5/7

Procure no arquivo

TV GLOBO
Eletrochoque é solução?

As Organizações Globo, por meio do seu folhetim, dá sinais de que a doença mental ou a grave falha de caráter assola suas redações. Vejo na internet, hoje, que, amanhã, o papel higiênico de muita gente vai dar mais destaque ao empate do Vasco do que à derrota do Flamengo. Ganha mais destaque uma pretensa má partida do Vasco, que gerou um resultado de empate, do que o insucesso do Flamengo na mesma rodada. O que será isso? Terá a ver com seus interesses de atingir Eurico Miranda e o presidente da CBF e abrir, com isso, caminho livre e mais barato para alcançar os seus escusos objetivos de "comunicação"? Ou será que o Vasco tem maior torcida e interessados na sua campanha esportiva? Ou será por piedade, porque o ilustre presidente do Flamengo entregou a rapadura do paraíso fiscal, de bandeja, a ilustres e notórios fajutos que ganham parcela dos impostos que pagamos, para desviar o foco nacional da bosta econômico-social em que estamos mergulhados?

Sergio S. Lopes

 

Amigona do Brasil

A Globo tem feito muito pelo Brasil, levando a milhões de brasileiros uma subcultura, nivelando todos por baixo, porém alerta a população sobre as mazelas de nosso pais, nas quais está atolado ate o pescoço. Com a mesma agilidade com que emite suas opiniões, a Globo impõe sua vontade goela abaixo a toda a população, não deixando outra alternativa senão assisti-la ou desligar o receptor. Parabéns à CBF, que a desafiou e mudou a data do jogo da Seleção Brasileira para as 20h, obrigando-a modificar sua grade de programação. Pelo menos neste primeiro round a todo-poderosa perdeu. Vamos ver o que acontece a partir de agora.

Nelci De Brida, Campinas, SP

 

DANÇA DAS CADEIRAS
Mais sobre o JB

A propósito de seu artigo intitulado "Dança das cadeiras", como leitora deste Observatório e do colunista que a assina, venho por meio deste mail lamentar o limitadíssimo espaço destinado a tratar do problema. A dança das cadeiras no Jornal do Brasil, senhor editor, merecia o mesmo destaque que outros recentes temas ganharam neste Observatório, como o caso Boechat, por se tratar de um histórico jornal que produziu dezenas de gerações de bons jornalistas. O que surpreende esta leitora, senhor editor, é o fato inequívoco de a informação, quando está de alguma maneira associada às Organizações Globo ou ao Grupo Folha, merecer privilegiado espaço no semanário virtual que o senhor dirige, assim como generosas linhas assinadas pelo próprio colunista.

O senhor, que até hoje tem se autoproclamado um jornalista imparcial e independente, deveria ignorar o fato de ser um dos colunistas do Jornal do Brasil e criticar com maior densidade e imparcialidade a atual política do senhor Nelson Tanure, da mesma forma como o faz quando critica os patrões da mídia Frias (FSP) e Marinho (Globo).

Lucia Cristina Von Held, Southampton, Inglaterra

Alberto Dines responde: Estou no JB há três anos e já fiz pelo menos uma dúzia de reparos ao jornal e à sua orientação. Tanto nos meus artigos lá publicados como aqui neste Observatório. Você já viu o Clovis Rossi fazer criticas públicas à Folha, o Di Franco ao Estadão, o Luiz Garcia ao Globo ou o Eugênio Bucci à Abril? Já viu o Verissimo desobedecer à "linha justa" dos colaboradores da Casa Grande? O Observatório da Imprensa tem algumas dezenas de colaboradores, inclusive você. Por que razão você não comentou o assunto antes? Ficou com medo? Não sabia? Pois agora ficou sabendo. Graças a este observador. Escrevi o que sabia. Não menciono nomes, a não ser quando provocado. Trato da instituição. E quem determina o destaque não sou eu. Será que a preclara observadora, certamente uma convicta democrata, não consegue imaginar que um veiculo como o nosso possa reger-se por normas democráticas?A.D.



                                Mande-nos seu comentário




Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe