MÍDIA & POESIA
Viva Plínio Marcos
Excelente. Gostei muito da matéria "Recaídas da imprensa e omissões esquisitas", de Deonísio da Silva. A nossa imprensa atual não tem dado o devido valor aos novos autores e pequenas mudanças havidas nas "instituições" literárias. Não tem dado valor mesmo! E nem as próprias editoras, muitas delas só preocupadas em publicar autores já consagrados, já que, com isso, obtêm lucro certo. Autores novos, em geral, continuam tendo de recorrer à produção independente, com pouca divulgação de seus livros. E viva Plínio Marcos, que vendia seus livros de escola em escola, teatro em teatro, como um itinerante da cultura!
Já é mais do que hora de mudar essa situação.
Parabenizo o poeta e jornalista Gustavo Lucas, que no artigo "O espírito abandonado" demonstra toda a sua sensibilidade de poeta, não apenas com a palavra, mas com a crítica jornalística. Mais espaço para a poesia é o que queremos, em vez de supor que esta seja ofício de doidos, dissociados da realidade.
Adriana Lichtenfels Riccio, escritora
Buraco na estante
A imprensa também não disse nada sobre a escolha da Folha para a sua biblioteca de 30 livros, em que não aparece um Guimarães Rosa ou nem mesmo o nosso maior memoralista, que completa 100 anos de nascimento. Refiro-me a Pedro Nava. Isso para não dizer nada sobre os que entraram e não me agradam, não fica bem.
José Rosa Filho, Brasília
Quem comenta? Quem lê?
Gostei. Poetas há muitos, basta ver o números de livros publicados por conta própria, o número de concorrentes nos concursos que aparecem por aí e os sítios na internet. Mas quem compra? Quem lê? Quem comenta? Sobretudo isso, qual o espaço na mídia para comentar poesia? Para recomendar a leitura de novos livros?
Gizelda Morais
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Recaídas da imprensa e omissões esquisitas – Deonísio da Silva
O espírito abandonado – Gustavo Lucas de Oliveira