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LANCELLOTTI & MÁFIA
Comunique-se

"Lancellotti: esporte, comida e, agora, Máfia", copyright Comunique-se (www.comunique-se.com.br), 20/11/01

"O veterano jornalista Sílvio Lancellotti, que já escreveu 17 livros (5 de esporte e 12 de gastronomia) faz agora sua estréia na ficção com ‘Honra ou Vendetta’, um mergulho no áspero mundo da Máfia, em dois planos: de um lado, um roteiro de muito suspense e ação; de outro, um dossiê bastante amplo a respeito da Cosa Nostra, com dezenas de biografias de gangsters de verdade.

É um romance-reportagem, em que o personagem Antonio Castellamare, um jovem empresário brasileiro, morador em Palermo, capital da Sicília, busca o autor do atentado brutal em que morreram sua esposa e seus três filhos.

Lancellotti jura que, na imensa maioria, os personagens supostamente inventados baseiam-se em pessoas de verdade. O livro resultou de um grande esforço de pesquisa em livros, jornais e revistas, além de depoimentos que Lancellotti colheu durante anos. Um índice remissivo ajuda o leitor a fazer as conexões entre o plano da ficção e o mundo real.

Se você não encontrar o livro em suas livrarias favoritas, pode obtê-lo diretamente com a editora L&PM, de Porto Alegre ou com o próprio autor em lancellotti@originet.com.br."

 

TOGNOLLI
Jotabê Medeiros

"Jornalista lança livro sobre o chavão na imprensa", copyright Agência Estado, 26/11/01

"Apanhado com a boca na botija, o jornalista Claudio Julio Tognolli não quis mais embaralhar o jogo e resolveu abrir as comportas de sua própria tese, tirando do bolso do colete a pedra fundamental de um trabalho insano: o livro A Sociedade dos Chavões (Escrituras Editora, 245 páginas, R$ 13). O texto acima apropria-se de nada menos que seis chavões que são usados cotidianamente pelos meios de comunicação e foram coletados com método e argúcia pelo jornalista Tognolli, 38 anos, ex-repórter da Folha de S.Paulo, Jornal da Tarde, Rádio CBN, Notícias Populares e atual repórter especial da rádio Jovem Pan e professor na FIAM.

A Sociedade dos Chavões começou a ser gestado quando Tognolli trabalhou na revista Veja, em 1984. ‘Fomos delinenando um padrão de títulos e de leads que, invariavelmente, enchiam as páginas dessa publicação e das demais revistas e jornais do País’, escreve o autor. Apresentado como curiosidade aos jornalistas Alberto Dines e Augusto Nunes, a lista de lugares-comuns pôs suas engrenagens em marcha - para usar mais um chavão - e começou a crescer como fermento de pão.

Virou tese de mestrado de Tognolli na Universidade de São Paulo (sob orientação do filósofo e guru da contracultura, Timothy Leary) e, ato contínuo, incorporou idéias e arrazoados sobre o tema dos lugares-comuns. Na edição da Escrituras, Tognolli fez questão de adicionar-lhe um glossário, a exemplo do que Gustave Flaubert pretendeu fazer com seu Dicionário de Idéias Feitas, ao final de Bouvard et Pécuchet.

‘Essa coleção de platitudes iniciada há quase 20 anos, constitui bem-humorada descrição do universo mental e verbal de nossa imprensa’, diz Alberto Dines, em texto escrito para o preâmbulo da publicação de Tognolli. Repórter que atuou com destaque em grandes casos da crônica policial, como o Crime da Rua Cuba, Tognolli também ganhou um Prêmio Jabuti de Literatura em 1997 com o livro O Século do Crime (em co-autoria com José Arbex).

O humor é de fato uma característica das mais marcantes do volume. Vejam esse caso: ‘Na quarta-feira à noite, São Pedro resolveu abrir as torneiras que seguravam a liquidez sobre cidade’. Saiu no Jornal do Brasil em 1990, um esforço monumental de jornalista para dizer que chovera.

O livro terá seu lançamento nacional nesta terça, às 18 horas, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915, Vila Madalena). Como disse o compositor Itamar Assumpção, ‘chavão não abre porta grande’, mas no caso do livro de Tognolli, abre uma porta suficientemente larga para a compreensão de um tema típico da atualidade."

 

FLASH
D.C.

"Juiz determina que Amaury Jr. saia do ar", copyright Folha de S. Paulo, 21/11/01

"Lançado anteontem à noite com festa para 1.500 convidados, o novo programa de Amaury Jr. na Record quase não foi ao ar na estréia, ao vivo diretamente do Jockey Club de São Paulo.

Nos bastidores da festa, diretores da Record e o apresentador tiveram de driblar um oficial de Justiça que foi até o Jockey entregar uma liminar obtida anteontem pela Band, emissora com a qual Amaury rompeu em setembro, a um ano e dois meses do final de seu contrato.

Em despacho, o juiz Mario Chiuvite Jr., da 15ª Vara Cível, concedeu tutela antecipada à Band impedindo que Amaury Jr. atue na ‘mídia televisiva’ até o final de março, sob pena de multa diária de 15 salários mínimos. Para chegar à decisão, o juiz entendeu não haver motivo para rescisão contratual unilateral a partir da alegação apresentada por Amaury Jr., de que discordava do horário de exibição do ‘Flash’.

Assim, Amaury teria de pagar multa. Seus advogados vão recorrer da decisão provisória, mostrando entrevistas de diretor da Band dizendo que Amaury teria sido dispensado. A Record não poderia exibir a atração, mas diz desconhecer a liminar.

A Band também irá à Justiça contra a Record e Amaury pelo uso de ‘Flash’. A marca é da Band, que diz que ela não pode ser usada agregada a outro nome. Amaury já pediu o registro de ‘Amaury Júnior - Flash’."


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