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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 10/11/2009 às 11:15:22 AM |
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| Eu podia tudo nesta manhã de terça-feira, menos ler "ongueiros da negritude". Se restava alguma dúvida a respeito de preconceito velado disfarçado de reflexão intelectual, creio que pouparam meu trabalho. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 9/11/2009 às 11:43:14 PM |
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| Marcelo, os números são de Paul E. Lovejoy (A escravidão na África: uma história de suas transformações). Concordo quando diz que a questão não é condenação. O problema é que você diz em seguida que a questão é de reparação. Bem , se você está falando no sentido de “reparar um dano”, então precisamos saber quando este dano foi praticado e por quem, afinal quem cometeu o dano deve rapará-lo. Aí, provavelmente voltamos ao ponto inicial de condenar os ‘brancos” a reparar os “negros” pela escravidão. E concordamos que não é por aí, não é? A questão é de inserção sim , como você diz, inserção de brasileiros pobres (brancos ou negros). É aí, sinto muito, cota em universidade pública não vai resolver, até porque, com as cotas , os pobres (pretos e brancos ) vão continuar pagando as Uniban da vida.É o que ocorre hoje .E o que continuará ocorrendo. Então a quem interessa a tais cotas? |
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José Maria e Silva
, Goiânia-GO - jornalista e mestre em sociologia |
| Enviado em 9/11/2009 às 11:30:28 PM |
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| Caro Marcelo Idiarte, todo povo do mundo, se ficar tentando corrigir injustiças do passado, simplesmente não vive e comete mais injustiças. Já pensou se os japoneses alimentassem rancor contra os EUA até hoje por conta de Hiroxima e Nagasaki? Dentro da própria Europa, se cada país for ajustar contas com os vizinhos por causa de guerras passadas, o continente entra em combustão. Na história de qualquer povo, há enormes injustiças não reparadas cujo tempo de reparação já passou, sob pena de se aumentarem essas injustiças. Se os erros de uma sociedade não forem corrigidos dentro da vida das gerações que os criaram, não dá para corrigi-los mais, pois seria uma injustiça contra quem nada tem a ver com eles. Especialmente num país de mestiços, onde o mulato ou negro de hoje pode ter sido descendente do senhor, e o sujeito de tez clara, descendente de escravo. E por que o branco de hoje tem que pagar pelo pecado do senhor de escravo de mais de um século atrás? Sem contar que a maioria dos feitores e capitães-do-mato, como mostra Machado de Assis num de seus contos, eram mulatos ou negros. Quer dizer, não dá mais para ficar remoendo essa ferida. O tempo se encarregou de cicatrizá-la. Prova disso é que a esmagadora maioria de negros e mestiços pensa assim. Só a barulhenta minoria de ongueiros da negritude pensa o contrário e fica remoendo vingança, ao invés de cuidar da vida. |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 9/11/2009 às 10:19:01 PM |
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| Angelo, não sei de onde você tirou estes números, mas suponhamos que eles sejam reais e precisos: a questão não é de condenação, mas sim de inserção e reparação. Afinal a História não pode ser esquecida simplesmente porque já passou. Isso vale para brasileiros, africanos ou quem quer que seja. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 9/11/2009 às 8:30:20 PM |
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| Se formos seguir o raciocínio de que existe um débito decorrente do processo histórico , então vamos à contabilidade: o trafico de escravos promovido pelos europeus movimentou19 milhões de pessoas. A escravização e o tráfico promovido pelos próprios africanos movimentaram 23 milhões no interior do continente.. Conclusão os africanos seriam os maiores devedores da história em relação à escravidão. Isso prova (ai, ai desta vez ricardo Molina vai ter um enfarte) que esse raciocínio não se sustenta. Não serve para condenar os africanos e, pela mesma razão, também não serve para condenar os brasileiros |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 8:25:34 PM |
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| Aquele rapaz da rede globo - ali kamel - provavelmente é ainda pior... um sujeito que nega o racismo no Brasil só pode ser um seguidor de Piether Botha. Até quando a mídia-corporativa - rede globo / veja / estadão / fsp - vai impedir o direito de expressão daqueles que lutam contra a segregação social no Brasil? |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 8:18:38 PM |
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| Como a mídia-corporativa - rede globo / veja / estadão / fsp - tenta esconder o racismo da minoria branca e rica no Brasil, vale a pena ler esta entrevista ótima com o professor Kabengele Munanga na Revista Fórum... "Kabengele Munanga denuncia a farsa da democracia racial, defende o sistema de cotas e discute o espaço do negro na sociedade." http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/EdicaoNoticiaIntegra.asp?id_artigo=7378 |
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Ney José Pereira
, São Paulo-SP - Contador |
| Enviado em 9/11/2009 às 8:16:17 PM |
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| Ódio racial!. Entre muitos outros mais um mal!. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 9/11/2009 às 5:42:19 PM |
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| Fábio Passos, "chame-os do que você é, acuse-os do que você faz"? Os únicos segregacionistas são os apoiadores das cotas que buscam instituir raças no Brasil. Você poderia começar a pensar, para variar. |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 4:24:25 PM |
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| Que posso fazer? Há muito não assisto o lixo segregacionista divulgado pela mídia-corporativa. Lá o debate é proibido. Apenas os jagunços podem se manifestar e atacar iniciativas de resgate dos oprimidos... em total conformidade com as idéias e interesses do patrão. Isto não é jornalismo. É propaganda política. Propaganda da "elite"-afrikaaner. Leiam porque a rede está arejando o debate: "Guimarães: O uso ilegal de concessões públicas - A CRUZADA COVARDE DE DEMÉTRIO MAGNOLI" http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/guimaraes-o-uso-ilegal-de-concessoes-publicas/ |
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sergio ribeiro
, são paulo-SP - bancário |
| Enviado em 9/11/2009 às 3:11:05 PM |
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| Seria cômico não fosse trágico. O Sr. José Maria, reacionário de carteirinha que escreve aqui no OI, acha que uns encontros mal divulgados de Ongs pesam mais na opinião pública que as matérias (bem mal escritas por sinal) da veja, que deu destaque de capa para o lançamento do livro Magnoli. Deslavada mentira é esse joguinho de "faz de conta que não somos racistas". |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 9/11/2009 às 1:49:58 PM |
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| Negativo, todos somos credores e devedores da história. Quando Cassisu Clay foi lutar no Zaire falou: "Graças a Deus meu bisavô entrou naquele barco". |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 9/11/2009 às 1:44:16 PM |
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| Fábio Passos, pare de fazer spam aqui nos comentários com essas palavras de ordem vazias. Você sequer sabe sobre o que está falando. Esse racialismo anglo-saxônico é doentio e esses [ ] sequer sabem o que isso significa. Estudem e parem de falar besteira. |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 9/11/2009 às 1:26:58 PM |
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| Para algumas pessoas simplesmente não existe débito com a História. Não existindo débito, não há percepção de se fazer parte dela. A História passa a ser apenas um detalhe. |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 11:55:50 AM |
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| A "elite" branca e rica paga jagunços para combater e difamar toda e qualquer iniciativa de resgate dos excluídos... e não abre espaço para o contraditório. Há inclusive um sujeito que escreveu um livro negando o racismo no Brasil. É inacreditável a covardia destes figuras. No debate aberto são desmoralizados. E eles sabem disso. Por isso se escondem atrás das organizações que sustentam o Apartheid no Brasil: rede globo, veja, estadão, fsp... |
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Angelo Azevedo queiroz
, Brasília-DF - Funcionário Público |
| Enviado em 9/11/2009 às 10:49:09 AM |
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| 75% dos estudantes da classes C e D estão nas faculdades privadas. Isso prova (marcelo molina vai ter um ataque histérico) que as cotas nas universidades públicas não vêm para emancipar os pobres (nem brancos, nem negros, nem mestiços). Trata-se de um privilégio. Ponto. Esta história de pagar dívida é uma falácia. Por que um branco pobre tem que dar lugar a um mulato de classe média. Porque ele é devedor? Devedor de que? Será que os africanos de hoje podem ser responsabilizados por que seus ascendentes capturaravam e vendiamr seus conterrâneos aos europeus? Por que os brasileiros de hoje são responsáveis por pela escravidão? Especialmente os pobres?. |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 12:29:58 AM |
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| A rede quebrou o monopólio da mídia-afrikaaner... "Resposta a um ataque torpe" - http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/06/resposta-a-um-ataque-torpe/ |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 9/11/2009 às 12:22:00 AM |
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| Vocês já viram rede globo, veja, estadão e fsp divulgando os dados que demonstram o bom desempenho dos cotistas nas universidades? Não? Que surpresa... os covardes precisam mentir, manipular e esconder a realidade para tentar prevalecer sua opinião. Só que o Apartheid está ruindo. E nenhum jagunço da mídia-lixo-corporativa vai conseguir segurar. |
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José Maria e Silva
, Goiânia-GO - jornalista e mestre em sociologia |
| Enviado em 8/11/2009 às 9:10:31 PM |
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| A acusação de que a imprensa cerceia o espaço dos que defendem as cotas raciais, professada por Muniz Sodré e resumida no comentário de Fábio Passos, não corresponde aos fatos. Quem quiser chamar essa opinião de “deslavada mentira” pode fazê-lo sem cometer nenhuma injustiça. Mesmo se todos os artigos de opinião, incluindo os editoriais, fossem exclusivamente da autoria dos adversários das cotas, ainda assim, o espaço dos defensores dos tribunais de raça continuaria imenso. Por uma razão muito simples: o noticiário factual — que ocupa um espaço muito maior na imprensa do que artigos de opinião — é totalmente tomado pelos defensores das cotas, que estão muito mais organizados e dispõem de fartas verbas para promover suas idéias. Todos os dias, em qualquer canto do país, ministérios, secretarias e incontáveis ONGs promovem eventos em defesa de supostas minorias, entre as quais se encontram negros e indígenas, e, ao fazê-lo, suscitam matérias nos veículos de comunicação. Factuais, essas matérias se limitam a reproduzir os objetivos desses eventos, e seus promotores aproveitam para disseminar a idéia de que o racismo no Brasil é pior do que o dos EUA e que as cotas são necessárias. Esse tipo de notícia, repetido exaustivamente, acaba pesando bem mais do que artigos, que geralmente só são lidos por quem já tem opinião formada e raramente vai mudá-la por conta de uma idéia contrária. |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 8/11/2009 às 7:13:44 PM |
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| É conhecida a covardia deste magnoli. Ele ataca lideranças anti-apartheid usando o espaço que a mídia-lixo-corporativa lhe oferece. E estas organizações, comandadas por oligarcas atrasados, não permitem sequer que os difamados possam responder. Este magnoli se comporta como um jagunço pago pelos oligarcas. Só que a rede está derrubando o monopólio da informação... |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 8/11/2009 às 5:22:54 PM |
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| Marcello, persistir em teses racialistas do século 19 é permanecer colonizado. Inverter o sinal na questão racial não é superá-la, mas torná-la permanente. O risco, para os racialistas de hoje em dia, é alguém "encontrar" provas de que a "raça " negra é inferior.
A demanda de cotas exige privilégios dignos de aleijões para uma elite de afro-descendentes perfeitamente saudáveis no Brasil. |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 8/11/2009 às 12:48:14 PM |
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| Em minha opinião a mídia-corporativa - rede globo / veja / estadão / fsp - claramente interdita o debate. Não tenho dúvida que estas organizações estão recheadas de racistas. Negar que a mídia-corporativa defende um Apartheid no Brasil é uma tolice inacreditável. Este Magnoli é um covarde. |
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Marcello Gabbay
, Rio de Janeiro-RJ - Pesquisador e professor |
| Enviado em 8/11/2009 às 12:09:56 PM |
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| O assunto é concreto e suscita amor e ódio. A forma ácida como se defendem aqueles que titubeiam entre seus ideais neoliberalistas e o medo de serem politicamente incorretos demonstra a insegurança em sustentar algum tipo de argumento contra a política de cotas. Passagens como “Por que devemos pagar pelos erros do passado?” ou “a influência nociva dos tais intelectuais orgânicos. Principalmente na esquerda, eles acabam por contaminar corações e mentes, sendo um extremo tão lesivo à sociedade quanto uma imprensa sem compromisso” apontam a subrevivência de um radicalismo grave num Brasil ainda tão rechaçado pelo preconceito, que se manifesta em diversas marcas distintivas, mas, histórica e especialmente, por meio da demarcação racial. São dois nós críticos e duros de admitir: permanecemos um país racista (prova disso é a recusa em reconhecer o peso da história que nos trouxe até aqui), e, em segundo lugar, convivemos com a predominância de um discurso classista aristocrata que tem nos "jornalões" uma forma de articulação pesada. Estamos de parabéns, ao menos, pela permanência do debate. O professor Muniz Sodré, diga-se de passagem, tem toal domínio de causa, pesquisador reconhecido internacionalmente, como sabemos, é parte de uma excessão: de São Gonçalo dos Campos para o mundo, ele carrega o peso de existir num país que, mesmo após 200 anos, teima em permanecer colonizado. |
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Ronaldo Santana
, Campinas-SP - Empresario |
| Enviado em 8/11/2009 às 12:08:49 PM |
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| Thiago Conceição. Eu só pedi uma solução para o problema. Divagar dizendo que os mais preparados se dão bem, é poético mas ilusório, pois não condiz com a realidade. Primeiro porque há várias pessoas extremamente qualificadas que têm subempregos. Tantas mulheres ralam no trabalho, são esforçadas e preparadas, todavia as estatísticas não deixam dúvidas: elas em geral ganham menos que os homens de igual qualificação e experiência. Por que? Sem querer fazer uma lista exaustiva dos motivos; muitos ainda acreditam que mulher deve ter um papel submisso frente ao homem e portanto não merecem ganhar o mesmo. Apenas por isso: elas trabalham tanto quanto os homens mas não têm as mesmas chances. É questão de esforço pessoal? Não. Não causa surpresa, portanto, que os negros tão qualificados quanto o resto também ganhem, em média, menos que os outros. Só quem não conhece a função do governo acredita que ele está distribuindo dinheiro. Pra começar o dinheiro não é do governo, o dinheiro é do povo e o governo tem que usar para o benefício do povo. Não é favor, e sim obrigação. Está na constituição. O que temos pra dar para essas pessoas? Um tapinha nas costas e sinto muito, mas você nasceu da cor ou do sexo errado? |
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José Maria e Silva
, Goiânia-GO - jornalista e mestre em sociologia |
| Enviado em 8/11/2009 às 4:22:21 AM |
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| É inegável a disparidade de estilo e de argumentos dos que defendem as cotas e dos que são contra elas. Começando pelos artigos em questão. Demétrio Magnoli simplesmente destruiu, ponto por ponto, as argumentações de Muniz Sodré, se é que se pode chamar aquilo de argumentação. E essa diferença se repete entre os debatedores. Não existem argumentos racionais para defender as cotas do modo como estão sendo implementadas no Brasil. Elas só podem ser defendidas com palavras de ordem, alinhavadas numa língua bárbara, que nem parece português. Prova disso é que os que criticam Demétrio Magnoli, talvez por absoluta incapacidade de acompanhar seu raciocínio, limitam-se a xingá-lo de "pena de aluguel dos jornalões". Muitos, talvez a maioria, não leram "Uma Gota de Sangue" por pura incapacidade vernacular. Mal dão conta de soletrar os panfletos em que se educaram. Magnoli tem sido de rara coragem em suas críticas à racialização do Brasil. Os tribunais de raça instaurados nas universidades brasileiras são uma séria ameaça ao futuro da nação. Eles são profundamente injustos e indiscutivelmente imorais. Num futuro talvez não tão distante, vão criar artificialmente uma guerra racial no Brasil. A luta de Magnoli é uma luta cívica, que deveria ser abraçada por todos aqueles que pensam com a própria cabeça e não se deixam levar por grupelhos políticos movidos a ideologias totalitárias. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 7/11/2009 às 6:33:29 PM |
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| Márcia Pimentel, me refiro ao racismo científico do século XIX, Pessoas como Galton, Gobineau, Madison Grant e outros que contribuiram para o surgimento da cultura que você tanto defende e promove. Uma cultura racial. Vai estudar, que você precisa disso. Política de identidade, como o próprio nome diz, é política para se controlar determinadas populações, nada mais. Não é real, não cria nada, não produz nenhum valor para a sociedade, etc. É apenas uma forma de controle. |
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Anderson Oliveira
, Salto-SP - Estudante |
| Enviado em 7/11/2009 às 6:28:18 PM |
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| Só li alguns comentários e já me deparei com o discurso ofensivo de um diagramador gaúcho.
Ele diz que nós somos os responsáveis pela escravidão e, por isso, devemos aceitar as ações afirmativas.
Mas, pelo que sei, o regime escravocrata diluiu-se no fim do século XIX. Creio que ninguém aqui era vivo à época. Então, como somos culpados? Por que devemos pagar pelos erros do passado? Se fôssemos querer que se sanassem todas as iniquidades do passado muitas coisas acabariam por aqui (a Igreja Católica é exemplo).
Argumento mais sensato seria o de que as ações afirmativas poderiam equilibrar as desigualdades entre brancos e negros o que, por sí só, também incorre em injustiças: porque o branco pobre deve pagar por isso?
Não diminuamos os valores dos argumentos opostos. |
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Paulo Fernandes
, Barcelona-PR - jornalista |
| Enviado em 7/11/2009 às 4:43:01 PM |
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| O simples fato de ser contra ou a favor das cotas raciais näo torna ninguém de direita ou de esquerda. Há muita gente na esquerda que tem severas críticas a esse tipo de política afirmativa. Há muita gente de esquerda e contra as cotas. O que diferencia uns dos outros säo os motivos pelos quais säo contra. A crítica do Magnoli (apesar do seu passado) é conservadora, da corrente que costuma combater a priori qualquer política pública de inclusäo social. Qualquer. Basta ver quem säo os colegas de barricada do Magnoli
(a começar pela Veja). O anti-"racialismo" é o argumento de primeira linha, mas é mais do que óbvio que näo é a razäo de fundo de por que esse grupo abomina as cotas. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 7/11/2009 às 1:29:47 AM |
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| Zé da Silva Brasileiro, não coloque pardos nessa sua generalização aí porque isso nada tem a ver com cor de pele. É algo puramente político e é por isso que muitos brasileiros não brancos são contra. Veja: http://nacaomestica.org/ |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 7/11/2009 às 1:27:35 AM |
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| Ronaldo Santana, todos temos direito à liberdade e apenas isso. Justamente por causa da liberdade, tudo é por nossa conta. Todos os nossos ancestrais, sejam eles brancos, negros ou índios trabalharam para que eu estejamos aqui hoje. Acreditar que é dever do governo distribuir dinheiro, quotas ou o que seja é besteira. Por que é besteira? Qual é a fonte de renda do governo? O governo não cria nada, não produz nada, não desenvolve nada. Querer que o governo dê dinheiro para uns é pedir para ele aumentar os impostos afim de sustentar burocracias e políticos corruptos tentando lucrar com a máquina do Estado. A solução é o desenvolvimento de uma cultura empreendedora e livre mercado. Enquanto seletivamente extirpamos dessa sociedade esses aspectos negativos festeiros (essa cultura de carnaval e vagabundagem) e socialistas, e criamos um ambiente propício para o desenvolvimento. Livre mercado é diferente de corporatismo e subserviência à elite banqueira internacional assim como o atual governo faz. Trabalho com tecnologia e vejo todos os dias como essa cultura é nociva ao desenvolvimento, onde pessoas acham mais importante demonstrar status do que efetivamente contribuir alguma coisa em termos de propriedade intelectual ou desenvolvimento de negócios. É uma cultura de malandragem e carnaval. Desse jeito nem com todo o dinheiro do mundo esse país vai para a frente. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 7/11/2009 às 12:48:05 AM |
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| No momento em que escrevo esta nota, temos 79 comentários.. Somente um comentarista entrou aqui com o intuito de agredir e ofender direita e pessoalmente outro comentarista. Um tal de RicardoMolina. Gostaria de deixar meu protesto contra esse senhor e seu modo de interagir com pessoas que a ela não se dirigiram. Saiba que a recíproca é verdadeira e senhor Molina,. Também gostaria de perguntar ao moderador se intervenções como a desse senhor, que, além de gratuitamente ofensivas, exigem a cassação da palavra de outros comentaristas por mera discordância ideológica, estão de acordo com a política desse espaço? |
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Márcia Pimentel
, Rio de Janeiro-RJ - Jornalista |
| Enviado em 7/11/2009 às 12:33:12 AM |
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| Só para comeplementar... Tenho que falar dessas elites imorais. Elas têm uma capacidade tamanha de colocar o discurso a seu favor, sem se preocupar minimamente com a coerência. Lembro-me bem o tanto quanto batiam no bolsa-família, porque, pra essa elite é um absurdo gerar despesas para o Estado para acodir os famintos. Agora, na hora da crise econômica, são os primeiros a clamar pela ajuda do Estado. Mas o Estado não pode quitar débitos históricos com negros, nemcom os famintos, porque deve estar só, e apenas só, ao dispor dela, que, no mínimo, deve se achar muito superior ao resto dos mortais. |
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Márcia Pimentel
, Rio de Janeiro-RJ - Jornalista |
| Enviado em 7/11/2009 às 12:20:12 AM |
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| Thiago Conceição, você está falando da Escola de Chicago, por acaso? Ah, por favor, pare de querer me dar aula. A questão é que o racismo foi praticado e se instaurou na cultura da sociedade, ainda que o conceito de raça seja de uma bestialidade tamanha. O problema é que, na hora de acertar as contas, a linhagem dos escravistas vem dizer, agora, que é para esquecer seus equívocos do passado. Faz favor, pelo menos reconheça o erro pagando o débito histórico para com os negros! É assim que deve agir as pessoas de bem! |
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Silvio Miguel Gomes
, Olímpia-SP - Escrivão de Policia |
| Enviado em 6/11/2009 às 11:29:23 PM |
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| No Brasil não tem miseria: a verdade é que são todos vagabundos, não tem racismo: tem é preconceito social. Mas tem Jornalistas que se dizem “perseguidos por serem católicos”. O Senador Ted Kenedy foi criticado em Universidade Brasileira devido ao racismo nos EUA. Pergunta do Senador: Quantos negros tem nesta Universidade?. Não tinha nenhum. Nem branco como o Ronaldo fenômeno. A associação GELEDÉS pesquisou 10 mil processos,. Crimes idênticos, mesma natureza, tudo igual, quando o autor é negro a punição é maior. Ninguém mais lembra do grande Gilberto Freire. O Jornal “A folha de São Paulo” enaltece Plínio Correa de Oliveira, católico reacionário e esquece Gilberto Freire. É comum criticarem a Igreja Católica dizendo que é a responsável pela Escravidão do Brasil e passam a descrever os horrores da Escravidão e suas conseqüências que perduram até hoje. Tudo bem. Mas esta alegação é apenas para argumentação de acordo com as conveniências do momento. Joaquim Nabuco é muito citado, pois lutou contra a escravidão, mas foi contra tudo o que foi feito, pois os escravos libertos iam ficar na miséria. Os estrangeiros foram trazidos para o Brasil, terras foram doados a eles, parcerias, empregos, mas negadas aos negros. Tudo foi negado aos negros. E isso não é racismo. Certamente deve ser somente vingança. Ódio. Desgraçados.
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Eduardo Alex
, Vila Velha-ES - Servidor Público |
| Enviado em 6/11/2009 às 11:12:21 PM |
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| Concordando ou não com a opinião de Magnoli, um ponto é importante ao extremo para colocarmos um debate atual na agenda: a influência nociva dos tais intelectuais orgânicos. Principalmente na esquerda, eles acabam por contaminar corações e mentes, sendo um extremo tão lesivo à sociedade quanto uma imprensa sem compromisso. |
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angelo azevedo queiroza
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 6/11/2009 às 7:40:22 PM |
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| O contéudo projetos de lei de Cotas (PL 73/1999) e do Estatuto da Igualdade Racial (PL 3.198/2000) deve ser submetido a plebiscito ou entrar em vigor somente após refrendum. A sociedade tem de participar diretamente. Isso diz respeito não só aos fundamentos jurídicos da República, mas também à história e à formação do povo brasileiro. Vamos nos unir pelo plebiscito! |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 6/11/2009 às 5:30:57 PM |
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| Professor Demétrio, para além do debate idéias, sempre sadio, o racialismo é um prática perversa. Os brasileiros devem dar uma basta ao movimento racialista.Eles não representam ninguém, mas têm um lobby forte. Dominam as universidades públicas, os Gabinetes de Brasília, as ONGs influentes, recebem dinheiro da fundação ford e de poderosas entidades estrangeiras. São militantes profissionais. Devemos nos mobilizar para que o Congresso aprove um plebiscito sobre a cotas raciais ou submeta qualquer lei tendente a separar os brasileiros por raças a um referedum. Vamos ouvir os brasileiros, vamos ouvir os negros ( a maioria da população segundo eles!) que eles dizem representar, Pebliscito já. ! |
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Ricardo Molina
, SP-SP - sociologia |
| Enviado em 6/11/2009 às 5:12:58 PM |
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| Angelo Azevedo Queiroz, o funcionário de Brasília está sempre à direita dos mais à direita. Seus comentários são de míopia que beiram a má fe. E é agressivo. Vira e mexe escancara de sua goela o grito dos hipócrita-fariseu ofendido: "Prove onde estou errado, prove!!!" Não é de admirar que tenha como ídolo os Demétrios Magnollis da vida, gente rancorosa, racista, arrogante, esnobe e descaradamente a serviço do que de mais podre existe na sociedade brasileira: a grande mídia dos Mesquitsa, Civita e Marinho. Por mim esse Angelo não-sei-das-quantas deveria ser impedido de postar aqui no Observatorio pois o sujeito é um poço de mesquinharia e sempre a postos para defende ro indefensável e a gritar aos quatro cantos do comentário: "Onde foi que eu errei? Prove, prove o9nde foi que errei? Prove que meu argumento é ruim, prove!" Um sujeito que abusa dessas expressões parece ter cabeça apenas para colocar chapéu pois para pensar é querer exigir demais. |
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Ronaldo Santana
, Campinas-SP - Empresario |
| Enviado em 6/11/2009 às 5:07:22 PM |
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| É certeiro o comentário de Rubens Costa. Ainda que o conceito de raças biológicas não tenha respaldo da ciência, o conceito histórico cultural tem muita força neste sentido. E isto é utilizado por grupos bardeneiros para esvaziar o diálogo sobre o que fazer para diminuir as diferenças. Se as cotas são ruins, pior seria sem elas. Thiago conceição defendia aqui há alguns meses que não havia preconceito racial no Brasil. Após a Folha destruir esta tese em 23.11.2008, ele andou sumido deste observatório. Bom, se criticam tanto as cotas, que soluções propoem? Está na hora de separar a verborragia e argumentos. |
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Zé da Silva Brasileiro
, Belo Horizonte-MG - Bancário Aposentado |
| Enviado em 6/11/2009 às 3:51:48 PM |
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| Discussão interessante. Quando disse que nós, brancos, diante da questão racial brasileira, estamos na mesma situação relatada pela historinha do folclore hindu "os cegos e o elefante", queria me referir apenas ao fato de que, enquanto brancos pelos padrões brasileiros, nosso relacionamento com a questão racial é diferente e sem dúvida mais confortável do que o relacionamento dos negros e pardos que sentem na pele a vivem a realidade da discriminação racial. Afinal, a dor do outro a gente compreende mas não sente. É claro que é louvável o interesse dos brancos pelo assunto e muitos trouxeram contribuições importantes à discussão. Diante disso eu gostaria de fazer uma pergunta: Por que as quotas sociais não contemplam os interesses dos negros?. O que fazer para eliminar a perenização das quotas raciais de forma a podermos, em algum momento, trabalhar apenas com as quotas sociais? José Roberto Militão, intelectual e militante negro contrário às quotas raciais, é uma voz isolada ou representa uma corrente importante dentro do movimento negro? |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 6/11/2009 às 3:46:39 PM |
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| Ah, é? E dizer que os negros merecem ter alguns benefícios para tentar minimizar o que fizemos com eles durante séculos é uma tese "racialista"? Ou seja: o passado a gente deve esquecer, afinal não doeu no nosso lombo. Para quem nunca esteve na pele de um negro, é bem oportuno se empolgar com a descoberta da Ciência de que no fundo somos todos iguais. O problema não está está mais na classificação de "raças", é apenas preconceito de cor mesmo. Todos são iguais, só que o pretinho é que continua sendo olhado com desprezo num restaurante requintado ou com desconfiança numa joalheria. Infelizmente a aristocracia é como um cão: continua enxergando o mundo dividido em preto e branco. Com extrema inclinação pelo branco, naturalmente. Para disfarçar, dizem que quem se constrange pela história dos negros é que está sendo racista. E, o pior de tudo, colocam os brancos no papel de vítimas. Coitadinho do "macho-adulto-branco-sempre-no-comando", como dizia Caetano Veloso em O Estrangeiro... Vão perder os direitos adquiridos! Depois que houver equidade entre brancos e negros, proporcional ao número de negros do Brasil, nas universidades e nas grandes empresas do país, daí sim dá para "zerar" a conta e dizer "bom, agora é cada um por si". Antes disso é papo. Geralmente - e coincidentemente - de branco. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 6/11/2009 às 1:44:09 PM |
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| Márcia Pimentel, aprenda o que é racismo primeiro. Estude a história especialmente nos EUA. Aí você entenderá de onde tais políticas de identidade surgiram. Elas não são algo em si, mas apenas produtos de um sistema corrupto. |
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Jorge Fernando dos Santos
, BH-MG - Escritor e jornalista |
| Enviado em 6/11/2009 às 11:20:14 AM |
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| Esse papo de raça só interessa a políticos demagógicos, que querem dividir para governar. No Brasil, com raras exceções, somos todos (ou quase todos) mestiços. Não podemos julgar a raça pela cor da pele. Conheço uma negra cuja avó portuguesa era branca de olhos azuis. Conheço um branco cuja vó era negra. Meu sogro era quase índio, minha avó era morena de cabelos anelados. É só olhar à nossa volta pra ver a verdade dos fatos: somos mestiços, e pronto. Viva Gilberto Freire e Darcy Ribeiro! Mais conhecimento e menos paixão, senão vamos embarcar na canoa furada dos racialistas. Lembrem-se do que aconteceu na Alemanha nazista! Como disse Einstein, só existe a raça humana. Esse papo de cota universitária esconde o óbvio: nosso ensino básico e público é o pior do mundo e ninguém parece interessado em mudar isto. Será que o "branco" pobre vai ter que sofrer duas vezes, dando seu lugar na faculdade ao negro igualmente pobre? Não me preocupa tanto a faculdade, mas um ensino básico gratuito e de qualidade para todos. Aí chegaríamos todos ao canudo universitário - este, muitas vezes, nem serve pra nada. Parabéns ao Demétrio pela coragem e pelo conhecimento de causa. Viva a raça humana!
Jorge F.: |
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Márcia Pimentel
, Rio de Janeiro-RJ - Jornalista |
| Enviado em 6/11/2009 às 11:02:21 AM |
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| Thiago Conceição,
Não se trata de falta de estudo, no meu caso, e sim de opção política e maneira de compreender o mundo. Aos meus olhos, o ignorante é você. Por isso, convido-o a ler, só para começar, este artigo: A EDUCAÇÃO ESCOLAR COMO DIREITO HUMANO DE
TRÊS GERAÇÕES: IDENTIDADES E UNIVERSALISMOS http://www.scielo.br/pdf/es/v26n92/v26n92a04.pdf |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 6/11/2009 às 10:52:54 AM |
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| Senhor Marcelo Idarte, as teses racialistas é que se produzem em gabinetes de biblioteca refrigerada, pois os racialistas são um minoria que precisa se impor à maioria. Para isso inventaram que o Brasil é majoritariamente negro. Se fosse também estaria ótimo, mas é mentira:. a população negra no Brasil não passa de 7%. Para fazer a conta é preciso incluir os pardos e seduzi-los e corrompê-los com privilégios legais para que assumam sua negritude”e mobilizá-los política e ideologicamente, como quer o professor. Kabengele Munanga.. O racialismo do Sr Mugnanga é que não existe fora dos gabinetes das universidades públicas e dos corredores de Brasília. Ele não sobreviverá sem subornar e dividir os brasileiros. Nós, brasileiros, devemos lutar para que o Congresso convoque um plebiscito sobre as leis radialistas. Plebiscito na Leis racialistas. Plebiscito já! |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 6/11/2009 às 10:40:24 AM |
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| Muniz Sodré está acima de críticas? Onde ele foi desrespeitado? Afinal, querem santificar o homem e acabar com o debate? Que falta de costume com a democracia....querem a censura! |
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Stanley Pontatlantica
, São Paulo-SP - webwriter |
| Enviado em 6/11/2009 às 8:41:39 AM |
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| Ninguém jamais vai me convencer a me deixar de me considerar, e portanto me definir, como descendente resultado da mistura livre socio, economica e biológica do povo brasileiro. Coisa que aprendi não só nos livros e escolas formais e informais, herdeiro de contadores de histórias que sou, foi perceber que a burrice do preconceito leva ao desperdício, isso num sentido bem amplo. Nossa multiplicidade de características físicas seria até uma bela inspiração para o futuro do mundo sem fronteiras, no qual as crianças cresçam livres de ideologia do ódio, prontas para conviver com todas as diferenças, porque isso é mais humano.
Eu reafirmo que não consigo conceber um mundo reduzido em preto e branco, simplesmente. |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 6/11/2009 às 3:16:22 AM |
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| Demétrio Magnoli, felizmente (não para mim, mas para a Humanidade) o que eu disse é que ALGUNS brancos realmente não são capazes de assimilar as dificuldades e as limitações históricas impostas por osmose aos negros, e não que um branco (representando todos) não é capaz de entender o sofrimento dos negros... Felizmente há vários intelectuais por aí que conseguem se colocar - virtualmente - nas mesmas condições sociais, culturais e econômicas em que vivem as minorias, para efetivamente compreenderem a dimensão do que é ser negro, índio ou pobre, por exemplo. Escrever teses sociológicas em biblioteca refrigerada não é apenas confortável: é conveniente. É mais ou menos como aqueles engenheiros de tráfego que imaginam ter "soluções" para o trânsito das grandes cidades sem descerem de seus automóveis. Isso quando eles não vão de helicóptero para os gabinetes, como fazem alguns homens públicos de São Paulo. Ora, não dá para chegar agora e simplesmente dizer "ok, somos todos iguais daqui em diante, cada um pode fazer por onde"... Isso é extremamente confortável para a classe dominante (em qualquer área): ignorar que - hipoteticamente falando - dois corredores não largam em igualdade de condições, mesmo postos lado a lado, se um deles já teve que correr 20 km de pés descalços para chegar até ali. O pior de tudo é ainda ver vitimizarem os brancos por causa das cotas... Francamente. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 6/11/2009 às 1:53:35 AM |
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| Rubens Costa, as leis que os movimentos negros desejam passar obrigam todos os mestiços a serem oficialmente considerados negros pelo Estado. Por quê? Porque para cálculos de quotas eles precisam de um número quanto maior melhor. Segundo, politicamente a dicotomia branco vs. negro é muito útil para alguns, e seria obtida gradualmente fomentando-se identidades raciais separadas, que segundo o professor Munanga(?) servem para criar uma identidade negra entre os "mentalmente perturbados mestiços". Toda esse esquema de poder é importado dos EUA, e mesmo na nação mais próspera do planeta os negros americanos estão atrás de todos os demais. Qualquer imigrante chega nos EUA e faz a vida, mas o negro americano fica para trás. Será que ação afirmativa funciona? A realidade história não pode ser reduzida a uma simples questão racial. Existem inúmeros outros fatores, e embora o fato da Europa ter tido uma influência sobre o Brasil não muda o fato de que somos indivíduos com vontade própria e não "afro-descendentes" (e tampouco "euro-descendentes"). Agora estude o racismo nos EUA, desde o século XIX, com leis de segregação e projetos eugenistas. Aí você verá o que é "prática divisória", que existe até hoje, pois os EUA são um país fragmentado em "minorias". Nesse aspecto o Brasil está séculos à frente. Aprenda a valorizar a semente de um futuro onde a humanidade não é dividida em raças. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 6/11/2009 às 1:41:46 AM |
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| Pablo Laignier, a motivação principal dos racialistas (sejam eles professores universitários, políticos, esquerdistas, etc) é puramente política, uma forma de obter poder e controle sobre a população. Alguns conhecem a história muito bem, mas decidiram fazer algo errado por livre e espontânea vontade, especialmente entre intelectuais que acreditam "escrever a história" sem algo como moral ou ética. Outros, incluindo vários nestes comentários, são apenas ignorantes. Eles desconhecem o que é racismo científico, eugenia, o que motivou leis raciais em diversos países, a origem do conceito de "identidades raciais", etc. As ações e palavras do Muniz Sodré falam por si só, e mesmo que esse indivíduo fosse o Papa seria igualmente condenável. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 6/11/2009 às 12:27:19 AM |
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| Marcelo, então ignorância é a solução? Eu não vejo diferença entre aqueles que denominam negros e outros, mas pelo visto você deve achar que é uma coisa horrível. |
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Demétrio Magnoli
, São Paulo-SP - Professor |
| Enviado em 6/11/2009 às 12:25:26 AM |
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| Caro Marcelo Idiarte: O argumento racialista clássico é mais radical ainda que o teu. Você só diz que quem não concorda com você não tem mesmo solução. O argumento clássico diz que um "branco" não é capaz de entender o sofrimento dos "negros". Se isso fosse verdade, teríamos que desistir do logos, da ciência em geral, da possibilidade de conhecimento. Escrevi um pequeno artigo sobre o tema, num blog coletivo destinado à crítica do racismo e do racialismo. Chama-se "O que há num nome?" e está em http://noracebr.blogspot.com/ Abraços. Demétrio Magnoli |
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Sandra Martins
, RJ-RJ - jornalista |
| Enviado em 6/11/2009 às 12:24:17 AM |
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| Que inteessante, a bola da vez agora é o professor e jornalista Muniz Sodré, há pouco mais de dois meses quem transitava nos sonhos este articulista trapalhão era o antropólogo da USP Kabengele Munanga, que assim como Sodré, integra seletíssimo e restritíssimo grupo de professores de fenótipo negro em instituição de ensino supeior pública, deve ser a cota, um pretinho aqui, outro ali, mas tá tudo certo, no Brasil não tem problema com a diversidade étnico-racia. Viva a miscigenação, a democracia racial !!! Mas, por favor, cada um no seu quadrado, dirá DM: brancos ricos de um lado e brancos pobres do outro. Os não-branco (indígenas e pretos/pardos), ah, bom, podem virar tapete e continuarem no andar de baixo. Não é assim que "DM cospe-cospe" e seus parceiros querem. E, como ficará o ano de 2010 que segundo as estatistica do IBGE o Brasil alcançará o percentual majoritário de negros+pardos? tambem o IBGE merece ser detonado ??? Agora chega, dá trela pra maluco dançar... |
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paulo santos
, Manhuaçu-MG - professor |
| Enviado em 6/11/2009 às 12:18:50 AM |
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| Balelas são as idéias do Magnoli Afirmar que a cotas raciais vão prejudicar o Brasil e que os pro- cotistas vão detonar a sociedade parece as ironias do Professor Hariovaldo. O que precisamos é de solução para ontem e não de suposições, porque ninguém chega perto da menina negra e diz que ela não terá o emprego porque é negra. Simplesmente inventam uma desculpa qualquer. e assim, emprego simples como caixa de supermercado raramente são preenchidos por elas . O mercado faz escolhas e em igualdade de qualificações não escolhe o negro. Querer negar isto é com enxugar gelo. Então o que quer este senhor? Quer que os negros vão engrossar as fileiras dos sem terras, dos sem tetos, do tráfico de drogas ? A Universidade é o melhor lugar para preto, branco ou pardo e as cotas são um excelente aditivo para dar mais oportunidade ao negro. O Brasil não vai arrasar por causa disto não!!! Porque a as infinitas mordomias nos palácios, parlamentos e tribunais por este Brasil afora apesar de prejudiciais, nunca causou impacto na sociedade brasileira, porque uma vaga na universidade iria causar? |
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Rubens Costa
, São Carlos-SP - Professor |
| Enviado em 5/11/2009 às 11:41:14 PM |
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| Thiago, vamos por partes. Primeiro: quem “está promovendo o ideal de raças distintas e completamente separadas usando-se conceitos de pureza racial tiradas diretamente de programas eugenistas”? De onde você tirou isso? Nenhuma ação afirmativa defende isso. Segundo: biologicamente não existe raça e isso nem mesmo os neo-racistas acreditam nisso. Porém existe, sim, uma realidade histórica produzida pelas práticas racistas ao longo dos séculos e ela está presente em inúmeros discursos e em inúmeras práticas no nosso cotidiano e inclusive em nosso sistema educacional. É essa realidade que o novo discurso racista quer negar; e negando isso ele busca desqualificar as lutas de resistência contra o racismo. Para ser bem claro, o neo-racismo é um racismo envergonhado que, desmoralizado em seus pretensos fundamentos biológicos, mudou de tática e agora diz: “se raças não existem biologicamente, a luta de vocês é um nada.” Como se assim evaporasse magicamente toda uma realidade de desigualdade produzida diariamente ao longo de todos esses desses séculos por práticas divisórias. Ficou mais claro? |
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Pablo Laignier
, Rio de Janeiro-RJ - Professor Universitário |
| Enviado em 5/11/2009 às 11:29:50 PM |
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| Autor de mais de trinta livros, alguns sobre a questão do negro no Brasil ("A Verdade Seduzida", por exemplo, é brilhante...), reconhecido internacionalmente, Muniz Sodré deveria ser tratado com mais respeito. Atribuir "desconhecimento histórico" a um dos mais importantes intelectuais brasileiros da atualidade, que dirige a oitava maior biblioteca do mundo, me parece algo impróprio. Segundo Sodré, "depois de tanto tempo colonizada, é preciso agora colorizar a universidade brasileira". Talvez, desta forma, haja maior aceitação do Outro no Brasil. Dizer, por exemplo, que a política de cotas é racista é, no mínimo, uma forma de legitimar o racismo de fato existente... E, de qualquer maneira, divergências devem ser expressas de forma mais respeitosa... |
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Marcelo Ramos
, Brasília-DF - Publicitario |
| Enviado em 5/11/2009 às 11:15:12 PM |
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| Prezada Zilda Martins, concordando 100% com seu texto, acrescento um pequeno detalhe: o sr. Magnoli não tem a importância nem do Muniz Sodré nem do prof. Kabengele Munanga. O único jeito de tentar, pateticamente, se equiparar a ambos é tentando fornecer um arcabouço teórico para setores retrógrados e anacrônicos da sociedade brasileira. Casualmente, representantes desses setores também são donos de alguns meios de comunicação. É unicamente por esse motivo que esse sociólogo tem o destaque que tem, não porque consiga produzir alguma linha de pensamento original, ou arrazoar ponderadamente sobre as cotas. Existem muitas ponderações razoáveis, obviamente não estão presentes no texto do sociólogo. Ele se ocupa apenas de tentar desqualificar intelectuais que tem uma produção muito mais ampla e mais sólida do que a dele. |
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Angelo Azevedo queiroz
, Brasília-DF - Funcionário Público |
| Enviado em 5/11/2009 às 8:23:37 PM |
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| Concurso de gari da CONLURB- RJ;109.193 inscrições. Entre os inscritos, 45 afirmaram ter doutorado, 22 mestrado e 80 pós-graduação. Em 2008, o SINE ofereceu 1.772.282 vagas, mas apenas 878.394.. “Mais de 50% das vagas não foram preenchidas por falta de qualificação(Carlos Luppi). Apenas 12% dos jovens de 18 a 24 anos cursam o ensino superior( perdemos para Colômbia e Argentina e até para a Bolívia). 75% dos estudantes da classes C e D estão nas faculdades privadas e apenas 7% são beneficiados por algum programa de financiamento reembolsável. Essa é a realidade . Desafio qualquer um a provar que as cotas para negros em universidades possa mudar qualquer coisa aí. São apenas um privilégio para os “afrodescendendes” (argh!) de classe média pegarem um curso de ponta. A massa vai continuar esfregando o banco nos cursos de humanas, gastando uma nota preta para pagar a faculdade, fazer o concurso da COMLURB e financiar o privilégio. |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 5/11/2009 às 8:07:39 PM |
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| Como eu estava dizendo, este artigo mostra que alguns brancos jamais vão entender o que é ser negro num mundo branco. Nem que estudem a vida inteira. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 7:43:34 PM |
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| Ou melhor Rubens Costa. Por favor explique-nos como promovendo o ideal de raças distintas e completamente separadas usando-se conceitos de pureza racial tiradas diretamente de programas eugenistas, assim como a one drop rule foi nos EUA, e criando-se a idéia de que a cor da pele de alguém diz quem ela é é "combater o racismo"? |
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Pablo Laignier
, Rio de Janeiro-RJ - Professor Universitário |
| Enviado em 5/11/2009 às 7:38:07 PM |
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| Muniz Sodré é um dos maiores intelectuais vivos no Brasil atual, reconhecido internacionalmente e autor de mais de trinta livros. Alguns deles, inclusive, tratam, de forma brilhante, da questão do negro no Brasil. Se o autor das bobagens escritas acima conhecesse um pouco mais de sua obra, tenho certeza de que não ousaria falar sobre desconhecimento hitórico. Mais respeito, por favor!!!!! De um branco que gosta de pessoas, independente da cor e que defende, sim, as cotas, por diversos motivos... Quando vamos colorizar as nossas universidades, tão colonizadas nas décadas anteriores? |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 7:21:44 PM |
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| Rubens Costa, pense um pouco: se não existe e é apenas uma invenção, por que não simplesmente deixá-la morrer? Assim não existirá nem biologicamente e nem socialmente. Os racialistas desejam impor à sociedade uma divisão arbitrária baseada em quê? Fantasia? A realidade no Brasil é o que está na frente de todos, não há racialismo assim como nos EUA onde o povo é segregado. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 7:16:06 PM |
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| Marcelo Idiarte, muitos negros são contra quotas. De onde você tirou que isso é coisa de branco? |
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Rubens Costa
, São Carlos-SP - Professor |
| Enviado em 5/11/2009 às 6:19:13 PM |
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| Durante séculos, neste país, os antigos racistas defendiam o status quo, dizendo aos não brancos: “é porque vocês são raças inferiores”. Durante todo esse tempo, mal se ouvia um argumento anti-racista que dizia: “raças não existem biologicamente, sua existência dura e cruel é puramente histórica e social”. Quando os não brancos passaram a lutar para neutralizar os efeitos perversos das práticas racistas existentes no nosso cotidiano; quando começaram a lutar por medidas corretivas às perdas acumuladas durante esses séculos, surgem os racistas negacionistas, que, para continuar defendendo o status quo, mudam de discurso e passam a dizer: “ora, raças não existem biologicamente, logo também não existem como realidade histórica e social; assim, vocês é que são racistas e querem instaurar o racismo em nossa democracia racial”. |
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Marcelo Idiarte
, Porto Alegre-RS - Diagramador |
| Enviado em 5/11/2009 às 6:12:09 PM |
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| Na verdade este artigo mostra que alguns brancos jamais vão entender o que é ser negro num mundo branco. Nem que estudem a vida inteira. Feliz de mim, que nasci branco e tenho amigos negros. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 6:01:57 PM |
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| Zilda, como que apontar erros na argumentação e falta de conhecimento é ter pensamento "escravocrata"? Vocês poderiam seguir os seus próprios conselhos e não abusarem dos adjetivos e simplesmente explicarem logicamente o que vocês pensam? |
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Zilda Martins
, Rio de Janeiro -RJ - jornalista e mestranda da Eco/UFRJ |
| Enviado em 5/11/2009 às 3:53:23 PM |
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| A reação do Sr. Magnoli, só mostra a dificuldade de se ouvir a fala do sujeito favorável às cotas. Não é preciso muito esforço para perceber a mentalidade escravocrata de alguns intelectuais brasileiros, que insistem em manter um pensamento único, acerca da política de ação afirmativa. Nas primeiras manifestações havia a acusação de ausência de debate na sociedade sobre a proposta de implantação das ações afirmativas no Brasil, numa negação às reivindicações do Movimento Negro.
Pois bem, esse debate foi sendo construído pelos editoriais e artigos editorializados, numa constante de ameaças. Primeiro, que a implantação de cotas colocaria em risco a excelência acadêmica, que haveria evasão escolar sem precedentes, além de questionar o mérito. Passado algum tempo, o discurso muda de tom e aumenta o rancor. Agora, fala de risco de divisão do país em raças, disseminação do ódio racial, racialistas de plantão (prontos para o ataque), etc. O que isso representa? Esses intelectuais raivosos temem o que?
A questão é política e afeta os direitos dos cidadãos brasileiros. Se há uma constituição que garante direitos iguais para todos e, na sociedade, há um descompasso entre a lei e a realidade, é necessário que se tenha a coragem de assumir a questão. Quanto ao duelo proposto pelo Sr. Magnoli, vamos “ter briga de rua”. O Muniz não apanhará sozinho.
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Zilda Martins
, Rio de Janeiro -RJ - Jornalista e mestranda da Eco/UFRJ |
| Enviado em 5/11/2009 às 3:48:46 PM |
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| O discurso raivoso e intolerante contra as cotas, que vem sendo construído por editoriais de jornais e artigos editorializados, não é nenhuma surpresa, mas essa reação indignada do sr. Magnoli revela, no mínimo, alguma coisa. Qual a dificuldade em debater a questão em si, sem partir para o discurso agressivo? Depois de tentar desconstruir, parágrafo por parágrafo, a fala do Muniz Sodré, numa tentativa de desqualificação, o Sr. Magnoli, ainda, agressivamente, o convoca para um duelo. Nessa questão, quem é mesmo o estalinista?
Além de não aceitar ser contrariado nas suas pressuposições, tidas como verdadeiras, ainda há uma demonstração de desrespeito a um dos maiores intelectuais brasileiros, conhecido nacional e internacionalmente. Muniz é um professor respeitado e querido, um pesquisador incansável, um sujeito digno, um teórico cujas teses contribuem para inquietação e ampliação do pensamento de milhares de jovens brasileiros estudantes de Comunicação. Enquanto isso, outros intelectuais, como Sr. Magnoli, deveriam assumir que desejam e lutam para manter milhões de jovens negros fora das universidades, em seus redutos, longe do mainstream.
Ainda bem que há intelectuais sensíveis como Muniz, que tem a coragem de chamar a atenção para uma questão escandalosa como essa e de apontar a mídia como responsável pela construção de um debate articulado. Parabéns professor Muniz!
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 5/11/2009 às 3:32:21 PM |
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| Sr. willian kaizer, toda vez que se toca na responsabilidade dos africanos na escravidão e na participação dos europeus para acabar com ela, a reação é histérica. É preciso “estudar a história do povo africano.”. Sim, é claro, Citei justamente fatos da história africana. Prove que não!. Os fatos não são assim porque eu tenha olhos azuis ou vermelhos. Outra bobagem copiada e colada : “os europeus acabaram com a escravidão, porque para o capitalismo era mais conveniente ter trabalhadores consumidores” Ótimo, tomemos isso como indiscutível. O que provaria?. Provaria apenas que o capitalismo é um estágio superior da civilização, pois elevou a condição dos indivíduosl, de escravos para consumidores. Percebeu? Seu argumento apenas reforça o que eu disse sobre o legado europeu. Isso quer dizer que esse legado civilizatório foi sempre linear. Claro que não, pois nada no processo histórico é assim. Provo de novo , e novamente com seu próprio exemplo. Não foram os mesmos EUA, racistas e segregadores, que lideram os esforços internacionais decisivos para por fim ao o apartheid na África do Sul. Prove que não. Por fim, é triste ver um ser humano se qualificando de estudante negro. Obrigar-se à identificação pela cor da pele, no contexto de sua atividade profissional, não acrescenta nada, só te diminui como pessoa, como indivíduo. Esta deformação já é o legado dos racialistas. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 2:28:54 PM |
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| A própria noção de identidade, seja ela racial ou não, é um desparate. Nela decide-se que as pessoas são incapazes de pensar por conta própria e estabelece-se um conjunto de normas para regular o que pensam, querem, fazem, etc. É uma simples forma de controle, nada mais. Qualquer tipo de identidade segue a mesma lógica. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 2:01:08 PM |
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| Marcelo Ramos, você tem problemas de leitura. Desmascaram o quê? Como? Citando um livro de uma racialista que defende a idéia de "identidades raciais" como ferramenta política desmascara o quê? Só for o racismo do dito professor da USP e da esquerda. Nenhum mestiço tem problema algum, isso é invenção de racista. Mais detalhes em: http://www.nacaomestica.org/ |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 5/11/2009 às 1:51:33 PM |
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| Willian, se a segragação nos EUA e o apartheid e os Nazistas foram tão ruins por que o movimento negro deseja reprisar todo essa desgraça criando legislação para eliminar o mestiço do Brasil ou segregar a população em dois grupos? Pare de tentar transformar isso entre branco vs. negro. Qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento de história e bom senso veria o tamanho da asneira que é o movimento negro. [ ]. ------- E Márcia, vai estudar, pelo amor de Deus, e pare de falar besteiras. Tanto a esquerda quando esse tal professor da USP não são de nada. Não conseguem sequer explicar logicamente o seu posicionamento, e a razão para isso simples, É IMPOSSÍVEL JUSTIFICÁ-LO FRENTE A REALIDADE DOS FATOS. Por isso apelam para emoções. Márcia, um link para te ajudar a aprender: http://www.nacaomestica.org |
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Marcelo Ramos
, Brasília-DF - Publicitario |
| Enviado em 5/11/2009 às 12:57:01 PM |
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| Grande intervenção do Fábio Passos. Eu estava procurando esses artigos, que desmascaram e dão o nome exato dessa fraude que é esse tal de Magnoli. Acho que o principal que precisa ser dito desse sujeito é que ele não tem idéias próprias, seria como uma cópia piorada do Diogo Mainardi, o qual, como se sabe, é um jornalista-sela. Jornalista-sela é o cara que não tem idéias próprias e se deixa cavalgar (apenas no sentido intelectual) pelo dono de idéias as quais o dono não tem coragem de vir a público dizer. Assim agem diversos setores da sociedade hoje: escolhem jornalistas-sela, ou bonecos com títulos, ávidos por holofotes, que possam verbalizar o que seus criadores não tem coragem de fazer. Vejam o link no post do Fábio Passos. É uma resposta clara ao artigo vazio do Magnoli. |
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Ney José Pereira
, São Paulo-SP - Contador |
| Enviado em 5/11/2009 às 11:37:08 AM |
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| Os jornalecões (imprensa escrita) jamais terão condições de nos dar a tal abolição!. Nem mesmo os históricos abolicionistas nos deram a abolição. E se as cotas existem é porque algo não estava bem. Mas, mesmo as cotas parece não ser suficientes para os companheiros negros. E não são mesmo. E se as cotas não são suficientes imaginam a condição dos pobres (brancos) que não têm cotas. E se os jornalecões (imprensa escrita) não ajuda na concretização da abolição (nem dos negros nem dos demais pobres) os discursos clichezados (metidos a intelectualizados) dos companheiros Muniz Sodré e Demétrio Magnoli antecedidos por outros discursos ideologizados também não ajudam na concretização da abolição da escravatura (dos negros, dos indígenas e dos brancos entre outros pobres). Mas, os oponentes (Sodré e Magnoli) estão apenas fazendo os seus papéis (e o Sodré representa a esquerda e Magnoli representa a direita). E antecipadamente já sabemos que nem a esquerda nem a direita resolverão -apenas ideologicamente- o problema da abolição da escravidão dos pobres no Brasil. Acho que nem o ódio nem a vingança (históricos) têm algo a ajudar nessa questão da abolição. Mas, enquanto a abolição não vem ficamos na discussão. Geralmente deletéria. Mas, a (política) das cotas é apenas algo pontual. Outros problemas conjunturais precisam ser revolvidos (e resolvidos) para a concretização da abolição. |
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Cristiana Castro
, Rio de Janeiro-RJ - Advogada |
| Enviado em 5/11/2009 às 11:03:02 AM |
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| Parece que nossa Academia vive no mundo paralelo criado pela mídia. Realidade é só um detalhe e o incrível é que tentam convencer os que são " normais" que aquilo que se vê, sente e vive não existe, tudo é construção histórica e varia de acordo com os interesses desses grupos. Nossa elite, pirou. |
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willian kaizer de oliveira
, Sao Leopoldo-RS - estudante negro |
| Enviado em 5/11/2009 às 10:00:13 AM |
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| É inacreditável como tem gente que ainda tenta justificar a escravidão, dizendo que ela foi criada pelos próprios negros. Qualquer tipo de escravidão, independe da etnia, não pode ser admitida. É preciso estudar a história do povo africano, para de olhar para ela com os olhos azuis ocidentais. A questão é os europeus acabaram com a escravidão porque para o capitalismo era mais conveniente ter trabalhadores consumidores. Contudo a idéia de superioridade étnica permaneceu, dentro do pensamento iluminista. O nazismo e o facismo se apoairam em pesquisas genéticas que diziam que os africanos eram inferiores intelectual e culturalmente. Por isso, pergunto: será que todos os estudos de Claude Lévi-Strauss, e outros antropólogos, é desnecessária e sem sentido? A segregação racial dos EUA dos anos 50ss, o apartheid e a desigualdade social, em que a maioria dos pobres é negra e mulata, não são resultado da intelectualidade iluminista européia e burguesa e da sociedade que não rompeu com a ideia de inferioridade etnica do afro-descendente? O discurso de que não há preconceito racial no Brasil e na mídia é um discurso usado para justificar as coisas como estão. Isto é as coisas são assim mesmo. Porque criticar o trabalho escravo, são situações isoladas?! Quem desses jornalistas da grande mídia teve coragem de relatar, ao menos, trabalhadores em situação indigna em construções da OI no ES. |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 5/11/2009 às 2:21:39 AM |
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| "Só podem falar do que eh estar preso, quem ja esteve em uma prisao"...Luis, você já foi escravo?
Creio que só pode falar racionalmente quem não está emocionalmente envolvido com a questão. |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 5/11/2009 às 1:18:09 AM |
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| Qual a razão objetiva dessa dificuldade, Marcia? |
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CAL Silva
, S Paulo-SP - Desenvolvedor |
| Enviado em 5/11/2009 às 12:52:54 AM |
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| Demétrio: não posso apoiar suas teses, e a de pessoas como vocês. A realidade do racismo no Brasil é gritante, tem exemplos diários, e acredito firmemente nas cotas. Pessoas como vocês jamais me farão mudar de idéia, e tenho certeza de que trabalham para interesses pra lá de escusos.Vocês são um bando de hipócritas, que querem manter as coisas como estão.São mais falsos que notas de 3 reais. |
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Luis Antonio Morais
, Florianópolis-SC - Negro e Publicitário |
| Enviado em 5/11/2009 às 12:50:10 AM |
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| http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/06/resposta-a-um-ataque-torpe/
Acho que embora longo para essa hora da noite, é de extrema importancia para entender quem é o autor desse artigo que gerou tamanha discução (ao meu ver, concordo quando dizem que o que o Demétrio Magnoli busca são os holofotes) para mim esta claro as intençoes do cidadao. Com o espaço que tem na midia poderia se informar melhor antes de escrever irresponsabilidades sem fundamentaçao teórica e histórica.
Lamento pela imprensa BRANCA E DE OLHOS AZUIS como ja dizia um presidente que o mesmo autor acima tbm se sente a vontade em atacar. pelo que vejo representaçao de povo e de excluidos incomodam e muito um reacionario como o sr Demétrio Magnoli.
Passem bem e valeu pela discusão mas me retiro dela. Para mim acabou o IBOPE do colunista. |
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Luis Antonio Morais
, Florianópolis-SC - Negro e Publicitário |
| Enviado em 4/11/2009 às 11:13:15 PM |
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| Caro felie e outro cidadao que nao lembro o nome porem tambem estao indo para um caminho completamente diferente do proposto no tema.
Não poucas as mazelas e incongruencias presentes em todo o globo, se formos seguir para esse caminho, estaremos discutindo as crianças nao quistas no sitema de governo chines, a mutilaçao de mulheres que sao proibidas de de sentir prazer e por isso tem seu clítoris mutilado, a propria circunsiçao em judeus, a morte de baleias de pinguins e leoes, enfim... podemos aqui passar alguns dias listando... e ainda assim estariamos fugindo do tema proposto.
"Só podem falar do que eh estar preso, quem ja esteve em uma prisao.. com propriedade.. outros podem pesquisar, discutir, opinar.. mas sentir so o agente pode. falar de prostitutas so sabe o que eh quem ja vendeu o corpo por dinheiro.. esta apto a dar seu "depoimento"sobre o que é ser prostituta, outros podem opinar e por ai vai..
acho trsite que tenhamos que ter "cotas" mas necessarias pois somente assim e o MEC ja tem estudos mostrando que alunos cotistas que tem auxilio integral para cursar uma faculdade com qualidade, tem um desempenho igaul ou ate superior a alunos oriundos de boa familias e que tiveram acesso a uma boa educaçao.
Iquilibrio de condições de disputa, é uma acao vergonhosa para o pais pois obriga o debate e expoe a ferida racismo tao aberta e tao atual e nos impoe o debate. |
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Márcia Pimentel
, Rio de Janeiro-RJ - Jornalista |
| Enviado em 4/11/2009 às 11:05:29 PM |
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| Primeiro, quero comentar que, a meu ver, o Magnoli, embora reclame da violência verbal de Muniz Sodré, foi bem mais virulento e agressivo no uso das palavras do que ele. Segundo, quero lembrar que o direito à educação pública, laica e gratuita para todos - defendido por alguns filósofos desde a Revolução Francesa - só é consagrado quando os grupos sociais com maior dificuldade de participar desse direito subjetivo universal têm garantia de acesso às escolas. As cotas são tão só o reconhecimento de que - HISTORICAMENTE - os negros sempre tiveram muito mais dificuldade de acesso às escolas do que os brancos. Acho que só com muita cara de pau é que é possível negar este débito histórico. Pobre de pele clara sempre teve muito mais facilidade em ascender socialmente do que um negro. Aliás, as dificuldades continuam para os negros e pardos, até mesmo quando já ascenderam alguns degraus na escala social. Um amigo meu, ruivo, nunca teve problemas em entrar na Europa. Já eu, parda, sempre estou sujeita a enfrentar inúmeras perguntas, caras feias e grosserias. |
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Amália Couto
, Taquari-RS - Aux. Adimistrativo |
| Enviado em 4/11/2009 às 10:25:31 PM |
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| O bom no observatório da imprensa é ler os comentários e ver a turma debetendo sadiamente o assunto, pois no artigo nem passei os olhos, porque não quero ter náuseas ou "azia". |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 4/11/2009 às 9:42:40 PM |
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| Não é preciso matar os escravistas... mas é preciso impedir que a mídia-afrikaaner - rede globo / veja / estadão / fsp - continuem impedindo o debate. No debate aberto, os racistas da mídia-afrikaaner levam uma sova... leiam e tirem suas conclusões: "Kabenguele a Magnolli" http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/kabenguele-a-magnolli/ |
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Fabio Passos
, Curitiba-PR - Engenheiro |
| Enviado em 4/11/2009 às 9:36:26 PM |
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| Leiam porque é sensacional: "Kabenguele responde a Magnolli". O Luis Nassif chamou este Magnoli de covarde: "... um artigo desse horror chamado Demétrio Magnolli em que acusa de charlatão um colega de cujas ideias discorda. É um ataque covarde porque o atacado – antropólogo Kabengele Munanga, professor titular na USP – não em acesso aos meios de comunicação aos quais Magnolli tem." http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/06/resposta-a-um-ataque-torpe/ |
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Angelo Azevedo queiroz
, Brasília-DF - Funcionário Público |
| Enviado em 4/11/2009 às 8:26:21 PM |
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| O comentário do Sr. Felipe Faria lembra um tema importante e pouco explorado quando se discute a escravidão de africanos. A verdade é que a escravidão era uma atividade econômica dos povos africanos antes da chegada dos portugueses e continuou sendo depois que ela foi abolida no Brasil.. Estima-se que, até a abolição no Brasil 19 milhões de pessoas foram escravizadas e levadas para além mar. No mesmo período, estima-se que 23 milhões foram escravizadas na África ou no Islã. (V. Paul Lovejoy), Serra Leoa aboliu a escravidão em 1928.;aEtiópia, em 1942.;a Arábia Saudita, em 1962. Não se trata de absolver os europeu, mas reconhecer que os africanos(da África negra e islâmica) foram os principais atores desse tragédia e que os europeus, tendo dela participado, foram também os principais responsáveis por tornar a escravidão inaceitável .e execrável.. Essa mudança de posição deveu-se a evolução cultural e institucional dos europeus, que é um legado formidável para a humanidade. O iluminismo é uma da expressões desse legado, universalizando o conceito de indivíduo. Em vários aspectos, o discurso racialista e anti-iluminista, joga fora esta herança e quer nos fazer retroagir no tempo |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 4/11/2009 às 7:04:55 PM |
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| Exatamente Luis, que moral temos nós para discutir a cultura de 300 anos atrás? Africanos tiveram escravos brancos, o tráfico de escravas brancas para alimentar harens do mundo islâmico funcionou até a década de 1970. Não adianta querer culpar os europeus modernos por terem se aproveitado de práticas milenares do continente africano, sem notar que se não foram esses europeus que inventaram a escravidão, foram eles mesmo (contra o interesse de muitos africanos) que pela primeira vez na história humana decidiram que qualquer tipo de escravidão era hedionda , e a instituição deveria acabar.
Quer se preocupar com problemas atuais e próximos então? Simples: centenas de crianças índias são mortas no Brasil anualmente, enterradas vivas, por adultos que as julgam descartáveis ou em rituais ancestrais apoiados por muito indigenistas brasileiros. |
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sergio ribeiro
, são paulo-SP - bancário |
| Enviado em 4/11/2009 às 6:59:42 PM |
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| Certos posicionamentos aqui parecem bastante esdrúxulos. Falam de oportunidades iguais como se vivessemos numa sociedade tão igualitária quanto uma européia. Tenho diversos amigos negros, um até com inglês fluente, que foram recusados em bons empregos; ninguém lhes disse que era por serem negros, mas ficou bem patente, já que as desculpas para não admití-los eram as piores posssíveis. A questão principal é a falta de debate, que é o que possivelmente leva a esses posicionamentos alienados. |
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Ney José Pereira
, São Paulo-SP - Contador |
| Enviado em 4/11/2009 às 6:24:13 PM |
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| Ainda há escravistas no Brasil?. Pô, o companheiro Muniz Sodré é mesmo um "curioso" observador da imprensa?. Se pudesse o companheiro Muniz Sodré "empastelaria" a imprensa escrita?. Ainda bem que o companheiro Muniz Sodré não pode, né!. Nem ele nem ninguém!. |
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Luis Antonio Morais
, Florianópolis-SC - Negro - Publicitario |
| Enviado em 4/11/2009 às 5:38:04 PM |
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| Felipe é mais facil olhar a sujeira no quintal do vizinho... que moral temos para discutir questoes de outros territórios outras culturas (longe mas longe mesmo de justifica-las ou ignora-las).
Porem a nossa escravidao ainda é um tema que precisa sim ser discutido pois ela ainda nao acabou e incomoda muito quando tema como esse como de homossexuais ou qq outro tipo de "fora dos padrões" dessa sociedade perfeita onde vejo que muita gente inclusive daqui desde site acredita viver, se dao o displante imaginem vcs de discordar de "intelectuais renomados" que vivem nao para entender a sociedade, seus conflitos e sua formaçao mas sim para justificar um status cuo de parcela que esta "dentro dos padrões". desculpem .. mas o tema é atual e esta so comecando quem nao gostar pode ir pra africa onde a pratica escravista como diz vc é tao atualacho que la não sentiram saudade pelo contrario ate poderao recordar os tempos do vovo.. como era bom... (para os brancos, gostaria de poder dizer o memso.. mas nao foi).
e nao pensem aqui que sou um radical ou qq outro termo que possam buscar para desqualificar minhas posiçoes.. sou casado com uma branca meio filho é mestiço. mas tenho o direito de defender açoes que venham a no minimo trazer uma melhora de vida para um povo que a seculos vem sendo massacrado cotidiana.. cotas em universidade é pouco.. muito pouco pelo muito que nos foi tiriado. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 4/11/2009 às 5:31:36 PM |
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| Marcelo Ramos, quem destroçou quem? Aconselho você a aprender a ler. O link que você postou não tem nada além da confirmação de que o movimento negro e a esquerda são oportunistas e usam política racial para dividir e conquistar. Racialistas são pessoas com problemas de auto-estima, tanto aqueles que se dizem negros quanto os demais. Não duvido que a ânsia de alguns esquerdistas em reintroduzir conceitos eugenistas na sociedade não se dê por vontade de segregar. O site a seguir explica um pouco: http://www.nacaomestica.org/ . |
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Lola Oliveira
, São Paulo-SP - Estudante |
| Enviado em 4/11/2009 às 4:57:21 PM |
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| Ao colega que diz que negros almejam espaço para crescer:
Esse espaço existe. E ele é acessível, então não há razão em cultivar uma mentalidade de que os negros precisam de ajuda, precisam de piedade.
Sendo tão competentes quanto os caucasianos, os asiáticos, e qualquer outra denominação para fenótipos; qual a necessidade de criar "facilidades"? Rosa Parks, quando se rebelou num ônibus, queria defender um princípio humano de igualdade, e não cotas para negros se sentarem. |
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Cristiana Castro
, Rio de Janeiro-RJ - Advogada |
| Enviado em 4/11/2009 às 4:22:33 PM |
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| Achei isso fácil, até as cotas, ficava cada macaco no seu galho. As universidades públicas eram lugar de branco e não tinha problema nenhum. Depois das cotas, não pode ter preto aqui pq preto não existe, aliás nem existe raça, nem sabemos pq aqui só tem brancos, deve ter sido uma tremenda coicidência. Pobres e ricos ainda existem, ou o conceito só dura até as cotas virarem sociais? Aí faz o que? Some com o conceito de sociedade? Ah fala sério, assume logo que é racista. |
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Marcelo Ramos
, Brasília-DF - Publicitario |
| Enviado em 4/11/2009 às 3:59:03 PM |
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| Corroborando o Werner Piana, esse tal de Manhosoli parece viver, mesmo, em outro mundo. É um universo paralelo sim, mas não é esotérico. Esse artigo serve a interesses muito definidos, que vou deixar para os postantes descobrirem por si próprios. Eu até me esforçaria em escrever algo mais criativo... mais depois do texto do prof. Kabengele Munanga, que destroçou (ou melhor, no falar dazelite paulista, desconstruiu) esse pseudo-intelectual, não vou me dignar a gastar fosfato com um sujeito que está no mesmo nível de compreeensão de um Thiago Conceição. Vejam o texto do Kabengele. E boa sorte.
http://umnegro.blogspot.com/2008/05/kabengele-munanga-difcil-tarefa-de.html |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 4/11/2009 às 3:21:40 PM |
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| Luiz Antonio Morais Negro, ainda existe escravidão na África, tanto negros vendem negros a outros negros como árabes islâmicos vendem negros a outros muçulmanos. Que tal dirigir nossa indignação contra eles? |
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Thiago Conceicao
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 4/11/2009 às 3:07:03 PM |
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| A mera idéia de identidades baseadas em raças é uma imbecilidade. Isso se origina de algo chamado "racismo científico" que existia no século XIX, que nos dias de hoje não passa de pseudo-ciência. Portanto é exatamente isso que a esquerda e esses grupos negros defendem: a implantação de idéias racias do século XIX. |
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Luis Antonio Morais
, Florianópolis-SC - Negro - Publicitario |
| Enviado em 4/11/2009 às 2:58:46 PM |
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| O que mais me assuta ao ler uma materia como essa é a total e irretrita falta de sensibilidade historica do cidadao autor do artigo.
Quando vc fala em "se alguem tem saudade da escravidao branca" na min ha opiniao como negro que teve seus decendentes açoitados durantes seculos, acho que pra ficar tudo igual o que o sr acha de instituirmos alguns seculos de scravidao para pessoas como o sr. lhes negar o direito de conviver com os filhos, ser vendido como animal, apanhar a te a morte quando "insistem" em buscar a liberdade, e que apos seculos de total massacre da auto estima de um povo todo lhes é dada a tao sonhada "liberdade": Pega o seu trapinho e suma das minhas terras ou lhe mando chumbo... que acha o sr de passar por isso e depois ler um artigo onde um pseudo intelectual (que escreve em um site onde acredito, deva haver espaço para o contraditorio, pelo menos aqui tem. ja nos jornalões, prefiro acreditar em peter pan e sua turma), se achar no direito de detonar com posiçoes de quem busca um minimo de igualdade. minimo sim.. pois ninguem ta pedindo esmolas outrocados para o onibus e talvez seja isso que os incomode.. estamos pedindo espaço para crescer, aprender e disputar, mesmo que nao seja de igual para igual, mas disputar por melhores empregos, melhores salarios e melhores condiçoes de vida.
Ahh e desculpe sinhozinho por lhe afrontar desse jeito. |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 4/11/2009 às 2:09:16 PM |
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| Preconceitos em 99% dos casos são baseados em fatos irreais, Cristina. |
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Cristiana Castro
, Rio de Janeiro-RJ - Advogada |
| Enviado em 4/11/2009 às 2:00:01 PM |
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| Obrigada, Felipe, mas vc poderia me explicar como?
Esqueci de comentar o fato de prof. Magnoli e outros estarem sentindo-se forçados a calarem-se. Eles querem o que? Falar coma gente no telefone? Têm toda a mídia a sua disposição e ainda estão sem poder manifestar-se? Quem os está calando, afinal? Que espaços não têm e que reivindicam? O fato de não ser levado a sério não significa que não tenha voz. |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 4/11/2009 às 1:38:14 PM |
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| Cristiana, só para esclarecer pode existir racismo sem que raças existam. Combater o racismo com mais racismo (a favor) é no mínimo temerário. Ou alguem anda com saudades dos tempos do racialismo branco? |
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Cristiana Castro
, Rio de Janeiro-RJ - Advogada |
| Enviado em 4/11/2009 às 12:23:34 PM |
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| Prof Demétrio Magnoli precisa avisar aos tribunais que não existe raça e, portanto, não pode haver crime de racismo. Nossa elite intelectual, quase genial, eu diria, precisa saber o que quer, tá sobrando estudo e faltando trabalho. Ô turma vaidosa, vai gostar d um holofote assim na praia... Prof, Demétrio Magnoli, depois de abolir os pretos agora descobriu uma imprensa imparcial no Brasil. O Brasil da acadêmia é Belga. Se tiver com o passaporte atualizado e visto em dia ( tenho certeza, que está ), dê uma passada aqui no Brasil, prof, o senhor vai adorar. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 4/11/2009 às 11:38:30 AM |
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| Entre as pérolas racialistas do do professor Kabengele Munanga está a defesa de que mestiços têm dificuldades pisco lógicas para construir sua identidade , superáveis se tivessem política e ideologicamente assumido a sua negritude. Eis aí, n verdade a chave par entender o que querem os radialistas. Para eles o negro útil é aquela mobilizada política e ideologicamente.. Mobilizados Contra quem? Contra o que eles entendem ser a minoria branca dominadora.. Não há dúvida que querem separar brasileiros e criar grupos opostos, legitimando aqueles que tem,problemas psicológicos por serem mestiços a cobrar a fatura da sociedade. Como o Brasil é amplamente mestiço de branco , negro e índios, , com menos da 6% da população negra, inventaram que o mestiço tem de ser afrodescentende e criam vantagem legais para forçar os mestiços a assumir sua negritude. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 4/11/2009 às 11:37:45 AM |
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| Nos tribunais raciais (que o professor Munanga chama comissão de verificação, mas é tribunal mesmo pois faz julgamentos com valor legal, ou não faz ?), para ser aprovado nas quotas, não basta ser negro, tem que ser um negro com uma história de discriminação na ponta da língua. É esse é o real critério. Candidados de pela escura que não tiveram um história triste para contar , real ou imaginada, foram rejeitados. Isso é fato. . Para o professor, os tribunais , nesses casos, cometeram um erro normal de avaliação da identidade física. O julgamento da identidade física dos indivíduos já, por si só já é uma boçalidade. Para ser objetiva, deveria se basear numa escala de cores ou traços genéticos, arbitrada por alguém ( me dá arrepios só de pensar nisso). Mas não é identidade física dos indivíduos o que realmente conta e sim a sua mobilização política e ideológica. Eis o que querem os racialistas. Mobilizar política e ideologicamente brasileiros contra brasileiros. Deus nos livre dessa gente. |
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Zé da Silva Brasileiro
, Belo Horizonte-MG - Bancário Aposentado |
| Enviado em 4/11/2009 às 11:21:38 AM |
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| Tenho a impressão de que nós, diante da questão racial brasileira, estamos na mesma situação relatada pela historinha do folclore hindu "os cegos e o elefante". Por não vivermos na pele os preconceitos, nossa visão, por mais bem intencionada que seja, é sempre limitada, parcial e teórica.
Confesso minhas dúvidas sobre o assunto não por causa da pregação do senhor Demétrio Magnoli mas sim pelo fato de que a questão desperta controvérsias mesmo entre intelectuais e militantes negros como José Roberto Militão que advoga as quotas sociais, enquanto condena as quotas raciais.
Penso que, nesse assunto, melhor do que ouvir Demétrio Magnoli seria ouvir, por exemplo, pessoas como o artista Gilberto Gil e o ministro do STF Joaquim Barbosa que certamente teriam muito a nos ensinar sobre o assunto.
Uma coisa é certa. Afirmações como "Inimigos externos devem ser calados, senão presos e fuzilados" e " Sodré empastelaria jornais, se pudesse. Ele não está só, neste Observatório" certamente não contribuem para um debate democrático, educado e plural que se deseja, principalmente no artigo em que o autor condena o radicalismo do seu oponente.... |
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Claudio Roberto Basilio
, Santos-SP - Analista de Sistemas |
| Enviado em 3/11/2009 às 10:56:35 PM |
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| Engraçado... O Professor Magnoli acusa o Professor Sodré de possuir um desejo nada escondido de "empastelar jornais"... Ora, falta ao Prof. Magnoli um minino de auto-critica, já que a algum tempo atrás ele se valeu das páginas do "Estadão" para desferir um ataque covarde ao Professor Kabelenge Munanga, que por pouco não foi taxado de neonazista. Resumindo: aqueles que tem criticas a atuação da imprensa na cobertura das ações afirmativas devem ser "comedidos", e respeitar a "liberdade de expressão"; por outro lado, aqueles que são contra a implantação de "práticas racialistas" devem ser combatidos de todas as formas possíveis e imagináveis, tanto que vale chamá-los de "racistas as avessas" ou então questionar o apreço deles a democracia, como foi feito no texto acima com o Professor Sodré. Decididamente, individuos como Magnoli me enchem de nojo, porque - talvez por um fanatismo, talvez por esperteza - são incapazes de praticar aquilo que exigem dos outros. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 3/11/2009 às 7:24:46 PM |
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| Entendo que, embora importante, o racialismo não é o ponto principal do artigo. A questão principal é à demonização da imprensa. feita de forma leviana ou, o que é pior, com interesse em criar um clima favorável à repressão dos meios de comunicação. Este espaço, OI, é pródigo em artigos que acusam a partidarização da imprensa e seu suposto objetivo de favorecer a direita. Defendem tal tese, ainda que , em temos de divulgação, o pensamento de esquerda goze de uma inegável vantagem. Provo com apenas um exemplo de uma imensa lista, por óbvia falta de espaço. Música(Chico Buarque) , a crítica literária (Antônio Cândido), economia (Paul singer) ,Literatura (Graciliano, Veríssimo), Cartum (Ziraldo) Cinema (Glauber Rocha), Academia (Marilena Chauí), Política (não temos partido declaradamente de direita), Futebol (Sócrates) etc.. A lista pode ser completada com uma galeria de notáveis da esquerda cujo pensamento e arte foram amplamente divulgados. (atenção, nos exemplos, não discuto competência artística intelectual ou política). O mesmo ocorre no jornalismo, mas, nos altos círculos do poder e aqui no OI, formou-se uma verdadeira blitz contra a imprensa. O autor do artigo demonstrou, na prática, como esta campanha contra a imprensa atua e que argumentos utiliza. |
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angelo azevedo queiroz
, brasília-DF - funcionário público |
| Enviado em 3/11/2009 às 6:45:14 PM |
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| Sou um admirador do autor e tenho grande respeito pelo labor que emprende em favor do Brasil e dos brasileiros, levantando corajosamente a voz contra o discurso e a causa racialista . Mas não é a coincidência de pontos de visitas que me faz admirá-lo, pois ainda que defendesse idéias contrárias às que defendo, não poderia deixar de respeitar a argumentação clara e sólida, a crítica leal e embasada nos estritos termos do texto criticado. O debate se dá em torno de idéias e o autor dá uma amostra de como se discutem idéias e se fazem críticas. |
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Thiago Conceição
, Campinas-SP - Programador |
| Enviado em 3/11/2009 às 4:13:10 PM |
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| Muito bom esse artigo. Quem apóia ações afirmativas é completamente ignorante sobre a história do racismo no mundo. Ação afirmativa, especialmente no Brasil, significa introduzir conceitos raciais obsoletos e eugenistas, além de idéias racistas como de pureza racial e outras abobrinhas. No final das contas nada seria resolvido, pois os pobres continuariam pobres, e em lugares como os EUA as "minorias" continuam atrás de todo o resto socialmente. A esquerda deseja regredir o Brasil em 100 anos em termos raciais ao utilizar conceitos adotados, entre outros, pelo próprios Nazistas, apenas por uma questão de poder político. É por isso que eles me enojam. São pessoas mentalmente perturbadas que não conhecem certo ou errado, e em sua busca por poder são capazes de tudo. |
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Lola Oliveira
, São Paulo-SP - Estudante |
| Enviado em 3/11/2009 às 4:02:56 PM |
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| Magnoli, fico feliz em ler um posicionamento tão bem fundamentado!
Infelizmente, há quem acredite que dá para tapar o sol com a peneira, e insista em políticas que, ao invés de sanar problemas, apenas distorcem a realidade para que haja um espírito de que "o bem foi realizado de fato".
Com base na igualdade almejada por todos, é difícil crer que há quem deseje exercer políticas raciais para "coibir" um racismo. Qual o mérito de alguém que se valhe de sua cor de pele num vestibular? Tenho colegas negros que se recusaram a participar da política de cotas, por saberem de sua capacidade intelectual, e por acreditarem que pior racismo é fingir que tudo vai melhorar se os empurrarem para o Ensino Superior e pro mercado de trabalho, não por mérito, mas por "pena". Quisera que todo o empenho destinado a fazer os negros se sentirem desprezados fosse empregado em dar dignidade a todos. Se o amparo é histórico, há então a dívida com os homossexuais e com as mulheres - e nem por isso estes grupos se sentem marginalizados e necessitam de ajuda governamental para ingressar na universidade ou compôr quadro de funcionários. |
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Giordano Marim
, Vila Velha-ES - estudante |
| Enviado em 3/11/2009 às 3:24:45 PM |
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| Que pena um Sociólogo e professor universitário como Demétrio Magnoli adotar tal posição. Pelo visto ele prefere que as coisas continuem como estavam. Pessoas que históricamente foram marginalizadas, excluídas, continuem não tendo acesso a escolas de qualidade e empregos com boa remuneração. É preciso sim implementar políticas afirmativas, não para sempre, mas até que todos as pessoas, independentemente de sua cor ou raça tenham oportunidades iguais. |
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sergio ribeiro
, são paulo-SP - bancário |
| Enviado em 3/11/2009 às 3:02:49 PM |
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| Tivesse mais tempo de sobra, aceitaria o desafio do Sr. Magnoli, que vive mesmo em uma redoma. É muito fácil para qualquer leitor habitual dos grandes jornais, por um simples clipping, verificar que a voz dos favoráveis às cotas simplesmente não é existe nos jornalões .
Ele provavelmente leu a matéria da veja (sic) sobre o lançamento de seu livro e, como é hábito seu, não viu nada de estranho a completa ausência de outro lado . E como é hábito também chega a conclusões absurdas em cima de pressupostos falsos. No texto de Sodré não há qualquer sentença de morte ou cala a boca a qualquer pessoa ou instituição; apenas críticas à falta gritante de diálogo na opinião pública(da). |
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Jorge Fernando dos Santos
, BH-MG - Jornalista e escritor |
| Enviado em 3/11/2009 às 2:50:17 PM |
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| Parabéns pela lucidez, Magnoli. Embora seja fã do Muniz Sodré, acho que ele se confunde quando o assunto é raça. Aliás, bem fez Einstein que, ao preencher o formulário da imigração nos EUA, escreveu "raça Humana".
Abs.,
Jorge F.: |
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Werner Piana
, BHZ-MG - MD RAD |
| Enviado em 3/11/2009 às 1:25:31 PM |
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| O Sr. Manholi vive num estranho universo paralelo, onde não cabem as justissimas politicas de Ação Afirmativa diversas... as Ações Afirmativas são tão obvia-ululantemente justas que os nós que este observador tenta dar em pingos d água para não corroborar com as mesmas seriam patéticos, se outra coisa não fossem. Aliás o senhor Manholi não dá uma dentro. Quaisquer os assuntos, esdrúlas opiniões partidárias de um atraso-conservador inexplicável. E tanta gente boa sem voz, como o Nassif, o Guimarães, o Sader, etc, etc...
Saúde! |
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Felipe Faria
, Rio-RJ - estudante |
| Enviado em 3/11/2009 às 12:36:18 PM |
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| Excelente livro, por sinal. |
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