ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 458 - 24/11/2009
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BLOGOSFERA
A censura está onde a gente menos espera

Por Cristina Moreno de Castro em 6/11/2007

Nos Estados Unidos, Espanha e Inglaterra, a justiça já está sendo acionada com freqüência para combater os trolls – comentários agressivos e provocadores – postados em blogs e sites. Ou seja, a moderação não basta como ferramenta de controle: o poder judiciário já está intervindo. Sobre isso, o jornalista Carlos Castilho escreveu um artigo, publicado no Observatório da Imprensa.

Foi com o aval da Justiça que os governantes do AI-5 censuravam jornais, apresentações teatrais e discos. Agora, não precisam fundamentalmente dela. Os próprios empresários da mídia fazem esse papel de controladores políticos e ideológicos. E não moderam apenas os comentários ofensivos, mas aqueles que dizem algo que vai de encontro às idéias dos patrocinadores e anunciantes e dos próprios donos dos veículos.

O pior é que a censura está chegando à blogosfera, um espaço que considerávamos, até então, muito mais livre que qualquer outro veículo midiático. Em 19 de abril, meu pai – o jornalista José de Souza Castro, que colabora aqui no Tamos com Raiva – fez o seguinte comentário no blog do Noblat:

"Parabéns ao Globo. Finalmente, ele resolveu pegar pesado contra os bicheiros. Lá pelos idos de 1993, eu estava na sucursal mineira e mandei ao Rio reportagem de uma página sobre o ingresso dos bicheiros cariocas no Sul de Minas. Em São Lourenço, o candidato a prefeito que mais gastava na campanha era neto de um bicheiro famoso na década de 50, o Tenório Cavalcanti, o Homem da Capa Preta. Minha reportagem chegou a ser anunciada na noite de sábado, na TV Globo, no ‘leia amanhã no Globo’, mas foi substituída às pressas por um calhau de uma página. Acho, mas não tenho provas, que Roberto Marinho soube da matéria por aquele anúncio e mandou tirar, cumprindo assim a profecia de Tenorinho, o candidato."

"Lei fere a lógica de Deus"

Não teve nada de ofensivo, mentiroso ou outro adjetivo do tipo que desqualificasse sua publicação. Mas fez uma crítica ao grupo de Roberto Marinho, que, por sinal, paga o salário de Ricardo Noblat. E foi censurado; não chegou nem a ser publicado.

Muito pior foi a censura que ele sofreu esta semana no portal Comunique-se. Pior porque considero que um site voltado para jornalistas, que se propõe a avaliar criticamente a mídia e, inclusive, combater a censura, não pode ir excluindo comentários sem explicação. No último dia 26, meu pai comentou o artigo de Moacir Japiassu sobre o fato de as mulheres enviarem calcinhas para as embaixadas de Mianmar como protesto contra a repressão no país:

"Como protesto, mulheres enviam calcinhas a Embaixadas de Mianmar. Se a moda pega, tem um juiz em Sete Lagoas (MG), que vai poder montar uma loja de calcinhas. Em suas sentenças, que contrariam a Lei Maria da Penha, ele diz barbaridades tais: ‘A desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem’; ‘O mundo é masculino! A idéia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!’; ‘A vingar esse conjunto de regras diabólicas, a família estará em perigo, como inclusive já está: desfacelada, os filhos sem regras, porque sem pais; o homem subjugado’; e ‘Esta Lei Maria da Penha – como posta ou editada – é, portanto, de uma heresia manifesta. Herética porque é antiética; herética porque fere a lógica de Deus; herética porque é inconstitucional e por tudo isso flagrantemente inconstitucional e por tudo isso flagrantemente injusta’."

"Melodrama mexicano

Três dias depois, o Comunique-se retirou o comentário do ar e colocou em seu lugar o seguinte aviso:

"José de Souza Castro (Free-lancer) 26/10/2007, 11h10

Este comentário contem conteúdo ofensivo e/ou desrespeitou a política de uso da comunidade"

Ao perceber a censura, meu pai resolveu publicar novamente tudo o que tinha escrito (ele salva os comentários no Word), acho que para tentar atiçar a indignação dos colegas que comentam no mesmo espaço. O pior é que não conseguiu. Embora os jornalistas José Truda Júnior, Jonas S. Marcondes e Talis Andrade viessem a público dizer, a seu modo, que era um absurdo aquela censura, houve quem dissesse que "São as regras do jogo. Participa quem quer". Eu havia feito o seguinte comentário, incitando a manifestação do Comunique-se (que, obviamente, nunca aconteceu):

"Cristina Castro (29/10/2007 – 18h45)

É absolutamente revoltante que um portal de comunicadores que pretende avaliar criticamente a mídia e os assuntos de interesse dos jornalistas se preste a esse tipo de coisa.

Censurar um comentário que nada tinha de ofensivo ou mentiroso. E, com cara de pau, deixar uma mensagem dizendo que "Este comentário contem conteúdo ofensivo e/ou desrespeitou a política de uso da comunidade".

Eu gostaria de saber que espécie de política é essa. Gostaria que alguém do Comunique-se enviasse um e-mail ao jornalista José de Castro, ou se manifestasse aqui, oferecendo uma boa explicação a essa restrição tão arbitrária. Ou este portal corre sério risco de perder o que há de mais valioso para os jornalistas que daqui participam: a credibilidade."

Mas, em resposta, o jornalista Fábio José de Mello, o mesmo que defendeu "as regras do jogo", disse que "esse papo furado de censura" era "melodrama mexicano". E veio adiante com o conceito do Houaiss para a palavra, tentar desmentir a censura que o Comunique-se fez:

"É preciso explicar o que significa censura.

Segundo o Houaiss:

Acepções

■ substantivo feminino

1 ação ou efeito de censurar

2 exame a que são submetidos trabalhos de cunho artístico ou informativo, ger. com base em critérios de caráter moral ou político, para decidir sobre a conveniência de serem ou não liberados para apresentação ou exibição ao público em geral

3 Derivação: por metonímia.

restrição à publicitação de informações, pontos de vista ou produções artísticas, com base nesse exame.

Como houve "censura", se o comentário foi publicado e republicado? Não teria havido um engano por parte do C-se – que é o único "idiota" que pode retirar os comentários?

Melodramático. Porque não houve censura."

Ele mesmo se contradiz claramente. Porque se o Houaiss diz que, com base em critérios de caráter moral ou político, a censura decide sobre a conveniência ou não de liberar um texto para publicação, houve, sim, censura. O comentário de José de Castro foi publicado em 26/10, mas logo em seguida o portal definiu que não era "conveniente" continuar a exibi-lo "para o público em geral". Felizmente o site soube preservar o bom senso ao não censurar de novo três dias depois, quando meu pai resolveu fazer sua provocação.

No mesmo dia em que meu pai foi censurado, doze comentários feitos pelo jornalista Juarez Alves Porto tiveram o mesmo destino. Curiosamente, os comentários mais críticos às posições desse Fábio Mello – um ex-funcionário do Comunique-se e uma pessoa ainda influente naquele portal.

Mas é muito triste ver que os próprios jornalistas já se acostumaram ao fato de serem censurados. Esse comodismo explica, em grande parte, porque Aécio Neves consegue manter o controle da mídia em Minas Gerais há tanto tempo. Não conseguiria se os próprios jornalistas (principalmente os que detêm algum cargo de chefia) não fossem coniventes com esta política. E não é preciso ir mais longe para ilustrar o tanto que a censura pode ser maléfica para toda a sociedade. Aécio não tem oposição. Os problemas de seu governo parecem não dizer respeito ao papel tradicional da imprensa – o de acompanhar criticamente os três poderes – e, conseqüentemente, não chegam até a sociedade. E é esse o cara que vai chegar à Presidência da República em 2010 ou 2014, se conseguir também controlar os blogs.

Comentários (36)
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Iracema  Torquato , São Paulo-SP - Professora universitáriaSão
Enviado em 21/12/2007 às 2:56:14 PM
Incrível como faltam suites sobre casos importantes na grande imprensa e no OI, entre os comentários, não deixam de dar detalhadamente informações sobre isso ou aquilo que não leva o leitor a lugar algum. O tema em foco do artigo é a censura. O direito que tem um portal, blog, site (ou seja lá qual veículo for) de aceitar ou não fantasmas é legítimo. Há os que o temem. De minha parte, eles não fazem mal a ninguém. Pessoas de caráter usam seus próprios nomes na imprensa. Já na literatura... pseudônimos são aceitos até como prova da complexidade do ser humano. É notório que o referido site, citado no artigo, errou ao censurar os comentários de JC. Mas também, consertou o erro, deixando que fossem reproduzidos. Não entro em mérito de disputas pessoais entre os interlocutores. Não gosto de panelas, nem em cima do fogão. JC, querido amigo, você faz falta em qualquer veículo de comunicação. Bravos ao OI, por ter permitido a publicação do desabafo de Cristina e de outros. Sei que roupa suja, como diz o senso comum, se lava em casa. Mas Cristina fez sua opção, o OI é um espaço incrível de representação do que poderia ser chamado: razoável democracia. No entanto, também, o Comunique-se está chegando lá. Apelo para que os caros usuários participem esfera pública: JC, Del, Fábio, JHC,fantasmas etc. Debatam idéias e vamos continuar lutando pela integridade do jornalismo sempre.
luiz  egypto , são paulo-SP - jornalista / Observatório da Imprensa
Enviado em 19/11/2007 às 8:38:40 AM
Nota do OI: Prezados leitores, esta discussão extrapolou o escopo do artigo em questão e derivou para acusações pessoais de todo tipo e qualidade, transplantadas do portal Comunique-se para este sítio, em tom e termos com os quais este Observatório não concorda nem pode dar guarida. Por essa razão o OI toma a decisão de encerrar aqui este debate. Os novos comentários com o mesmo teor não serão publicados. (Luiz Egypto)
jorge cordeiro , são paulo-SP - jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 9:54:15 PM
Só pra ilustrar o que motivou o C-se a suspender o sujeito do portal, vejamos o que escreveu na comunidade do Orkut: "Jorge Cordeiro é um covarde e não vai processar ninguém... JORGE CORDEIRO É MAIS UM TRAFICANTE QUE Jà FOI INCLUSIVE CONDENADO. Me processa agora palhaço, que eu sustento em juízo tudo o que disse e, em legítima defesa, levanto o teu vínculo com o Pelopidas e a SU, dois conhecidos assessores de traficantes. Processa vai. Estou esperando." Tem mais...
Adriana Pizan , Rio-RJ - Jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 9:30:07 PM
Parabéns, Cristina, os que ficaram no Comunique-se assumiram a censura. Alegam que assim como os donos dos jornais escolhem as cartas dos leitores que publicam, os donos do portal podem cortar a quem bem entenderem. E para provar isso, o Fábio continua lá te agredindo, sabendo que se reagires serás suspensa, como tantos outros o foram. Se a proposta deles é essa, de defender a censura, deveriam deixar de se apresentar como portal dos profissionais de comunicação. Jornalistas de países democráticos não apóiam a censura. Mas como nossas entidades de classe estão nas mãos dos assessores de imprensa do governo, aqui elas lutam por um conselho profissional que censure a imprensa. Ainda bem que esse projeto não passou ou teríamos a repetição do que acontece no Comunique-se por todos os veículos de comunicação do país.
Delmar Marques , São Paulo-SP - Documentarista
Enviado em 18/11/2007 às 5:30:10 PM
Fui convidado a participar do programa do Comunique-se pelo Fábio Mello, que se apresentou como seu produtor. Ele inclusive participou do programa que era apresentado pelo Lanyi. Mais tarde o encontrei num restaurante, quando recebemos o "seu" Pedro em Sampa, e ele meteu o pau no Lanyi, que teria chegado atrasado para apresentação de um programa e ele, Fábio, teve que assumir a apresentação. Quando voltei a encontrá-lo, o Fábio chorou as pitangas dizendo que Lanyi o tinha demitido. Agora afirma ser uma mentira que tenha trabalhado para o Comunique-se. Ele também contou, reproduzi seu comentário aqui em baixo, ser funcionário federal concursado e contratado. De uma instituição "respeitadissima". Sabe-se lá o que é verdade e o que é "viagem" dessa turminha. Pelópidas, Sú, são alguns dos muitos fakes que criaram para me agredir. Insiste que eu sou o encrenqueiro e o criador de fakes, mas sempre entrei com meu nome e coragem, dando a cara para bater e defendendo minhas opiniões. O que a Clarisse e o Marco Antonio contaram é a mais pura verdade. Trazem fatos que ele não consegue debater. Claudia Mara, Denise, Eloize trabalharam comigo, e foram censuradas como o Castro. Agora ele provoca e agride a Cristina e o C-se finge que não vê. Mas se ela reagir, será expulsa. Como fizeram comigo e minhas amigas. Estão desmascarados, seus fakes no C-se são fáceis de identificar no cadastro.
Fábio José  de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 12:18:29 PM
Jorge Cordeiro, José Paulo Lanyi. Muito obrigado pela gentileza e deferência. Fiquei sabendo que tenho uma baita influência sobre o C-se e que fui funcionário do portal!!! Qual é o tipo de defesa que a gente tem contra esse tipo de afirmação? Nenhuma. Com relação aos ataques por mim sofridos por parte do chiliquento, percebo que o melhor caminho é ignorá-los - os ataques e o chiliquento. Abração, camaradas.
Cristina Moreno de Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 11:46:36 AM
É, Clarisse, até você ter falado, eu ainda não tinha visto os ataques do Fábio no C-se dirigidos a mim. Bem, vi apenas um deles, mas achei melhor deixá-lo falando sozinho. Mas com esse histórico (bastante esclarecedor) que você acabou de divulgar, acho que vale a pena colocar os pingos nos is. Ele não quer que eu volte a escrever por lá, como deixou claro ontem. Eu comentei sobre o caso de "racismo" no programa do Jô (para a última coluna do Moacir Japiassu) e ele respondeu o seguinte: "(...) Por exemplo, Jô Soares jamais iria no Observatório da Imprensa afirmar, de forma covarde, que o portal Comunique-se pratica censura. Tampouco atacaria um colega de profissão com mentiras e calúnias. Porque se atacasse o Comunique-se em um outro site, certamente não viria aqui, com a maior cara-de-pau, deixar comentário. Unzinho que fosse." Desse jeito: gratuitamente. Então me vi obrigada a não deixá-lo falando sozinho e mostrar a diferença entre submissão e falta de caráter: "Mesmo que você não queira, continuarei vindo aqui comentar LIVREMENTE sobre qualquer assunto do meu interesse. A menos que o Comunique-se, além de praticar a censura (como a praticada contra meu pai, não contra mim), me EXPULSE. Mas aí escrevo outro artigo - ou quantos forem necessários para alertar a sociedade de que o mau jornalismo continua em vigor." E que os fakes dele venham me esculhambar! Não me submeto.
Pelópidas Gouveia , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 9:32:21 AM
Dois novos personagens surgem em meio a delírios persecutórios de Delmar Marques, o encrenqueiro do Comunique-se: Clarisse Menna Barreto e Marco Antonio de Souza. Juntam-se a Juarez Alves Porto e Betina Gonçalves Dais - estes dois últimos, ex-assentados que não sabem que o nomes deles estão sendo utilizados por Marques. Mas, a delegacia especializada em crimes praticados na internet saberá - se é que já não está sabendo. Está na hora de dar um basta nessa baixaria sem limites, proporcionada por uma pessoa que não consegue viver em sociedade.
Clarisse Menna Barreto , Porto Alegre-RS - Jornalista
Enviado em 18/11/2007 às 7:21:49 AM
Agora o Fábio está agredindo a Cristina no Comunique-se. Essa rivalidade começou com o Fábio acusando o Delmar de defender o delegado que o prendeu por uso de drogas. Delmar o desafiou a apresentar uma única linha sua defendendo tal delegado e o Fábio admitiu que tinha sido mal informado por amigos do ABC. Mais tarde o Fábio e o Jorge Cordeiro começaram a defender o uso recreativo de drogas e o Delmar começou a esclarecer sobre os malefícios de cada uma, inclusive maconha. Aí a turminha do Fábio voltou a agredir pessoalmente o Delmar, até o pai dele e ex entraram no balaio. O C-se apagou todos os comentários sobre as drogas. Mas permitiu as agressões ao Delmar e passou a censurar a ele e a todos que o apóiam. Inclusive o pai da Cristina, o Castro. O Fábio agrediu o Castro, agora agride a Cristina após cada comentário dela. Não quer que ela escreva mais lá porque ela denunciou a censura no portal. Censura quem reclama da censura e jura que não tem censura por lá. Delmar sempre alertou que a maconha afeta a memória e a coerência dos usários. Ficam agressivos e antisociais. Se julgam os donos da verdade, mentem e caluniam e jamais admitem a dependência. Já comprovada pela Associação Brasileira de Psiquiatria. Minha solidariedade a Cristina. Jornalista algum deve aceitar a censura.
Marco Antonio de Souza , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 11:38:29 PM
Claudia Mara é uma amiga minha que morou sete anos em Montreal, onde se formou em antropologia e jornalismo. Eu a indiquei para trabalhar com o Delmar Marques e ela participou de seu último documentário, "Fiéres d´être indiennes... et femmes", produzido em português, espanhol e francês e legendado em francês. Ela ficou, como eu, indignada com os ataques pessoais ao Delmar promovidos pelo Fábio e sua turminha. Acabou censurada e expulsa do Comunique-se. Eles vivem querendo se passar por vítimas, alegando que o Delmar é o agressor pq ele não considera assessoria de imprensa uma função jornalística. E não é. A ferocidade dos ataques dessas "vítimas" ao Delmar pode ser conferida num único tópico, http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=47511&tid=2453756569740206513&na=1&nst=1. Ataques do gênero estão por toda Internet, inclusive no Comunique-se. Mas só o Delmar é punido, censurado, expulso. Como eu fui. Como a Claudia foi. Eles criam fakes como esse Pelopidas e depois alegam que nâo participam do Comunique-se. Mentem, sempre estiveram juntos nisso, a começar pela apologia das drogas. Utilizando fakes para poder mentir descaradamente. Aqui nesse debate ficou evidente o quanto estão unidos para impor a censura. Mentem quando afirmam que o Delmar envolveu o Observatório na campanha deles pelo tráfico de drogas, para ganhar a simpatia do portal. Drogas não, CENSURA JAMAIS.
Delmar Marques , São Paulo-SP - Documentarista
Enviado em 17/11/2007 às 9:31:35 PM
Jorge Cordeiro veio confirmar o que eu disse, que a origem da campanha para me censurar no Comunique-se está na minha denúncia de que um grupinho de apologistas das drogas estava utilizando o portal para difundir informações falsas sobre as mesmas. Eu simplesmente antecipei o que o filme "Tropa de Elite" revela com clareza, que quem sustenta o tráfico é uma elite de traficantes e consumidores de bom nível social. No Brasil, o consumo está descriminalizado. O que se reprime é o tráfico, que está ligado a criminalidade, a violência. Fábio Mello já foi condenado por drogas (informação que foi censurada aqui na minha primeira postagem sobre o tema). Encontrei na internet um habeas em favor de um Jorge Cordeiro traficante. Consideraram isso uma agressão. Criam fakes, como esse Pelopidas, para me atacar por diversos portais. E me acusam de ser o criador desses fakes. Eu não agrido assessores, meus maiores amigos o são. Mas eles não se consideram jornalistas, sabem muito bem que essa é uma função, aqui e no resto do mundo, de Relações Públicas. Q jornalistas podem exercer, qdo se desincompatibilizam. Eles se consideram insultados quando digo que não é ético jornalista trabalhar como assessor de um político e utilizar sua coluna para atacar jornalistas que criticam políticos. Invertem tudo, clamam por censura, mentem, deturpam, agridem todos os que concordam comigo. Mandam no C-se.
jorge cordeiro , são paulo-SP - jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 7:46:37 PM
ALiás, aproveitando a participação do editor do Globo Online aqui, queria entender essa história de filtro para proteger a memória do Roberto Marinho. Quem faz a moderação dos comentários lá? Pergunto porque fico estarrecido com o vale-tudo que existe, principçalmente nas materias que envolvam operacoes da polícia nos morros do Rio ou noticias sobre o governo federal e/ou Lula. Os ataques, ameaças, xingamentos, defesa de linchamento e execução sumária, a intolerancia, tudo é permitido sem que haja qualquer sinal de punicao ou mesmo advertencia por parte dos moderadores - se é que existem... Já que não permitem fazer isso com RM, porque deixam que se faça com moradores de favelas e membros do governo Lula? E o que o Globo Online ganha incentivando esse tipo de prática? Só pra entender... (www.escriba.org)
jorge cordeiro , são paulo-SP - jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 7:22:55 PM
De qualquer maneira, não pretendo voltar às antigas querelas. Apenas vi que meu Fábio estava sendo atacado aqui na área de comentários e entrei para defende-lo, porque conheço bem a figura que faz os ataques. Só compra Delmar Marques que não o conhece.... (www.escriba.org)
jorge cordeiro , são paulo-SP - jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 7:19:25 PM
Delmar Marques é um ex-jornalista em atividade (sic) que se especializou em caluniar e ofender as pessoas. Sobre mim, pegou um homônimo meu, acusado de tráfico de drogas e latrocínio, e disse que eu tinha que limpar meu nome para não ficar queimado por aí... Afirmou ainda que tenho ligações com o tráfico de drogas por eu defender a legalização das mesmas e discuti-la abertamente - a mesma acusação fez ao portal Observatório da Impresa e também ao C-se. Não vale um tostão furado. O conheço pessoalmente, chegou a ir numa festa de aniversario minha, para depois insultar meus amigos (pelas costas, claro). O mesmo que faz no Comunique-se, que não frequento há tempos. Mas vejo que pouco mudou por lá. Ele está proibido de entrar, mas se vale de logins de aluguel para continuar seus ataques. Fábio José e JP Lanyi são dois homens honrados, que conheci inicialmente no C-se e depois pessoalmente, há seis, sete anos. Até hoje somos amigos. Delmar conheci na mesma época, mas sobre ele só posso afirmar uma coisa: ignorem-no... (www.escriba.org)
Delmar  Marques , São Paulo-SP - Documentarista
Enviado em 17/11/2007 às 6:29:35 PM
Essa portaria só prova que existe censura no Comunique-se. O que acho estranho é que ela surgiu logo em Rondônia, onde o Fábio esteve trabalhando dois meses atrás, ele que se auto-intitula funcionário concursado e contratado de instituição "respeitadissima" do governo federal. Se Chico Buarque teve que apelar para um fake para trabalhar durante ditadura, nada mas natural que no censurado C-se pessoas agredidas pelo alto funcionário federal procurem esconder suas reais identidades. Ainda mais se já foram expulsas do portal, como aconteceu com muitas comentaristas. Agora, me acusar sem provas de ser o criador desses fakes é caluniar. É uma mentira. Esse Juarez Porto, a pretexto de me defender, disse inclusive que eu havia ajudado terrorista baleado durante a ditadura. História que deve ter sido arrancada de algum dossiê de "respeitadissima" instituição federal, versão criada por algum dedo-duro que queria prejudicar minha carreira como jornalista. Venho há meses alertando o C-se que os adeptos da censura criam fakes para ter o pretexto para me atacar qdo não posso me defender pessoalmente, pq fui censurado. Medida que não os atinge qdo mentem e caluniam a meu respeito. Só os fakes que me defendem são expulsos. Os deles continuam lá me agredindo, endossando suas mentiras. E o Castro, a Denise, a Claudia Mara, foram censurados e não são fakes. Logo, a censura por lá é real.
Pelópidas Gouveia , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 6:11:25 PM
Delmar Marques ataca dois jornalistas respeitados, Fábio Mello e José Paulo Lanyi, mas não tem moral para tanto. Pelas costas, critica o portal Comunique-se no Observatório da Imprensa. Pelas costas, aofende o Observatório da Imprensa no Comunique-se - portal que ele acusa ser financiado pelo tráfico de drogas, vejam só! Para Marques, ambos os portais são censores. No C-se ele não pode entrar, porque amiúde ofende e calunia colegas de profissão. Trata-se de um feroz inimigo da Federação Nacional dos Jornalistas - entidade que ele costumeiramente desrespeita, sempre de forma vil - e dos assessores de imprensa. Marques faz questão de assumir o papel de vítima, coitadinho, quando na verdade não passa de um encrenqueiro. Nada mais que isso.
Fábio José de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 17/11/2007 às 2:31:24 PM
Portaria do Incra: http://64.233.169.104/search?q=cache:ThXQu7BnXHUJ:www.in.gov.br/materias/pdf
/do/secao1/20_09_2006/do1-165.pdf+%22Juarez+Alves+Porto%22&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=2&gl=br
 
delmar marques , São Paulo-SP - documentarista
Enviado em 16/11/2007 às 9:46:31 AM
Essa dupla Lanyi/Fábio vive passando atestado de "integridade" um para o outro. Leiam só o comentário postado pelo Fábio no Comunique-se: "Fábio José de Mello [06/11/2007 - 15:34] (Freelancer) E eu vou falar mais: essa conversa fiada que fulano acha que assessor de imprensa não pode acumular as funções de repórter, locutor etc é papo para boi dormir. O código de ética dos jornalistas é claro na questão. Sempre foi assim. Não tem ninguém aqui reinventando a roda. O aposentado começou a bater nessa tecla para tentar atingir o ex-colunista José Paulo Lanyi, com quem, pra variar, arranjou encrenca. Lanyi trabalhava como assessor de um parlamentar e mantinha uma coluna no C-se, algo totalmente legal, ético, legítimo." Ele acha ético jornalista acumular com cargo de assessor de político. Eu discordo. Aí eles de dão por ofendidos e passam a me agredir. Ex-funcionários do Comunique-se, nunca aceitaram minhas opiniões a respeito de assessoria de imprensa e me provocam com agressões pessoais. E a quem concorda comigo. Se pessoas agredidas por eles, censuradas e expulsas imitam Chico Buarque e apelam para fakes tipo Francisco da Adelaide, isso é mera decorrência da censura imposta por eles. Castro e a filha são as atuais vítimas da duplinha. Mas dezenas de amigas minhas deixaram de participar do C-se (Ana Rosa, Eloize, Paula, Bárbara, etc...) depois de serem agredidas.
José Paulo Lanyi , São Paulo-SP - Jornalista
Enviado em 15/11/2007 às 3:56:11 PM
Em primeiro lugar, não vejo ofensa no comentário de José de Souza Castro. Pelo que entendo, trata-se apenas de uma crítica ao pensamento de um juiz. Nada de criminoso, nada que justificasse tamanha cautela por parte do portal. Em segundo, vejo no comentário do Fábio José de Mello apenas uma interpretação do que seja ou não censura. Nada mais. Conheço o cidadão e o jornalista Fábio José de Mello há anos. É homem de caráter, é um democrata que jamais defenderia a censura contra quem quer que fosse. Sempre soube respeitar as divergências ideológicas. Não defende a censura, mas prefere debater. O que ele critica, com razão, é a proliferação de nicknames na net, por parte de pessoas que se escudam em pseudônimos para atacar terceiros. Nada mais do que isso. Se, de seu lado, o José de Souza Castro tem razão ao querer ver o seu comentário publicado, de outro o Fábio continua sendo o jornalista íntegro que sempre foi. Outra coisa: o Fábio nunca foi "funcionário" do C-se, apenas um abnegado e valoroso colaborador. Tive o prazer de tê-lo ao meu lado no programa C-se e em algumas reportagens para a minha coluna na época em que por lá trabalhei. Portanto, não há razão para tais ilações na exegese acerca da sua "influência" no portal.
Delmar Marques , São Paulo-SP - Documentarista
Enviado em 15/11/2007 às 1:50:30 AM
Mas a censura às minhas opiniões promovida pelos [ ] do Lula, como esse auto-intitulado funcionário de uma "instituição respeitadissima", não se limita ao Comunique-se, que é ameaçado de perder patrocinadores pelo Fábio José de Mello (seus comentários com essas ameaças estão lá). Ontem mesmo recebi um e-mail de uma estudante de jornalismo da Universidade São Judas Tadeu informando que minha entrevista para debater jornalismo e assessoria de imprensa na TV São Judas foi cancelada pelos professores. No lugar será gravado um programa em que só eles, os professores, poderão falar. Fábio José de Mello, [ ] costumava usar o Comunique-se, junto com sua claque, para fazer apologia das drogas. Qdo expliquei que o consumo no Brasil já foi descriminalizava e só se reprime o tráfico (de drogas, armas e qq produto ilegal ou falsificado) passaram a me agredir e impor minha censura não só no C-se, mas em qq comunidade da Internet em que eu entre para debater. É umacampanha insidiosa, caluniosa e infame que, infelizmente, atingiu o Castro e sua filha Cristina, que tiveram a ousadia de me defender. E não podem ser acusados de fakes e serem sumariamente suspensos, como aconteceu com várias amigas minhas, como a Denise e a Cláudia Mara, pessoas que já trabalharam comigo e, por elas eu respondo, realmente existem. Mas não podem mais comentar no C-se censurado.
Delmar Marques , São Paulo-SP - Documentarista
Enviado em 14/11/2007 às 11:49:15 PM
Fábio José de Mello, ex-funcionário do Comunique-se, atualmente trabalha num respeitadissimo órgão público federal, conforme alegou naquele portal. "Fábio José de Mello [09/09/2007 - 13:55] (Freelancer) Paro por aqui. Espero, sinceramente, que o C-se tome as devidas providências e suspenda não apenas o logins original, mas também os periféricos. Isso será ótimo para os debates. Com apenas a retirada de um deles, a paz voltou a reinar no campo de comentários. Imagine se todos tiverem a mesma pena? Quanto ao meu trabalho - concursado e lotado num órgão federal, respeitadíssimo -, ele diz respeito apenas aos mais chegados, como, por exemplo, o considerado Japiassu, com quem troco e-mails regulares." Fábio alega que Juarez Porto, jornalista e escritor gaúcho conhecidissimo, é um ex-assentado do Incra pq o nome dele, junto com o da Betina, apareceram numa portaria do Incra de Rondônia. Estado onde ele, Fábio Mello, andou trabalhando recentemente, como informou no Comunique-se. Num órgão federal "respeitadissimo". Eu já denunciei que depois de me suspenderem eles criam fakes que supostamente me apóiam para assim ter pretexto para me atacar. E logo expulsam esses fakes. Para logo criarem outros qdo querem voltar a agredir-me sem que eu possa me defender. Assim agem os assessores lulistas para impor a censura e me atacar alegando que crio os fakes que na verdade são deles mesmo.
Cristina Moreno de Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 14/11/2007 às 8:59:35 PM
Só uma dúvida: onde foi que falei de Juarez Porto e Betina neste artigo aí de cima? Vocês estão trazendo o quintal do C-se para cá sem a menor necessidade. Discuti, única e exclusivamente, a censura sofrida pelo meu pai, que nada tem a ver com esses dois "assentados", mas apenas com o comentário reproduzido neste artigo acima. Creio que, neste caso, começo MESMO muito bem minha profissão. À outra comentarista: realmente, eu deveria. Como eu mesma coloquei. Mas felizmente pude corrigir minha falha com os adendos que fiz nas publicações originais. O "Erramos" é direito de qualquer veículo de Comunicação (pra não dizer "de qualquer pessoa").
Thaís  Mendes , Rio das Ostras-RJ - vendedora
Enviado em 14/11/2007 às 7:04:07 PM
"Mas eu deveria ter retornado até o site, sete meses depois, antes de citá-lo como exemplo em meu artigo." Deveria mesmo. Pra mim, o texto inteiro perdeu a credibilidade aí...
Carlos Teixeira , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 14/11/2007 às 6:58:54 PM
Texto superimparcial. Só faltou dizer que o Juarez Porto é, nitidamente, um perfil fake e que quem oferece o espaço tem todo direito de moderar. Ninguém fala mal de mim na minha casa senão eu expulso. Quer falar mal de mim? Que seja na sua casa... Se o cara quer azucrinar, cria um blog e seja feliz. Se tivesse censura, você nem tinha conseguido publicar esse artigo.
Fábio José de Mello , Descalvado-SP - Jornalista
Enviado em 14/11/2007 às 5:44:31 PM
Juarez Alves Porto e Betina Gonçalves Dias não são jornalistas. São ex-assentados do Incra, conforme portaria publicada no DO. O cadasto do portal foi adulterado. Fraudado. A autora não passa de uma pessoa rancorosa e mentirosa. Não tenho influência nenhuma junto à direção do C-se. Fui apenas um colaborador do portal, por um brevíssimo tempo. Começa mal na profissão a missivista.
Cristina Moreno de Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 13/11/2007 às 11:22:30 AM
Caro Paulo Mussoi, Obrigada pelos esclarecimentos; fiquei satisfeita ao conferir que o comentário, no fim das contas, não foi censurado. Esse filtro de que o senhor nos fala já deve ter causado a mesma impressão que nos causou a outros leitores, justamente porque dificilmente alguém acompanha um artigo durante quatro horas para saber se teve um comentário aprovado. Mas eu deveria ter retornado até o site, sete meses depois, antes de citá-lo como exemplo em meu artigo. Para corrigir esta falha, coloquei seus esclarecimentos também no Tamos com Raiva e na NovaE, onde este artigo também foi publicado. De todo modo, achei muito interessante esse sistema de filtragem adotado por vocês na luta contra os trolls. Seria muito válido para os leitores deste Observatório - penso eu - se o senhor divulgasse outros vocábulos barrados por este filtro. "Lula" seria um deles? "Fernando Henrique"? Fica a sugestão.
Paulo Mussoi , Rio de Janeiro-RJ - Jornalista
Enviado em 12/11/2007 às 11:08:38 PM
Prezada Cristina Moreno: na condição de editor de interatividade do Globo Online, quero esclarecer que, ao contrário do que afirma seu artigo, o comentário enviado pelo jornalista José de Souza Castro, seu pai, ao Blog do Noblat jamais foi censurado. Está no ar desde o dia de sua publicação, que não ocorreu em 19 de abril, como vc afirma, mas sim em 23 de abril, quatro dias após. O comentário pode ser visto a partir do link: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_Post=55671 Sobre este caso, porém, convém esclarecer que, de fato, a expressão "Roberto Marinho", tanto nos blogs quanto nas demais áreas de interatividade do Globo Online, não é publicada automaticamente. Um filtro de palavras previamente estabelecido deixa o comentário que contém esta expressão pendente para aprovação posterior, o que no do seu pai ocorreu cerca de quatro horas após o envio do texto. A razão para esse cuidado é evitar que ofensas pesadas, sem fundamento e geralmente anônimas envolvendo a memória do ex-presidente do Globo sejam publicadas desnecessariamente no jornal que ele comandou por 70 anos. Nestes tempos em que os trolls se tornam cada vez mais uma ameaça ao debate democrático na internet, creio que essa medida preventiva - que passa longe da censura ideológica e é pautada meramente pelo bom senso - seja plenamente justificável. Att, Paulo Mussoi, editor O Globo Online
Carlos Alberto Dias Saraiva , Rio de Janeiro-RJ - Arquiteto
Enviado em 11/11/2007 às 11:02:47 AM
Existe também um tipo de censura tão patética quanto a ideológica: a censura " dos amigos" Eu- e vários outros comentadores- do Blog do Ancelmo Gois também fomos censurados por causa de comentários sobre a atual Secretária Estadual de Cultura, Andreia Rattes, devido a um post do referido blog sobre a provável nomeação da mesma. Como não concordávamos com tal nomeação, inclusive por ter sido influenciada pelo fato de ser filha do Sr. Paulo Rattes, ex-prefeito de Petrópolis de triste memória.Agora toda vez que tentamos postar um comentário, ele não é postado, e aparece um texto dizendo para "aguardar aprovação". cabe dizer que o meu comentário e o de vários outros não tinha nada de "ofensivo". mas para o Sr. Gois, falar mal dos amiguinhos do colunista é motivo de censura.
Aloísio Morais Martins , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 9/11/2007 às 9:29:21 PM
A partir de hoje vou passar a ver o Comunique-se com outros olhos. Registrado o meu protesto e a minha solidariedade ao José de Castro, hoje um dos maiores nomes do jornalismo mineiro.
André Fiori , São Paulo-SP - jornalista
Enviado em 8/11/2007 às 9:10:20 PM
Eu era comentador ativo do Comunique-se. Até que eles começaram a riscar comentários meus que falavam verdades nuas e cruas a respeito de como aquele portal é tocado. Reclamei da solução adotada para coibir a publicação de vagas discriminatórias e/ou não-remuneradas. Quem vir aquele lance de apertar botãozinho de denúncia notará que o sistema é para inglês ver, pois deveriam ter posto na borda compartilhada o aviso sobre os artigos 5º da Constituição e 373-A da CLT. Porém, preferiram deixar o aviso da lei escondido e acessível somente a quem clicasse a página específica, o que é pedir para ser solenemente desprezado. Houve vezes em que meus comentários eram apagados do nada, até que comecei a fazer backup deles e republicá-los sempre que eram riscados. Por um belo tempo, ficaram pianinho comigo, pois sabiam que do meu lado tinha café no bule. Até que uma vez, veio uma comentadora me ofendendo, dizendo que eu não tinha nada de útil para fazer, insinuando que eu teria problemas psicológicos e por aí vai. Fui lá e me defendi dos comentários da mesma. Até cliquei no botãozinho anti-comentários ofensivos. O resultado? Fui suspenso por um mês, meus comentários foram retirados e os da dita cuja continuaram, o que me gera suspeitas de ela ser amiguinha dos capi de lá. Recentemente a suspensão acabou, mas o C-se acabou para mim e sugiro que todos boicotem esse portal hipócrita.
italo dueck , campo grande -MS - tec. telec.
Enviado em 7/11/2007 às 7:22:30 PM
Acredito que o OI esteja muito soft , pegando leve demais com a insistência do PIG em maquiar ontem e expor hoje a prática política de 40 anos que desordenada entranhou as relações do Estado. E o incansável esforço para sugerir temas ou aproveitar escândalos para desviar a atenção do que realmente importa para a sociedade, sem possibilidade de defesa dado o monopólio nas comunicações. Internet é democracia participativa, realmente livre e todos deveriam ter acesso fácil. Em tempos de testar hipóteses, sem leviandades, o que realmente poderia estar incomodando, que ferida foi tocada para justificar um ataque à liberdade de expressão do OI?
silvia chiabai , Vitória-ES - pesquisadora
Enviado em 7/11/2007 às 7:14:25 PM
O Comunique-se nunca me enganou.
José de Souza Castro , Belo Horizonte-MG - Jornalista
Enviado em 7/11/2007 às 11:23:40 AM
Obrigado, Maurício Pessoa, pela solidariedade. Também me afastei, com pesar, do Comunique-se, em protesto contra a censura que vem-se tornando uma prática corriqueira ali. Mas tenho a esperança de que a coisa por lá mude, pois, a exemplo do Observatório da Imprensa, é um espaço valioso para que jornalistas debatam francamente os seus muitos problemas. Abração.
Maurício Pessoa de Faria , Belo Horizonte-MG - jornalista
Enviado em 7/11/2007 às 10:12:57 AM
Minha solidariedade irrestrita ao jornalista José de Souza Castro, que conheço há mais de 30 anos e com quem trabalhei na sucursal do Jornal do Brasil. Não é de insultar, desmoralizar ou apedrejar pessoas. Trabalha sério, emite opiniões bem fundamentadas e é altamente considerado no meio jornalístico de Belo Horizonte.Sua censura é um acinte e, por causa disso, abandonei o portal Comunique-se. Zé de Castro, meu abraço fraterno.
calypso escobar , rio de janeiro-RJ - c.l.
Enviado em 7/11/2007 às 12:49:58 AM
Prontifica ,eu, como comentarista cadastrada no blog de Ricardo Noblat estar sendo censurada se,por menos que seja,presente ao blog,dois a tres anos e agora vedada sem mínimas atenções e lá, no arquivo guardados muitos ou poucos,a forma elegante de fazer meus comentários.Pelo que sei o anonimato freguente sai de parlamentares e "grupinho" de mesa de bar.Sou cronista literária e nunca me coloquei com palavras de baixo calão.Somos,eu e o marido assinantes há décadas do O Globo impresso e daí se vê que Nobloat tem previsões de atingir as cadeiras dos MARINHOS.É um prepotente jornalista que mudava de jornais e de Estados como uma variante de "trânsito" até chegar mais vêzes ao Globo. Não mais o leio e freguento,afinal quem sou para atirar a pedra? Grata Calypso Escobar Velloso,.apelido serenita em seu blog,sòmente,não gosto do anonimato.
Paulo Bandarra , Porto Alegre-RS - Médico
Enviado em 6/11/2007 às 8:32:40 PM
Celso Lungaretti resume aqui mesmo nesta edição a sua atividade de jornalista: "Reunir provas dos delitos que estão sendo cometidos (exortação à rebelião contra os Poderes da Nação, calúnia e difamação, principalmente), encaminhando-as às autoridades (a equipe que o Ministério Público Federal criou para combater os crimes virtuais ou, nas cidades menores, a Polícia Federal), à imprensa e às entidades de defesa dos direitos humanos". Esta história de ficar dedurando (dedo-duro+ar, com haplologia) pessoas e blogs para as autoridades era o que caracterizava as pessoas que denunciavam os divergentes no fascismo e no nazismo. Nos EUA foi a tônica do Macartismo. Não é muito pior do que retirar comentários? Afinal, ninguem é obrogado a permitir os mesmos, mas , alcagüetar e se orgulhar disto? Esta é a turma que gritava fora FHC/FMI com horário comprado na TV e hoje faz este tipo de coisa!
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