ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 466 - 17/11/2009
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FELIZ ANO VELHO
Entra ano, sai ano, a mesmice na TV

Por Gabriel Priolli em 1/1/2008

Ano novo, tudo velho. É um recorrente paradoxo da televisão brasileira que a entrada de um novo ano, época de esperanças e de promessas de renovação para o cidadão comum, seja o período de reafirmação da sua timidez e da sua mesmice. Diante dos 365 dias que enfrentará, no novo giro da Terra em torno do Sol, o brasileiro pode não ter certeza de nada, mas de uma coisa está absolutamente seguro: a programação da TV será a de sempre. Pouquíssimas coisas vão mudar, aqui e ali, apenas para espanar as teias de aranha e assegurar que tudo seguirá exatamente como sempre foi, ou vem sendo, há décadas.

Tomemos a TV Globo, que é a líder de mercado e, naturalmente, guia os passos da concorrência, fazendo com que todas as grades sejam montadas em função dela. O que nos oferecerá em 2008 a Pérola de Jacarepaguá? De janeiro ao final de março, época das férias do elenco e de boa parte das equipes de produção, manterá a grade habitual de novelas, jornalísticos, filmes e programas de celebridades entre a zero hora e as dez da noite, aumentando um pouco a taxa de filmes. Na faixa das 22h, vai estrear mais um Big Brother Brasil, que por aqui já virou uma variante de folhetim eletrônico, ao contrário dos seus similares mundo afora, e é por isso que chega à oitava edição. Depois, virá com outra minissérie (Caros Amigos, de Maria Adelaide Amaral) e, claro, mais uma edição do seriado 24 Horas.

A partir de abril, com o ano já avançado, estréia a "programação 2008". Com o quê? A próxima novela "das oito", que começará sempre em torno das nove (no horário de Brasília), e mais tudo aquilo que você é absolutamente capaz de recitar de cor, dia a dia da semana, ao menos no horário noturno: Tela Quente na segunda, Casseta & Planeta na terça, futebol na quarta, A Grande Família na quinta, etc., etc., etc. Mais previsível do que filme policial americano. Mais conservador que a marca da Coca-Cola.

Parece que teremos alguma novidade no horário atual de Toma Lá, Dá Cá (terças, 22h50), que não decidiu se queria copiar Sai de Baixo ou os seriados gringos, e não granjeou exatamente a estima dos telespectadores. Parece também que Caco Barcellos vai emplacar o excelente Profissão Repórter como programa semanal, desfalcando o Fantástico. No mais, nada mais. Ou melhor, o de sempre. A grade da tradição, que ficará no ar com a sua regularidade habitual dos últimos 40 anos e só abrirá algum espaço à invenção na última semana do ano, quando testará novos formatos sob o rótulo de "especiais", para não assustar muito (o pessoal interno, não o público). Isso, claro, depois do inevitável show de Roberto Carlos e antes do já rotineiro Reveillon do Faustão.

Tributo à velharia

Se examinarmos a grade das outras emissoras, também veremos que a taxa de inovação será baixa, embora consideravelmente maior do que a da Globo. Vicissitudes de quem não lidera e precisa ter flexibilidade tática para enfrentar as oscilações da audiência global, além de não ter dinheiro a perder com atrações que não funcionem. Daí aquelas novelas que acabam no meio, quando não suspensas, e aqueles tantos astros e estrelas que são incensados quando estréiam e depois perdem o emprego abruptamente, sem entender direito de onde veio a tsunami que os levou. A regularidade, aqui, é da irregularidade e nem dá para chamar de novidade os programas que surgem, porque, em geral, são fórmulas antigas recicladas ou clones descarados de algum sucesso.

OK, é quixotesco imaginar que a televisão possa ser o reino da criação. Enquanto o teatro é a arte do ator e o cinema, a do diretor, a televisão é a arte do patrocinador, como alguém brilhantemente definiu (não tenho à mão o Almanaque da TV, do Rixa, para precisar). Se é assim, a taxa de inovação será mesmo baixa, porque anunciantes não gostam de correr riscos e preferem jogar com times que já estão vencendo. Parece lógico, não? Mas é exatamente esse raciocínio que está levando o negócio televisivo, como um todo, para o buraco. Diante da inesgotável fábrica de novidades que é a internet, diante da fartura de opções que a pirataria de DVDs e videogames oferece, o público está girando o botão da TV – para desligá-lo. Busca novidades, não encontra, cai fora.

Se pensarmos essa situação em termos de diversidade cultural, aí é que o caldo engrossa de vez. Que diversidade pode haver numa mídia que é, em tudo, monotonia? Que diversidade se pode pretender se quem paga a conta – o anunciante – compra regularidade de audiência e não quer correr o mínimo risco de um novo programa derrubar 2 ou 3 pontos do Ibope do horário, até que o público se acostume com ele? Aliás, que raio de público é esse, que vive clamando por novidades, mas que "estranha" os novos programas que lhe oferecem, mesmo quando eles se parecem com milhões de outros já exibidos anteriormente?

É de se lamentar, mas não de estranhar, que apenas uma semana do ano – a última – concentre toda a inovação de que uma rede poderosa como a Globo é capaz de oferecer. Deixam-se as novidades no ano velho, porque o novo vai se contentar com velharias. Apenas um, ou quem sabe dois, dos interessantes seriados exibidos na semana passada emplacarão a "grade 2008". E eles trazem material adequado tanto para a audiência popular (Guerra e Paz e Faça Sua História) quanto para os telespectadores mais sofisticados (Os Amadores e Casos e Acasos). Veremos qual deles vencerá a corrida contra a mesmice, ou mesmo se algum terá êxito nisso.

Contra o tédio

A tendência natural da televisão comercial em preservar muito e inovar pouco, apenas ela, já deveria bastar para eliminar as dúvidas daqueles que não vêem necessidade na televisão pública. Que está consideravelmente viciada no mesmo conservadorismo, admitamos, até porque tem de recorrer ao financiamento privado para suprir o aporte financeiro que o Estado lhe sonega. Mas, ainda assim, é muito mais ousada e inventiva, e tem compromisso muito mais sério com a busca da diversidade. Se tivesse dinheiro para bancar o seu desejo de criar, dinheiro livre de injunções políticas ou comerciais, certamente promoveria uma revolução no bocejante quadro atual da TV.

A nova televisão pública federal, TV Brasil, anuncia o propósito de oferecer, a partir de março, uma grade de 16 horas diárias, das quais a metade será constituída de produções independentes e programas regionais. Isso promete ser uma injeção de diversidade na tela, ainda que a sua inoculação seja lenta, irregular e a meta demore para ser atingida. Uma grade de programação que seja mais surpreendente que previsível é o sonho de consumo do telespectador inteligente. Uma emissora pública está se dispondo a procurá-la, falta alguma comercial. Ou melhor: falta que todas, comerciais ou públicas, desejem a diversidade e a novidade, e as persigam como valor central.

Porque o público, em tempos de mídias interativas, não fica mais sentado no poltronão, amuando-se de tédio. Corre ao YouTube, ao Joost, e encontra a variedade que deseja. E tirá-lo da frente do computador, de volta ao televisor, não é tarefa das mais fáceis. A televisão, então, que reflita urgentemente sobre o que oferece em seu próprio tubo. Para não entrar, ainda mais, pelo cano.

Comentários (55)
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Alexandre Weiss , Jaragua do Sul-SC - Pensador
Enviado em 10/1/2008 às 2:11:46 AM
Concordo plenamente com o Fernando S. de Oliveira minhas palavras são suas e eu tenho todo respeito e admiração pelo programa Chaves um clássico e sucesso de audiência não por acaso que tem quatro horários no SBT e até desenho, porque é um humor não apelativo que nos ensina coisas importantes nos faz rir sem precisar forçar e também faz critícas socias tão atuais no nossos dias, critícar o Chaves por não ser americano e não imitar os moldes da Globo como A grande Família Saí de Baixo é medíocridade e pura ignorãncia dos nossos queridos falsos intelectuais por não assitirem um programa infantíl por mais brilhante que ou antigo preferem perder seus tempo assitindo BBBRASIL e as imitações americanas imitar americano e tentar parecer inteligente, a programação atual está concerteza precisando de inovações certo mas temos que lembrar que o brilhantismo e a genialidade as vezes estão nas coisas mais simples que nós temos.
Éder Couto , P. Alegre-MG - Jornalista
Enviado em 9/1/2008 às 12:47:50 PM
Realmente a TV comercial aberta carece de bons programas, praticamente não há alternativas: novelas, seriados (enlatados americanos ou mexicanos), filmes, desenhos que incitam a violência, a agressividade, o oportunismo, etc, um convite a desligar o aparelho e procurar outros meios, como a internet, que apesar de também possuir conteúdo de baixa qualidade, ainda oferece alternativas. Como bem lembrou o autor: "E tirá-lo [o público] da frente do computador, de volta ao televisor, não é tarefa das mais fáceis.".
Sandra Vidigal , guararema-SP - publicitária
Enviado em 9/1/2008 às 12:26:12 PM
Gabriel, Como me sinto honrada por tê-lo conhecido pessoalmente através da Carol Kotcho e do Roberto pela TV-américa latina-projeto. Você é realmente um dos pouquíssimos olhos/mentes atentos do futuro e suas opiniões mais acertadas do que nunca! Espero que a chamada "inteligenzia intelectual" deste nosso BRASIL e dos poderosos da mídia descartável, pensem, reflitam o que você escreve e reavaliem suas posições! Espero de coração que a mídia faça o seu papel de subir seu patamar de referências e assim, contribuir para um BRASIL melhor, que talvez nem você nem eu vejamos ainda, mas que vamos fazendo e semeando nossa parte! Ave Priolli, Que assim seja o VINI, VIDI e vença na critica para o bem, mais que verdadeira! Parabéns!!! Sandra Vidigal
rogerio Godoy , São Paulo-SP - Desenhista
Enviado em 9/1/2008 às 11:09:06 AM
Bem Lembrado pela Priscilla Rampazzo!Eu viví na Irlanda por seis anos, temos que pagar uma licença anual para assistí-la, se não pagar a polícia pode entrar em sua casa e retirar a telelvisão. Nós temos a melhor televisão do mundo, é claro que existem programas ruins, programações religiosas com o intúito de roubar dinheiro de pessoas isso é que deveríamos escrever aqui! E não dizer que a televisão só tem porcaria! Na internet que muitos aqui falam, é pior de se ver, imagens distorcidas, erros de português, pessoas que usam a internet para o crime, imagens grotescas de pessoas mortas, suicídios, pessoas cortando dedos, baixaria geral, pessoas sem o mínio de escrúpulos, etc. A tv por mal que possa ser, ainda é melhor que a internet! Não acredito em nada que vejo na internet. O Jornal Nacional apesar de elitista, ainda é um ponto de referência de jornalismo. O fato de existirem cópias é normal em um mundo que precisa se sustentar diariamente. O que é bom sempre vai ser copiado, isso aprendemos desde criança, quando imitamos nossos pais em gestos e jeitos. O que acontece é que o público gosta e dita as regras da televisão brasileira. Vocês já ouviram falar do IBOPE? Fora o IBOPE existe um tipo de medidor de frequência que diz quantos televisores estão ligados naquele canal, hora e dia. Nós é que ditamos as regras! O certo seria se usassemos o boicote contra programas ruins!
Luis Nogueira , Campo Grande-MS - jornalista
Enviado em 9/1/2008 às 10:32:08 AM
O melhor programa produzido pela Rede Globo se chama: "Tecendo o Saber" que passa lá pelas 5 horas da manhã! E aí vem mais um campeão de audiência, idiotice e mesmice: BBB8! Ninguém merece! Muito menos eu!
Adolfo César Mangano Mendonça , Bragança Paulista-SP - bancário
Enviado em 9/1/2008 às 10:26:29 AM
O duro, é que a renovação ser precária com razão. Porém, quem foi mal formado, não tem capacidade, QI, sexto sentido, etc. Sendo assim, não tem como renovar. A maioria, com diploma de faculdade "PAGA", não convence.
joao domingos lorencete , cascavel-PR - gte compras
Enviado em 9/1/2008 às 10:25:19 AM
pouco curto tv, mas uma coisa é certa, a tv aberta no brasil é o maior laboratorio do mundo, consegue transfomar tudo que toca em "M". A coisa mais tenebrosa, é ouvir o voz do Cid Moreira e o Didi, ve]se logo que na tv brasileira, nada se cria tudo se copia. Maior obsurdo então é dar ibope para um programa que já constatado foi, só serve para gerar mais prostituição do que já temos, o tal de Big Brother. Onde vamos parar. Vamos fazer algo de construtivo neste pais, deixar de ver tv por uma semana, talves os caras se toquem e a coisa mude.
Rogerio Godoy , São Paulo-SP - Desenhista
Enviado em 9/1/2008 às 10:25:14 AM
Estou de acordo com você. Mas eu acho que a televisão brasileira ainda é bem melhor que as estrangeiras. Bem mais sintonizada com o público. As novelas que valorizam os autores brasileiros e as miniséries são um exemplo de valorizar a cultura popular. No caso do BBB, as pessoas gostam de ver um lado menos interpretativo e mais realista dos atores. O único problema é dos capengas Faustão e Roberto Carlos, Hebe e Silvio Santos que acabam com a tv brasileira!
LUIS MARSON , campinas-SP - administrador
Enviado em 9/1/2008 às 9:28:31 AM
Infelizmente oque se vê na televisão brasileira é sempre a mesma coisa...agora como se não bastasse tanta besteria ainda teremos que suportar um BBB8, fico admirado como uma pessoa como o Pedro Bial pode se sujeitar a apresentar este tipo de programinha, ridículo, que nada acrescenta em nossa cultura....Faustão ninguem aguenta mais, um puxa saco de artistas.E a Xuxa? Nada a declarar dessa velhinha. Os filmes na sua maioria são a sequencia de uma tv em decadencia. Acredito que deveria se trabalhar mais com programas que enriqueçam a nossa cultura, programas de documentários, programas culturais e até mesmo infantis, que infelizmente a Globo não tem, pois somente sobrevive com programas apelativos de sexo e desgraças, e infelizmente é isso que o povão gosta...Brasileiro é muito ignorante em cultura, não quer saber de aprender prefere ficar na frente de uma tela de televisão assistindo esses programinhas que apresentam apenas cenas de sexo e desgraças....Eu pouco vejo televisão, e o pouco que vejo fico triste em ver a que ponto a TV brasileira chegou,decadente,vulgar,promiscua,sem talento.E o povo cade vez mais sem aprender, sendo enganado com programas pobres , sem o mínimo de intelectualidade. A Tv brasileira precisa crescer e aprender que televisão não se faz assim...qual será o fim desta geração que vem surgindo? É por isso que existem tantos jovens abaixo da média escolar.
Cristina Soares , Jundiai-SP - artesã
Enviado em 9/1/2008 às 8:29:50 AM
Gabriel, parabéns pela matéria, tudo o que voce falou é a mais pura verdade!Voce apenas esqueceu de citar a sessão da tarde, chego sentir cheiro de bolor, Meu Deus, só passa filme muuuito velho. Dá até pra entender porque as crianças preferem a internet ou os games.
Antonio Monteiro da Costa Junior Monteiro , Jaboatão dos Guararapes-PE - Empresário
Enviado em 8/1/2008 às 10:38:26 PM
Assistir TV Aberta já é um saco a muito tempo. Todo ano é a mesma coisa, e o pior é que os outros canais ficam imitando a GLOBO. Já prestáram atênção na pre-domináncia do AZUL padrão GLOBO nos tele-jornais das principais emissoras, já repararam nas produções das tele-novelas, todo com atores dispenssados da GLOBO. E agora vem dinovo o tal do BBB 8 , que porcaria que da audiencia porque as pessoas não tem outras opções no horário. Por isso, comprei um computador para não ter que assistir esse lixo que agora é DIGITAL.
Jose Claudio  Ferreira , ribeirao preto-SP - Empresario
Enviado em 8/1/2008 às 9:41:33 PM
A Globo tem que dar aposentadoria para a turma de velhos e velhas, não da mais para ver Tarciso, Gloria, Susana, Toni Ramos & Cia. Assim os novos que estão chegando, não chegarão a lugar nenhum.
Fernado   Brandão , sp-SP - Jornalista - Cinegrafista - Editor
Enviado em 8/1/2008 às 7:06:47 PM
Como isto é trabalhado na Cultura ? O Jornalismo da Fundação Padre Anchieta jea passpor algumas trocas de direção e não emplaca. Como fazer para experimentar alguem com sangue novo se este nnao tiver um bom contato dentro da casa ? fala åi pro seu fã, que se apaixonou de vez pela televisão depois de ler seu livro sobre o Walter Clark , como façø pra alguem abrir uma portinha na TV Cultura. Grato e parabens pelo trabalho. Em tempo: tenho um produto que é o ClipNoticia, pra quem posso oferecer ou mostrar . Pode ser pra vc ? abraco, F Brandão
Renan Bastos Nunes , Recife-PE - Estudante de Direito
Enviado em 8/1/2008 às 5:39:38 PM
Parabéns para o jornalista Gabriel Priolli. Eu já quase não assisto tv. Só alguns telejornais selecionados (aqueles sem pessimismo anti-governista), filmes e programas bons de verdade e que não enjoaram ainda.
Antonio Razi , RJ-RJ - Empresario
Enviado em 8/1/2008 às 5:18:04 PM
Gabriel Priolli, quero ver se você vai aguentar assistir 5 minutos da TV LULA, hauhauhauhauhauha
Ibsen Marques , São Paulo-SP - Técnico em Eletrônica
Enviado em 8/1/2008 às 5:07:25 PM
A programação da TV brasileira, com raríssimas excessões é um verdadeiro lixo. A banalização da religião que contribui para a prática de verdadeiros estelionatos é um absurdo que merece a intervenção da justiça. Além disso tudo tanto a TV aberta como a TV a cabo estão contaminada pelos programas de venda nos moldes da Mix TV e do Shoptour, Muitos sugerem que recorramos ao cabo para adquirir melhor programação; ledo engano. Aí também a programação deixa muito a desejar, programas de venda como shoptime, polishop entre muitos outros tomam boa parte do tempo dessas emissoras. Inclua-se nesse lixo todo, programas medíocres como Chaves e aqueles enlatados americanos com sua pseudo comicidade absolutamente sofríveis e totalmente sem graça. Um timing humorístico fora dos padrões brasileiros e que, com a tradução ficam ainda piores. A TV brasileira é um horror digno do Hitchcock (caro Hitchcock perdoe-me pela ofença).
Sueli  Gomes , Goiania-GO - Gerente Comercial
Enviado em 8/1/2008 às 4:12:45 PM
Na verdade o que prescisam fazer é deixar de criticar a vida dos outros e se preocupar com a sua propria... Ou cuidar do seu proprio interior , fazer observações onde realmente prescisa ser feito. Essa é uma dica que pode ser feito nos horarios em que vc nao tenha nada a fazer. Existem tantas questões no mundo que realmente prescisamos questionar, porque perder tempo com comentarios sobre televisão... Isso só prova que tem muito tempo sobrando na sua agenda. E lembrando... O que passa na televisão é apenas o reflexo da vida que vc escolheu ter... Ou melhor do mundo em que vc vive.
Marco Antônio  Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 8/1/2008 às 12:53:45 PM
Senhor Damião, tu estas contaminado com o vírus do desvio burguês. Infelizmente, ainda não descobriram uma vacina que elimine tal vírus, tu morreras contaminado de pensamentos inadequados e cheios de soberba.
Susy Vieira , Osasco-SP - Aposentada
Enviado em 8/1/2008 às 12:22:07 PM
Adorei o artigo. O que foi escrito é a pura verdade. Nada de novo na TV, em quaisquer das emissoras. Quem não pode pagar TV a cabo fica à merce das programações horríveis, apelativas e repetitivas. Ainda bem que temos o controle remoto e desligar o televisor .Economiza-se elergia elétrica e paciência.
damião danoso , extrema-MG - desempregado
Enviado em 8/1/2008 às 10:31:48 AM
Na boa, quem ainda que se preocupa tanto com a programação da TV não tem assinatura de TV paga? Então, porque tanta preocupação com a globo e as outras TVs abertas? Tá chateado vai ver discovery, canal brasil, people and arts, etc. Tem até canal pornô com programação nacional... Deixa a globo vender as coisas dela pra ter o leitinho das crianças dos seus mais de 5000 empregados. Sem falar que a maioria da programação experimental é um saco, com aquele sem fim de coisas sem graça que o pretenso intelectual brasileiro tem capacidade de botar no ar. O pior de tudo nesse artigo é a chapa branca descarada, comum a todo o conteúdo do portal. Dizer que a TV Brasil vai ser celeiro de novidades é uma piada estilo Zorra Total.
José Augusto Ferreira , São Paulo-SP - Corretor de seguros,filósofo e poeta
Enviado em 8/1/2008 às 9:48:39 AM
E complementando, pois temi que o espaço não me fosse suficiente, quero parabenizar Gabriel Priolli pela iniciativa e coragem aliada a igualdade do meu ponto de vista em escrever tal matéria, na qual chama a atenção para a mesmice das programações da Globo. Abraços e saúde
edivaldo souza , são paulo-SP - bancário
Enviado em 8/1/2008 às 9:44:32 AM
Gabriel, assino em baixo. Obs: Você esqueceu de dizer que nos telejornais, nós veremos diversos escândalos em Brasilia, que virou uma novela sem fim.
José Augusto Ferreira , São Paulo-SP - Corretor de seguros, filósofo e poeta
Enviado em 8/1/2008 às 9:40:09 AM
Eu ja critiquei a Globo por sua mesmice em matérias anteriores por E-Mails, já me ofereci para escrever uma novela inédita com roteiro e script totalmente diferente das que a emissora veicula diariamente a décadas. Más a única resposta que recebi foi de que não é norma da emissora aceitar este tipo de colaboração. Ainda tenho os E-Mails comigo. Assim sendo a Globo vai continuar nessa mesmice por mais algumas décadas, se negando a substituir aquelas mentes arcaicas criadoras ( copiadoras) de histórias em sua programação, resultado, a Rede Record está subindo no ibope com novelas novas e criativas e logo veremos a derrocada da Globo que só ainda não quebrou devido a complacência do Governo e fazer vistas grossas aos impostos que a emissora deve ao fisco. Eu tenho imaginação, criatividade, idéias novas e como diz uma grande amiga, verve. Mas enquanto houver aquela "panelinha" impenetrável dos escritores da Globo, os telespectadores continuarão a, mecanicamente ligarem seus televisores na globo más que atentem para um pequeno detalhe: A venda de DVDs aumenta a cada dia e as ruas estão infestadas de vendedores de CDs piratas, assim sendo, já tem gente que quando começa um programa que não lhes agrada, simplismente ligam seu DVD e assistem a um filme, mesmo que seja repetido, é bem melhor que um mau programa que de inédito não tem nada. Abraços
Fernando Schweitzer de Oliveira , Florianópolis-SC - Ator Não-Global, Diretor Teatral, Cantor, Escritor e Jornalista
Enviado em 8/1/2008 às 7:01:42 AM
"Corregindo": Chaves tem 4 exibições diárias. Nada mal para um clássico, que fora produzido entre 1962 até 1989, onde teve seu ultimo episódio gravado. Só por que não é Americano, é questionado!? Porque não critica as múltiplas reprises dos insossos americanos da TV PAGA: FRIENDS( Não meus, pois nunca ri nem das "piadas inéditas"), O gordo e o Magro( Esses melhorzinhos), Dini é um Gênio(Eu também sou) e sem contar as mil versões de Família Adams entre outros. A falta de critérios para as criticas de alguns me fazem pensar se são seres bucéfalos ou estão só de sacanagem. POR FAVOR. Cjaves é infinitamente superior ao top de linha do humor hoje da TV Globo, A Grande Família. Programa enfadonho, racista, semitista. Se o SBT comprasse os 200 ou mais episódios inéditos no país e arregrasse sua programação, seria líder de audiência e com um programa de qualidade e que não teria problemas de classificação indicativa! Aí talvez as outras buscassem alternativas morais para concorrer com o nosso amigo Chaves. Sem contar a critica Social que este infantil consegue fazer, coisa que redes Globo e privadas jamais o farão, não sei se por bulcefalia congênita ou má vontade.
Lucas Artur , Paiva-MG - estudante
Enviado em 7/1/2008 às 9:32:48 PM
Não é a toa que o chaves ainda segure audiencia na TV, com dois horários diariamente.
Niácome Pedro , Campiona Grande-PB - Jornalista
Enviado em 7/1/2008 às 4:36:17 PM
Mesmo que a tv a cabo, com toda sua funcionalidade diversional, um dia chegue a todos os lares brasileiros, dificilmente tornará-se reverssível, pois o "virus massificador"(globo) já contaminou grande parcela telespectadora.
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 6/1/2008 às 7:17:24 PM
Na TV futebol clube, os programas ditos "religiosos" vendem palavras fáceis e vazias. "Pastores" com suas fantasias, que em qualquer escola de samba ganha no quesito originalidade gritam, esperneiam, dizem que o miserável após a conversão ficará milionário para sempre e terá um terreno no condomínio particular do "DEUS" que é usado nas pregações. Desse espetáculo horroroso a igreja católica é nota dez, seus empregados com suas diversas fantasias pregam a calmaria, o conformismo e, também vende facilidades para que seus fiéis tenham um espaço junto ao dono do "céu". Essa é grade principal das máquinas de triturar mentes e corações. Para coroar essa maravilhosa programação, convivemos com há apologia da prostituição, da pederastia, da vulgaridade e agregados. Nós merecemos essa bandalheira, pois não estamos acostumados com qualidade, mas com porcarias de todos os gêneros.
renato colombo de almeida , caxias do sul-RS - jornalista
Enviado em 6/1/2008 às 5:57:04 PM
Parabéns ao professor de inglês Marcos Vinicius Gomes da Silva. Deu um show de bola em seu comentário ao mencionar a programação religiosa da televisão brasileira (IURD/Record/Programas pagos nas concorrentes). Você disse tudo. Mais uma vez parabéns. Se me permite guardarei em meus arquivos o teu comentário.
Adriano De Luca , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 4/1/2008 às 7:14:40 AM
Prezado José Carlos F. de Deus (vejam lá embaixo na lista de comentários): é isso mesmo, você está corretíssimo. GLOBO? Não é sabão em pó não! Que eu saiba, trata-se de um tal de "bishcoito" famoso nas areias cariocas. Tem do doce e do salgado. Alguém mais tem outra opinião? O que seria GLOBO?
Lucas Fernando , Pelotas-RS - Estudante de Medicina
Enviado em 3/1/2008 às 3:50:50 PM
Ainda bem que eu quase não assito TV. E quando a ligo, às vezes, vejo que a mediocridade se faz presente em todas as emissoras públicas. Francamente, meus melhores amigos são os livros de Medicina! :)
Marcos  Vinicius Gomes da Silva , Taboão da Serra-SP - professor de inglês
Enviado em 3/1/2008 às 3:20:46 PM
Faltou no comentário de Priolli a mesmice dos programas religiosos que agora viraram febre em emissoras de TV. Cite-se por exemplo os programas da IURD que além de sua emissora, agora também invadem horários das concorrentes. É o monopólio de Cristo, com seus pastores engomados em camisas que valem mais do que um salário mínimo, sussurrando "gostosuras espirituais" no ouvido telespectadoras solitárias e incautas. Sim porque de tal modo como o mercado publicitário que percebeu há tempos que o público feminino é grande consumidor de produtos e serviços, a Igreja Universal vê nas telespectadoras um enorme potencial de consumo, Não acreditam? Observem os pastores e bispo (inclusive o bestseller Macedo) quando se dirigem aos telespectadores - a mulher sempre vem em primeiro lugar. "Veja bem minha amiga e meu amigo, nós queremos te ajudar...". Obviamente não sou machista, mas acho estranho este bordão, que a meu ver tem menos de "ideal de igualdade entre os sexos" do que uma metodologia de atrair uma quantidade cada vez maior de fiéis e recursos para a igreja Universal
Wilson Tadeu Audi Camargo Lopes Filho , São Paulo-SP - Advogado
Enviado em 3/1/2008 às 10:13:50 AM
Quem disse a frase "O teatro é a arte do ator, o cinema é a arte do diretor e a televisão é a arte do anunciante" foi Paulo Autran. Ouvi-o em uma rádio no dia de seu falecimento, de uma entrevista em que ele contava o motivo de não ter tantas participações na telinha. Abraços.
Carlos Virgilio  Nepomuceno , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 3/1/2008 às 1:01:26 AM
Prioli, você que escreveu a ótima biografia do grande Walter Clark (sim, porque não o considero ghost writer nunca), que não fique em cima do muro e sugira coisas para nossa tevê. Que é um lixo, todo mundo sabe. Mas o que colocar no lugar? Tenho uma sugestão: documentários e mais documentários. Que se use a tevê para encher esse povo analfabeto de conhecimento. Não sei se será uma saída para a tevê brasileira, mas vai melhorar a saúde, diminuir a violência, aumentar a venda de livros e a visitação aos museus. Abraço.
Nelson Vegas , Santa Rita do Passa Quatro-MG - Empresário
Enviado em 3/1/2008 às 12:24:29 AM
Que azar em Gabriel Priolli, escrever uma matéria para ser analisada por uma maioria de viciados em novelas! Mas você está certo, em minha opinião, ao criticar a Globo. Se o SBT é ridicularizado por ser uma emissora com fins exclusivos de vender os produtos de SS, por quê a Globo não pode ser criticada por não adequar sua programação à equivalência de seu poder financeiro, a fim de elevar a qualidade? Mas pelas contas publicitárias, quanto mais telespectadores melhor, e portanto, quanto mais massificado o programa, maior audiência. Ah.....agora entendi......
Geraldo Magela da Silva Xavier , Belo Horizonte-MG - contador
Enviado em 2/1/2008 às 12:30:48 PM
E o"Brasil é um país sem memória". Já imaginu se não fosse?
Sergio  Soares , Sao Paulo-SP - Bancario
Enviado em 2/1/2008 às 9:50:36 AM
Gabriel Priolli. Pobre, pobre pobre é o resgate de antigos programas, músicas, celebridades (ooo!!!) uma mae que esmaga o filho no ventre, por força de uma cinta elástica para cumprir com suas obrigações contratuais de uma emissora é essa a nossa sociedade. Americanizada aos avessos.
Paulo Degani , Porto Alegre-RS - Engenheiro
Enviado em 2/1/2008 às 7:38:15 AM
No momento em que inicia a era da TV digital no Brasil, o telespectador brasileiro vai perdendo a grande oprtunidade de renovar o conteúdo da programação apresentada, que continuará exatamente como já é. Limitado à charlatice das novelas e das repetições de sempre. Enquanto os programas continuarem a ser produzidos basicamente dentro do estúdio da própria emissora, não há como diversificar. O conteúdo sai de meia dúzia de cabeças, se chegar a tanto. Os norteamericanos evitam esta limitação, forçando cada emissora a contratar programas de vários produtores garantindo, assim, a salutar diversidade das idéias. Mas isso parece ser coisa do primeiro mundo, não está ao nosso alcance. Afinal, não nos esforçamos para alcançá-la.
Renato  Renda , São Paulo-SP - Vendedor
Enviado em 1/1/2008 às 8:16:15 PM
Castigo pra quem é dependente deste veículo tão mal aproveitado. É impressionante a arrogência que muita gente tem em fazer pose de star quando na verdade, evidenciam exatamente esta pobre mesmice que o Priolli aponta. A situação é tão delicada e edificou-se de tal modo que dificilmente teremos nas próximas décadas uma reviravolta, uma mudança de rumo, nivelando por cima a qualidade das propostas em entretenimento televisivo. Isto é fruto de uma falta de exigência do próprio público que consome este produto, visto termos uma edição nº 8 do BBB, expressão máxima do atestado de ignorância do gosto médio brasileiro. Este mal uso do veículo televisivo, é uma apenas uma das diversas ramificações responsáveis pelo retardamento cultural e social corrente em nosso meio, contribuindo para a manutenção de figuras caricatas na política, pseudo heróis de atitudes duvidosas em meio aos jovens, super valorização de celebridades bizarras e pouquíssimo reconhecimento dos verdadeiros artistas brasileiros, enfim uma cadeia de eventos negativos com impactos nefastos. Cabe o individualismo de cada um em sentir-se envergonhado no consumo de lixo, e começar a preocupar-se com as próximas gerações, criando pelo menos o difícil hábito da leitura.
Patrícia Valiño , Rio de Janeiro-RJ - Webmaster
Enviado em 1/1/2008 às 6:39:10 PM
Outro dia li no "Kibeloco" um comentário sobre uma pesquisa afirmando que o programa "O Aprendiz" estava conseguindo ser líder de horário. O autor dizia que "era nisso que dava o ibope ser medido com base em meia dúzia de residências da grande SP", ou seja, ele dizia que o programa era "coisa de paulista". E é mesmo, porque não conheço ninguém aqui no RJ que goste disso, aliás muitos têm a mesma opinião do autor do blog, outro carioca. Quer dizer, como as emissoras e os anunciantes podem deixar que a coisa toda do ibope ainda seja medida desse jeito antigo e impreciso? As emissoras "segundo lugar" deveriam ser as primeiras a chiar desse sistema, mas ficam na delas. E as agências de publicidade? Pagam caro na Globo por uma massa de audência que é apenas estimada, e fica por isso mesmo. Ninguém reclama se tiver 5 milhões assistindo ao invés de 10. Se a emissora diz que é 10 e mostra lá a tabelinha do ibope, tá tudo certo. No meu entender, a questão da medição da audiência é chave nesse debate, pois só com uma medição precisa uma emissora teria o poder de dizer, "sim, é isso que o povo gosta", do contrário é estimativa e olhe lá. Pra poder fazer isso, todo o mercado (emissoras e publicitários) teriam que encarar a possibilidade de que seu trabalho é ruim e ineficaz e que precisam aprender muito sobre a vasta audiência brasileira.
Elia Silva , São Paulo-SP - Servidor
Enviado em 1/1/2008 às 5:39:49 PM
Sempre gostei muito de televisão, porém nos últimos meses tenho ligado a Tv para assistir ao noticiário e alguns documentários da TV paga ou da TV Cultura que, na minha opinião é o único canal aberto que pode ser assistido e com a melhor programação. Da TV Globo eu não assisto nem o Jornal, pois ele é muito ruim e fraco.
Bráulio  Spinoza , Dois irmãos do burití-MS - chapeiro
Enviado em 1/1/2008 às 5:17:46 PM
Crítica de pouca profundide essa do Gabriel Priolli. Resume-se a demonstrar, no máximo, que conhece como tantos outros, por inércia ou por osmose, a programação da Globo. Que importa, em última análise, ser ela a lider no segmento televisivo aberto? Tão pouco se o SBT, Record, Band e a asquerosa Redetv adaptem seus horários em função dela. A TV cultura de SP e a TVE, não fazem isso. Elas mantêm uma grade independente que toma por critério outros fatores. Portanto, senti falta sobre algo que poderia ser dito em favor das emissoras públicas. A TV é um dos meios de comunicação mais democráticos que temos. Basta ter consciência - e isso é o mais díficil - que nós a controlamos pelo toque de um botão. Já passou muito do tempo em que o governo deveria questionar o monopólio das redes privadas.
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/1/2008 às 5:02:26 PM
O que interessa se elles aumentam seus salários, se somos omisso? Que vantagem Maria leva ser informado ou não, se somos um povo indolente e alienado, de fácil manipulação, somos como massa de pizza, puxa daqui, puxa dali, e continuemos esticados feitos elásticos que serve apenas para prender o montanha de dinheiro que essa gente nos tira. Somos um povo que delira sem ter febre. Ou não?
Marco Antonio Borges , Santa Maria-RS - estudante
Enviado em 1/1/2008 às 4:29:35 PM
A televisão no Brasil está sendo feita para pessoas de baixo nível intelectual, com isso torna-se um instrumento de manipulação á serviço de grupos que tentam controlar o povo.
Russel Allen , SP-SP - Produtor
Enviado em 1/1/2008 às 4:13:14 PM
Pensei, ao ler essa matéria, que se tratasse de uma crítica inteligente à falta de qualidade dos programas da TV brasileira, mas resumiu-se a criticar de uma forma vazia a programação da TV Globo. Colocou-a como se fosse a única opção em televisão aqui no Brasil, e sabemos que não é verdade. Você sabe muito bem que, embora ainda sem uma grande penetração nos lares, a TV por assinatura oferece, ainda que de forma um pouco precária, muita variedade segmentada na programação, e o que é melhor, 24h por dia, 7 dias da semana. Eu realmente fiquei decepcionado com a sua matéria, sou um entusiasta de TV e, pelo menos pra mim, TV não se resume só a Globo. Muito menos a Big Brother.
Edivelton Tadeu Mendes , São Paulo-SP - Professor Matemática / Física
Enviado em 1/1/2008 às 4:03:28 PM
Pouco ou quasa nada, de algo melhor na televisão brasileira.Um Show de Shakira|( Rêde TV ) e a Faça sua Historia de João Ubaldo Riebeiro ( Globo ), foram as exceções.O grande problema, é que o grau de cultura é pequeno e pequena é a cobraça - até sobre o Executivo e Legislativo!
vanderson miloski avs , Petropolis-RJ - comerciante
Enviado em 1/1/2008 às 3:50:29 PM
Referente a mesmice; todo ano ELLES de Brasilia aumentam seus SALÁRIOS. E se não fossem os jornais e as Tvs... Vossas exelencias passariam desapercecebidas. Feliz 2008...Ra ra ra.
Amilton  José Marques , São Paulo-SP - advogado
Enviado em 1/1/2008 às 3:39:24 PM
Estou certo sobre tudo o que disse em meu comentário, eis que o senhor Romeu Pinto, que inclusive afirma ser escritor, escreveu exceção com dois ésses; não leia nunca seus escritos, pois, iria desaprender. Tomara que ele se toque, vá ao discionário, e aprenda a escrever correto, principalmente a palavra e x c e ç ã o. Desculpe-me mas não posso ficar calado diante dessas coisas!
Luciene  Borges , Santos-SP - PSICÓLOGA
Enviado em 1/1/2008 às 3:32:48 PM
Não é de hoje que todo o conteúdo artístico tornou-se mera repetição ou revival. Dede o final da década de 90, os programas televisivos, as musicas,o cinema de forma geral tem agarrado-se fiel a fórmulas repetidas ou feito um revival de anos passados e - que se diga - mais criativos. Tem coisa mais chata do que todo ano assistir aos mesmos shows dos contratados "exclusivos" da Globo. Faz sentido em 2008 as pessoas ainda assistirem shows televisivos de cantores e apresentadores que não fazem mais sucesso? Existe coisa mais chata do que novela repetida - com nova adaptação - porque o restante não emplaca mais? Tem sentido insistir em um programa que nem a cópia no exterior "cola mais"? É de doer.... É obvio que o cenário artistíco não é infinito em criatividade...mas que tal bom gosto aliado a bom senso?
Amilton José Marques , São Paulo-SP - Advogado
Enviado em 1/1/2008 às 3:26:58 PM
Entendo que o povo precisa de cultura cultura que lhe acrescente honra, dignidade, paz, cidadania e, acima de tudo educação, para fazdr respeitar os seu espaço e respeitar o espaço alheio. Primeiro o povo precisa crer em Deus, aprender a valorizar a vida famililar e orientada a gostar muito do Brasil, a ponto de não permitir que alienígenas ocupem o nosso espaço. seja esso o papél principal da televisão. mulheres bonitas que gostam de mostrar os contornos e os seios, já estão fora de moda. É muito bom, mas, cada qual com a sua dentro das 4 paredes. mulheres com sorriso fácil, verbi gratia, como o sorriso da Patrícia do canal 4; só tem carisma (soriso fácil), mais nada. A televisão atual, vê a população como povo consumista, vender a ele tudo quanto ele não necessita e que só vai ocupar espaço em suas casas. Precisamos de uma televisão que promova grandes debates, como no caso de resgatar a honra e a dignidade dos irmãos da raça negra; eles contruíram este país como escravos e com a lei da alforria só receberam um tapinha nas costas. Precisamos alimentar dignamente esses irmãos e formarmos os seus filhos desde o ensino fundamental até ao ensino universitário...estamos econimizando para que? Para alimentar a ganância de pessoas corruptas - políticos -? Necessitamos de uma televisão que ensine bons princípios ao povo, considerando-se que a vida é um sopro no eterno de Deus.
H.ROMEU PINTO Romeu Pinto , Rio de Janeiro-RJ - Escritor
Enviado em 1/1/2008 às 3:07:03 PM
Eis o Espetáculo da hiprocrisia, a TV Brasileira é um trivial de imitação, com enganação dos seus produtores e apresentadores falta de criatividade e discernimento de objetivo. Tambem o que há de se esperar duma emissora como a TV Globo, ser lider de audiencia, onde tudo que é transmitido é faccioso e sem profundidade. A TV por si so, é uma verdadeira escola de Marionetes e Intelectuali- dades insanas, um mistura de populismo e descalabro moral. Não se aprende nada de útil, como desinforma o que é verdade, em função dos grandes investidores que a mantém nesse circulo vicioso de interesses menores. Nota ZERO PARA TODAS sem excessão!!!
Israel Carvalho dos Santos , São Vicente/SP-SP - Servidor
Enviado em 1/1/2008 às 2:56:24 PM
O mais irônico é que muitas vezes quando vemos aonde a Tv de hoje chegou, chegamos a ter uma extrema saudade e desejar que voltasse aquela época, de 20 a 30 anos atrás, onde se tinha mais responsabilidade com o que era transmitido. Também poderia dizer que preferiria Rede Manchete, Tupi ou Excelsior a programação da Globo. No caso dessa emissora carioca, um telespectador de fora precisa dar uma boa lição de moral e mostrar que ela não pode tudo. Em geral todas as emissoras tem que pensar de outra maneira. Audiência e Qualidade não andam juntas e ficam se encarando. A interatividade que tanto dizem nem existe, nem nas TV fechadas. A tendência dos Youtubes e Joost da Web é se expandir mais ainda e arregimentar mais telespectadores. Para a TV posso resumir isso numa única frase. “Chegou a hora de rever os seus conceitos”
Priscilla  Rampazzo , London-IN - estudante
Enviado em 1/1/2008 às 2:38:02 PM
Ola,moro aqui em Londres ha quatro anos,e ao ler o comentario nao pude deixar escapar.Meu caro colunista o mal da tv atinge ate mesmo os paises de primeiro mundo.Aqui so temos 5 canais,dos quais voce precisa pagar licenca para assisti-los e nada muito interessante.A formula e a mesma.novelas na bbc1( muito chata por sinal),big brother ,enlatados americanos...o que salva as vezes sao os documentarios e os programas sobre antiguidades na bbc.
Carlos N Mendes , Santos-SP - industriário
Enviado em 1/1/2008 às 12:40:56 PM
Um amigo me perguntou outro dia por quê gosto tanto da Internet . Meu Deus, ela é como a Geenie, a gênia da garrafa : quero política, puff! OI, Veja, PHA. Quero diversão ?Puuuff!! Metacafe, YouTube, Laerte, Crazy TV from Japan, está tudo lá. É só pedir. a TV é mais como um circo : tenho que esperar ele passar por minha cidade. E, afinal de contas, se eu realmente quiser a TV, posso pedi-la para Geenie...
José Carlos F. de Deus de Deus , Salvador-BA - Bancário
Enviado em 1/1/2008 às 1:38:29 AM
Caro Gabriel Priolli, creio que o Sr. esteja vendo demais a TV GLOBO. Conhece toda sua grade, tem toda ela na ponta da lingua. Sugiro conhecer a CULTURA; que tem uma boa programação, pricipalmente na terça às 22h e 00min. A melhor arma contra uma TV ruim, é desconhecer essa TV. Ignore-a, não comente. - GLOBO ??? desconheço... é uma marca de sabão em pó ?
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 31/12/2007 às 12:32:08 PM
A teleburrego é o retrato em preto e branco do Brasil e seus comandantes de plantão, degenerados pôr conchavos e dinheiro no bolso. O ano que esta prestes a nascer como idade mais avançada, mas como sendo novo, coisa da mente humana. O Brasil na área de comunicação esta muito atrasado, nem mesmo copiando outros países consegue fazer algo diferente, que traga um nível melhor quanto a sua programação carcomida. Intelectualmente e culturalmente a teleburrego brasileira perde do HAITI, vejam, nada contra o Haiti!
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Gabriel Priolli

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