ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 543 - 24/11/2009
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DIPLOMA & HIPOCRISIA
Quem tem legitimidade para defender a liberdade de imprensa?

Por Alberto Dines em 23/6/2009

Antes de discutir a questão do diploma é imperioso discutir a legitimidade dos autores da Ação Civil Pública acolhida pelo Supremo Tribunal Federal que resultou na extinção da sua obrigatoriedade para o exercício do jornalismo.

No recurso interposto pelo Ministério Público Federal, o SERTESP (Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Estado de S. Paulo) aparece como assistente simples. A participação do MPF nesta questão é inédita e altamente controversa, tanto assim que o ministro Gilmar Mendes abandonou, numa parte substanciosa do seu relatório, o mérito da questão para justificar a inopinada aparição do órgão público numa questão difusa e doutrinal, suscitada aleatoriamente, sem qualquer fato novo ou materialização de ameaça.

Imaginemos que os juristas e o próprio MPF acabem por convencer a sociedade brasileira da legitimidade de sua intervenção. Pergunta-se então: tem o SERTESP credibilidade para defender uma cláusula pétrea da Carta Magna que sequer estava ameaçada? Quem conferiu a este sindicato de empresários o diploma de defensor do interesse público? Quem representa institucionalmente – a cidadania ou as empresas comerciais, concessionárias de radiodifusão, sediadas em S. Paulo?

Na condição de concessionárias, as afiliadas da SERTESP são dignas de fé, têm desempenho ilibado? Nunca infringiram os regulamentos do poder concedente (o Estado brasileiro) que se comprometeram a obedecer estritamente? Respeitam a classificação da programação por faixa etária? As redes de rádio e TV com sede no estado de São Paulo porventura opõem-se ou fazem parta da despudorada e inconstitucional folia de concessões a parlamentares?

Se este sindicato regional de empresas claudica em matéria cívica e não tem condições de apresentar uma folha corrida capaz de qualificá-lo como defensor da liberdade de expressão, por que não foram convocadas as entidades nacionais? Onde está a ABERT e a sua dissidência, a ABRA? Brigaram?

E por que razão a ANJ (Associação Nacional de Jornais) de repente começou a aparecer como co-patrocinadora do recurso contra o diploma depois da vitória na votação? A carona tardia teria algo a ver com as notórias rivalidades dentro do bunker patronal? Essas rivalidades empresariais não colocam sob suspeita o mandato de guardiã da liberdade que o SERTESP avocou para si?

Grupo minoritário se sobrepõe à cidadania

De qualquer forma evidenciou-se que numa sociedade democrática, diversificada e pluralista a defesa da Constituição não pode ser transferida para um grupo minoritário (o SERTESP) dentro de um segmento (o dos empresários de comunicação) dilacerado por interesses conflitantes e nem sempre os mais idealistas.

O Ministério Público Federal, como órgão do Estado brasileiro, para levar a bom termo a Ação Civil Pública, deveria ter organizado audiências públicas para ouvir as demais partes. Contentou-se em acionar a ré (a União) e suas assistentes simples (a Fenaj e o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, ambas com atuações abaixo do sofrível). Contentou-se com os interesses das corporações e deixou de lado a oportunidade de renovar e aprimorar o ensino do jornalismo.

Não se sabe o que efetivamente pensam os leitores, ouvintes e telespectadores sobre a questão do diploma e, principalmente, sobre as excentricidades do julgamento. Os jornais têm registrado algumas cartas simbólicas sobre o diploma em si para fingir neutralidade e passam ao largo dos demais aspectos.

Articulistas calados

O que chama a atenção é que nos cinco dias seguintes à decisão da suprema corte (edições de quinta-feira, 18/6, até segunda-feira, 22/6) dos 28 espaços diários reservados a articulistas regulares e colaboradores eventuais nos três principais jornalões apenas um jornalista manifestou-se de forma inequívoca a favor da manutenção do status quo. Dos 140 consagrados nomões que se revezaram todos os dias ao longo de quase uma semana, só Janio de Freitas (Folha de S. Paulo, domingo, 21/6) reagiu aos triunfantes editoriais da grande imprensa comemorando a morte do dragão da maldade, a obrigatoriedade do diploma.

Miriam Leitão, Gilberto Dimenstein e João Ubaldo Ribeiro discordaram da cortina de silêncio imposta pela ANJ, por meio dos comandos das redações, e não permitiram que o assunto fosse engavetado. Parabéns. Mas não se manifestaram a respeito da obrigatoriedade. Não quiseram ou não puderam.

A festa libertária acabou convertida numa festa liberticida. O cidadão recebeu um razoável volume de material noticioso e reflexivo, porém linear, esvaziado de qualquer elemento crítico ou, pelo menos, questionador.

Neste grande festival de hipocrisias, a imprensa aposenta o bastão de Quarto Poder e assume-se abertamente como lobby empresarial. Já o STF, obcecado pela idéia de tornar-se um petit-comité legislativo, no lugar de converter-se em coveiro do autoritarismo, é apenas o parteiro de um novo mandonismo cartorial.

***

Nessas notas preliminares, ainda antes de entrar no mérito da questão do diploma, é preciso embrenhar-se na remissão histórica. Parte deles está mencionada em O Papel do Jornal, Uma Releitura (Summus Editorial).

No apêndice "O jornalismo na Era do Cruzado e a cruzada contra o diploma de jornalista", datado de 27/5/1986 (5ª edição, pp. 147-157, repetido nas edições seguintes), estão registrados os primeiros lances da história cujo desenlace ocorreu agora, mais de duas décadas depois.

A extinção da obrigatoriedade do diploma foi concebida nos primórdios da ANJ (1980), depois da malograda greve de 1979, quando os acionistas das empresas de jornalismo finalmente sentaram-se à mesa para traçar um projeto de longo prazo para o setor.

Sob o pretexto de renovar as redações e prepará-las para o fim do regime militar, a Folha de S. Paulo capitaneou um movimento para acabar de facto com a regulamentação da profissão. A primeira manifestação pública desta cruzada foi protagonizada por Boris Casoy, então colunista da Folha, na última página da Veja.

Constituição de 88

Em 1985, quando a Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (planejada por Tancredo Neves e implementada por José Sarney) começou a preparar uma espécie de rascunho para a nova Carta Magna, o jornalista Mauro Santayana, na qualidade de Secretário Executivo, vazou para a Folha a informação de que nele constava um item que acabaria com a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo. A intenção de Santayana era conseguir as boas graças da Folha, sempre arredia à Comissão de Sábios.

A Folha abriu as suas baterias e, assim, a questão do diploma ganhou uma notoriedade injustificada. Não era matéria constitucional, mas desde então se tornou aspiração máxima da corporação empresarial da comunicação.

Não a preocupam os demais controles, licenciamentos e limites impostos pelo Estado. O lobby da comunicação sabe entender-se com o ente governamental. José Sarney é a prova viva desta convivência-dependência. O que parece insuportável é o espírito crítico instalado nas redações. Ou perto delas. A exigência do diploma nunca constituiu uma ameaça concreta. Mas convinha prevenir-se.

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Comentários (44)
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Wilma  Pessôa , Niterói-RJ - professora
Enviado em 30/6/2009 às 3:19:46 AM
Manifesto meu apoio à defesa dos direitos dos jornalistas agredidos pela decisão gravíssima tomada pelo STF e aproveito para indicar a leitura, aqui mesmo no OI, do excelente artigo de Celso Lungaretti, postado em 23/6/2009. Trata-se de uma análise que resgata o histórico do processo de degradação do trabalhador do jornalismo e a importância de se organizar um enfrentamento mais orgânico a esse processo.
Clever Mendes de Oliveira , Belo Horizonte-MG - Funcionário Público
Enviado em 29/6/2009 às 1:08:23 PM
Alberto Dines, Na minha opinião a decisão do STF foi muito sensata. Os governos federal, estadudais e municipais e as empresas estatais, como o blog da Petrobras, podem exigir o curso superior de jornalismo. Uma empresa que vive do comércio, que vende notícia como uma outra mercadoria qualquer, que precisa ter mais lucro para poder investir mais para poder crescer, que vai ao mercado atrás de recursos para investimentos para vencer a concorrência e, portanto, fica ou subserviente aos governos, a grande fonte de financiamento no mundo, como a crise atual está mostrando, ou a banqueiros privados, não pode sofrer a restrição da exigência do diploma. E isso é mais evidente quando se sabe que a notícia, a informação, não precisa de controle de qualidade como se tem para produtos alimentares e para remédios. Além disso, com o advento da internet e a proliferação dos blogs, penso que o jornalismo está mudando. O jornalismo do I. F. Stone algo comum no início do jornalismo e raro no final do século passado, deverá crescer com a mídia da internet. Assim, no futuro, ainda que seja feito como aqui no Observatório da Imprensa em nome coletivo, seja de esquerda ou de direita, haverá milhões de I. F. Stone no mundo e as empresas jornalísticas se encarregaram de outras coisas, como propaganda e divulgação de pesquisas. Clever Mendes de Oliveira BH, 29/06/2009
Lúcia Nunes , Tubarão-SC - Jornalista Reg.Prof.MTb/RS 7142
Enviado em 28/6/2009 às 5:01:39 AM
Caro jornalista Alberto Dines este país "uma vergonha", com naúsea, parafraseando Bóris Casoy. O jurista José Paulo Cavalcanti Filho, lembra-nos o roteiro de traições que as obras de Shakespeare nos trazem à mente. Gostei muito prof.dr.Cavalcanti Filho. Argumentação que, se apresentada diante dos oito do STF, os "sábios" de nossa época, certamente os deixaria com dor de cabeça. Afinal como justificar meu voto, com argumentação mal elaborada e certamente decorada. sabemos que o ministro Gilmar Mendes saiu atirando, o que não combina com um magistrado do mais alto escalão do Poder Judiciário brasileiro. Então, envio meu agradecimento ao jurista prof.dr.Cavalcanti Filho (continuaremos contando com sua inteligência, estudo e perspicácia neste embate desleal, não?) Volto ao mote do prof. Dr. Cavalcanti: Ser ou não ser diplomado. O mundo "civilizado" se divide, mas essa divisão é para o melhor (as empresas não querem não-formados em comunicação ou jornalismo, e aceitam exigem mestrado, doutorado e até pós-doutorado (não pensa o mesmo o jornalista Gilberto Dimenstein, já que Doutorado em Comunicação é para quem quer escrever teses...). Filmes e leitura são meu passatempo favorito, no que sou acompanhada por meu marido. Sugiro a todos, na esteira de Shakespeare, o imperdível para nós jornalistas "Terra de Traições", com Robert Carlyle (Gunpowder, Treason & Plot), Inglaterra, 2004.
Wanderson Pereira , Brasília-DF - servidor público
Enviado em 27/6/2009 às 11:44:54 PM
Nos sites da globo não posso enviar comentário, no da Folha a mediação nunca aprova minhas críticas. Liberdade de imprensa na mão deles? No mínimo.... interessante.
Luis Dzulinski , Ponta Grossa-PR - Fac Totum
Enviado em 27/6/2009 às 9:16:40 AM
Ótima análise. Bem que o STF poderia aproveitar de seu arroubo de "petit-comité legislativo" para dar uma olhada na legislação que cerca a Radiodifusão Comunitária. Já que estão tão interessados na liberdade de expressão, ali existem dezenas de exemplos de opressão à liberdade popular de expressão. Sem contar que grupos políticos e cartoriais tem tomado conta também desse meio de comunicação.
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 25/6/2009 às 5:29:23 PM
Ah!, então o tal suserano José Sarney era (é) e (será) favorável ao não diploma!. Em parte está explicado seu feudinho (ou feudozinho) na tal "honrosa(?)" página A2 (opinião, hein) do Folhão!. Mas, por falar em lobby o octavioman (o tal pseudo-ombudsman) do Folhão até recentemente era lobista de uma firma. A tal Patri (políticas públicas e relações governamentais), vulgo lobismo. Acho que a tal Folha foi sabida ao apoiar a tal Comissão de Sábios "tancredáticos/sarnáticos". Essa coisa de "sábio" ou de sabido é mesmo folháctica. E octaviática e rossiática!.
ivete  depelegrim ribeiro , são paulo-SC - estudante de jornalismo e com orgulho se ser
Enviado em 25/6/2009 às 5:02:14 PM
"Em 1985, quando a Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (planejada por Tancredo Neves e implementada por José Sarney) começou a preparar uma espécie de rascunho para a nova Carta Magna, o jornalista Mauro Santayana, na qualidade de Secretário Executivo, vazou para a Folha a informação de que nele constava um item que acabaria com a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo. A intenção de Santayana era conseguir as boas graças da Folha, sempre arredia à Comissão de Sábios. "(DINES,2009) "A exigência do diploma nunca constituiu uma ameaça concreta. Mas convinha prevenir-se." (DINES, 2009) Caro Sr Dines, quanto mais ignorante for um povo, quanto menos cultura e nível educacional tiver, mas cega esta nação será, mais fácil de ser comprada pela falsa segurança de uma "bolsa esmola," mais iludida com "luz para todos" sendo que tem pessoas morando ao lado da distribuidora de luz e estão no escuro, quanto menor o nível intelectual das pessoas, melhor para os governos e políticos, mantém-se a "PAZ SEM VOZ", muito bem proferida pelo grande músicos do Rappa, a falsa passividade que esconde um povo domindo , alienado, condicionado, "paz sem voz, não é paz é medo" (Falcão ) Medo de perder a bolsa esmola. Sim Sr. Dines, melhor prevenir mesmo, um diploma é uma ameça e das enormes, de jornalista então, maior ainda. Viva a NEO DITADURA DO STJ!!!
Ney José Pereira , São Paulo-SP - Contador
Enviado em 25/6/2009 às 4:54:17 PM
Por falar em "ensino" (não só de jornalismo): Li tudo isso em "jornais": Marilene Felinto acha que não se deve ensinar logaritmo nos colégios. Gilberto Dimenstein acha que deve ser extintas as questões de literatura nos vestibulares. Cristovam Buarque acha que nos vestibulares deveria haver somente 4 "matérias": Português e Matemática e Geografia e História. Rubem Alves acha que o vestibular deveria ser uma "loteria" (por sorteio). E Mário Prata acha que não saberia "interpretar o seu próprio texto" num concurso de vestibular!. E viva o Mobral!. Ops, o Mobral era da ditadura militar (de direita, hein!).
Washington Ferreira , Ubá-MG - Jornalista sem-diploma
Enviado em 25/6/2009 às 2:43:20 PM
Parabéns Thomaz Magalhães e Claudio Buongermino. Vocês foram precisos ao apontarem as contradições deste texto do Dines. E parabéns ao Werner Piana e ao Ibsen Marques, por apontarem as contradições dos argumentos dos defensores da obrigatoriedade, que aqui se posicionaram. E vaias para o Dines, que foi incapaz de argumentar contra todos nós.
Fernando De Maria dos Santos , Santos-SP - Jornalista diplomado e professor universitário
Enviado em 25/6/2009 às 1:38:52 PM
Artigo brilhante que merece ser compartilhado pela rede, pois resume os bastidores de uma morte anunciada, onde as grandes empresas foram as maiores beneficiadas por este ato obtuso do STF. Aliás, até a revista Carta Capital, da qual sou assinante há anos e via como uma opção diferenciada das semanais entrou na onda e apoiou as palavras do ministro Gilmar Mendes, que comparou a profissão de jornalista com a de cozinheiro (nada contra esta importante profissão, mas foi uma comparação bem infeliz...)
Lindomar Carvalho , Brasilia-DF - Professor
Enviado em 25/6/2009 às 12:44:27 PM
O STF/Gilmar emitiu tal resultado por que ele Gilmar que é o próprio STF não é jurista e [ ] que chegou ao STF  [ ] não por respeito e consideração de seus pares para com ele. Ou seja, se eu sou discriminado por não ser "jurista" e se sou o mais perfeito ministro do STF de todo e sempre então qualquer pessoa poderá ser um jornalista também!! Qualquer pessoa poderá ser um Médico, Físico, Matemático, ... Esta decisão é antagônica. Doentia. É o mesmo que matar todos os doentes ao invés de procurar o remédio para a cura de suas doenças. Mata-se os doentes e resolvemos o problema da saúde pública.
Werner Piana , BHZ-MG - MD RAD
Enviado em 25/6/2009 às 12:17:02 AM
Impressionante. Raras vozes jornalísticas se manifestaram contra a excrescência jurídica (para não dizer BURLA) do 2ºHC dado pelo filho de FHC Gilmar Dantas Mendes a DVD. Houve até quem aplaudisse... O povo se inquietou. Os jornalistas do mainstream, diplomados ou não, ajudaram na instalação da ditadura do judiciário capitaneada pelo GM. Agora, provam do próprio veneno. Que chato, né?
Ibsen  Marques , Caçapava-SP - Técnico em Eletrônica
Enviado em 24/6/2009 às 5:38:51 PM
Volto a dizer, nunca vi tanto jornalista e estudante de jornalismo nos comentários. Parece, finalmente, que algo sobre a imprensa os interessou e acordo da letargia. Vejamos, antes disso a ABI vinha sendo acusada por este OI e outros de autoritária, porém agora parece estar ungida da representatividade necessária para exercer a defesa do jornalismo, ou seria dos jornalistas canudados? Não vi noenhuma grande movimentação dos jornalistas quando este observatório colocava em cheque o desempenho da mídia. Convenhamos senhores, vossa questão nada tem a ver com liberdade de imprensa ou qualidade, mas empregabilidade não é mesmo? Corporativismo já!!!
ivete depelegrim ribeiro , são paulo-SP - estudante de jornalismo
Enviado em 24/6/2009 às 2:19:57 PM
Sr. Dines Cheguei a uma conclusão depois de ouvir a entrevista do Sr, Gilmar Mendes hoje pela manhã, na rádio Roquete Pinto, onde ele afirma que o curriculo do curso de jornalismo não foi analisado pelo tribunal para tomarem a decisão de desregulamentar a profissão e fazer cair a obrigatoriedade do diploma de curso superior para exercer as ativades jornalísticas. A minha conclusão é: realmente não é necessário diploma de nível superior para ser déspota e IGNORANTE, como o sr. Gilmar Mendes.
MARCOS LACERDA LACERDA , SAO PAULO-SP - POETA E ESRITOR
Enviado em 24/6/2009 às 11:14:01 AM
Todos poderão ser jornalistas, agora no Brasil. Os politicos corruptos; os empresários de comunicões tendenciosos; os analfa- betos etc... Estes serão os símbolos da cultura brasileira. MARCOS LACERDA. POETA E ESCRITOR SAO PAULO CAPITAl.
Medeiros Fernando , Belém-PA - professor aposentado
Enviado em 24/6/2009 às 11:02:16 AM
O pessoal continua confundindo-se com a realidade dos fatos, inclusive o Alberto Dines. De vez enquando pensa que é dono da verdade e acabou-se a conversa. É importante sim o diploma de jornalista, a sociedade evoluiu históricamente , a cada momento a divisão social do trabalho se incrementa. A prova é : inexiste a figura do "Rábula" atualmente, no passado foi importante para garantir a justiça. Falta compreende a diferença entre articulista e jornalista meus caros que pensam que são donos da verdade.
Aloísio Morais Martins , Belo Horizonte-MG - Jornalista muito bem formado, modéstia à parte
Enviado em 24/6/2009 às 10:07:19 AM
Pena que o Dines não tenha levantadoa questão antes do julgamento. Poderia subsidiar a defesa do diploma. Agora o leite está derramado e Inês é morta. Mas, pensando bem, a luta continua.
Ricardo Dias , Rio de Janeiro-RJ - Sem profissão
Enviado em 24/6/2009 às 9:20:28 AM
Prezado Alberto Dines. Permita-me um pedido fora dessa pauta: a transcrição, para esse seu espaço no Observatório, do seu também brilhante artigo ODE AO HOMEM COMUM, de 19/06/2009 , publicado em seu blog no IG, Fica a sugestão.
Thomaz Magalhães , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 24/6/2009 às 7:23:19 AM
Que história é essa, agora, precisar "legitimidade" para pleitear ação da Justiça? Como se determinaria essa "legitimidade"? Nomeando quem a tem? Quem não a tem? Dentro desse conceito de "legitimidade" teríamos então que para julgar um crime, por exemplo, se começaria pela "legitimidade" do reclamante? Da vítma? Da autoridade? Essa coisa de acrescentar à ação legal, da lei, esse tal valor de "legitimidade" é manjada. Por xemplo, não é legal invadir propriedade, mas é "legítmo". Então, tá.
claudio buongermino , são paulo-SP - jornalista de verdade, sem diploma
Enviado em 24/6/2009 às 1:29:36 AM
Estou louco, ou o Dines era contra o diploma e agora é a favor?
Rosana  Maria de Oliveira e Silva , Brasília-DF - jornalista diplomada
Enviado em 24/6/2009 às 12:49:54 AM
A míopia está na sociedade, que acredita no bonitão global Willian Bonner dizer que a emissora é contra e pronto!. O resto da população nem questiona, afinal ele é global deve saber o que diz. Esses jornalistas diplomados querem é roubar nossa liberdade de expressão, o ministro Gilmar Mendes está certo, não sei por quê? Mas está. Porém é na faculdade que se aprende o tipo de jornalista que se quer ser. Por isso o medo. Quem sabe o próximo a sentar na cadeira do Jornal Nacional não vai querer chorar a morte de Roberto Marinho no ar, o papel do puxa saco. Quem sabe quando apoiarmos aquele futuro e próximo presidente que roubará nossas poupanças ele venha a reagir. Então, vamos criar os Bonnes da notícia, bonecos de ventrílocos é mais fácil controlar. Só a técnica que importa deixa o debate pra lá, quem sabe para o próximo milénio.
rosana  maria de oliveira e silva , Brasília-DF - jornalista diplomada
Enviado em 24/6/2009 às 12:36:49 AM
Parabéns Dines. Enfin, alguém que pode, falou a respeito, e falou com gabarito de quem entende e sabe a realidade das coisas. pessoas como eduardo lettieri , sp-SP - free que citou o seu texto diz sobre a liberdade, mas não entendem que isso foi justamente para impedir a tal liberdade que agora parece mais útopia que antes. Nós jornalistas sabemos o que isso representa, a informação por recompensa, até rima, mais não tem graça.
Pepe Chaves , Contagem-MG - editor literário
Enviado em 24/6/2009 às 12:12:13 AM
Qualquer brasileiro tem legitimidade para defender a liberdade de imprensa. A começar de mim, que SEM diploma, ganho a vida com jornalismo profissional faz 20 anos, tendo criado meus filhos honrosa e honestamente com esta PROFISSÃO. Com todo respeito ao Sr. Dines, quem faz este tipo de pergunta é o jornalista que se acha superior pelo fato de ter um canudo, muitas das vezes, retirado de faculdades que sequer são devidamente reconhecidas pelo MEC. Desde que mantenha ética, qualquer um pode e DEVE se expressar, independente de ter ou não diploma de jornalismo, inclusive, este é um direito assegurado pela Constituição. Queixa-se da decisão do STF aqueles que temem perder seu ‘status’ ou o emprego, como se um diploma fosse redimir ERROS de natureza diversa que encontramos na grande mídia. Hoje mesmo recebi por e-mail um jornal eletrônico de BH, em que o editor esbravejava-se contra o STF, mas cometia um erro absurdo de português em sua manchete principal. Deve SER JORNALISTA aquele que tenha competência e aptidão natural para tanto. Conheço administradores de empresas (entre outras profissões) que jamais tiveram diploma e que poderiam dar aulas em faculdades. Os cursos não serão desvalorizados por essa decisão. Simplesmente, o que vai prevalecer agora é somente a COMPETÊNCIA, aliás, como já deveria ser há muito nesse país de leis confusas e arcaicas. Viva a competência!
Lùcia Nunes , Florianópolis-SC - Jornalista MTb/RS 7142
Enviado em 23/6/2009 às 11:21:21 PM
Pretendo responder à sua pergunta colega Alberto Dines sobre a legitimidade de defesa da lei de imprensa e da liberdade de expressão: nós jornalistas diplomados e os da forma antiga (os leais, obviamente...). Admiro sua autenticidade, já que evocou a fraca participação da Fenaj e ABI nestes últimos anos, aliás, ambas muito distanciadas quanto à proteção que êxito à nossa profissão nos anos de luta contra a ditadura e no período pós-"tudo". Celso Schoereder andou em reuniões "interessantíssimas (para os patrões...) e falou o seguinte neste endereço:"REVISTA NEGÓCIOS DA COMUNICAÇÃO"-online: "A convicção do ministro ao falar da necessidade de se realizar testes de rádio digital somente com o sistema iBoc, deixou todo mundo em estado de alerta", disse Celso Augusto Schroeder, secretário-geral da Fenaj(Federação Nacional dos Jornalistas) e coordenador do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação - Artigo: "Um passo a frente, outro atrás) - (http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=13531); Home -http://portaldacomunicacao.uol.com.br/default.asp; "Informação comprometida" - http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20747; "O Vale da Comunicação - http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20733; "Mídia concentrada vai mudar?" -http://portaldacomunicacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=20718. O site é de 2004-2009. O Maluf...
Ronaldo Monteiro , Campo Grande-MS - Biólogo
Enviado em 23/6/2009 às 11:18:29 PM
Sou biólogo e sempre me irrito em reportagens da minha área, pois vejo muita coisa errada escrita devido à má interpretação do jornalista. Quem deveria ser contratado para escrever sobre biologia é biólogo. O jornalista em si deveria ser apenas aquele que mete o nariz no final, antes da matéria ser publicada.
Cristian Korny , São José dos Campos-SP - Músico
Enviado em 23/6/2009 às 11:07:31 PM
agora falta só criar um "exame da ordem", mas é melhor não dar idéia!
Luiz Henrique Quemel Quemel , Brasilia-DF - Jornalista não diplomado e estudante de jornalismo
Enviado em 23/6/2009 às 9:54:57 PM
Caro Dines, atualmente o 4º poder é o MPF. Ainda não te contaram?
calypso thereza  escobar velloso , rio de janeiro-RJ - comentarista
Enviado em 23/6/2009 às 9:39:12 PM
quanto a sua técnica,Dines que não perde o fascinio das análises,peço que entendam outro lado da moeda do jornalismo.Uma quantidade enorme,presos e expulsos do IRÃ(agora),é o momento da tortura,da morte e será que quem esteja angariando o direito de SER jornalista,os patrões mandem fazer uma estadia por lá? Nada a ver,mas escrevo bem,poderia estar bem informada e virar um sapo da noite para o dia...e meus netos o que estarão identificando como futuro,afinal a escola não é prazeirosa,certo?Este barulho encobre a corrupção da dinastia sarney e o cacique maior, irmãos idênticos que "não sabiam de nada".Estamos com pais e o país incestuoso,situação que não queríamos.Grata por estar pulando fóra do contesto não faz o perfil do bom comentarista.
Hélio Amaral , SP-SP - Músico
Enviado em 23/6/2009 às 7:28:34 PM
Dines, você é demais!
Ricardo Camargo , Porto Alegre-RS - advogado
Enviado em 23/6/2009 às 7:14:01 PM
Para a propositura de ação civil pública - independentemente de se ingressar na questão do acerto ou do erro da decisão do STF -, o Ministério Público não é obrigado a convocar audiências públicas. Por vezes, a ação é precedida do denominado "inquérito civil público" previsto na Lei 7.347, de 1985. A assistência simples é modalidade de intervenção de um terceiro em processo que esteja em andamento, que tenha interesse jurídico em que uma das partes - autor ou réu - ganhe a ação. Apenas para situar melhor o debate.
luis antonio aragão , fortaleza-CE - publicitário
Enviado em 23/6/2009 às 4:50:05 PM
Imprensa que tem audiência é aquela que seque as regras do patrão.Essa nunca será censurad,e sim adorada.Ela representa o front mais importante na guerra da informação.
eduardo lettieri , sp-SP - free
Enviado em 23/6/2009 às 4:42:46 PM
Eu tenho Dines. eu tenho! Eu cidadão brasileiro tenho o direito, ratificado pela Convenção Americana sobre direito do homens “não se pode restringir o direito de informação por vias e meios indiretos, tais como o abuso de controles oficiais ou particulares de papel de imprensa. Acorde para a realidade, viva a liberdade!
Julio Prático Souza , São Paulo-SP - Analista de Sistemas
Enviado em 23/6/2009 às 4:17:20 PM
O que nossos amigos da imprensa se esquecem é de que sua função é ser veículo para que a população e seus intelectuais exerçam a liberdade de opinião. A opinião que DEVE ser livre não é a do jornalista, e sim a do povo! O reporter deve investigar e documentar fatos, e eu, enquanto cidadão, tenho o direito de ter acesso e conhecimento sobre o fato. Qualquer coisa além disso é retórica e defesa corporativista.
Cristiana Castro , Rio de Janeiro-RJ - Advogada
Enviado em 23/6/2009 às 3:43:11 PM
A pergunta sobre quem tem legitimidade para defender a liberdade de imprensa é, absolutamente,pertinente. Como o Dines já respondeu no texto, essa legitimidade é da sociedade, através do MP. Não ocorreu dessa forma? Então, o que se tem a fazer? O que faz toda a categoria que se sente ameaçada/lesada nos seus direitos, ou seja, reivindicar, mobilizar, exigir,enfim. A sociedade já está na luta contra esses oligopólios há décadas. Continuo achando esse negócio de diploma uma palhaçada mas aqui no Brasil midiático,qdo uma categoria quer alguma coisa, ela tem que se mobilizar e gritar e gritar alto pra sair na Globo, senão não rola nada. Ah, e cuidado com as entrevistas,pq sai tudo picotado a noite e vc fica se ouvindo com aquela cara de paisagem sem entender como vc foi cair naquela. Boa sorte. Dines,vcé um guerreiro, agora até jornalista, aparece pra chorar as pitangas aqui no OI.
Sílvio  Andrade , Natal -RN - Jornalista
Enviado em 23/6/2009 às 3:20:53 PM
Dines, este é o artigo mais lúcido e mais documentado sobre a questão do diploma. Ao ler Diploma e Hipocrisia reacende uma chama de esperança que esta decisão do STF não saia da pauta da sociedade brasileira e, principalmente, dos jornalistas. "... A Fenaj e o Sindicato de Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, ambas com atuações abaixo do sofrível..." Concordo com você. Parabéns pelo texto.
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 23/6/2009 às 3:09:44 PM
VOCE, Dines! Voce. Eh a unica resposta. Sem puxacao de saco.
Paulo Batista , Florianopolis-SC - Engenheiro
Enviado em 23/6/2009 às 3:07:43 PM
Caro Dines, Discordo em gênero, número e grau. A questão deveria ser: "Quem NÃO tem legitimidade para defender a liberdade de imprensa?" Pois é um assunto que interessa à toda a sociedade, visto que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia. Por isso não creio nem sequer que o conceito de "legitimidade" se aplique bem à esse assunto. Além disso, no Estado de Direito o ideal é que toda e qualquer pessoa física ou júridica (privada ou pública), possa questionar na justiça as normas vigentes, como foi feito. Na minha opinião atacar as instituições envolvidas nesse caso é que é hipócrita, visto que o mérito da questão é que foi julgado pelo STF, e não a índole dos agentes envolvidos.
Talita Corso , Balneário Camboriú-SC - Jornalista
Enviado em 23/6/2009 às 1:51:25 PM
"Neste grande festival de hipocrisias, a imprensa aposenta o bastão de Quarto Poder e assume-se abertamente como lobby empresarial. Já o STF, obcecado pela idéia de tornar-se um petit-comité legislativo, no lugar de converter-se em coveiro do autoritarismo, é apenas o parteiro de um novo mandonismo cartorial." Exatamente isso. Estamos vivendo (mais) um retrocesso histórico. O jornalismo brasileiro tem sinal verde declarado para se transformar em assessoria política/empresarial e cabide de emprego.
Ronald Wigg Wigg , rio de janeiro-RJ - empresario- Jornalista
Enviado em 23/6/2009 às 1:31:09 PM
Parabéns pela colocação Dines. Estamos vivendo a ditadura do corporativismo. Sempre haverá argumento consistente quando se envolve muito dinheiro. Qualquer profissão pode ser exterminada quando se lida com empresários donos de grandes jornais. No Brasil então, estes fecham os olhos para a corrupção na justiça, legislativo etc, para depois angariar vitórias, colocandos todos de joelho. Com certeza, nesse pedaço de terra chamado brasil, a democracia sempre será objeto de vitória das minorias.
Ronald wigg , rio de janeiro-RJ - Empresario-Jornalista
Enviado em 23/6/2009 às 1:14:37 PM
Dines A sua exposição, de forma claro muito melhor, foi o que eu tentei colocar na internet. Incrivel todos os jornalismos virtuais não publicaram. Oglobo. com chegou a tirar a notícia, fato que muitos jornalistas e estudantes estavam dando um banho de conhecimento e críticas. Realmente, a minoria nesse país prevale. Principalmente quando o assunto é grandes jornais. Tanto parlamentares como membros do STF, se dobram aos empresários da imprensa, de forma que deixem fazer suas falcatruas sem problemas maiores. O órgão pode ser legítimo, mas essa decisão foi ilegítima moralmente. Aliás ao se fazer 1 ano de lei seca, saiu também essa infeliz decisão. coincidência ou não, fambas fruto do autoritarismo corporaivo. Ambas solidificadas pelo poder da imprensa. Ambas contra a grande maioria de personagens envolvidos ou afetados. Com muita tristeza vejo, que nosso país está retornando a um bizarro sistema de casta. Alem de empresário, estou entrando no ramo de telecomunicações, Internet para ser exato, onde fiz grande investimento nos distritos de Petrópolis. Como serei provedor de acesso e provedor de internet, e dentro dos ideais que ainda não perdi, apesar de meus 53 anos. Coloco espaço a disposição do Observatório da imprensa, onde pretendo fazer o que há de melhor para o jornalismo brasileiro.
Washington Ferreira , Ubá-MG - Jornalista sem-diploma
Enviado em 23/6/2009 às 12:58:07 PM
Seria bom que fosse contestado o mérito da ação proposta pelo MPF de São Paulo com argumentos bem colocados e, finalmente, que o nobre Dines se posicionasse se é a favor ou contra a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. O que Dines quer dizer com "a participação do MPF é altamente controversa"? Controversa por que? Se as entidades do baronato da mídia querem pegar carona e aparecer em cima da decisão do STF, a questão é outra. Posicione-se, Alberto Dines! Outra coisa: assim como o restante da imprensa, Dines insiste em colocar o arrazoado de Gilmar Mendes como eixo central do posicionamento do STF na votação. Que tal destacar o posicionamento dos outros ministros, alguns bastane consistentes? Ou será que, a exemplo dos jornalistas diplomados encastelados nas redações de jornais e telejornais, deve-se dar toda a visibilidade, para o bem ou para o mal, ao presidente do Supremo?
Ivan Moraes , Newark, NJ-MG - sem profissao
Enviado em 23/6/2009 às 12:35:08 PM
"Onde está a ABERT e a sua dissidência, a ABRA? Brigaram?/E por que razão a ANJ (Associação Nacional de Jornais) de repente começou a aparecer como co-patrocinadora do recurso contra o diploma depois da vitória na votação?": http://www.youtube.com/watch?v=pc1am3KyYgA
Cristiana Castro , Rio de Janeiro-RJ - Advogada
Enviado em 23/6/2009 às 12:21:08 PM
Irônia do destino é isso aí! Judiciário e jornalões " contra" jornalistas, agora vai dar pra ver como a gente se sente. E Olha, que ainda nem apareceram, Regina Duarte, Hebe Camargo, Ivete Sangalo e cia fazendo back vocal para OAB/SP naquelas manifestações bizarras. Espere e verá 32 pessoas vestindo camiseta preta com o desenho de um diploma riscado, exigindo liberdade de expressão, e a Globo, no Jornal Nacional, noticiando a maior manifestação ( 100.000 pessoas ) de apoio a decisão do STF. Dá raiva mesmo! A maioria dos brasileiros assiste jornal nacional fazendo respiração cachorrinho. Isso aí é só o começo.
Elis Galvão , Rio-RJ - jornalista
Enviado em 23/6/2009 às 11:59:19 AM
Parabéns Dines por abordar questões importantes e aprofundar a discussão. Eis uma leitura obrigatória para os com e sem diploma.
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