ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 479 - 24/11/2009
  Jornal de Debates
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JORNALISMO ESPORTIVO
O drama de Casagrande
e a imprensa marrom

Por Luiz Antonio Magalhães em 1/4/2008

Cocaína, heroína, um acidente automobilístico, uma celebridade polêmica há tempos desaparecida, um evasivo depoimento do médico que acompanha o paciente e a "bomba", conhecida por dez entre dez jornalistas dos cadernos de Esportes do país: Walter Casagrande Jr., o Casão, ex-goleador e comentarista da TV Globo, está sob tratamento para tentar se recuperar de uma dependência química que teria se agravado nos últimos anos. É o que está na revista Placar que chegou às bancas na quinta-feira (27/03). A julgar pelo que foi adiantado no site da publicação, trata-se de puro jornalismo marrom.

Claro que Placar vai vender muito, quem sabe até quebrar o recorde de vendagem, para satisfação do departamento comercial. Porém, a edição desta semana da revista que já foi a mais importante publicação esportiva do país – e que hoje circula minguada, com periodicidade mensal – poderá significar um marco histórico. Até aqui, nem todas as publicações da Editora Abril adotavam a linha editorial e o padrão de jornalismo-cafajeste da revista Veja, o carro-chefe da editora.

O número 1318 de Placar, no entanto, parece configurar uma tentativa da direção da Abril de resgatar a importância que a revista já teve no passado, só que agora utilizando o mesmo, digamos assim, "padrão de qualidade" adotado na Veja. Ou seja, Placar pode estar começando a passar por uma fase de "bronzeamento" para recuperar a relevância entre as publicações esportivas não pelo aumento de sua credibilidade jornalística, mas pela capacidade de fazer barulho, ter matérias repercutindo nas cada vez mais lamentáveis mesas-redondas da televisão e, sobretudo, vender bastante nas bancas.

Interesse do público vs. interesse público

No caso dos problemas de Casagrande com as drogas, não é difícil entender por que Placar se enlameou ao decidir contar a história do ex-craque. O jornalista Juca Kfouri, que chefiou a revista quando ela não precisava de apelação para vender, resumiu a questão da publicação da matéria: o drama do ex-jogador "é de interesse do público, mas não de interesse público".

Pode parecer complicado, mas não é: há muita coisa por aí que os jornalistas ficam sabendo e que o público também adoraria saber, mas que dizem respeito unicamente à vida privada das pessoas. E ainda que estas sejam figuras públicas, devem ser preservadas, salvo nos casos em que se tornem matérias também de interesse público.

O recente episódio do ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) é um bom exemplo para ilustrar a diferença entre as duas coisas. Enquanto Mônica Veloso foi amante do senador alagoano, jornal algum deu matéria sobre o affair, embora certamente a notícia pudesse despertar bastante interesse do público. Quando, porém, Mônica, que já nem era mais amante do senador e discutia na Justiça o valor da pensão da filha que teve com Renan, o acusou de ter pagado a pensão até ali com dinheiro de um lobista, a coisa toda mudou de figura e o caso passou a ter interesse público, que só fez aumentar o interesse do público, ainda mais na medida em que Mônica passou a revelar detalhes das suas relações com o Calheiros.

Antes que algum leitor afobado questione por que razão o episódio envolvendo Casagrande estaria apenas na primeira categoria e, portanto, deve ser mantido fora da mídia, ao passo que as agruras de Diego Armando Maradona, outro ídolo do futebol, podem ser exploradas à exaustão pela imprensa, é preciso estabelecer logo a diferença crucial entre os dois casos: Maradona sempre tratou de seus problemas privados em público, já concedeu várias entrevistas sobre a sua dependência de cocaína e após as diversas internações por que passou fazia questão de falar com a imprensa.

Maradona, portanto, autorizou que a sua vida privada fosse parar nas primeiras páginas dos jornais. E este absolutamente não é o caso de Walter Casagrande Jr., que jamais tratou de seus problemas pessoais em público. Ao contrário, o comentarista da TV Globo nunca escondeu seu drama dos colegas do meio jornalístico – para os mais próximos chegou a deixar claro, em vários momentos, que precisava de ajuda –, mas também nunca manifestou o mais remoto desejo de tornar públicos os seus problemas pessoais. Se quisesse, nada seria mais fácil a alguém com tanto trânsito no meio: bastaria escolher o veículo ou o jornalista e contar a sua história.

Sem vergonha de explorar a dor

Casagrande não falou à reportagem da revista da Abril, até porque está há quase seis meses isolado em uma clínica de recuperação, da qual só sairá quando os médicos permitirem, mas alguns de seus familiares o fizeram, certamente para tentar evitar que a "reportagem" saísse com o tom sensacionalista típico da imprensa marrom.

O esforço foi em vão. A matéria de Placar ainda não esta disponível, mas o que está no site da revista é de arrepiar. Primeiro, chama a atenção o que deveria ser a íntegra da entrevista com o médico do ex-jogador, que não diz absolutamente nada de relevante, apenas avisa que não pode falar nada sem autorização da família. Ora, por que publicar a "íntegra" de tal "entrevista"? Fácil: apenas para mostrar aos leitores que o doutor Artur Timerman não desmentiu a versão da revista. Ainda pior é o verdadeiro carnaval que o site vem fazendo em torno de uma "apuração" de fatos conhecidos até pelos focas das editorias de Esporte de qualquer jornal que se preze. Há uma inacreditável entrevista, em áudio, com o repórter da matéria em que ele revela ter iniciado a "investigação" em novembro do ano passado e entrevistado 16 pessoas para conseguir detalhar o drama do ex-jogador.

Mas o grande problema da matéria continua sendo o objeto da investigação. Qual o interesse público em divulgar o que Casagrande ingeria ou não ingeria em sua vida privada, particular? Por que contar uma história, que como tantas outras envolvendo drogas, é carregada de dor e de pequenas ou enormes tragédias privadas? Por que não esperar Casagrande deixar a clínica e pedir autorização para publicar a "reportagem"? Se ele, ao final do tratamento, se dispuser a falar da sua recuperação ou quiser fazer campanha contra drogas, tanto melhor. Não seria um "furo" de Placar nem de ninguém, seria apenas reportagem de utilidade pública, para servir de exemplo e alerta sobre o mal que as drogas causam. Nada que interesse a imprensa marrom, para a qual o que vale são os exemplares a mais que podem ser vendidos com a exposição da dor alheia. E as verdinhas no cofre, naturalmente.

PS em 01/04/08: O artigo acima foi escrito antes da chegada da Placar às bancas. Este observador já teve acesso à revista e leu a "matéria", cujo conteúdo apenas corrobora o que foi escrito acima. A invasão de privacidade é completa – até o salário do comentarista da TV Globo é divulgado. É de interesse público saber quanto recebe Casagrande ou se a empresa para qual ele trabalha decidiu pagar o tratamento de seu funcionário? A "matéria" também detalha como acabou o casamento do ex-jogador e traz uma frase sarcástica da ex-mulher sobre a atual namorada dele, outra informação de enorme relevância para a compreensão do drama.

O lixo que está na revista Placar só não provoca engulhos maiores porque alguém na redação teve o bom senso de não fazer da "matéria" a capa da revista – há apenas uma chamada discreta, felizmente. O texto da reportagem também tenta "suavizar" a picaretagem, mas usar palavras doces não esmaece o tom marrrom da publicação.

Comentários (85)
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marcio pina , cascavel-PR - jornalista
Enviado em 10/6/2008 às 9:53:44 PM
Colocar em risco a vida de outras pessoas, dirigindo um veículo em visível estado de embriaguez, ou no caso, efeito de drogas... é de interesse público ou interesse do público... texto útil em palavras, mas inútil em conteúdo na tentativa de formar opinião.... quando o assunto é drogas... além de combate-las, temos o dever de divulgar a idéia como exemplo negativo... a não ser que o autor do texto não tenha a intenção de combater o ilícito... o homossexual nao tem a mínima intenção de combater o homossexualismo.
Paulo Osorio , Rio de Janeiro-RJ -
Enviado em 19/4/2008 às 8:41:42 PM
O mais engraçado de tudo é ver o Juca Kfouri criticando a placar. Ah, na época de Juca Kfouri, salvo engano, houve matéria semelhante sobre o então jogador Mazolinha do Botafogo, que relatava seu vício. Com um determinado comentarista falou aqui, parece que o problema é que o Casa Grande é da imprensa, por isso teria que ser feita uma blindagem nele. É engraçado tentar justificar que se possa comentar o vício de Maradona e não o de CasaGrande. A imprensa tem o dever de informar, e no caso de drogas, se torna algo do interesse público pois o tráfico de drogas é ilegal, e o viciado sustenta o traficante. Como a grana dele veio do torcedor da arquibancada e depois da emissora de tv que vende anúncio em função do número de espectadores, trata-se de um caso de interesse público sim. Estranha essa postura do observatório, querendo impor uma CENSURA para que o povo não possa ser informado daquilo que deseja. Segundo o observatório, se um jornalista denunciar um roubo na casa de alguém, o ladrão ficará impune e o jornalista é que deverá ser denunciado por invasão de privacidade por ter olhado para a casa dos outros. Parabéns à PLACAR e meus pêsames ao "observatório". LIXO é o texto do observatório, carregado de um politicamente correto que não engana ninguém.
Silvio  Miguel Gomes , Olimpia-SP - Escrivão de Policia
Enviado em 7/4/2008 às 10:25:41 PM
Eu vejo semelhança com os comentários de jornalistas da grande imprensa sobre o caso da morte da criança Isabella: comparam com o caso da Escola base. Mas deveriam comparar é com o o que fizeram ao ex-ministro Alceni Guerra, foi massacrado. O Dr. Alceni mediu o tempo e espaço dedicados ao massacre (foram enormes) e quando a sua defesa e pedidos de desculpas praticamente zero. O PLACAR errou. É claro que o tratamento dado aos mais pobres pela imprensa é diferente. Mas isto é errado, deviam tratar a todos com mais dignidade.
Patrícia Valiño , Rio de Janeiro-RJ - Webmaster
Enviado em 7/4/2008 às 4:01:28 PM
Pra completar: enquanto isso, ao encher suas páginas com o pó do Casagrande, os leitores da Placa ficam sem aquilo que provavelmente mais lhes interessa ao comprar um veículo jornalístico-futebolístico: notícias de futebol. É, pq isso aí não tem nada haver com futebol, tá mais pra coluna social com invasão de privacidade... Coitado, espero que a Globo não demita ele alegando uma crise de credibilidade graças ao artigo da Placar.
Gilson Raslan , Jaru-RO - Advogado
Enviado em 4/4/2008 às 12:36:23 PM
E alguém, com um mínimo de conhecimento sobre a mídia brasileira, pode achar estranho do que a ABRIL é capaz para ganhar dinheiro ou, simplesmente, denegrir a imagem de uma pessoa? Como diz o Mino Carta: até o mundo mineral sabe do jornalismo de esgoto praticado pelo Grupo Abril.
Flávio Sorbani , Sâo Paulo-SP - Dentista
Enviado em 4/4/2008 às 9:01:38 AM
Placar e Veja são os EUA do jornalismo marrom. Autorizam-se a xeretar, investigar, julgar, punir, revelar e mais o que quisererm. Faturamento é a ética dessas empresas.
Pablo López , sao paulo-SP - jornalista
Enviado em 3/4/2008 às 12:18:25 PM
Caro, A matéria é questionável, mas acho que vc exagerou no tom. Escrevendo dessa forma mais pareceu algo pessoal do que uma análise crítica de alguém do sempre atento Observatório da Imprensa. Seria mais saudável, acredito, levantar a questão de forma firme, mas sem essas classificações agressivas. Afinal, o Observatório está longe de ser a revista Veja, né? abs, Pablo
João Marsallis , Agudo-RS - apicultor
Enviado em 3/4/2008 às 9:44:28 AM
Foi mal, Magalhães. Uma coisa é discordar da linha editorial de uma publicação,outra é destilar preconceitos sobre um material jornalisticamente válido,ainda que com alguns excessos, como a matéria sobre o drama de uma figura pública como Casagrande. Me admira que este Observatorio encampe esse tipo de bronca pessoal.
Ismael Manzotti , São Paulo-SP - Analista de Sistemas
Enviado em 2/4/2008 às 2:35:43 PM
Sra. MARIA ELOISA DO NASCIMENTO , Jacarei-SP - advogada, o ex-jogador Casagrande não é médico, a sra. está confundindo com o Dr. Sócrates. Até o [ ] Petista sabe disso.
Filipe Fonseca , Rio de Janeiro-RJ - Funcionário Público
Enviado em 2/4/2008 às 1:56:14 PM
Caro João Augusto: patrulhar não, mas creio que monitorar seja o papel de qualquer "observatório". O artigo destaca o jornalismo baixo e sujo pelo qual a Placar parece se enveredar. Não importa que você - ou quem quer que seja - "goste" do "Casão", sem, contudo, conhecê-lo. Mesmo que o conhecesse. Ainda que o Casagrande fosse o seu melhor amigo, ele teria direito a privacidade. Se ele não pretendeu expor seus problemas pessoais da maneira que foram expostos, é evidente que a sua privacidade foi invadida. E, para o bom jornalismo, "queremos saber dele" não justifica a publicação da vida privada de alguém que não quer se expor.
Marcelo Pagiani , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 2/4/2008 às 12:28:50 PM
O jornalista (?) patrulheiro, Luiz Eduardo, erra em 100% no seu texto. Impressionante a raiva contida do jornalista pela revista Veja. Como disse outra pessoa nos comentários, Juca Kfouri e agora Luiz Eduardo estariam melhor, calados. O caso Casagrande, como pessoa pública e ex-desportista, precisa ser mostrado sim ao grande público, para que se atente aos riscos do envolvimento de drogas no esporte e como isso destrói carreiras e família. É um trabalho puramente jornalístico, e não patrulheiro e demagogo de Juca Kfouri e Luiz Eduardo Magalhães. Aliás, esse texto parece estar mais enfurecido com o fato de a Veja ter dado uma cacetada no jornalista da Folha de S. Paulo, do que com a própria cobertura do caso. Essa é minha opinião.
paulocorrea correa , sorocaba-SP - aposentado
Enviado em 2/4/2008 às 12:04:24 PM
no brasil o pobre pode ser esculhambado , extrupado , assassinado e jogado em cova rasa , que esta tudo nos parametros deste maldito pais de corrupos . mais quando uma revista mais séria e ousada pisa no pé de um [ ] de um viciado famoso , lá vem outo [ ] falar de imprensa marrom e criticas contra quem teveve coragem de trazer a noticia em publico. [ ]
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 2/4/2008 às 11:49:31 AM
O casarão não é nem mais e nem menos importante que seus semelhantes. Trata-se de uma pessoa como outra qualquer que usa drogas, com essa postura acaba sustentando o trafico de drogas. Ou não? Com certeza, alguns dos escribas amadores que aqui postaram seus comentários a favor ou contra convive com tal situação dentro de seus lares. Ou não? Todavia, estão querendo inocentar, bem como ajudar a esconder tal fato que rola solta em qualquer ambiente de trabalho, principalmente na TV. Ou não? [ ] tem hora e lugar, aqui é um espaço que esta posta a postura da revista e, não do casarão. Ou não? Abraços socialistas...
Ricardo Antunes , Campos-RJ - Empresário
Enviado em 2/4/2008 às 11:38:23 AM
É meu amigo, ouso descordar totalmente de você, é um desastre que um sujeito que teve e tem as oportunidades deste ex atleta, se enverede no mundo podre das drogas, não é mais exemplo para nínguem, quanto ao Juca é um pedante, quando a coisa é de interesse dele, ele mete o pau até pessoalmente, [ ], Casagrande tem é que criar brios e vergonha na cara, pois, infelizmente, a maioria das coisa na mídia está uma catastrofe.
João  Augusto , Santos-SP - Consultor
Enviado em 2/4/2008 às 11:07:13 AM
O Oobservatório quer patrulhar e monitorar a imprensa, ou estou equivocado? A matéria da revista Placar é pertinente e bem escrita, portanto o articulista, tal qual o Juca deveriam ter se calado. A propósito, todos gostamos do "Casão", queremos saber dele, sim senhor, e torcemos pela sua recuperação.
edu santos , sp-SP - industriario
Enviado em 2/4/2008 às 11:02:28 AM
discordo totalmente do autor. o q L A Magalhaes quer praticar e o corporativismo. a versao dada para diferenciar maradona do casagrande e pobre e a citacao ao Juca Kfouri e pior ainda. J. Kfouri q utiliza seus espacos na midia para atacar todos seus inimigos com coisas pessoais (chegaou a citar a separacao de um deles e a relacao com um mulher mais nova). mas este e o tipo de discussao q o tempo resolve, veremos no proximo caso de 1 problema serio com jornalista e q nao seja do "time" do pessoal do observatorio como sera o comportamento do mesmo. facil e so esperar
Ricardo  Camilo , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 2/4/2008 às 10:55:13 AM
Caro Jorge Mendes, Troca de faculdade, por favor, senão vai se tornar um péssimo profissional. A não ser que queira ingressar no "jornalismo" da Editora Abril.
Rocha Rodrigues , Bsa-DF - Estudante
Enviado em 2/4/2008 às 10:25:56 AM
O caso do Casagrande é de interesse público, sim, porque serve de exemplo a não ser seguindo pela mocidade. Nosso país tem um problema grave com o tráfico e o consumo de drogas e, nesse caso específico, a situação do comentarista da Globo mostra, entre outras coisas, quem financia os terroristas e assassinos que traficam drogas no RJ e nos outros grandes centros. No dia em que não mais houver viciados em drogas, os traficantes vão perder o emprego.
manoel henrique henrique , cruzeiro sp-SP - empresario
Enviado em 2/4/2008 às 9:41:12 AM
Seu artigo foi muito interessante e concordo em grande parte com sua posição, até porque sempre fui fã do jogador e gostava do comentarista, mas entendo que como no caso da Monica, nós precisavamos saber onde se encontrava o "Casão" e o que havia acontecido. Concordo plenamente que não havia motivo para outras explorações de baixeza que foram publicadas. Abraços Manoel Henrique
djalma mdeiros , são paulo-SP - vendedor
Enviado em 2/4/2008 às 9:39:15 AM
Acredito que todo o problema do Casão deveria mesmo ficar somente entre ele seus familias e amigos mais proximos. Caso ele queira (espero que sim) venha a fazer campanha contra s drogas. Estava com vontade de comprar a revista. Não vou mais. Estarei eu contribuindo coma impressa marrom. PS. Juca Kfouri vc sempre muito bom no diz
Jorge Mendes , Iperó-SP - Estudante de Jornalismo
Enviado em 2/4/2008 às 9:05:02 AM
Eu nunca vi um texto tão mal escrito e mal fundamentado no Observatório da Imprensa. Atenção: para quem não é da área de comunicação, o autor do texto NÃO SABE o que é interesse público e interesse do público. Não tem NADA a ver com que ele disse. E isso se aprende no primeiro ano de jornalismo. Conheço a placar, já fiz estudos sobre ela, e vcs podem ter certeza: não há nada, absolutamente nada, de jornalismo marrom nela. É uma matéria apurada, com tempo de pesquisa, várias fontes, que relatam a história de um jogador, um jornalista, um ídolo. É interesse público, sim. É uma pena que tenhamos que ler textos como esse. Discordar, sim. Mas com argumentos, sem agressões ridículas como a que vimos nesse texto. Fico extremamente chateado de ver algo como isso em destaque na página. E que o autor estude melhor o que é interesse público e interesse do público. Abraços a todos.
Lasmar Célio Jorge , São Paulo-SP - Empresário
Enviado em 2/4/2008 às 9:01:02 AM
O Brasil precisa de uma Lei regulamentando a imprensa em geral, a fim de que esta tenha mais responsabilidade do publicar fatos que não condizem com a verdade com o intuito de pegar o dinheiro do leitor incauto, ao qual é oferecido até mesmo um falso produto, coisa que deveria estar prevista no código de defesa do consumidor, já que estão lhe vendendo gato por lebre. A imprensa por aqui com a desculpa de liberdade é mestre em falcatruas pra cima da sociedade consumidora de todos os tipos, desde anúncios vendendo cristais mágicos, panacéias, falsas noticias, etc Quando não destroem a vida de pessoas sem qualquer compromisso com a verdade a fim de engordadem seu faturamento ou seja carecem de honestidade e capacidade jornalistica e até falta total de ética em muitos casos, chegando mesmo a prejudicar a imagem do País em alguns casos e o que é pior impunemente.
Antônio Pereira , BH-MG - aposentado
Enviado em 2/4/2008 às 7:50:59 AM
Quero saber quem vai pagar a conta? No caso desse senhor, deve ser ele mesmo. É o que espero. Pois se tinha o dinheiro para comprar o pózinho, que agora arque com o tratamento. Mais que isso é pura [ ]. E que a placar venda MUITO, afinal é torcedor fánatico que deve comprar esse tipo de revista.
Daise  Moraes , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 2/4/2008 às 7:44:57 AM
Como já ouvi alguém dizer, "não existem virgens na política", e nem no jornalismo - não adianta tentarmos nos enganar. As editoras precisam vender, seu produto é a notícia; o público quer saber, então, notícia é, sim, interesse público - principalmente quando a pessoa é "pública". Eu mesma, fiquei um tempão me perguntando (e a todos que curtiam futebol do meu círculo de amizades), por onde andaria Casagrande, que "sumiu" misteriosamente. Agora, minha curiosidade foi saciada. E nem por isso eu estou lá, na frente da casa dele (ou da clínica), atirando pedras no rapaz. Não vamos complicar, certo? Desde a invenção do jornalismo, o processo é bem simples: o povo quer saber, a imprensa está aí para apurar e divulgar. Se não foram publicadas mentiras e nem meias-verdades, não houve crime algum que mereça tamanhos choro e ranger de dentes. No mais, que se use a legislação sobre direito de imagem, se cabível. Mas que eu tinha o direito de saber por onde andava o cara que (tão bem, na minha opinião) comentava os jogos do meu time, eu tinha. E a Placar saiu na frente e saciou, antes da concorrência, essa minha sede de informações. Ponto.
jose geraldo moriera moreira , santo andre-SP - diretor de escola
Enviado em 2/4/2008 às 7:14:38 AM
Seu artigo é uma aula sobre o que é interesse do público e o que é interesse público. Quanto a Abril todos sabemos o seu destino... Vai cair. Nada se sustenta com mentiras e picaretagens por muito tempo. Ainda mais em tempos de Internet.
Marcílio Teixeira Marinho Filho , Riode Janeiro-RJ - Empresário
Enviado em 2/4/2008 às 4:04:04 AM
Então,Roberto Carlos tinha razão. Ele sempreescondeu o problema da perna para opúblico,problema este que foi escancaradonolivro de sua biografia nãoautorizada. Livro marron,também? Exatamente o mesmo raciocíni,não é de interesse público,apesar de ser DO público. Ma,não vi um jornalista, com seu instinto corporativista como sempre defender nosso Roberto. Um abraço, Marcílio Marinho,Leblon, RJ
Danilo  Duarte , SP-SP - jornalista
Enviado em 2/4/2008 às 2:55:15 AM
Rizek que me desculpe (jornalista pra Placar, aliás, pra quem não sabe), mas concordo plenamente com o aurtor do texto. Jornalismo marrom apelando para o drama de um profissional que sequer pode ser ouvido (onde está o outro lado nessa história Rizek, se o personagem principal provavelmente sequer sabe que existe essa matéria nas bancas, pergunto eu amigo????). Considero a revista um grande veículo, mas cuidados devem ser tomados. E dessa vez, sem dúvida, não houve algum.
Diego Dias , Rio de Janeiro-RJ - Advogado
Enviado em 2/4/2008 às 1:50:02 AM
Seu texto é muito fraco. Aliás, pelo visto, você é fraco tecnicamente. Falta sinceridade. O aspecto que realmente sobreleva na polêmica reside no fato do Casagrande, apesar de não ser jornalista, ser um profissional da imprensa. E essa reportagem ofende o trato corporativista existente entre vocês. A peculiar ética existente nesse meio, tem como um de seus elementos o fato de, em tese, não serem admitidas críticas ou exposições que possam envolver os profissionais da imprensa. Ora, você escreveria esse paupérrimo texto caso a reportagem fosse feita com relação a alguém não ligado à imprensa? Você é amigo pessoal do Casagrande? Admirador? Ex-companheiro de trabalho?? Em suma: Deveria haver uma ética na sua atividade na qual vocês não expusessem a vida das pessoas a torto e a direito. Agora, já que vocês, vergonhosamente, não fazem isso com as pessoas, não devem excluir da exposição pessoas ligadas à imprensa. Vocês não são intocáveis, tampouco melhores que qualquer cidadão brasileiro. Sujeitem-se, também, àquilo que vocês fazem com os outros... Como já dizia meu pai: "Pimenta nos olhos dos outros é refresco..."
roberto santana , indaiatuba-SP - advogado
Enviado em 2/4/2008 às 12:49:33 AM
Sobre Casagrande: A imprensa não pode ter o direito de informar aquilo que eu não quero que seja informado sobre a minha pessoa.Essa desculpa de pessoa publica e coisa e tal é balela.O seu interesse,imprensa, vai até onde colidi com o meu.Ou melhor há o seu interesse e o meu interesse.Não pode haver colisão.Não pode um superar o outro.Casos como esse,que envolve doenças,o vicio é uma delas devem ser tratados o mais reservadamente possível.Não é porque um sujeito se arvora de jornalista que pode sair por aí e divulgar o que ele ou seu editor acha que é interesse público.Há que se dar um basta a estas situações.Como?Não se lendo certos períodicos e certas revistas.Se fosse assim eu como advogado poderia falar para todos sobre os casos em que atuo para qualquer assistência.Há que se ter um parâmetro,uma certa decência que parece que foi excluída nos cursosde jornalismo atual.Não se deve fazer ao próximo aquilo que não se deseja a si mesmo.Neminem laedere,já diziam os romanos.No momento que oser humano entender o que seja o próximo, muitos problemas serão resolvidos sem necessidade de qualquer lei. Fui.-ufa.
luiz silva , são josé dos campos-SP - médico
Enviado em 1/4/2008 às 11:42:01 PM
como pessoa pública que é, está sujeito a esta exposição, se fosse um médico,além disso tudo, teria mais um pouco de exposição.
Dalvo Santiago da Cruz , Manaus-AM - Professor universitário
Enviado em 1/4/2008 às 11:29:24 PM
A Editora Abril tem se mostrado uma verdadeira debochada do regime democrático, ainda que não seja uma democracia social como todos nós gostaríamos. Será que o sr. Cicita, que tanto usufruiu do regime da ditatura, quer nos mostrar que a "imprensa livre é maléfica" e, portanto, debocha em excessos de irresponsabilidades não se importando com a ética e nem com o respeito para com as pessoas? Francamente, não leio nenhuma revista dessa editora, mantenho-me à distância de vários instrumentos da imprensa em todas as modalidades de comunicação... Ainda leio a CartaCapital, a CarosAmigos e só. PS. O que mais me intriga é saber que existem tantos problemas para serem discutidos publicamente intermediados pela imprensa. Problemas sociais, políticos, econômicos, etc; e essa editora insiste em plantar a discórdia... Essa tendência é resultado de incompetência profissional ou é motivado pelo mero interesse comercial? Como pode uma pessoa passar quatro anos em uma faculdade estudando, se preparando, e - depois - se sujeitar a expedientes inescrupulosos como os das revistas da Abril?
Joao Batista Felisberto , Porto alegre-RS - aposentado
Enviado em 1/4/2008 às 11:05:24 PM
Porque a grande mídia e até a pequena mídia(inclua-se aí as Tvs educativas)não tornolu público o dvd feito pela revista Superinteressante,sobre a maconha.?? Um vídeo que mostra onde tudo começou(o preconceito)sem tomar partido algum,apenas informa algo que deveria ser informado pela GRANDE MÍDIA. Se vcs não conhecem o tal vídeo,minha pergunta já estará respondida!! Gostaria de entrar no ar com essa pergunta,mas pelo que vejo até o acesso ao programa é restrito. Obrigado,talvez pelo que puderem fazer a favor da informação!! JB
Rafael tamashiro , Sants-SP - Bancario
Enviado em 1/4/2008 às 10:47:01 PM
Casagrande igual a Globo. Globo diferente de Abril. Logo, Abril diferente de Casagrande. Precisa dizer +? P. R. Falcão que se cuide!
Targino  Silva , São Paulo-SP - Analista de Sistemas
Enviado em 1/4/2008 às 10:19:08 PM
Quando deixei a minha casa paterna para ganhar o mundo o meu pai fez duas recomendações; que eu não fosse religioso (padre, pastor, etc) e que eu não fosse advogado. (opinião do meu pai) Meu pai esqueceu de uma terceira recomendação; que eu não fosse jornalista. Que profissão estranha essa, viver das desgraças alheias. Há pouco momento, desliguei a tv. Não tenho estomago para ver Duas Caras, ver o Carlão na cama co outro homem. Muita gente fica horas rodando canal de tv e internet procurando alguma coisa que valha a pena gastar tempo. Tenho encontrado algumas coisas boas no Record News. A grande maioria, da programação da mídia é lixo. É o reflexo da degradação humana.
Ronaldo Silva , Maringá-PR - bancário
Enviado em 1/4/2008 às 10:03:26 PM
Quando se fala de jogadores e outras celebridades, ninguém fica indignado. Mas quando o jogador vira "colega", aí é antiético. Pra mim, isso é corporativismo.
Juan Carlos  Bosco , Olinda-PE - APOSENTADO
Enviado em 1/4/2008 às 9:37:54 PM
Luiz Antônio, concordo plenamente com seu comentario, achou que tudo isso é um lixão de jornalismo e por esse motivo que eu não compro mais essas porcarias, por mim podem fechar "agora", na internet se le coisasa melhores.
Pedro Butture , Curitiba-PR - Administrador
Enviado em 1/4/2008 às 9:35:00 PM
O Sr Luis Antonio foi pra lá de infeliz nesta materia. O que me espanta é porque o Casão nunca foi detido pelo uso de entorpecentes e o porque a Globo se fazia de cega com o fato. Este cidadão é um figura publica, sim, que a reportagem sirva de exemplo a todos nós
Tereza camargo , Manaus-AM - arquiteta
Enviado em 1/4/2008 às 9:13:08 PM
Adorei esta reportagem pelo conteúdo corajoso, afinal não é todo mundo que qualifica a revista veja e agora aplacar de jornalismo cafajeste. Concordo com todas as idéias, temos o Casão como uma pessoa íntegra, corajosa que pedia ajuda e tinha consciência da sua posição fragilizada. Parabéns pela coragem de escrever o que poucos escrevem, pois muitos gostam mesmo é de ver o circo pegar fogo . Coragem Casão, tenho certeza que vc sairá desta!
maria natalia lebedev martinez moreira , belo horizonte-MG - médica
Enviado em 1/4/2008 às 8:48:33 PM
Barak Obama para construir carreira pública escreveu um livro contando que consumiu drogas. O Bush filho era alcoolatra, dependente de drogas ilicitas , fez reabilitação para só então concorrer a presidencia . O consumo de drogas perigosas que alteram comportamento, que podem levar a morte, é de interesse público sim. A imprensa brasileira tem com relação as drogas o viés da visão ingenua dos anos sessenta. As pessoas naquela época não sabiam realmente o quão perigosa as drogas eram então criticar as drogas era coisa de direita conservadora e com isso muitos morreram. A impresna esta careca de saber que várias figuras publicas consomem drogas pesadas e em vigência deste consumo o discernimento dessas pessoas esta extremamente prejudicado. Mas insiste na tese que consumo de drogas, principalmente cocaína e heroína é coisa do ambito privado. A cocaína é a tipica droga do capitalismo globalizado que voces tanto criticam. Deixa " o cara no pique", tira fome e emagrece, deixa "acordadão", mas pode provocar agressividade, convulsão, infarto, morte. É a droga dos executivos, das modelos, de vários politicos , de atores, de cantores que estão sempre alegres, "alto astral" até que o caldo entorne. É a droga da sociedade consumista. E voces enterrando a cabeça como avestruzes . Sem coragem para fazer o seu papel. E ai sobra prá imprensa marrom dizer o que não é dito.
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/4/2008 às 8:27:34 PM
Senhor [ ] tudo é vicio na vida, usar drogas, trabalhar muito, usar a escarradeira domestica, bem como a alheia, falar muito, escrever muito, falar mal do vizinho entre outros vícios. O casarão não é diferente de ninguém, é apenas mais um neste mundo cheio homens (as) de virtudes e defeitos. Por isso entendo que a revista ESCORE tem que noticiar tudo e todos. Bajulação tem hora!
Prof. Nélson Marques , São Paulo-SP - Professor
Enviado em 1/4/2008 às 8:19:52 PM
Há muito tempo não se vê jornalista tratar de um assunto com tanta propriedade, inclusive à própria classe onde temos tanto lixo e talentos como em qualquer profissão. Parabéns ao jornalista Luiz Antonio Magalhães pela coragem. Lembrou-me hoje do saudoso Paulo Francis. Um abraço. Prof. Nélson Marques
Roberval Quadros Quadros , Jacarei-SP - bancario
Enviado em 1/4/2008 às 8:12:09 PM
Os fatos tem que ser divulgados. Quando descobriram que Maradona usava drogas, o mundo inteiro ficou sabendo. Porque não divulgar que o sr. Casagrande é dependente químico, será que ele é melhor que Maradona. O brasileiro é muito hipócrita. Além do mais ele não é adolescente e muito menos criança. Vamos que parar com esse falso moralismo.
carlos alberto almeida campos , são paulo-SP - administrador
Enviado em 1/4/2008 às 8:04:50 PM
Foi de arrepiar sua fala , nunca me senti tão dono de palavras alheias, quanto agora . Assino embaixo seus comentários , pena que ainda existam profissionais ( profissionais ? ) que se valem da dor de outros para a satisfação financeira .
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/4/2008 às 7:49:28 PM
Falar da cafetina pode, falar do traficante pode, falar do jogador baladeira (imperador) pode, falar do vizinho pode, falar da prostituta pobre pode, chutar cachorro sem dono pode, falar do companheiro de trabalho pode, falar da casa de pobre pode, falar da casa-grande de rico é perigoso. Mas falar de um individuo drogado não pode. Quanta hipocrisia, quanta falsidade, quanto sofisma, quanto baba-ovo, quanto bajulador!
Luiz Gonzaga Barbugiani , São Paulo-SP - Sanitarista
Enviado em 1/4/2008 às 7:42:31 PM
CASÃO ! ! ! Tu é grande mesmo. Conte com a nossa força e orações, para que tu saias desta, o mais rápido possível; e bem. ( muito bem ) E ao saíres, será o momento de reflexões e tomada de posição, pois o "jogo da vida" continua. Não vale a pena comentar a atitude destes jornalistas e redatores que usaram deste expediente baixo, covarde e sem ex crúpulos . Isto mesmo é com ex mesmo, pois gente desprovida de vergonha, com total falta de caráter e hombridade não merecem mais do que aqui vai. TÁ FALTANDO **RESPEITO** Fui vítima deste tipo de gente há aprox. 25 anos e foi difícil reorganizar a minha vida. Em tempo: Lí a tal reportagem, fiquei indignado. Minha única arma em repúdio à materia e em solidariedade ao Casão, é o cancelamento das minha assinaturas ( 03 - até play boy tá fora. ) Sds. L. G.-
Dioclécio Luz , Brasília-DF - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 7:40:09 PM
A questão de Casagrande é, infelizmente, comum na imprensa diária. E acho que ele deve processar a Placar. Eu processaria. Na verdade, o que bem merecemos é uma avaliação sobre o jornalismo esportivo. Por que ele tem que ser apenas entretenimento (e agora fofoca)? Basta ver os casos de corrupção e bandidagem no futebol. Não foi o jornalismo esportivo que denunciou (uns poucos). Jornalismo esportivo não deveria mas é uma espécie de coluna social: todo mundo é gente boa nos esportes. Mas todo mundo imagina (ou sabe) que os clubes andam metidos em coisas digamos não muito decentes. Isto não é matéria? É que o tal jornalismo é entretenimento. Festa. E de festa ninguém reclama. Lembro o desfile das escolas de samba. Que emissora vai dizer que tal escola é patrocinada por traficante ou bicheiro, se ela comprou o desfile? Casagrande agora vai sentir a dor de ter sua vida (e dor) particular exposta. Tem gente que gosta disso. Gente que aprendeu com "Tropa de elite" até já sabe do que acusá-lo. Aqui nessa lista.
calypso  escobar , rio de janeiro-RJ - c.l.
Enviado em 1/4/2008 às 7:20:26 PM
Ora ,mas que tolice criticar "quem"abriu a caixa de pandora,senão para Casagrande,uma figura pública...só na TV.morrem de overdose talentos que todos conhecemos,primeiro impacto,depois esquecimento.\a dependência da droga e o tráfico estão debaixo de nossos umbigos e fazemos por não saber,ver e ouvir(hoje muito usual no país),ao menos ele tem uma tratamento nota dez e outros que perambulam pelas ruas nem são tratados e sim presos.Vamos a desigualdade e ponto final.Os melhores votos para Casagrande de bom restabelecimento.Os dramas acontecem no dia a dia,quem pode usufrui do melhor.Grata calypso
Teofilo Amaro , Mashpee - Massachusetts - USA-IN - Comerciario
Enviado em 1/4/2008 às 7:04:52 PM
Caro jornalista, Luiz Antonio Magalhaes Antes de tudo, parabens por sua esclarecedora materia. Concordo que respeito ao cidadao Casagrande seria o minimo de que se poderia dar a ele nesse dificil momento de sua vida. E uma pena que eu nao possa influenciar os outros leitores, em especial os Corinthianos que tanto ama o "Casao" a boicotar essa edicao. Mas, felizmente sempre havera alguem de etica para nos abrir os olhos e defender a quem merece e mostrar os fatos reais quando essa imprensa marrom estiver destilando de seus venenos nas paginas peconhentas de suas edicoes. Obrigado mais uma vez a voce e, se me permite um conselho: Tenha cuidado! A imprensa marrom tem sua forca... Procure o Paulo Henrique Amorim que ele lhe dara maiores provas do que estou lhe dizendo. Muitas vezes, me sinto impotente por nao ter como expor um ponto de vista a esses Grandes FDP que acreditam estarem acima das leis e da etica. Forte abraco companheiro... Mantenha sua linha de conduta. No final vc vera que a grande diferenca fez quem optou em ser apenas um ser humano no sentido literal da palavra. Ate outro dia!
Rodrigo  Azeredo , Curitiba-PR - Advogado
Enviado em 1/4/2008 às 7:01:51 PM
Sr. Luiz Antonio Magalhães, Quando vi o título pensei que entraria em uma discussão sobre o que seria interesse público. Algo construtivo, pois não só o jornalismo, mas o direito também discute este tema. Infelizmente dei de cara com um amontoado de agressões sem fundamento relevante, seja do ponto de vista jornalístico ou jurídico. Para não destoar do conteúdo de sua "análise" da reportagem de Placar, quero dizer que achei seu texto muito mal educado, tosco, enfim, de péssima qualidade.
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/4/2008 às 6:49:07 PM
Casagrande é um ser humano comum igual a qualquer cidadão que usa ou não usa drogas. Jogar bola ou fazer comentários insossos pela sofista rede Globo não significa ser melhor ou pior que os demais mortais. Ademais, a imprensa esportiva tem que levar ao público esportivo notícias que trás a felicidade ou infelicidade de quem quer que seja. Drogado não tem o direito de ficar imune de criticas em função de uma atividade como qualquer outra. Como pode um cidadão sob o efeito de drogas emitir opiniões de forma normal e equilibrada sobre qualquer assunto que envolva seu mundinho.
Pedro  de Sousa , São Paulo-SE - autonômo
Enviado em 1/4/2008 às 6:46:12 PM
Concordo com cada palavra do Luiz Antonio Magalhães. Doa o que doer nos jornalistas marrons, o Casagrande sempre manteve essa questão no nível pessoal. O que me deixou impressionado na questão toda foi a covardia da revista que fez a matéria, pois conta com jornalistas que sempre souberam da situação do Casagrande e nunca nenhum deles teve coragem de soltar uma letra. Mas com ele internado o quadro mudou. Admiraria pelo menos a coragem se algum jornalista tivesse se referido a isso com o Casão solto. Conheço um pouco os bastidores do Corinthians daquela época, e sei inclusive de casos em que diretoria o salvava e imprensa se calava... Com ele indefeso foi um ato altamente covarde! Sei tb de jornalistas, diversos, com problemas semelhantes. Vão esperar os caras estarem indefesos pra fazer canalhice e soltar suas questões pessoias e de saúde em troca de um montinho de Real?!?!?! A PLacar foi canalha e covarde, e os próprios comentários aqui expostos mostram a que tipo de pessoas preconceituosas o super-humano Walter Casagrande foi exposto. Fiquei enojado, mas tb não espero nada melhor da Editora Abril, que joga esse llixo que é a Veja nas ruas e lares do Brasil.
Ricardo Manzini , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 1/4/2008 às 6:05:04 PM
é lamentável oque a Editora Abril faz atualmente , distorce a verdade , expõe seres humanos desavergonhadamente , só lamento um dia ter comprado revistas desta editora.
João Macedo , Novo Hamburgo-RS - Adm de Empresas
Enviado em 1/4/2008 às 5:46:06 PM
Não concordo com a exposição gratuita do drama do jogador/ser humano Casagrande, independentemente de ser "pessoa pública". Um texto como o da Placar somente poderia ser tornado público com expressa autorização do envolvido. Não cabe aqui o conceito de "autorização implícita" levantado por alguns dos comentaristas. Aliás, a Veja (da mesma empresa) deve até hoje explicações ao povo, em especial ao gaúcho, quanto a grande mentira, acrescento mentira baixo-caráter sobre a honestidade pessoal e parlamentar do então deputado Ibsen Pinheiro. Ela ficou impune. Só que não esquecemos!!!
David Silva , Taboão da Serra-SP - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 5:39:04 PM
Para o comentário de Telma Rodrigues , SJC-SP - Revisora. O Casagrande não é uma pessoa pública. É uma pessoa famosa, que sempre viveu do seu próprio trabalho. Fosse ele um ocupante de cargo público, mantido pelos cofres públicos, concordaria com você.
Ricardo Pierri , Santos-SP - advogado
Enviado em 1/4/2008 às 5:34:33 PM
Nem tanto ao mar, nem tanto à água. O fato de uma pessoa q tem influencia na sociedade, seja como modelo, seja como "fomador de opinião", ser viciada em drogas é de interesse público, pois pode influenciar suas opiniões, suas açoes, etc. Por outro lado, o drama pessoal dele e de sua família, embora possa ser considerado como de interesse público como uma forma de combater o consumo de drogas, é minúsculo em face do direito deles à privacidade. Assim, eu entenderia que fosse noticiado - muito tempo atrás -, q aquele cidadão q nos influencia de uma forma ou outra é viciado em drogas. Mas entendo a exposição do drama como invasão da privacidade. Não li a matéria para poder opinar se ela explora de forma sensacionalista a tragédia humana ou se ela foi escrita com o intuito de combater o consumo de drogas. No primeiro caso, não passaria de jornalismo marrom mesmo, mas no segundo não seria tão ruim - apesar de não ser nenhum exemplo de bom jornalismo. O ideal seria preparar uma matéria dessas com a participação e consentimento do próprio jogador. Aí, sim, se estaria atendendo ao interesse público. Discordo q seja similar ao caso de um divórcio ou de taição conjugal, pois essas não influenciam os atos de um indivíduo como fazem as drogas. O primeiro é fofoca, o segundo afeta o público. Só sei q falta muito para a placar atingir o padrão veja de falta de honestidade e qualidade.
MARIA ELOISA  DO NASCIMENTO , Jacarei-SP - advogada
Enviado em 1/4/2008 às 5:32:09 PM
Como o ranço petista faz escola! Divulgar a dependência química de Casagrande é um serviço de utilidade pública e serve para mostrar aos jovens que mesmo um ex-atleta, médico e comentarista esportivo como Casagrande são nulificados por causa da droga. Deus o livre delas e a impresa da patrulha ignara.
Wilson Ramirez Ramirez , São Paulo-SP - Operador de cambio
Enviado em 1/4/2008 às 5:11:20 PM
Apesar do Casão ser uma pessoa publica e por tudo que ja fes , seria de suma importancia, o reconhecimento de sua dependencia quimica, e toda dificuldade que para se tratar, imagine vc quem tem problema semelhante e não tem apoio de ninguen , nuito se escuta a respeito de que determinado tipo de droga não fas mal, mas quem tem conhecimento do problema sabe que e a porta de entrada para drogas mais pesadas. QUE CASÃO PONHA DEUS NO SEU DIA A DIA E RECEBA AS GRAÇAS , DO SEU PRONTO REESTABELECIMENTO E NÃO DESITA DA SUA LUTA , POIS SERÁ UMA LUTA DIARIA, E TUDO VALERA A PENA , UM DIA DE CADA VES, UM PASSO DE CADA VES , FIQUE COM DEUS , E NÃO DESISTA NUNCA , POIS SEU SACRIFICIO SERÁ RECOMPENSADO PELO PRAZER DE ESTAR COM SUA FAMILIA, SEUS VERDADEIROS AMIGOS APARECERÃO PARA TE APOIAR EM SUA RECUPERAÇÃO ESTA MSG E DE UM PAI , QUE LUTA PARA O PRONTO REESTABELECIMENTO DE SEU FILHO , A QUASE 10 ANOS CASÃO SEREMOS GUEREIROS , NÃO DESITA NUNCA UM BEIJO NO SEU CORAÇÃO
Telma Rodrigues , SJC-SP - Revisora
Enviado em 1/4/2008 às 5:10:45 PM
Sinceramente, não vejo porque a defesa tão ardilosa do jornalista em relação aos comentários sobre Casagrande. Veja bem: Casagrande é uma pessoa pública e, como tal, sabe que sua vida particular é de interesse público, especialmente para seus fãs, que merecem saber notícias do ex-craque e atual comentarista. Talvez seja ainda mais falta de ética fazer críticas sem argumentação a uma outra revista e a colegas de trabalho, como faz o jornalista da matéria acima.
Daniel  Rezende , São Paulo-SP - Administrador de Empresas
Enviado em 1/4/2008 às 5:06:16 PM
Acredito que o Casagrande, ao já ter concedido entrevistas onde comentava o fato de já ter sido preso mais de uma vez por porte de entorpecente ou por estar ao lado de pessoas que o portavam, "concedeu" o direito desse assunto ser tratado. A imprensa quando lhe é conveniente escancara a vida das pessoas, mesmo das que nunca "autorizaram" tal coisa, agora quando se trata de uma pessoa do mundo dos jornalistas ou das grandes mídias, toma-se esse cuidado. Realmente o texto do Sr. Luiz Antonio Magalhães pecou e muito por ter sido postado na data de hoje e a revista realmente estar nas bancas há dias. Quanto a reportagem do Sr. Rizek, acredito que o fato de não dar nome aos bois nas declarações dos "colegas" e "amigos" do Casagrande falhou, mas em geral, é uma reportagem interessante e mostra que esse tipo de problema pode acontecer com qualquer pessoa, inclusive jornalistas, atletas e ex-atletas e que provavelmente existam tratamentos que possam trazer novamente essas pessoas para o convívio em sociedade de maneira sóbria. Essa reportagem passou longe de ser uma reportagem de imprensa marrom.
Paulo Afonso SAntos , ITAPEMA-SC - Assistente Comercial
Enviado em 1/4/2008 às 4:52:08 PM
Acho uma barbaridade invadir a privacidae de uma pública como este grande ídolo brasileiro.
Alexandre  Junqueira , Sorocaba-SP - Médico
Enviado em 1/4/2008 às 4:50:21 PM
Quem gostaria de ver o seu prontuário publicado?!?!?!? Isso não é permitido, só com autorização judicial.
Manoel  Sergio , Sao Paulo-SP - Administrador
Enviado em 1/4/2008 às 4:46:08 PM
A Placar seleciona o que quer publicar e eu seleciono o que eu quero ler. O Nelson Rubens foi contratado pela Placar? Ok Ok Ok, ha ha, Casão é pego de surpresa. Parece até fofoca. Acho que a reportagem foi para a revista errada, rsrsrsrsr!
Sérgio  Xavier , SP-SP - diretor de redação da Placar
Enviado em 1/4/2008 às 4:34:20 PM
1400 toques não bastam para responder a esse festival de desinformação e de agressões. Não conhecia você, Luiz, mas fiquei espantado com o que você escreveu. Picaretagem? Lixo? Temos, de fato uma boa discussão sobre os limites do jornalismo, mas é durocomeçarmos nesses termos. Quem quiser saber do "outro lado", o de quem passou cinco meses fazendo apuração jornalística, pode entender por que publicamos a matéria no http://placar.abril.com.br/debateblog/ Um abraço Sérgio
Marco Antonio  Furlanetto , Atibaia-SP - Jornalista e Consultor Empresarial
Enviado em 1/4/2008 às 4:09:36 PM
Imprensa marrom ou não o que se quer e se deve fazer é um jornalismo investigativo e que esclareça o leitor. Aqueles que lêem a Revista Placar sabem o que lá irão encontrar. A mesma é vendida na banca e enviada para os assinantes que pagam por ela. Quem não quiser ler, não leia. Mas os personagens público, principalmente os chamados "ícones" de uma geração são exemplos, bons ou maus, mas são exemplos.
Armando Garrido , São Paulo-SP - autonomo
Enviado em 1/4/2008 às 4:01:47 PM
Faltou constar no texto que Casagrande é mais um fornecedor das "verdinhas para o cofre" dos traficantes, , mais um da elite-branca cheia da bufunfa que financia o crime organizado.
Jair  Borin , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 3:55:08 PM
Ora, se "dez entre dez jornalistas de esportes" sabem da dependência química do Casagrande, por que sonegar a informação aos leitores? Jornalismo marrom? Que exagero.
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/4/2008 às 3:52:56 PM
Muitos estão solidários, até aí tudo bem, quando falam a mesma coisa em seus comentários esportivos se solidarizando com o Casagrande, casa-grande também cai, ou não? Ser solidário com uma estrela decadente é fácil e cômodo, quero ver se alguns de vocês têm coragem de ser solidário com o jovem da periferia, da favela, do gueto, da palafita entre outros ambientes inadequados para uma criatura viver e morar. Não sejamos hipócritas, ele é a bola da vez, portanto o centroavante chamado Placar tem o direito de chutá-lo. Ou não? Não venham com a famosa ladainha, ou seja, e se fosse um membro da minha família, tem que ser chutado também. Ou não?
Ricardo  Martins , São Paulo-SP - Programador
Enviado em 1/4/2008 às 3:47:47 PM
Eu não compro a placar pra saber do lado negro da vida particular dos atletas, alias, todo mundo tem um pouco disso, o meu é as vezes tomar um porre. Se ela está indo para este lado, desculpe mas não comprarei mais. Não vejo utilidade nenhuma em publicar isso. Quer dizer que de agora em diante o lado negro da vida particular dos esportistas sairá na placar. Tá parecendo o programa do Gil Gomes e Datena escrito. Sem contar com o prejuizo financeiro do Casão. Boa sorte Casagrande e melhoras.
Dante Caleffi , Rio de Janeiro-RJ - publicitário
Enviado em 1/4/2008 às 3:32:38 PM
Casa Grande,homem público como todo jogador de futebol,tem sua vida á revelia ou não,devassada.Acontece,com todos,independentemente de consentirem ou não. A questão não é o objeto da reportagem,mas o veículo. A Editora Abril,tornou-se sinônimo de editora de escândalos,não importando sua natureza:política, esportiva, econômica ou policial. Objetivo mercantil,apenas.Se efeitos políticos forem marginais, tanto melhor para a tesouraria.Ao contrário do folclórico exemplo,da prostituta,do dono de botequim ou vendedor de carros,eles não crêem no que vendem,o resultado é o que interessa.São profissionais.
ANDRE SANTOS , São Paulo-SP - Administrador
Enviado em 1/4/2008 às 3:29:10 PM
Usuário de drogas é quem financia o tráfico, é que financia armas, são eles que matam nossos filhos. Devem ficar expostos SIM. CHEGA DE VIOLÊNCIA!!!!
Edmilson Fidelis , BH-MG - Analista de Sistemas
Enviado em 1/4/2008 às 3:28:27 PM
Confesso que ao ver a matéria da Placar fiquei chocado. Mais chocado ainda ao ver os comentários posteriores quando as pessoas do meio futebolístico diziam que “todos” sabiam dos problemas vividos pelo Casagrande. Tinha e tenho grande admiração pelo trabalho realizado pelo Casão como jogador e comentarista. Não saberia dizer a cor deste tipo de reportagem. Há pouco, discutindo um editorial da Folha, pensava nos termos “interesse público” e “interesse do público”. Com certeza a reportagem se enquadra no segundo termo. Minha dúvida é o enquadramento no primeiro. Considero que o fato de uma pessoa ser pública, conhecida e famosa não torna de “interesse público” todos os seus atos. Se fosse por minha decisão nunca publicaria a matéria, independente de autorização de quem quer que seja, mas o que vale é a diversidade de opiniões. Só espero que ela faça bem ao Casagrande e o ajude a se recuperar, assim como espero também que ela sirva de alerta para este grande mal que é o consumo de drogas.
Ricardo Marinho , Barueri-SP - Analista Siatemas
Enviado em 1/4/2008 às 3:25:54 PM
Sempre li a placar quando garoto e até colecionei. Gostaria de saber se algum jornalista da placar que consome drogas(inclusive bebedeiras) gostaria de ter o seu nome estampado em qualquer publicação. Não é do meu interesse saber se ele fuma, cheira, come carne de porco, dá a [..], é infiel ou qualquer outro gosto. Eu sou fã dele e o que importa para mim são as atitudes e o que ele representou, essa noticia não irá manchar o seu passado e se depender de mim a placar irá a falência.
Carlos Eller Abreu , Belo Horizonte-MG - Administrador
Enviado em 1/4/2008 às 2:56:09 PM
Amigão, acorda!!Quer um assunto de maior interesse público e do público do que o consumo de drogas?Em que país o senhor vive?O consumo exacerbado de drogas atinge a todas os grandes centros e todas as classes sociais e o caso é bastante grave!Se está acontecendo com um ícone de uma geração de atletas é mais do que natural que seja veiculado por uma revista especialista do setor esportivo. Materia acertiva e muitíssimo interessante!
Silvio  Matos , Itajaí-SC - Representante Comercial
Enviado em 1/4/2008 às 2:49:13 PM
Concordo com o jornalista Luiz Antonio Magalhães, a Editora Abril está tentanto resgatar a importância e resultado financeiro da revista Placar, utilizando o drama particular de um ser humano que se não divulgou anteriormente o seu caso, é óbvio que não tinha interesse. Pergunto: Se fosse algum membro da familia proprietária da editôra a reportagem seria veículada em alguma revista? Até onde a lucratividade compensa uma matéria jornalística da vida particular de alguém que está em tratamento, necessitando de apoio e não de um relatório de sua vida ou melhor de seus vícios.
André  Rizek , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 2:47:36 PM
Já que informação não é o ponto forte deste texto, informo a você e seus leitores (quando diz que Placar esper "vender bastante" ou fala sobre as "verdinhas no cofre") que Casagrande não foi o tema de capa e, principalmente, que a tiragem da edição não foi aumentada em um exemplar sequer nas bancas. Vender revistas é o negócio de uma editora e ninguém aqui se envergonha disso. Mas não se esperava vender mais por causa do drama de Casagrande e isso, sinceramente, o autor do texto tinha a obrigação de apurar antes de escrever. Bastava uma ligação para o chamado "outro lado", regra básico do jornalismo, do jornalismo sem cor.
Leonardo Echeverria , brasilia-DF - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 2:45:09 PM
Este OI está cada vez mais chapa-branca e covarde. Primeiro, artigo [ ] de Alberto Dines sobre a demissão "cala-boca" de PHA. Agora, querendo dar juízo sobre o que deve ou não deve ser divulgado. Liberdade de imprensa é isso, amigo. Se Casão é dependente químico e passa por maus bocados, é notícia. Ao contrário do que o autor quer mostrar, a Placar não fez um índex sobre quem cheira e quem não cheira, mas expôs um drama pessoal, contou uma história, fez jornalismo. Prova-se mais uma vez que o Brasil não está preparado para a liberdade...
eunice  dos santos , guarulhos-SP - funcionária publica
Enviado em 1/4/2008 às 2:31:17 PM
Infelizmente em nosso país temos o hábito de ligar drogas à marginalidade, e vemos a cada dia nossos jovens sendo roubados por traficantes. No caso Casagrande, lembro-me muito bem do episódio da véspera de natal na década de 80 quando foi preso com cocaína e por um bom senso da imprensa, o caso não repercutiu tanto. Hoje no século 21, vemos que muitos editoriais bem pautados antigamente, hoje pendem ao lado "marrom" deixando de lembrar do direito de privacidade. A família de Casagrande, minha total solidariedade.
Eloiza  Neres , São Paulo-SP - Psicologa
Enviado em 1/4/2008 às 2:29:06 PM
Me espanto cada vez que vejo o dinheiro falar mais alto que a ética, que o respeito pelo o outro como ser humano. Imagino o quanto Casagrande estaja sofrendo.Ninguém tem o direto de invandir sua vida e falar de sua privacidade, coloquem-se no lugar dele! A droga é um caminho espinhoso, difícil e a luta contra ela é constante e não deve ser explorada comercialmente.
RRibeiro Ribeiro , SP-SP - Economista
Enviado em 1/4/2008 às 2:28:31 PM
Concordo quanto ao "marrom" destinado a revista Placar. Acho abominável esse tipo de reportagem dita investigativa. Mas discordo completamente ao adjetivo atribuído a revista Veja. Péssimo também a escolha de Renan Calheiros como exemplo. Ninguém tem nada com o affair dele. Problema dele com a mulher dele mesmo sendo o adultério crime no Brasil. Mas receber de lobista, seja pra pagar pensão ou não também é crime. Mais grave ainda é descobrir ao longo da investigação uma infindavel lista de irregularidades. Imprensa marrom também é aquela que "deixa pra lá", pois o Renan continua no senado, recebendo seu salário pago ´por mim e por todo povo brasileiro. Isso sim é uma vergonha e o absurdo maior é o Renan continuar lá rindo da nossa cara e a imprensa dizendo amem.
José Luís  Garcia Brito , São Luís-MA - Aux.de Almoxarfiado
Enviado em 1/4/2008 às 2:06:27 PM
Devemos levar também em consideração,a posição da família do jogador perante toda essa publicidade visto que a mesma autorizou a publicação da matéria. Se fosse prejudicial à imagem do jogador,com certeza a reportagem seria vetada por seus familiares. Devemos nos unir em orações, para que o nosso grande jogador e comentarista, Casagrande Jr.,se reestabeleça e volte a nos brindar com seus comentários inteligentes sobre o nosso bom e velho futebol,o qual ele honradamente defendeu e nos abrilhantou com seu talento. Um abraço!
Quintino Carvalho , Contagem-MG - Radialista Aposentado Jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 2:03:37 PM
Me desculpa o mau jeito senhor Luiz Antônio, mas a matéria é muito interessante e o que o senhor chama de imprensa marron, talvêz para nós simples mortais não seja. Somos pais de família e queremos saber, tim tim por tim o que amdam fazendo as figuras de proa de nossa sociedade. Porque são referência e nesse caso específico mau exemplo. Hoje no Brasil, por causa do governo dito de esquerda, tudo que é publicado por veículo de comunicação que não concorda com o "status Quó" estabelecido é marrom. Ledo engano. Sejamos menos sectários porque o país precisa de muito contraditório e dispensamos o sectarismo. Quintino Carvalho.
André  Rizek , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 1/4/2008 às 1:36:40 PM
Antes de falarmos da cor do jornalismo, vamos falar de fatos. A revista já está nas bancas há seis dias. E você ainda escreve que "O conteúdo ainda não está disponível". Por que não se deu ao trabalho de ler a matéria para poder escrever sobre ela? Não sei que cor se deve dar a isso. Eu chamo de mau jornalismo mesmo. E fiquei curioso. Quando você escreve: "Maradona, portanto, autorizou que a sua vida privada fosse parar nas primeiras páginas dos jornais". Desta vez você sabe do que está falando? Porque eu nunca vi Maradona dar autorização nenhuma... Se tiver esta autorização em mãos, é favor me mandar. Fico no aguardo.
Frederico BC , Ribeirão Preto-SP - Engenheiro
Enviado em 1/4/2008 às 1:04:21 PM
Acredito que o que a placar está fazendo não passa de um interesse, simplesmente um interesse financeiro, pois como já foi dito, esta revista perdeu e muito espaço no meio esportivo, já foi um dia a revsita mais vendida e um dos sites mais visitados, hoje perde para muitos muitos sites e vendem menos revista que a contigo!!!! Isto infelizmente podemos falar é Brasil! Acredito que a vida particular do Casagrande interessa somente a ele e sua família...O que disse este outro leitor, que hipocirisa que nada, todos os viciados são citados em revistas????É por que é o Casão, conhecido e querido por muitos, mas que alguns meios de comunicação aproveitam para estorquir e ganhar um dinheiro de modo mais facil e injusto!!!! Deixamos de ser um pouco mais irracionais e sejamos mais humanos!!!
Danillo Ferreira , Taguatinga-DF - Comunicador Social
Enviado em 1/4/2008 às 12:45:46 PM
A luta é por uma ética em todas as classes... Contrapondo o comentário do amigo, se algo é de "interesse público" deve ser veiculado, caso contrário deve ser repudiado, se tratando de Casagrande, do João da padaria ou zé da esquina.... abs
Marco Antônio Leite , SCS-SP - TST
Enviado em 1/4/2008 às 12:24:06 PM
Existem muitos jovens de periferia que são dependentes de drogas, quando é pegos pela "valorosa" polícia a imprensa marrom, branca, Pink e aquela imprensa que representa o arco-íres colocam a boca no trombone. Porque no caso do Casagrande a imprensa não poderia levar a público as mazelas desse indivíduo. Quanta hipocrisia e sofisma desse escriba ao chamar tal periódico de jornalismo marrom.
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Luiz Antonio Magalhães

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