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TELETIPO
Avanço da mídia afegã

As mulheres estão ganhando espaço na mídia do Afeganistão. The Voice of Afghan Women ("A Voz de Mulheres Afegãs") é a primeira emissora de rádio com programação exclusivamente feminina. A estação, patrocinada pela UNESCO e pelo grupo de ajuda francês AINA, funciona da capital Cabul. O Afeganistão também ativou oficialmente seu domínio ".af" de internet para endereços de e-mail e sítios afegãos. Trata-se de um grande passo tecnológico em um país até há pouco banido da internet durante o regime anterior do Talibã. Até agora, apenas dois sítios foram registrados sob o domínio ".af", um pertencente ao Ministério de Comunicações, e o outro ao UNDP (Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas). Alguns cybercafés surgiram em Cabul, mas a conexão é muito cara para o cidadão médio, que ganha menos de US$ 1 por dia. Informações de Todd Pitman [AP, 9/3/03].



Jornalistas presos no Irã

A jornalista iraniana Narghues Mohamadi foi condenada a um ano de prisão por ter arranjado entrevistas para a imprensa durante a prisão de seu marido – o também jornalista Taghi Rahmani, do semanário Omid-é-Zangan –, acusada de "perturbar a ordem pública". Ahmad Zeid-Abadi, do jornal reformista Hamchahri, recebeu pena de 13 meses de detenção e cinco anos de banimento de qualquer "atividade pública e social" por "fazer propaganda contra o regime islâmico", "publicar notícias falsas" e "ameaçar a segurança nacional". Entre 26 e 28/2, informa os Repórteres Sem Fronteiras, os jornalistas de publicações sobre cinema Kambiz Kaheh, Said Mostaghasi, Mohammad Abdi e Amir Ezati foram detidos pela polícia iraniana por "criticar a política cultural do regime".

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