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O SUL
Cancelamento de assinatura
Enviei a carta abaixo ao jornal O Sul.
Gilmar Antonio Crestani
"Saudei, em artigo no Observatório da Imprensa [ver remissão abaixo], o surgimento do jornal O Sul. Via e vejo com bons olhos a concorrência também no âmbito dos veículos de informação. Para dar apoio a uma iniciativa de pluralidade diante de um mercado local oligopolizado, imediatamente fiz uma assinatura. Aceitei calado um sem-número de leviandades em editoriais e matérias na última campanha eleitoral, sempre na expectativa de que o bom senso viesse a prevalecer, assim como vinha aceitando a abominável prática do jornalismo feito com "Ctrl + C" e "Ctrl + V". Ao contrário, conseguiu ficar pior que se podia imaginar. Lamento profundamente que o estado do Rio Grande do Sul ainda não possua um jornal feito com espinha dorsal, por ser exatamente ditado por invertebrados. A deterioração só podia dar nisso. Rogério Mendelski chegou porque o cheio atrai os da espécie. Não admito que o lixo recolhido na porta de outras empresas de comunicação seja introduzido no meu lar. Como consumidor, solicito o cancelamento deste produto que está se deteriorando. Cancelo O Sul! De agora em diante considerarei a entrega como descumprimento impeditivo ao meu exercício de livre escolha e, principalmente, por tentativa de colocarem lixo no meu lar desobedecendo determinação em contrário. O restante será com a lei! Atenciosamente, Gilmar Crestani"
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Nasce a concorrência – G.A.C.
RORIZ vs. CORREIO BRAZILIENSE
Bom produto
Não é possível que não haja um investidor que enxergue a oportunidade que representa o Correio Braziliense. É um bom produto, não? Um jornal influente, lido, bem-feito, de sucesso, que acaba, simplesmente.
Felipe Rodrigues
CALOTE NA ELEIÇÃO
Agência deve a jornalistas
Passados dois meses do primeiro turno das eleições, um grupo de profissionais de comunicação que trabalhou na campanha do candidato da Frente Trabalhista (PTB, PDT, PPS) ao governo do estado do Pará, Hildegardo Nunes, vive um grande impasse. Até agora eles não receberam a maior parte do pagamento que foi combinado com a agência Bates Institucional, de São Paulo, especializada em marketing político e ligada ao publicitário Roberto Justus. Contratados pelo jornalista e publicitário Haroldo Cardoso (representante da Bates), Isaac Jorge e Antônio Santos, de Salvador, Zoroastro Sant’Anna, de São Paulo, e Erlon Goulart, de Porto Alegre, foram submetidos às mais severas condições de trabalho em Belém durante três meses. Desempenharam suas atividades normalmente e, ao final da campanha, só receberam parte do dinheiro.
Isaac Jorge, Salvador
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