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GOVERNO LULA
Mais dever de casa

A imprensa, quero dizer, os jornalistas formados, têm que parar de pensar que podem escrever sobre tudo de bate-pronto; devem escrever, sim, mas antes vamos fazer o dever de casa.

Alex Loy

 

Ódio ao servidor

Lulinha, paz, amor... e ódio, eis como deverá ser, a partir de agora, a frase criada pelos marqueteiros. Não demorou muito desde sua posse, menos de dois meses, para o "candidato do povo" mostrar a sua cara. Em reunião com os governadores para discussão da pseudo-reforma da previdência, o Sr. Lula, sobre a cobrança dos inativos e o teto para os salários do funcionário público, declarou que "se preciso for, botamos a sociedade contra o servidor". Sem querer entrar no mérito da questão, se é justa ou não a decisão, abomino a tática nazista usada pelo presidente, por constatar em sua posição preconceito e ódio contra os servidores, aos quais, antes das eleições, sempre demonstrou muito apreço...

Sylvio Pélico Leitão Filho, Rio de Janeiro

 

Tema mais complexo

Os argumentos apresentados pelo senhor José Renato em seu excelente artigo "Informação acidentada, lucidez aposentada" não correspondem inteiramente à verdade sobre o tema, mais complexo que o apresentado. Recomendo a leitura do "Ponto de Vista" da revista Veja de 19 de fevereiro de 2003, escrito pelo professor Stephen Kanitz, para uma visão mais abrangente sobre o tema.

Gustavo Gondo, estudante

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EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA
Estado e democracia

Nada a contestar quanto aos resultados numéricos apresentado pelas autoras. Mas, é importante termos uma visão mais ampla do problema. Excedente demográfico ocorre quando há uma relação deficitária entre as condições existentes e as necessárias, produzidas pelos membros de uma família, sociedade, economia, governo (in/eficácia da administração pública), Estado ou planeta para que todos possam usufruir uma vida digna e com qualidade, cidadania etc., respeitando também o meio ambiente local ou global, de tal forma a permitir sua natural recomposição da agressão sofrida pelas nossas atuais atividades fisiológicas, comerciais e industriais, espaciais etc., sem prejuízo algum para as próximas gerações.

Não haveria problema algum com a explosão demográfica, caso houvesse um crescimento da economia que proporcionasse trabalho, lazer, moradia, educação, alimentação etc., de qualidade para todos, e a natureza conseguisse recompor-se o suficiente para preservar o meio ambiente para nossos descendentes. O Estado deveria orientar as pessoas sobre qual deveria ser o índice de crescimento ou decrescimento populacional do país, bem como o número de filhos desejável para cada mulher, de tal forma a adequar a quantidade de pessoas aos limites de recursos existentes, de uma maneira geral. Algo democrático e liberal, fruto de uma conscientização das conseqüências de se fugir à esta lógica, nos termos da Constituição Federal, art. 226.

Heitor Reis

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