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MERCADO EDITORIAL
Pulverização democrática
O Le Monde Diplomatique denunciou que 65% do mercado editorial francês estão nas mãos da indústria bélica. As bancas de jornais, por serem numerosas (mais de 5 mil na cidade de São Paulo), pequenas empresas familiares e informais, que viabilizam pequenos e médios editores (no Brasil, mais de 2 mil títulos), representam cada vez mais estratégico meio de pulverização da produção de jornalistas e fotógrafos que lutam por passar a história real aos povos de todo o mundo.
Porphírio da Silva Mello Filho, Associação dos Proprietários de Bancas de Jornais e Revistas e de Revistarias do Estado de São Paulo
CICLISTA PROTESTA
Vocabulário impróprio
Gostaria de demonstrar minha indignação com o artigo do Sr. Fabrício Samahá <http://www2.uol.com.br/bestcars/editor.htm>, no qual ele ridiculariza os ciclistas e menospreza um movimento que luta pela melhoria da qualidade de vida. Como pode um editor de um meio de comunicação escrever com este vocabulário? Como pode esta pessoa escrever um texto tão infundado? E ainda por cima menosprezar o uso do capacete? Ou será que ele sai com seu automóvel sem usar o cinto de segurança?
Mauricio de Sousa
ELES MUDARAM A IMPRENSA
Não deixe de ler
Gostaria de parabenizar os autores do livro Eles mudaram a imprensa pelo excelente trabalho de pesquisa e de elaboração de texto. A obra deve ser indicada aos estudantes de Jornalismo.
Gustave Gama, jornalista, São Sebastião, SP
Leia também
Depoimentos marcantes e definidores – Victor Gentilli
Eles mudaram a imprensa – Alzira Alves de Abreu
Uma nova linha nos estudos de comunicação – Ana Arruda Callado
VALÉRIA BLANC
Por onde anda?
Gostaria de saber o paradeiro da grande jornalista Valéria Blanc, entre outros injustiçados, despedida do agora amordaçado Correio Braziliense.
Vinicius Neiva, Melbourne, Austrália
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