02/09/2003 10/12

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VÍRUS W32.SOBIG
Por que tanta porta aberta?

Acho que a grande questão nessa história toda é: "por que o Windows tem tantas portas abertas?". Já li vários textos confiáveis que garantiam que, desta forma, "terceiros" poderiam monitorar tudo o que é feito pelos usuários. E isso seria pior nas versões depois do Windows 98. Eu não fui vítima do Sobig – nem saberia de sua existência se não fosse pelo artigo. Talvez porque mantenha a versão 98. Agora, o Times pode sair de circulação por uma semana que não vai reclamar. Tá na cara que a Microsoft ou um "terceiro" interessado patrocina o jornalão...

Marcelo Salles

 

Areia movediça

Gostaria de parabenizar o OI por esta excelente reportagem. Como especialista em segurança, tenho realmente muito medo do que a mídia espalha pelas mentes dos neófitos. Continuem assim e teremos um ponto de apoio nessa areia movediça do jornalismo pseudo-especializado.

Marcos Machado

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Você nunca vai aprender? – Marinilda Carvalho

 

MÍDIA E GÍRIA
Engole quem quiser

Comecei a ler artigo e decidi comentar direto, não consegui lê-lo até o fim. Fico me perguntando qual a importância desse tipo de artigo. O que mais há na mídia hoje são pessoas despreparadas e dispostas a ter seu minuto de fama, conformadas com o esquecimento que se instalará logo depois.

Pois bem, todos sabem disso. Engole quem quiser. Assim como temos música eletrônica de má qualidade, temos artistas considerados preciosos sobrevivendo, às vezes temporariamente, de fórmulas fáceis. É a lei da selva. Sinceramente, não fico preocupado se o termo banda está sendo empregado corretamente ou se balada não é a nossa ida a uma danceteria sexta-feira à noite. Estou, sim, preocupado com qualidade, bom senso e discernimento daqueles que controlam a mídia. Mas eu quero ir à praia e ouvir uma música legal, não necessariamente uma música popular brasileira, ou chorinho, ou samba.

Há que se respeitar os gostos. Ouço música eletrônica (ou bate-estaca, como se refere no texto) e gosto. Acho boa e de boa qualidade. Que bom que esses músicos não tenham rosto, não tenham nome, porque senão estariam dizendo que se aproveitam, viram ídolos porque embalam a vida dos jovens, com sucessos que passam de tempos e tempos.

Quem antigamente não usou uma calça boca de sino, ou usou o cabelo pega-rapaz? Morou, brasa? Sabe, isso faz parte de uma geração e é importante que isso exista. Que mal Roberto Carlos fez a sua época? E ele descia a Rua Augusta a 120km/h. Havemos de nos preocupar com coisas mais importantes...

Caio Lacialamella

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A balada do jabá interminável – Alexandre Figueiredo

 

VIOLÊNCIA NO RIO
Clareza e imparcialidade

Eu nunca escrevo pra jornais ou revistas, mas estava justamente numa discussão num fórum da internet sobre violência, quando, em busca rápida, me deparei com o texto do Vitor de Brites. Fiquei completamente impressionada pela clareza e imparcialidade com que um estudante de Santa Catarina pôde falar da violência no RJ. Sou carioca, e me pareceu que esse jornalista foi extremamente correto em todas as suas colocações. Terminando com a (no mínimo) inspiradíssima "Em um país com desigualdades sociais tão grandes, os cariocas deveriam se orgulhar de ter a violência mais igualitária do mundo".

Aline Marinho, advogada

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O Rio não é essa bandidagem toda – Vitor de Brites

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