09/12/2003 12/18

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AMAMENTAÇÃO MATERNA
Empresas barram campanha do governo

Uma campanha publicitária para promover a amamentação materna foi modificada – e suavizada – após receber críticas de duas grandes fabricantes de fórmulas alimentares infantis. Onde? Nos EUA, é claro. As informações são do New York Times [4/12/03].

A Mead Johnson (da Bristol-Myers Squibb) e a Ross Products (da Abbott Laboratories) declararam que apóiam a iniciativa do governo em estimular o aleitamento materno, mas acham que a campanha original dava a impressão de que as fórmulas alimentares não seriam saudáveis e chegariam a ser nocivas às crianças.

Em nota, o Ad Council, grupo sem fins lucrativos que produziu a campanha para o governo, afirmou que a data de estréia da campanha – que será veiculada em televisão, rádio e mídia impressa – ainda não está certa. Originalmente, os comerciais focavam nos riscos associados à falta do leite materno na alimentação infantil. E, segundo o Ad Council, continham estudos comprovando que bebês alimentados com fórmulas apresentam um risco maior de desenvolverem asma, diabetes, leucemia e outras doenças. Com as críticas, estas doenças, consideradas mais "sérias", foram removidas da campanha, que falará agora dos riscos das crianças desenvolverem obesidade e infecções de ouvido.

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