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JORNALISMO FITEIRO
Cachorro morto não vale
Engraçado esse Luís Nassif. Chutando cachorro morto. Os iluminados da imprensa são sempre assim. Passado o fato, são luminares. Por que não aponta agora, e não depois da próxima eleição, o esforço da Folha e de O Globo para livrar a cara de FHC? Da mesma forma, ACM nocauteado, Nassif vira pitbull. Pois então...
Gilmar Antonio Crestani
Votação aberta já!
A propósito do disse-me-disse das fitas, por que cargas d’água votação no Senado é secreta? Por que eu não posso saber em quem ou em que o senador em que votei (aí, sim, secretamente!) está votando? A imprensa não deveria começar a questionar isso? Ou eu é que sou muito ingênuo? Saudações!
Roberto de B. Emery Trindade
Gato por lebre
Concordo com Alberto Dines, a imprensa esta mais interessada no sensacionalismo, já foi o tempo em que nós jornalistas saíamos em busca da notícia. Agora, o que se vê não é nada disso. E o maior exemplo é esse confusão toda da gravação da fita envolvendo o nosso "queridíssimo" senador ACM, e quem sai mais prejudicada é a imprensa, ou melhor, a revista IstoÉ, a única que desafia bravamente o todo-poderoso ACM, sendo ela o primeiro meio de comunicação a divulgar na íntegra o conteúdo da fita. E como pôde ser visto nas principais revistas semanais desta semana, Veja e Época falam que o conteúdo da fita não é o mesmo que foi exposto ao público. Vamos torcer para que isso sirva de lição para a nossa digna profissão: antes de publicar, deve ser feita uma apuração sobre a denúncia.
Diogo Rocha, estudante de Jornalismo das Faculdades Toledo, de Araçatuba, SP
Processo barato
Estava assistindo a um programa de televisão e ao mesmo tempo absorvendo a matéria em destaque. Aproveito a motivação do quadro do programa Raul Gil para tirar o chapéu para o autor de "Quando o jornalismo é só fita, até o ventilador desanima". Realmente, o jornalismo investigativo está dando lugar ao processo barato das denúncias primeiras e o que é pior: são primeiras páginas, manchetes que comprometem, motivam tomadas de decisão, desmoronam partidos políticos e deixam a nação sob tempestade de boatos.
William Ribeiro de Almeida
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