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MÍDIA & GUERRA
Sedução desbotada
As observações de John Remy sobre as diferenças entre povo e governo completam-se com as de governo ou Estado e... capital. Imagino que o Estado eleito – se eleito, presidente e vice-presidente – traduz a representação do povo. Não o capital em globalização armada! Será que e Estado americano é forte apenas pela sua cumplicidade com as suas transnacionais do petróleo e das armas do qual é uma mera fachada? Devemos fortalecer o Estado mundial, inclusive no Terceiro Mundo?
Hollywood necessitava desse protesto! O cinema americano é muito agressivo. Do ponto de vista da guerra, ainda tenta nos seduzir com o que foram os EUA até os anos 45! Mas, depois disso, mudaram. Inclusive com o macarthismo. E não adianta continuar a reprisar ou a fazer novos filmes da Segunda Guerra Mundial.
Fernando Dias Campos Neto
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Hollywood marchou pela paz – Tanira Lebedeff
Mosaico sem contraditório
Folgo em saber que não estou louco (completamente, quero dizer), pois ao ver o programa Sem Fronteiras na Globo News fiquei com a nítida impressão de que os "jornalistas" apoiavam este "showbiz" sem sequer oferecer-nos o contraditório da outra parte, o Iraque e, claro, dos paises que pretendem outro caminho, como França, Alemanha, Rússia. Esperava além disto ouvir dos especialistas opiniões formadas nos bastidores e por um mosaico de opiniões que só os que estão em posições e lugares privilegiados têm.
Pedro Aguinaldo Lima
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Cobertura submissa e tendenciosa – Ivo Lucchesi
A guerra de Murdoch
A manchete é equívoca, pois permite entender que Murdoch opina que a guerra já começou. O texto é unívoco, ou seja, Murdoch já começou a guerra dele – de opinião.
Mario de Almeida
A guerra de Murdoch – II
Ao que a imprensa do Sr. Rupert Murdoch publica não se pode dar o mesmo crédito que se dá à imprensa séria, que procura trazer uma informação coerente e isenta. Recomendo ao Sr. Ciar Byrne, do Guardian que aprenda comentários "jocosos" com a Turma do Casseta e Planeta, Agamenon Mendes Pedreira ou do nosso Pasquim, e a fazer humor sem ofender aos leitores e aos alvos dos comentários.
A charge política mundial, e particularmente a brasileira, tem feito muito mais pela preservação da democracia, que em essência é a convivência harmônica com o diferente, do que ataques mal-educados ao presidente de um país que ouse contestar o "discurso único" do G. Walker Bush. Parece que querem reviver os tempos do Plano Marshall, pois a crise interna e o desemprego, tanto nos EUA quanto na Inglaterra, precisam de um paliativo ou de um bode expiatório que seus governos teimam em criar. E como ousa a França se recusar a se curvar à vontade do "nosso menino", depois de ter apoiado "papai" na guerra dele? Freud explica!
Por falar nisso, onde está o Osama bin Laden, de quem só tenho notícias quando o pessoal do Casseta leva ao ar o "Cafofo do Osama"? Talvez fosse um bom material para a City londrina e a "Weeeeellllll Street", como satirizaria nosso saudoso e irreverente Paulo Francis.
Maximus Santiago, Niterói
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Para ele a guerra começou faz tempo – Leneide Duarte-Plon
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