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LEITURAS DE VEJA
Macartismo do pior

Parabéns, Cristhian S. Camilo. Também me senti ofendido com o conteúdo do "texto" (?!) do "jornalista" (?!). O sucesso de Lula e das esquerdas brasileiras trouxe junto o macartismo do pior tipo, o mais preconceituoso. Patrulha ideológica pura! Abaixo a vilania do império! Mas concordo em que o Fidel seja um tirano, e o grande povo cubano mereça democracia.

Fabio Augusto Bellandi Sampaio

 

Ninguém critica Guantánamo

Apenas um breve comentário sobre a já tão falada repressão em Cuba. De fato, é lamentável e merece repúdio o fuzilamento autorizado por Castro. Por outro lado, por que a imprensa não fala quase nada sobre os prisioneiros, afegãos e talvez de outras nacionalidades, na base americana de Guantánamo? Os pobres diabos nem prisioneiros de guerra são, pois aparentemente não são acusados de nada. Cadê a imprensa para denunciar os ianques ou pelo menos investigar o que ali se passa?

Roberto Emery Trindade

 

Corridos da ilha

A mídia com o objetivo de informar e o marketing com objetivo de vender. O que dizer do "informe publicitário"? Hitler, com os meios de comunicação de massa de hoje, teria certamente botado os ingleses para correr da ilha!

Roberto Sidnei Chiandotti

 

Outdoors bem didáticos

Não só as leituras de Veja, como também os outdoors de Veja. É muito interessante o "navegar" das capas de Veja durante a eleição de Lula... Pensei que iríamos finalmente afundar na republica de bananas! Não sou leitor de Veja há muitos e muitos anos por ter identificado esta postura amadora com os leitores, mas o acompanhar dos outdoors foi muito didático a respeito do pensamento conservador brasileiro.

Roberto Sidnei, Curitiba

 

Em guerra há 40 anos

As pessoas "se esquecem" de que a Ilha está em estado de guerra há 40 anos. Os cubanos não dispõem de recursos para sustentar bandidos do naipe do Beira-Mar (quanto dinheiro já foi gasto só de "viagens" do facínora?). Quanto ao antiamericanismo, concordo que não se deve generalizar. Contudo, o traficante Noriega e o terrorista bin Laden (que fora treinado pelos EUA) eram agentes da CIA. Sadam Hussein foi o homem colocado e armado (até com armas químicas) pelos EUA e ingleses, para atacar o Irã (parece que agora vão fazer a segunda guerra contra esse país, desta vez os próprios imperialistas). Quem conhece bem a política imperialista dos EUA é o lingüista Chomsky. Quanto à Veja, trata-se de publicação obviamente financiada pelos EUA. Eles se fingem de idiotas, mas são bem "espertos".

Milton Sacramento

 

Só se dói no bolso

Para jornalistas como esse senhor Mário Sabino, da Veja, precisamos mais é de advogados de porta de redação que, de posse de uma matéria destas, procure as pessoas ofendidas no texto e sapeque-lhes uns processos por danos morais com pedido de alta indenização. Só entendem que ofenderam as pessoas quando lhes dói no bolso.

João Bosco de Almeida Souza

 

Antiamericanismo tolo

Apesar de concordar em que a Veja não seja um panteão da imparcialidade, a critica ao repórter também foi extremamente parcial. o autor criticou o jornalista por falar sobre personalidades que são abertamente favoráveis ao regime cubano, não criticaram o regime de Fidele, na melhor das hipóteses, usaram o falso argumento de que se os EUA atacaram o Iraque, então Fidel tem o direito de matar quem quiser (exemplo de antiamericanismo tolo). Por falar em antiamericanismo tolo, onde estão os protestos pelo mundo afora contra a guerra no Congo? Ou em Serra Leoa? E na Libéria? E os protestos ao redor do mundo contra o que a Rússia faz na Chechênia? Se o antiamericanismo atual não fosse tolo, ao menos seria coerente e faria protestos contra todas as guerras, não apenas aquelas promovidas pelos EUA.

Rodrigo Carvalho

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Cuba e a patrulha macartista – Cristhian S. Camilo

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