2/4

Procure no arquivo

LUÍS NASSIF
Para aprofundar

Simples, simples: é excelente a análise de Luís Nassif. Aliás, não é a primeira vez que ele produz análises que buscam aprofundar as causas das questões candentes que assolam a nação.

Cid Garcia



Para aprender

Finalmente um raciocínio lógico, com começo, meio e fim. Cada jornalista deste país deveria ler essa entrevista e, pelo menos tentar, aprender com ela.

Ademir João Peruzzolo



"Oportunistas da unanimidade"

Quem é a Folha de S. Paulo para falar em "oportunistas da unanimidade"? Em 1996, quando tinha acabado de entrar na universidade, havia patrulhamento ideológico não só nos meios de comunicação, mas também nas escolas, contra aqueles que ousassem questionar a sabedoria e a racionalidade do "príncipe". Ora, lembro muito bem que a Folha também em nada investigou o escândalo da compra de votos para a reeleição naquele ano de unanimidade neoliberal – sustentada pela própria Folha e afins.

Agora que a casa caiu, e finalmente começam a aparecer críticas, vem-se falar de jornalismo sério, meu caro Luís Nassif? Cadê o jornalismo sério quando mais precisamos? Por favor, fale dele aos 79% de eleitores que têm "ódio irracional" ao governo FHC, estão pagando o pato na conta de luz, na CPMF (que deveria ser provisória e para a saúde, lembra?), que vêem o dinheiro dos seus impostos amortizarem juros de uma dívida que nunca se pagará, e não para serviços de saúde, educação, transportes e tantos outros que o Estado deveria estar se responsabilizando. Por que a Folha não apura por que o governo queria a lista de votos da cassação de Luís Estevão? Quem foi chantageado? Por que simplesmente se renderam ao discurso da unanimidade fácil e só crucificaram o ACM quando ele começou a dar com a língua nos dentes? Sinceramente, sou quase formando de Comunicação Social, estou atento a todos os meios de comunicação, mas concordo cada vez mais com a gente humilde deste país que não acredita em uma só linha escrita pelos senhores. Palavras são muito bonitas, mas a realidade enfrentada no dia-a-dia é bem mais violenta. E essa, meus caros, ainda não inventaram forma de editar.

Adriano de Souza


Leia também

"A ‘cascata’ substituiu a técnica" – Entrevista de Luís Nassif a Luiz Egypto



                                Mande-nos seu comentário




Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe