não acho que a declaração de Eliane Mantega signifique ultrajante complacência com bandidos. Esse tipo de raciocínio é muito mais comum do que se pensa. Em minha família já aconteceu roubo de casa que ao final deu a mesma sensação "que sorte , os bandidos eram tranquilos, roubaram e não nos mataram". Isso não significa que minha família seja complacente com a bandidagem, foi um sentimento de alívio legítimo diante da brutalidade em voga. Dines coloca na boca de Eliane conteúdos que não são dela. Sobre o lance do "Disque-sequestro" o que vi foi a imprensa dando muitas dicas de como não cair na armadilha e pouco criticando os governadores Cabral e Serra, responsáveis pelos presídios de onde partem os telefonemas.
Luiz Eduardo Rosa , Rio de Janeiro-RJ - Publicitário
Enviado em 27/2/2007 às 6:12:16 PM
Me parece que o objetivo dos textos do AD é provocar e chatear a grande maioria dos comentaristas deste blog. Em todos os assuntos que comenta, ele cita o tal do dossiê dos aloprados, como se fosse a pior coisa que já ocorreu neste país. Me parece que ele conseguiu o que queria: encher o saco de todos (mesmo que, para conseguir isto, ele tenha sacrificado a sua credibilidade).
Odorico Carvalho , Picos-PI - Jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 6:11:28 PM
Sr. Dines: o ódio que o senhor desenvolveu pelo PT e seu governo não lhe faz bem, corrói-lhe as entranhas, turva-lhe a visão e põe em risco severo toda a sua história no jornalismo brasileiro. O pior é que toda essa celeuma sobre o assalto a Guido Mantega parte de um fato falso noticiado pelas Organizações Globo, de forma distorcida e mentirosa, conforme acaba de ser publicado no Blog do Paulo Henrique Amorim. Ou seja: o Ministro prestou queixa sim diretamente ao Governador Serra. No mais, quem não lembra do sequestro da filha de Silvio Santos, quando até o ex-Governador Alckmin se envolveu nas negociações? Ali a sequestrada fez inúmeros elogios as sequestradores sem que, pelo que me lembro, o Sr. Dines tenha se sentido tão injuriado. Por fim, o Sr. Dines tem a obrigação de agora, fazendo a sintonia fina de sua proposta de trabalho, criticar a publicação tendenciosa feita pela não menos odiosa Globo. Ou é isso ou então sugere-se mudar o nome do blog para OBSERVATÓRIO DO GOVERNO LULA, quando então saberemos rechaçar aqui as injustiças que o senhor vem comentendo todos os dias.
José Ayres  Lopes , São Paulo-SP - Sociólogo
Enviado em 27/2/2007 às 5:38:30 PM
Desta vez Dines passou dos limites. Todo mundo tem o direito de ser de direita, reacionário e agradar aos seus patrões da maneira que a consciência ditar, mas este texto é grosseiro. Só pode ter sido escrito por alguém mal resolvido!
Ivan Berger , Santos-SP - jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 5:07:49 PM
Colhemos o que plantamos,essa é a grande verdade que paira sobre nossos crônicos problemas e dilemas.Se os governos fracassam,a imprensa deixa a desejar,e as coisas não melhoram nem por decreto,a culpa,sinto muito dizer,é nossa,que plantamos mal.E não adianta listar as custumeiras desculpas e justificativas no sentido de transferir responsabilidades,o que é sempre mais cômodo,além de evidenciar a decantada frouxidão de caráter de nosso povo.Vivemos sob o livre arbítrio,escolhemos nossos governantes e em tese somos donos de nossos narizes,e nossa sociedade é o reflexo disso,para o bem e para o mal.Enquanto agirmos como se fôssemos vítimas e não cúmplices e mantenedores de nossas seculares mazelas,lépidos e fagueiros nas cobranças mas displicentes e negligentes nas decisões e posicionamentos,vamos continuar vivendo nesse clima de faroeste e sendo comparados com a escória do planeta.O resto é literatura.
Marcelo del Questor , Belo Horizonte -MG - Assalariado
Enviado em 27/2/2007 às 4:50:14 PM
Esta declaração dessa senhora é algo que nem consigo qualificar. é de um absurdo que me faz até concordar com esse longo, enfadonho e sempre repleto de dor de cotovelo de Dines. Absurdos como esse são provocados devida a essas eternas benesses recebidas por políticos brasileiros em todas as esferas. É cultural. É o mesmo que ocorre com a imprensa, como colocou de forma muito própria Dines. Vide a questão do acidente com o avião da Gol. Quando ocorreu a tragédia, logo depois do "hiato" da rede Globo, com relação a mesma, a imprensa e o próprio Dines, se arvoraram de especialistas em aeronáutica. Acusaram os pilotos brasileiros, os controladores de vôo e o buraco misterioso. Por outro lado, praticamente endeuzaram os pilotos do Legacy. Agora que ficou comprovado que os incompetentes sabiam nem usar os equipamentos que configuram o trajeto de vôo. E agora depois de comprovado o erro ainda tentam minimizar a gravidade do acidente e dos culpados. comparativamente é como dizer que os pilotos do legacy são "ladrões-de-galinha"...
Euclides Rodrigues de Moraes , João Pessoa-PB - Bancário
Enviado em 27/2/2007 às 4:49:24 PM
Senhores comentaristas, POR FAVOR, ACESSEM O BLOG, VERBO SOLTO, AQUI NO OI MESMO E LEIAM O ÚLTIMO POST DO SR. LUIZ WEIS. Escrevi em maiusculas para chamar a atenção.
alfredo sternheim , são paulo-SP - jornalista/cineasta
Enviado em 27/2/2007 às 4:11:50 PM
Já em relação ao outro comentário de Dines sobre a sra. Mantega (no rádio, mas publicado ontem aqui), escrevi citando a recente chacina no bairro Itaim Paulista como exemplo da seletiva capacidade de indignação de Dines. Hoje, vejo um ótimo artigo a respeito, de Luciano Martins (Crime na Senzala,a casa grande não Vê). E vejo que, dentro da linha obsessiva anti-Lula, anti PT de Dines, ele volta a carga contra a sra. Mantega. Não a conheço,não lembro de ter visto seu rosto em publicações, mas me causou indignação ver a exploracão ironica- agressiva que Dines faz desta senhora diante de um fato assutador, traumatizante: um assalto na qual foi vitima junto com seus filhos. O deboche grosseiro me chocou. AO mesmo tempo, nenhuma palavra sobre as chacinas de jovens em bairros de SP. Mas é claro, essa abordagem poderia respingar no governo do estado de SP, que sustenta a OSESP. E o jornalista sempre blindou o governo tucano-pefelista. Mas volta a carga com o dossiê Vedoin cujo conteúdo até hoje é um mistério. Por que vale tanto dinheiro? Será a minha curiosidade um atalho emocional para me sobrepor ao problema da violência que tanta retórica tem provocado entre jornalistas prolixos? Não , não é, apenas um anseio por mais objetividade entre os colunistas. E concordo com o prof.Flizikovski: atalho emocional não resolve problema social. Boa a lembrança que ele faz do nazismo.
Antonio Gramsci , Monte Aprazível-SP -
Enviado em 27/2/2007 às 3:54:07 PM
Olá Dines! Parece que você aderiu ao bloco do Rabino Sobel. Pena de morte prá todo mundo. E já!!! Vai resolver???? Que tal a imprensa começar a batalhar por uma melhor distribuição de renda??? Que tal os ricos brasileiros começarem a solucionar os problemas da favela ao lado da mansão??? Por que a imprensa não se engaja nesse movimento??? Ele é muito mais nobre e efetivo do que condenar meio dúzia de pés-de-chinelos à morte. Pergunta final: Você alguma vez na sua vida já entrou dentro de uma cadeia do Brasil??? A cadeia do Pimenta Neves não vale. Depois de visitá-las, você vai chegar a conclusão que a pena de morte muitas vezes é uma libertação. Dines, 50% dos presidiários brasileiros estão contaminados pela Aids, em sua maioria através de estupros. Por que não se fala nisto na gloriosa imprensa nacional????
José de Souza Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 3:34:12 PM
O Brasil é o país da impunidade. E quando pune, não convence. E confunde. Por exemplo, quando um tribunal gaúcho condena três homens que roubaram um boné de 10 reais de três rapazes, ameaçados com um revólver de brinquedo, a cinco anos de cadeia, enquanto outros tribunais acham normal deixar solto um criminoso de colarinho branco que subtraiu do erário milhões de reais que seriam destinados à saúde pública. Estamos perdendo o sentimento do que é crime e o que não é. O Brasil virou uma nação aética. Um refúgio de espertalhões. Se Hegel vivesse aqui, ele nunca teria tido a idéia do Estado ético e talvez não tivesse sido chamado de imbecil por Schopenhauer. Dines está certo ao alertar, mais uma vez, para a gravidade da crise que abala o país e a imprensa.
Jose  Ramalho , Rio de Janeiro-RJ - Camelo
Enviado em 27/2/2007 às 2:51:51 PM
Muita gente fala muito mas não conhece a rua, onde trabalhamos. De um lado é o RAPA, agente do governo para nos extorqueir e destruir nossas vidas; De outro os bandidos que nos roubam o pouco que temos, passamos fome muitas veses. Acima de tudo estão os intelectuais que sempre tem pena dos bandidos e da rapaziada que fazem barbaridade com todo mundo inclusive com a quele menino. O problema é que a policia não deixa que nós tomemos nossas providencias, com certeza em 10 dias não tinha mais bandido aqui nas ruas e acredito tambem em Brasilia tambem.
Joelson  Marques , São Paulo-SP - médico
Enviado em 27/2/2007 às 2:31:49 PM
Sempre, sempre, sempre satanizando Lula, o Governo e o PT. Quando acontece alguma coisa que envolva a oposição, nenhum comentário. Se isso não é ser tendencioso, então ninguém é...
Agostinho Neto , São Paulo-SP - Médico
Enviado em 27/2/2007 às 2:30:49 PM
Bem Sr. Dines, homem pleno de indignação e sedento de justiça, inimigo de todo subterfúgio que conduza à impunidade, que tal apurarmos as responsabilidades sobre as mortes e as perdas materiais causados pelo turn key e a linha 4 no bairro de Pinheiros? Não é coisa de ladrões de galinha! Investigar isso seria "suicídio" para quem?
José Alberci da C. Braz , Rio Branco-AC - Professor
Enviado em 27/2/2007 às 2:24:42 PM
Verdadeiramente estamos à beira do caos. Melhor dizendo, o caos já se instalou em nosso meio. Fico assombrado ao ouvir e ler declarações feitas por muita gente que se julga muito inteligente, mas que, na verdade, simplemente vive de verborragia. Como os valores se inverteram em nossa sociedade. Crimonoso, agora é inocente, ininputável... Já aqueles que tentam pelo menos levar uma vida honrada, esses é que são os criminosos. É inaceitável ver algumas pessoas criticarem códigos penais e criminais de outros países e até culturas (como o fez um [ ] aki ao criticar a lei judaica). Dizem que penas mais duras como redução (ou extinção, que é o que eu defendo) da maioridade penal, prisão perpétua, pena capital não resolvem o problema da violência. E ficar como está, será que resolve? Mesmo q
Ruy  Acquaviva , São Paulo-SP - analista de sistemas
Enviado em 27/2/2007 às 2:16:31 PM
Falar de impunidade e insensibilidade após ter se omitido completamente em relação à tragédia do desmoronamento das obras do metrô paulistano, é ofender a inteligência dos leitores. Aliás, isso é o que o autor mais faz. Manardi fez escola e ganhou um discípulo.
Isabela  matheus , Rio de Janeiro-RJ - funcionária pública
Enviado em 27/2/2007 às 1:55:13 PM
Se mídia precisa de imagens instantâneas para garantir sua existência, assim como nós, o povo, precisamos proporcionar aos agentes dessas aberrações criminosas um ponto final para poder efetivar os sistemas sociais abstratos, então eu concordo que o público não comporta mais longos dilemas em torno do assunto da criminalidade.
Paulus Eyler , Rio de Janeiro-RJ - Publicitário
Enviado em 27/2/2007 às 1:48:03 PM
Caríssimo Dines, Entendo perfeitamente seu profundo estado de frustração diante desta "realidade" que estamos vivendo, um pacto com a mediocridade. Não desanime, outros seus colegas não só ja desistiram como aderiram a esta nova ordem. Os verdadeiros jornalistas, muito poucos, berram e esperneiam, use sempre o seu trombone. Parabéns.
Paulo Mora , Rio de Janeiro-RJ - Médico
Enviado em 27/2/2007 às 1:47:57 PM
Ops ! Para quem quiser saber. http://z001.ig.com.br/ig/04/39/946471/blig/luisnassif/2007_02.html#post_18784069 Que chato, hein ?
Rogerio  Marques de Godoy , São Paulo-SP - Publicitário
Enviado em 27/2/2007 às 1:25:51 PM
Eu não entendo os brasileiros, essa mania de comparar o Brasil com Suíça, o Brasil é um país em desenvolvimento! As cidades da europa tem 1500 anos ou mais de desenvolvimento, o Brasil a merreca de 500 anos e monte de bandidos que vieram dela pra morar aqui, e nada se muda de uma hora para a outra. O crime no Brasil acontece porque existem mais gente pobre e sem estudo e que não conseguem sair do atoleiro, que é ser pobre! O assalto que o ministro sofreu é normal, corriqueiro no Brasil as pessoas tratam um assalto como banal, Eu nunca fui assaltado, nunca andei com jóias, relógio, carrão blindado, carro zero não tenho que reclamar!
Wolmar Gavazza Gavazza , Salvador-BA - Jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 1:22:13 PM
Nao sei poorque nao divulgam meus comentarios, nao ofendo ninguem apenas acho que Dines alem de [ ] esta querendo aparecer feito o [ ] do Mainardi e outros desses que recebem dinheiro para atacar as pessoas.....se não forem do PSDB
Sumé Kamaradt , Curitiba-PR - consultor
Enviado em 27/2/2007 às 1:22:04 PM
Os últimos acontecimentos relatados pela mídia, demonstram para onde entamos caminhando. Denunciados os mais escrabrosos escandalos politicos, tornam-se páginas virada da história com uma falsidade e desmentidos que são de levantar do túmulo qualquer idealista. A falta de reconhecimento da sociedade e seus dirigentes de que a bandidagem está no poder, leva a atrocidades como aquelas cometidas contra ônibus e o pobre garoto arrastado. Eles continuarão impunes(os bandidos) a sociedade continuará punida e cada vez mais. Desarmaram os homens de bem ( muito justo ) esqueceram de desarmar a bandidagem. Bem, para eles a lei é outra. Estão a serviço de interesses de poderosos, possivelmente. O governo é manco, deficiente e despreparado para reprimir as ações dos bandidos. A formação de milicias para enfrentamento da situação não seria a forma eficaz mas vamos analisar como alternativa pois a milicia é composa por cidadãos da própria sociedade (ex policiais e bombeiros) que conhecem todos os marginais. Bem estruturados e fiscalizados poderiam acabar com parte do banditismo nos grandes centros. Voltando aos politicos. Esses não têm cura vejam a tão propalada reforma ministerial. Até agora, nada. Melhor é organizar o mensalão dando formas mais legais ao ato tão honesto e que teve sua prática amplamente aceita no congresso (absolvidos) bem como para os sanguessugas e outros afins.
Menjol Almeida , São Paulo-SP - Analista Cobrança
Enviado em 27/2/2007 às 1:16:49 PM
Se o Alberto Dines continuar a escrever tão longas análises a respeito de tão importantes assuntos vai acaber sendo promovido a chefe de redação da revista Contigo, irmã gêmea da Veja que ele procura imitar com tanto fervor...
Wagner Orti Lopes Orti Lopes , Macatuba-SP - Gerente
Enviado em 27/2/2007 às 1:11:55 PM
Faltou comentar a chacina que os policiais de São Paulo, quase 150 pessoas que foram mortas em confrontos com policiais após o primeiro ataque do PCC. Toda a imprensa e populção não teve interesse em saber as condições dessas mortes. Ficar falando em mudanças nas leis para conter a violência é pura hipocresia, já temos leis suficientes. Temos até pena de morte, é só ver o número de mortos em presidios, guerra de quadrilhas e confronto com policiais. Se o crime se organizou foi através da corrupção de policiais e juizes, esse sim é o problema, pagarmos para sermos roubados. Outro problema está na falta de segurança no interior, na minha cidade não temos o número mínimo de policiais previstos por lei, enquanto isso temos viaturas e policiais para escoltar o maior contrabandista do país, de ambulância, para visitar o papai.
Renato  Pinto de Almeida Júnior , São Paulo-SP - Administrador
Enviado em 27/2/2007 às 1:08:17 PM
Sr. Alberto Dines, Maria(s) Antoniesta(s) de Ibiúnas a parte, a questão da violência generalizada contra o cidadão (ã), é como de costume, deixada sempre para mais tarde, apenas lembrada em épocas de eleição nos currais eleitorais de todo o Brasil. Boas soluções são sempre apontadas por grandes e competentes especialistas da área e quase nunca operacionalizadas. Considero que o princípio dessa educação cidadã que está em falta, passa necessariamente por uma ampla reforma política, onde os nossos EMPREGADOS públicos (é bom lembrar), possam ser destituídos e penalizados como qualquer outro funcionário em qualquer empresa ou instituição, caso as promessas, e principalmente, os objetivos prometidos não sejam realizados. A educação, como uma das principais chaves para o desenvolvimento da cidadania começa com o exemplo que vem de cima, dos "líderes". E nesse sentido, uma grande maioria de nossos políticos são muito mal educados e demonstram sequer conhecer, quanto mais exercer, o conceito de cidadania. No Cazaquistão, pelo menos exite o ar, que a princípio é igual e está disponível a todos. Por aqui, muitos já não respiram mais... Parabéns pelo seu texto.
Givaldo  Alves , Piaçabuçu-AL - comerciante
Enviado em 27/2/2007 às 12:57:12 PM
Todos nós sabemos que esse país é uma republiqueta. Mas não se sabia é da quantidade de canalhas e de marginais no governo, na elite e na imprensa. Eu tenho vergonha de ser brasleiro. Eu sempre digo aos meus que Deus foi muito generoso comigo, menos permitir que eu nascesse num país tão canalha feito esse. Digo, também, que se ue morasse em outro país eu negaria minha nacionalidade. Pode ser até o Iraqui, menos essa aldeia aqui
ADERBAL AZEVEDO , RECIFE-PE - ARQUITETO
Enviado em 27/2/2007 às 12:48:17 PM
Pra que o Borat, se a gente já tem o Macaco Simão? Ô mania de colonialismo....
Conceição  Andrade , Salvador-BA - Secretária
Enviado em 27/2/2007 às 12:48:10 PM
Dines: Em parte concordo com você, e, em parte, com o comentarista Fabio. Não se deve empalidecer a situação na busca de solução, mas, punir até hoje nunca resolveu em lugar nenhum do mundo. O que se deve buscar são 2 eixos: Prevenção e Contenção. como a emergência é contenção, então que tal, você convidar Psiquiatras Forenses e discutir com eles no seu programa, se o uso da farmacologia como se usa nos sanatóriso, não seria mais viável que punir, ou seja, tratar o criminoso como doente mental dentro dos presídios. Não teriam condições de pensar crimes e agir como usar celulares, ficariam tipo anestesiados, como nos sanatórios. Faça um Programa e convide, inclusive a mulher de Mantega. Aí querido, vou aceitar sua indgnição, pois estará fazendo de forma construtiva. Por que? porque adquirimos uma cultura de castigo, punição, condenação ao longo do tempo, inclusive pelas religiões dominantes como judaismo e catolicismo (guerras e santa inquisição, lei Moisaica, etc.), que acrescentou a cultura da violência pela violência ao invés da espiritualização. E o que se vê hoje no mundo são reflexos, porque educação escolar só não resolveu, haja visto os "corruptos" foram na maioria, acadêmicos. Use seu Programa de TV e ajude a encontrar a solução, assim seremos mais felizes nessa questão, aliás, isto é que a mídia deve fazer, levantar questão na busca da solução e não da depreciação.
Marco Antonio Stephano , São Paulo-SP - Veterinário
Enviado em 27/2/2007 às 12:48:01 PM
Excelente texto, mas o que me impressiona na verdade, indiferente se é direita ou esquerda, é que os três poderes empurram com a barriga quando se fala em punição mas alegam abertamente quando se fala em impunidade. Quero acreditar que seja o medo de ter que um dia experimentar do seu próprio veneno.
Nelson Costini , São Paulo-SP - Professor
Enviado em 27/2/2007 às 12:38:44 PM
Dines, convivemos neste país de miséria com escândalos há muito tempo, além da falta de iniciativa de vários políticos. Dentre eles, o balaio de gato chamado PSDB (Partido Social Defensor da Burguesia), composto nada mais nada menos por FHC, Serra e Alckmin, para não citar outros. Aqui em SP soubemos da dívida feita por FCH em 1999 com o Clube de Paris e a sua tremenda habilidade política ao se aliar ao antigo PFL, que até trocou de nome em razão de tantas asneiras que cometeu em nome do fisiologismo, e agora acham que um nome novo trará honra e honestidade à legenda. Alckmin foi uma nuvem passageira de quase oito anos. Parecia que não tinhamos governador. Um zero à esquerda. De Serra, não há nada a dizer. Não terá coragem de enfrentar sem medo nem piedade, focando o antigo ex-governo de SP, na investigação das obras do metrô (grande feito eleitoral de políticos de meia pataca). Padecemos sim, Dines, de um Borat. A começar por encontrar algum que consiga trabalhar em qualquer redação jornalística do Brasil, sem estar preocupado em perder seu emprego e servir de marionete de seu patronato.
Jose julio franc0 neto , Curitiba-PR - autonomo
Enviado em 27/2/2007 às 12:37:07 PM
O nosso querido Brasil está entregue nas mãos de pessoas sem qualquer tipo de responsabilidade para com o próximo, digo para com o povo brasileiro, Lula e companhia Ltda são uma [ ] para não dizer de [ ], fazem o que lhes dá na cuca e pouco se importam com o resto, digo mais uma vez, o povo brasileiro. Quando naquela piada dos dois índios na primeira missa no Brasil, um falou para o outro, isto não vai dar certo, eles, índios, estavam completamente certos; basta ser um pouquinho menos burro para enxergar.´ Porém não existe mal que nunca acabe como bem que sempre dure, o povo brasileiro é que precisa evoluir, crescer, estudar e não utilizar o título de eleitor como cartão de crédito. Somente assim, talvez, consigamos retirar do poder esta [ ] que pretende nos governar, e se utilizam de todos os subterfúgios para conseguir essa façanha e pensar, nós é que fizemos tudo pelo Brasil. Lorota tem hora! Acredite se quiser. jjfneto@ibestvip.com.br
Luciano  Pita , Niterói-RJ - Arquiteto
Enviado em 27/2/2007 às 12:13:35 PM
Alberto Dines, você, que tanto critica a Veja, acaba reproduzinho an imprensa a ideologia desta nefasta revista semanal. É uma grande decepção descobrir que você é tão reacionário e preconceituoso quanto a Veja, enquanto fica posando de defensor da verdade e da liberdade de imprensa. Liberdade para quem? só se for para jornalistas como você perderem seu tempo atacando o zé povinho enquanto os corruptos, empresário se banqueiros fazem a lavagem tranquila de seus milhões. Alberto Dines, quando o caminhão da História passar, como dizia Chico Buarque, saia da frente pois, com certeza, ele irá te atropelar.
Willian  Rosa , São Paulo-SP - Funcionário publico
Enviado em 27/2/2007 às 12:10:13 PM
Dines, ainda mantenho a esperança de que o Sr. escreva algum texto contra o qual eu possa argumentar . Estes panfletinhos tucanos que o Sr. escreve não valem a pena, são muito "toscos", refletem a opinião de alguem que perdeu o contato com a realidade faça um passei por pirituba, quem sdabe o Sr. não se cura.
Luis Neubern , São Paulo-SP - Administrador
Enviado em 27/2/2007 às 11:52:38 AM
Parabéns Dines, ótimo texto, comovente. Você tocou em um ponto que para mim é espantoso, que são as estradas mineiras. É um verdadeiro banho de sangue. Todas as semanas noticia-se algum pavoroso acidente. Quero crer que falta a imprensa investigar melhor as causas destes acidentes. São em virtude das condições das estradas? Motoristas de ônibus e caminhões em excesso de trabalho? Fica a dúvida e, claro, a indignação. As chacinas paulistanas também é outro caso corriqueiro, outro banho de sangue, que a imprensa limita-se a apenas informar e não analisar com maior profundidade as suas causas.
Wolmar Gavazza Gavazza , Salvador-BA - Jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 11:45:24 AM
Com partidos como PSDB, com sociologos como FHC, e jornalista [ ] como voce realmente o Brasil é o fim do mundo.....
Reni Martins , Indaial-SC - Funcionário Público
Enviado em 27/2/2007 às 11:43:14 AM
Acho que sei o que ocorreu com o Sr. Dines. Foi convertido pelo Reinaldo Azevedo e pelo Diogo Mainardi. Isto é lamentável, consigo ler todo o lixo produzido por eles para saber das bobagens da extrema-direita, sem ser influenciado por seus argumentos. Ou simplesmente Dines descobriu um meio de obter atenção: virou a casaca para causar polêmica... e nós caímos como patinhos!
Marcio Flizikowski , Curitiba-PR - Professor
Enviado em 27/2/2007 às 11:38:29 AM
Caro AD, palavras de ordem não ficam bem na boca de um observador. TErgiversar também não. Você afirma que atalhos emocionais resolvem... gostaria que fosse apontado um problema social, pelo menos um, que foi resolvido por atalhos emocionais e não pela adoção de um processo de mudança. Se você quiser, em contrapartida, posso apontar uma série de atalhos emocionais , que em vez de resolver, pioraram o problema. Prá começar, o genocídio. A Alemanha em crise, desemprego, super-inflação... atalho emocional: culpa dos judeus. Em seguida, a ditadura Hussein... atalho emocional: levar a democracia ao povo iraquiano, resultado: bem, acho que basta ler os jornais.
cesar  reis figueiredo , lins-SP - prof. aposentado
Enviado em 27/2/2007 às 11:27:35 AM
O pessoal em Brasilia vive na ilha da fantasia,com hipocrisia para dar e vender. Somente quando seus filhos começarem a ser estuprados,assassina- dos e barbarizados,ele vão se mexer(pra valer). Os politiqueiros de plantão estão atemorizados com a CNBB,OAB e outras entidades que defendem os "menininhos".Porque não tomam vergonha na cara fazendo um Plebiscito sobre a maioridade penal, como o das armas? Certamente sabem que a esmagadora maioria da população aprova a diminuição da idade penal;no Plebiscito das armas levaram um soco na cara,mas não aprenderam pois as regras para comprar ou recadastrar as já legalizadas,colocaram um calhamaço de exigências que inviabiliza tais procedimentos. Esta é a "democracia" do Brasil!
Ivo Steinhoff , Porto Belo-SC - Tradutor
Enviado em 27/2/2007 às 11:18:25 AM
Não existe punição para os cossacos, mas também (e principalmente) não para a corte. O Jornal de Sta. Catarina de 26/02 alerta sobre a votação nesta quinta no STF uma matéria q pode livrar de cara 10mil políticos de processos (em curso) por improbidade administrativa. Alguma dúvida que a matéria vai passar? Por outro lado é compreensível a reação da esposa do ministro: ela é uma típica representante da ilha da fantasia q não tem nada a ver com o brasil e não conhece a realidade da selvageria dos seus (in)civilizados habitantes. Outra reação é q seria surpreendente. Essa gente ainda acredita que a bandidagem se deve à fome, a falta de oportunidades. Mas falta um pouco de raciocínio, pois seus pares na corte tiveram todas as oportunidades mas roubam e matam mais do que a crueldade dos "cossacos". Ou permitir q a falta de investimento em estrutura e saúde, que mata muito mais q as balas dos criminosos não é crime? Gastar bilhões para sustentar um exército de deputados fed e estaduais, vereadores, assessores, senadores e afins q não servem para nada além de sangrar ainda mais os cofres com seus desvios de verbas e assemelhados, e que agora poderão fazê-lo "oficialmente", já que o STF pretende q agentes políticos não são passíveis de ação por improbidade adm. Enquanto isso, vamos continuar a ser massacrados pelos "supergentis" que "só queriam dinheiro"...
javan de oliveira kendrick Kendrick , Maringá-PR - ferreiro
Enviado em 27/2/2007 às 11:11:51 AM
Não sei porque, mas estou censurado onde fala do lucro dos bancos. Vamos ver se aqui consigo por minha opinião. BANCO DO BRASIL LUCRA 45% NO ANO.A culpa é do Lula. Pois não consegue quebrar a famigerada legislação plantada por FHC. Os banqueiros (inclusive os que defendem os bancos estatais) estão em todo o governo. Fhc além da legislação que permite aos bancos cobrarem tudo e mais ainda de nós, esteve com a taxa selic em 40%. Sem contar que os bancos estaduais foram doados aos privados. Então os bancos se capitalizaram, Hoje lucram como sempre. O Lula é o culpado , não consegue curar o câncer criado por FHC.
Fabio T Filho , Lancaster-IN - academica
Enviado em 27/2/2007 às 10:57:55 AM
Entender o objeto e muito mais entender o sujeito. A cultura judaica e , ao contrario da cultura predominate no Brasil, a cultura do "olho por olho". Fundamentalistas judeus sao tao ou mais radicais que arabes. Judeua emigrados para o Brasil vieram dos ramos mais radicais da religiao e cultura judaica, fugidos do pogrons poloneses e russos. Explica-se portanto a ignorancia do mississivista. Borat. o ator, velho conhecido da TV inglesa. pertence a outro ramo da (rica) cultura judaica. Aquele que vai alem da truculencia do olho por olho, a que e capaz de analizar alem do rasteiro odio do resto da turba. O jornalista quer um Estado mais " firme" ignorando que pena-de-morte ja ha no Brasil ha decadas e que o Estado da vendeta e o que vigora por ai, e nao deu certo. Perguntado Borat, o personagem, perguntado sobre o que fazem com criminosos no Cazaquistao, responderia: Criminosos? Enforcamos no deserto, ao lado dos jornalistas pq ambos nao tem cura
Aldo Luiz de Paula Fonseca , rj-RJ - artista
Enviado em 27/2/2007 às 10:53:54 AM
Fiz um rápido "copydesk" no texto... "Concordo com as opiniões de Alberto Dines, e penso que a impunidade reinante é sinal da crise ética que afeta a sociedade brasileira "desde o dia do seu descobrimento". Penso que a mídia e seus consumidores precisam avançar neste quesito sob pena de perdermos muito para o "nosso" (de quem?) futuro.
Paulo Henrique  Sousa , Balneário Camboriú-SC - jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 10:37:57 AM
Genial, Dines! Uma prova de que há lucidez "neffepaiff". É claro que eles têm que defender os bandidos; é o espírito de corpo. Quanto à imprensa, não publica nada que seja minimamente contra o politicamente correto, mesmo que seja contra o Estado de Direito que, como você bem lembrou em outro texto, não existe por aqui. A cucaracholândia marcha rumo ao bolivarianismo - o mais novo eufemismo para "ditadura" aqui na américa latrina. Talvez nunca o livro de Popper - A Sociedade Aberta e Seus Inimigos - tenha sido tão útil quanto agora para nosotros. Persevere, meu caro!
marcos  portela , curitiba-PR - psicologo
Enviado em 27/2/2007 às 10:35:30 AM
Concordo com as opiniões de Alberto Dines, e penso que a impunidade reinante é sinal da crise ética que afeta a sociedade brasileira. Penso que a mídia precisa avançar neste quesito sob pena de perdermos muito para o nosso futuro.
José Marcos  Barreto Oliveira , Rio de Janeiro-RJ - Técnico Agropecuária
Enviado em 27/2/2007 às 10:33:59 AM
Dines, O espaço ideal para os seus artigos seria o site do PSDB
hicham dib , foz do iguaçú-PR - jornalista
Enviado em 27/2/2007 às 10:22:10 AM
Caro sr. Dinis. Não é necessário convocar o Borat estrangeiro. Temos centenas de Borats trabalhando nas grandes redações aqui mesmo no Brasil. Tem Borat até no Obsrvatório.
Paulo Fonseca , Mogi Guaçu-SP - Comerciário
Enviado em 27/2/2007 às 10:10:09 AM
Voce disse a verdade, o Brasil é um pais na qual a midia e os poderes publicos são hipocritas. Tentam de todas as maneiras enganar o povo, relativizando o erro, para uns matar não é nada, mas não poder pagar um imposto extorsivo é um crime capital. Estamos caminhando rápidamente para nos tornar um Haiti de fato. Em alguma regiões já cregaram lé outras ainda estão a caminho, e em breve todos chegaremos lá. Ninguem fala mas ha um imensa diaspora de brasileiros cultos para fora do pais, a quantidade é imensa. As empresas brasileiras estão se transferindo para fora do Brasil, ou seja os ricos tambem estão partindo, os artistas e jornalistas enganjados já estão com um pé la fora. Daqui a uns 50 anos, farão a pergunta, "Onde erramos?", ou "Pedimos desculpas por nossos erros", assim agem os Hipocritas. A elite a que tanto se referem os partidários do igualitarismo, são eles mesmos, são tão hipocritas que não se veem. Vejam uma hipocrizia gritante, elementos do serviço publico sempre reclamam da distribuição de renda, querem tributar mais os que produzem, esquecendo-se que eles, os Hipocritas ficam com quase 50% das riquesas produzidas neste pais. Está certo sr. Dinnes, esse é um imenso Portugal hipocrita.
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