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CENSURA EM JUNDIAÍ
Dez anos sem mudanças
Parabéns ao Alcadipani pelo texto. Sou jundiaiense, trabalho em São Paulo, adoro minha cidade, acho que realmente temos uma boa qualidade de vida lá, porém o Sr. Miguel Haddad (atual prefeito) e o Sr. André Benassi (ex-prefeito) governam a cidade há mais de 10 anos. Algumas coisas precisam mudar.
Rubens Silva
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TV PARLAMENTO
Ética e cidadania
O assunto caiu como luva pro meu mundinho particular que, por sinal, tem a ver com a coletividade. Gerencio o jornalismo da emissora do Legislativo de Mato Grosso desde a sua instalação, coisa que aconteceu há pouco mais de 14 meses. Como foi dito por Chico Sant’Anna, as TVs legislativas ainda são uma novidade na mídia brasileira. Acredito que a sua boa utilização pode contribuir muito para o fortalecimento de valores como a ética e cidadania da população. Só que isso depende muito da linha editorial que a emissora adota, e isso está relacionado com a performance profissional de quem gerencia esses canais. Sabatinar publicamente aqueles que se habilitam a tal função me parece uma boa idéia. Aos interessados: nossa programação é transmitida também pela internet, pelo sítio <www.al.mt.gov.br>.
Lorenzo Falcão, gerente de Jornalismo da TV AL/MT
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MÍDIA & GUERRA
Aguada explanação
É inaceitável a forma distorcida com que alguns dos principais jornais americanos analisam o discurso do secretário Colin Powell nas Nações Unidas, tentando incutir na opinião pública que a aguada explanação teria apresentado provas irrefutáveis de que o Iraque possui armas de destruição em massa, o que seria suficiente para justificar uma imediata intervenção militar contra o país do golfo pérsico, obviamente com o honorável objetivo de livrar o mundo dos riscos da guerra química e bacteriológica.A posição da mídia dos EUA só serve para comprovar que ao longo do tempo a grande imprensa foi paulatinamente abrindo mão de sua função primordial de difundir a notícia de forma isenta, transformando-se, na maioria das vezes, em mero porta voz de poderosos, baseando suas matérias, comentários e artigos em orientações previamente ditadas pelas conveniências momentâneas de grupos políticos e/ou empresariais.
Isso é o que acontece quando a imprensa é simplesmente transformada em "negócio", pois para adaptar a sua estrutura profissional ao selvagem mundo da competição pela busca do lucro, vê-se obrigada a renunciar a conceitos de ética e de respeito ao leitor, transformando a sua linha editorial em pura manifestação de marketing.
Júlio Ferreira, Recife
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