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JB EM CRISE
Solidariedade na causa
É lamentável que eu, carioca, desde 1948 radicado aqui no Rio Grande do Sul, tome conhecimento do que acontece com o Jornal do Brasil no momento. Pois desde minha infância aprendi a admirá-lo e respeitá-lo, já que sempre foi um veículo dedicado à nação, por vezes eu discordando de alguns artigos não sintonizados com as minha idéias, mas eu sabia muito bem interpretar suas tomadas-de-posição. Tenho 80 anos, rezo para que a situação seja contornada e que o verdadeiro nome Jornal do Brasil seja mantido. Quero ser mais um entre muitos que venham a se solidarizar na causa e possam formar algo de positivo na solução. Muito obrigado.
Sebastião Martins, Porto Alegre
JORNAL DA IMPRENÇA
Que saúde!
Prezado Moacir Japiassu (et Janistraquis), creio ser merecedora de sua devida apreciação a notícia procedente da AP, via Último Segundo, do iG. Caso não tenha dado a competente passada d´olhos na "doidice", tomei a liberdade de copiá-la e enviá-la para sua análise.
"Kinshasa, 10 (AP). Soldados e equipes de resgate da República Democrática do Congo (RDC, ex-Zaire) prosseguiam engajadas hoje (10) nas buscas por "sobreviventes" (aspas minhas) do acidente aéreo da noite de quinta-feira, quando a rampa traseira de um avião Ilyushin-76 abriu e pelo menos 129 pessoas foram sugadas para fora da aeronave, a cerca de 10.000 metros de altitude."
Pô! Cair de 10 mil metros e escapar ileso? Tenha dó!
José Maria Leitão
BAIXARIA NA TV
Que não atrapalhem
É difícil acreditar que um jornalista – como o que assina a carta "Na falta do que fazer" – não veja nenhuma relação de tudo o que ele "nos contou" com a TV, embora muito do que "descobriu", no presente, já faça parte de sujo passado político e social do país. Em nome de "abaixo a censura", da ausência de auto-regulamentação nos meios de comunicação, a sociedade vai sendo manipulada até as últimas conseqüências! Em nome de uma suposta, falsa, manipulativa, liberdade de expressão! O velho clichê entrando em ação... Temos aí uma deputada tentando tirar da TV a imagem distorcida da mulher desde o advento do cinema, da televisão, décadas de pura alienação, e há quem chame isto também de "censura"! E um deputado tentando "acabar" com a "baixaria televisiva", que eleva até o último grau as mazelas detectadas na sociedade brasileira, e alguém, em nome de uma pseudocensura, chia, coitado, magoado! O que pensar de um jornalista que se julga "guardião da sociedade" e mete o pau no deputado?
Permitamos que alguém com poder – "representante do povo!" – torne a sociedade "mais limpa", começando pelo meio de comunicação chamado TV! A "limpeza" dos tais banheiros de escola (!), a ausência de meninos com cacos de vidro nos faróis, de meninas se prostituindo poderá ser uma pequena – mas grande! – conseqüência, desejada por todos. Mesmo que, a esta altura dos acontecimentos, possamos vê-la, isto sim, como uma utopia. Mas nunca como "uma censura"!
Que não atrapalhem a quem começar a modificar esta porcaria, a que tentam dar o nome de ..."democracia"!
Marli Ribeiro
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Na
falta do que fazer – Caderno do Leitor
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