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MÍDIA NA COPA
Nación quebra preconceito

Pois é, quem diria, o melhor artigo sobre a vitória da Seleção na Copa, no meu modesto entendimento, veio da... Argentina. La Nación de 1º de julho, sob o título "Pentacampeón", em matéria assinada pelo enviado especial Cláudio Mauri, fez o mais consagrador elogio ao futebol brasileiro. E, no entanto, as "picuinhas" esportivas entre os dois países têm primazia... Este artigo deveria ser republicado, na íntegra, por todos os grandes jornais do país, tal a qualidade do texto e a confessada admiração pelo pentacampeão. [Para ler o texto, acesse o endereço <www.lanacion.com.ar/EdicionesAnteriores/Nota.asp?nota_id=410023&fecha=01/07/2002&categoria_id=131>]

Flavio Friche

 

Fórmula 1 mais honesta

Sei que há muito glamour e muita falsidade no "Circo" da Fórmula 1, mas tenho certeza que é um mundo muito mais honesto que o do futebol. Sei também que o episódio que ocorreu com o Barrichello na Áustria foi vergonhoso, porém tenho a certeza que o "Circo" vai se redimir, e já se redimiu no Grande Prêmio da Europa. A Fórmula 1 não é uma imensa hipocrisia, é uma categoria que existe há 52 anos e deve ser respeitada. Infelizmente o capitalismo fala mais alto, num esporte que movimenta bilhões de dólares anuais.

Leonardo Cohen, corredor

 

A Folha fez primeiro

Permitam-me um comentário sobre o texto do colega Ricardo Noblat. A bem da verdade, não é a primeira vez que se faz esse gênero de brincadeira na imprensa esportiva. Matinas Suzuki Jr. fez o mesmo na Folha de S.Paulo, em 1988 ou 1989 (não me recordo ao certo o ano), numa das decisões de título da Fórmula 1 entre Ayrton Senna e Alain Prost, e pelo mesmo motivo – horário incompatível com o do fechamento do jornal. Dois textos, lado a lado numa página, com os títulos "Leia este texto se Senna for campeão" e "Leia este texto se Prost for campeão". Não entro na discussão quanto a ser boa idéia ou não, mas julgo importante lembrar que já havia precedente.

André Fontenelle

 

Quem está com a razão?

"Neste panorama dramático entendem-se as brincadeiras experimentais da Zero Hora e do Correio Braziliense, inconformados com a idéia de circular um dia depois de partidas decisivas da seleção brasileira". Pois bem, Ricardo Noblat chamou de gênio o autor da façanha no Correio. James Görgen espinafrou Zero Hora. Será que eu entendi direito?

Humberto Crivellari

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ZH e o jornalismo de resultados – James Görgen

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