ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 422 - 24/11/2009
  Jornal de Debates
Início > Índice Geral > Jornal de Debates + A | - A
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
 

RENATO JANINE RIBEIRO
“O crime hediondo vai muito além das causas sociais”

Por OI na TV em 1/3/2007

 

Renato Janine Ribeiro, professor de Ética e Filosofia Política na Universidade de São Paulo, foi um dos convidados do programa televisivo do Observatório da Imprensa, transmitido pela Rede Pública de TV na terça-feira (27/2). Aqui estão excertos de sua participação. No primeiro bloco, Janine falou da repercussão do seu artigo "Razão em sensibilidade", publicado na Folha de S.Paulo (caderno "Mais!", 18/2/2007), sobre o caso do menino João Hélio:

"Estou em estado de choque com tudo isso que aconteceu. Esse menino foi assassinado de maneira muito cruel. Eu li os jornais até o momento de ter a certeza de que a morte dele não tinha sido fruto do acaso. Quer dizer, até o momento de ter a certeza de que os assassinos sabiam que estavam arrastando o menino daquela idade. Eu também tenho filho pequeno e, certamente, isso pesa. Além disso, não pensei que fosse ver um ato tão desumano. Eu me sinto, um pouco, no lugar das primeiras pessoas que chegaram ao campo de concentração nazista e viram os farrapos humanos que estavam lá. Estamos diante de uma extinção da compaixão, de uma abolição dos sentimentos de humanidade. É uma coisa que foi feita de forma sistemática pelo nazismo. Por isso, no meu artigo, comparei a atitude desses assassinos à dos nazistas.

"O que fazer em função disso, realmente, eu não saberia dizer, não saberia propor. O que eu sinto é um descompasso muito grande entre o clamor da sociedade brasileira, que é um grito, e o que as instituições oferecem. Quando, depois disso, o juiz fala que a pena é de três anos para o menor, a população tem a sensação de impunidade, de desdém pela vida. Eu me preocupo com a legitimidade desse modo de pensar, que está muito afastado de uma reação de indignação a esse tipo de crime."

O que dizer a respeito?

"Há trabalhos sérios sobre a violência, como o do Núcleo de Estudos da Violência, na USP, que eu sempre apoiei. Há muitas coisas que vão nessa direção e que são positivas. Mas há também um outro lado muito assustador, que é a falta de hábitos de debates, no Brasil. Na nossa sociedade, quando há debate a tendência é transformá-lo em polêmica e começar a denegrir o adversário. O fato de que tenha havido tantos artigos ou cartas a respeito do meu artigo na Folha, na verdade me incomoda.A questão foi deslocada do ponto que era, a atrocidade cometida contra o João Hélio, para as minhas opiniões, sobretudo para uma invenção sobre as minhas opiniões. Chegaram a me atribuir uma defesa da pena de morte, da pena de tortura, que nunca eu fiz porque não se enquadra entre os meus valores.

"O que me impressiona é, primeiro, esse deslocamento das questões. Nós deveríamos estar concentrados nessa questão da dor extrema, da desumanização ou de como resolver isso. Deveríamos também tentar pensar que o mais importante é o assunto que está sendo discutido. Nós não temos essa tradição, nem na academia nem no jornalismo. Na academia, geralmente, ou concordamos, já que assim fica tudo bem, ou discordamos e vira uma briga, o que não tem que ser. Acho que não existe coisa melhor do que discordar de alguém, essa pessoa contra-argumentar, gerar um belo debate, eventualmente um mudar de idéia, ou o outro, ou os dois. Isso está fazendo falta.

"Agora, além de tudo, há um elemento nessa história que é o de emoção fortíssima, de indignação muito grande – e esse elemento não pode ser desprezado. Não dá para pensar essas questões simplesmente como operações de solução. Esse é o ponto que se aproxima do nazismo. Os comentadores e analistas do nazismo falaram muito de como a crueldade nazista, de certa forma, cassava a palavra; de como ficava impossível escrever, narrar e analisar Auschwitz. Se você vê um crime hediondo, o que vai dizer a respeito? Vai dizer quais foram causas sociais? Isso não dá conta. O crime hediondo vai muito além das causas sociais, vai muito além disso. Então, existe um fenômeno que, se de alguma forma nós pudermos orientar, mobilizar e caminhar, pode trazer um resultado positivo – que pode ser algum tipo de mutirão, de luta contra a violência, pela paz. Mas a gente já viu tanto isso, já é tanta crueldade – o menino queimado em Bragança Paulista, gente queimada em ônibus no Rio – que há um certo lado que se torna blasé em relação a isso. Eu realmente estou muito preocupado."

Resposta ao telespectador

No terceiro bloco, Janine respondeu a uma pergunta feita pelo telespectador Magno Oliveira, do Rio de Janeiro: "Novelas têm imitado os acontecimentos da vida real, como o incêndio do ônibus no Rio e o assassinato do milionário da megasena. O autor diz que usa fatos como esses como forma de denúncia. O senhor não acredita que isso pode banalizar ainda mais a violência?"

"Não acredito. Há intenções nas novelas que são muito positivas no sentido de provocar certas mudanças de conduta. Por exemplo, as novelas tiveram papel muito importante numa consciência maior dos brasileiros sobre igualdade dos sexos e contra o preconceito racial. Começou nos anos 1970, com um combate muito forte contra o machismo, contra a idéia de que o homem valia mais do que a mulher. Desde então, houve sucessivas novelas a respeito disso e também foi passado para a agenda brasileira a idéia de que homossexuais têm os mesmos direitos que os heterossexuais.

"Acho que as novelas tiveram e têm um papel importante nisso. Nós estamos diante de uma situação que é extremamente séria. Agora, a transmissão pela TV, pela novela, do fato de que certamente a grande maioria da sociedade brasileira quer a paz, quer a humanização, não está sendo suficiente, não está impedindo a barbárie. Crimes, talvez tão hediondos quanto esse foram, de certa forma, deixados de lado. O fato é que algo quebrou com esse crime, pelo menos para mim. E, ao mesmo tempo, a sensação de que medidas para superar isso têm que ser medidas muito fortes.

"Quem tem se empenhado mais numa mobilização da sociedade brasileira? É muito estranho para mim afirmar, porque tenho toda uma trajetória muito leiga sobre o que eu vou dizer, mas o que me impressiona muito é a dedicação das pessoas que têm religião, que têm fé, como o padre Júlio Lancelotti, em São Paulo, e o senhor Masataka Ota, também em São Paulo, cujo filho pequeno foi assassinado de uma maneira bárbara. São pessoas assim que, de repente, são capazes de uma dedicação. O senhor Ota, quando o filho morreu, rezou, xingou Deus e pediu uma iluminação. Quando abriu os olhos, ele viu diante dele uma Bíblia e decidiu dar uma aos criminosos ao invés de matá-los, que era a primeira tendência dele. Existe uma força e uma dedicação que muita gente tira da religião. Parece que para enfrentar o mal, é pouca a força que nós isoladamente dispomos." (Transcrição de Camila Elias)

Leia também
O Cazaquistão é aqui – Alberto Dines
Comentários (10)
Comentar
Compartilhe
[imprimir] [enviar por email ] [link permanente]
Este é um espaço de diálogo e troca de conhecimentos que estimula a diversidade de idéias e pontos de vista. Não serão publicados comentários com xingamentos e ofensas ou que incitem intolerância ou crime. Os comentários devem ser pertinentes ao tema da matéria e aos debates que naturalmente surgirem. Evite vulgaridades e simplificações grosseiras. Não escreva em maiúsculas: isso dificulta a leitura do texto e, na linguagem da internet, é interpretado como gritos. Mensagens que não atendam a estas normas serão deletadas, e os comentaristas que habitualmente as transgredirem poderão ter interrompido seu acesso a este fórum.
         
Nome :   Sobrenome :
E-mail:   Profissão:
Cidade:   Estado:
Comentário:


para o limite de 1400.
 
The CAPTCHA image
Clique aqui para ouvir o
texto soletrado(mp3)
Digite no campo abaixo o texto
que você vê na imagem ao lado.

 
Carlos Eduardo Fernandes Teixeira , Rio de Janeiro-RJ - reformador
Enviado em 13/3/2007 às 1:09:52 AM
Por favor peçam para ele explicar sua posição tomada no jornal Folha de São Paulo com relação à pena de morte ainda com suplício para o réu.Falou disso domingo retrasado. Rogo ao apresentador que faça uma pergunta sobre isso.Era fã do filósofo e não entendi nada desta nova posição tomada por um intelectual de sua monta.Sempre assisto sua reprise sobre filosofia no canal Futura.Será que ele se tornou nosso Robespierre? Um abraço a todos e não desistam nunca da luta. Carlos Eduardo Fernandes Teixeira - Flamengo - Rio de Janeiro - RJ
Tiago de Jesus , SP-SP - analista de sistemas
Enviado em 5/3/2007 às 6:31:32 PM
É necessária uma correção da inverdade que disse agora Renato Janine Ribeiro, talvez inadvertidamente: "(...) as novelas tiveram papel muito importante numa consciência maior dos brasileiros sobre igualdade dos sexos e contra o preconceito racial.". Sugiro a quem quiser saber mais sobre o tema o livro A negação do Brasil, do cineasta e pesquisador Joel Zito Araújo. O intelectual Janine Ribeiro não teve o devido cuidado de checar as fontes antes de dizer que a telenovela brasileira luta contra o racismo, foi só uma opinião de botequim, uma exasperação de suas convicções pessoais para um universo imaginário que reflita suas apelações e querências, à maneira pós-moderna das conversas de botequim, tal como, aliás, seu lamento totalmente desprovido de razão na Folha de São Paulo. Ficaria feliz de obter considerações provenientes do pensamento e da pesquisa de Janine Ribeiro, mas prescrever ditames que pretendem ser humanistas em pleno ar não faz parte desta categoria. http://www.consciencia.net/2006/1013-negacao_brasil_joel.html
nelson perez de oliveira junior , iturama-MG - bancario
Enviado em 5/3/2007 às 12:34:18 PM
Sr. Felipe, em um mundo onde cada vez há mais informação e pessoas querendo informar, eu prefiro ser mais seletivo em quem devo confiar e devo buscar informação. Maquiavel, Jesus Crist, Socrates, Platão, Albert Einstein, Max Planck, Machado de Assis, Gregório de Matos, Camões, Guimaraes Rosa, Fernando Pessoa e Drummond entre mais alguns outros, reconhecidamente capazes, até para estarem em enciclopedias, me bastam. Esse Sr. arrivista dilemático não me interessa conhecera. até porque intelectuais devem ter intelecto, mesmo sob emoção, ha´que se ter controle emocional para escrever, porque nossos corações são analfabetos e a comunicação é cerebral. Ainda está sem resposta minha indagação cerebral de que sempre se fala em justiça e endurecimento de penas quando alguém da elite branca e rica é vítima da violencia, nossos filhos brancos e bem nascidos devem ter direito à vida eterna para comandar o futuro dos mal nascidos, é dessa hipocrisia que tenho nojo. A grande população carcerária no mundo ocidental é negra parda e/ou pobre. CAdeia cá e lá são para PRETOS, POBRES E P[] E SEUS FILHOS. Intelectuais como este me dão pena de seus alunos.
FELIPE GUERRA , São Paulo-SP - Analista de Sistemas
Enviado em 5/3/2007 às 9:12:05 AM
Caro sr. nelson perez de oliveira junior , iturama-MG - bancario, discordar do que foi escrito é uma coisa, mas dizer que um dos mais sérios intelectuais desse país, que escreve como poucos, um filósofo verdadeiramente amigo do conhecimento, quer seus 15 minutos de fama é demais. No mínimo o sr. não conhece a obra do mesmo, então, não tem embasamento para falar...agora percebo o que ele quis dizer sobre os debates no nosso país, seja na academia ou na imprensa!
nelson perez de oliveira junior , iturama-MG - bancario
Enviado em 4/3/2007 às 8:07:12 PM
Esse senhor ganhou seus 15 minutos de fama com um discurso de não sei o que fazer ou pensar se caso ou monto um buteco. Ora bolas, estamos falando de uma pessoa que ao contrario de tantas outras teve um espaço privilegiado para dar chiliques, talvez por que isto de pena de morte de satanização de crimonosos vende jornal, mexe com o lado PINOCHET do BRASILEIRO. Tortura não, pena de morte sim, quanta hipocrisia. Saibam para os incautos defensores da pena de morte, que os EUA tem e em nada dimunuiu a violencia e os crimes barbaros, até porque os americanos têm direito a comprar armas a vontade e nós demos o direito dos bandidos andarem armados em plebiscito. Os EUA tem a maior população carceraria do mundo em sua esmagadora maioria negra ou parda e a fila do corredor da morte tem a mesma seleção de raça e renda. Lá como cá, cadeia é para PRETO. POBRE E P[...] (SEUS FILHOS INCLUSIVE). Quando um filho da elite branca e rica é ferido, os pruridos da classe média se assanham como lombrigas, afinal nossos filhos tem toda a vida eterna pela frente para comandar este país e suas mazelas que não podem e não devem nos atingir. Para os desavisados direitistas PINOCHETIANOS de plantão, meu pai foi baleado e assaltado em sua casa no centro de RIBEIRÃO PRETO há mais de 20 anos e morreu em decorrencia dos ferimentos, e sou contra a pena de morte. Imagina esta lei no regime militar!!!
Ilda de Freitas , Anchieta-ES - Empresária
Enviado em 4/3/2007 às 5:38:25 PM
Acabei de entrar num outro site (sobre Meio Ambiente) onde li os comentários dos leitores. Depois li os artigos e os comentários do Observatório. A impressão que tenho é que tem muita gente querendo mudanças mas ninguém sabe por onde começar. Estamos todos perdidos, frustrados, impotentes. Será que não é hora de cada um de nós fazer mais um pouco, assumir a sua parte de responsabilidade e pôr a mão na massa de alguma forma? Em casa, no seu bairro, na sua cidade, na sua rua? Discursos, artigos, literatura, comentários inteligentes...mas será que isso realmente ajuda a mudar alguma coisa? Eu sei que não é fácil mas é o único caminho. Eu me tornei muito ativa na minha cidade e não me arrependo disso. Pelo menos sei que estou tentando fazer a minha parte e os resultados, por menores que sejam, são sempre encorajadores.
alfredo sternheim , são paulo-SP - jornalista/cineasta
Enviado em 4/3/2007 às 12:08:33 PM
Janine pode ter extrapolado em sua legítima emoção. Mas estou cansado de ver esse repeteco de razões econômicas para justificar o alto número de crimes e criminosos. E essa blindagem em torno da pena de morte. No interior do estado de SP, um policial foi morto por um foragido da Justiça que acumula 59 anos de condenação por crimes que envolvem assassinatos. Leio também que a "viagem" de Fernandinho Beira Mar custou em um dia, 17 mil reais. Pergunto: o Estado (o povo) pobre e carente tem de sustentar criminosos irrecuperáveis e perigosos por quase (podem fugir) toda uma vida? A pena de morte existe no Brasil para gente honesta (a maiooria), jovens que batem papo em bairros da periferia de SP (as chacinas contínuas). Defendo a pena de morte para pessoa com 30 anos de idade ou mais que já recebeu três condenações por crimes hediondos e/ou assassinatos. A quarta condenação, baseada em provas irrefutáveis, tem de ser a morte (inevitável para todos). O Estado passa fazer economia e investir melhor seu tempo na recuperação de presos (que não ocorre) , na valorização social e econômica de policiais, carcereiros, atendentes de hospitais e outros profissionais esquecidos deste Brasil que tem o senador Suplicy pagando com dinheiro do Congresso, 9 mil mensais para um assessor de economia que não atua todo o mês. E o senador ainda fala em distribuição de renda. Pode ?
Marco Costa Costa , São Caetano do Sul-SP - T.P.A.
Enviado em 3/3/2007 às 10:14:37 AM
Caro escriba não se emocione tanto, sabemos que tratou-se de um crime cruel. No entanto, bato na mesma tecla(esta fora de moda)no Brasil varonil sucumbem milhares de crianças em função do único remédio que mantém o ser humano com saúde, ou seja, alimento adequado. Tenho frequentado este site já há algum tempo, não li um artigo se quer, que levantasse este fato para que o povo(internaltas) fique sabendo das atrocidades que o sistema impõe às famílias pobres. Até quando vamos dormir com este barulho e, não vamos acordar para pôr a boca no trombone.
jose rubens de araujo jr , GOIÂNIA-GO - advogado
Enviado em 2/3/2007 às 10:02:58 AM
Fábio, voce foi certeiro em seu comentário. Acho que o Janine tem a obrigação de lançar um olhar mais amplo sobre os mecanismos perversos que regem as relações sociais no país, ao invés de mirar um caso isolado no meio de milhares que ocorrem diariamente. Morrer arrastado por um carro é a mesma coisa que morrer baleado numa boa-de-fumo num acerto de contas. A questão é o ineditismo daquele método, que ajudou a vender jornais e incendiar as TV s.
Fábio de Oliveira Ribeiro , Osasco-SP - advogado
Enviado em 1/3/2007 às 8:51:02 PM
Pô Janine, pega leve. Defender uma política da terra arrazada só por que VOCÊ ficou chocado em virtude de uma vítima cuja dor era economicamente digna a ponto de ser televisada é algo extremamente temerário. Não se pode fazer "política criminal" projetando as próprias carências emocionais na coletividade. Suas emoções são tão irrelevantes quanto as minha ou quanto as das milhares de mães brasileiras cujos filhos são mortos todos os anos porque não conseguiram pagar as bocas-de-fumo. Mortos sem ter as mortes televisadas ou investigadas. A realidade crua jogada na cara deles enquanto estão vivos é a emoção ou falta de emoção daqueles que só se preocupam com as outras vítimas (as que consideram dignas de lágrimas). Você não precisa usar uma vítima para se destacar. Você é filósofo não é: então porque não "medita" um pouquinho sobre a economia brasileira. Uma economia nacional deveria produzir bem estar para o conjunto da população. Não é o que ocorre no Brasil. Visite mais o site do IBGE, estude melhor as vidas das pessoas nas favelas em volta da USP e você descobrirá um país que desconhece. Um país de gente sofrida e generosa, que vive pior do que os franceses antes da revolução de 1789 e ainda nem não começou a decaptar aristocratas em guilhotinas! Você faz parte de uma elite, portanto, deveria assumir suas responsabilidades. Descer do pedestal pode ser uma delas, meu caro.
Compartilhe este texto
Blig Blig BlinkList BlinkList BlogBlogs BlogBlogs BlogLines BlogLines Delicious del.icio.us
Digg Digg Furl Furl Google Bookmarks Google Bookmarks Linkk Linkk Magnolia ma.gnolia
netscape Netscape netvibes Netvibes newsvine Newsvine reddit reddit Stumble Upon Stumble Upon
Technorati Technorati Twitter Twitter Windows Vista Windows Vista Yahoo! MyWeb Yahoo! MyWeb Facebook
Outros artigos desta Seção
O CAZAQUISTÃO É AQUI
Falta aparecer o Borat
para gozar as hipocrisias

Alberto Dines
27/2/2007
JORNALISMO E OBJETIVIDADE
A batalha da realidade
no campo das ideologias

Liriam Sponholz
27/2/2007
TRAGÉDIA DO BOEING
A mídia tem "memória" curta
Samuel Lima
27/2/2007
SEGURANÇA PÚBLICA
Imprensa e polícia de
terceiro submundo

Fernando Soares Campos
27/2/2007
MAIORIDADE PENAL
Redução é vitória de Pirro
Fábio de Oliveira Ribeiro
27/2/2007
JORNALISMO &
CONHECIMENTO
Ética, verdade
e objetividade

Alfredo Vizeu
27/2/2007
CASO JOÃO HÉLIO
A barbárie da
agenda nacional

Cristiano C. Dourado Borges
27/2/2007
Sensacionalismo
e comoção social

Alveni Lisboa
27/2/2007
Uma vida em
sete quilômetros

Gilson Caroni Filho
27/2/2007
OI NA TV
Algo começa a acontecer
Alberto Dines
28/2/2007
CORRUPÇÃO E SANGUE
O assassinato de ativistas franceses no Rio
Alberto Dines
1/3/2007
RENATO JANINE RIBEIRO
“O crime hediondo vai muito além das causas sociais”
OI na TV
1/3/2007
MÍDIA & ACADEMIA
O que é notícia e o que é pesquisa
Alberto Dines
2/3/2007
CRIME & IMPUNIDADE
A imprensa que faz pensar
Alberto Dines
5/3/2007

Últimos 5 artigos de
OI na TV
Mais artigos de
OI na TV >>