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CNN
Medo de paradigmas

Realmente, estou de acordo com a matéria: " CNN vira paradigma". Nós, jornalistas, e críticos por natureza devemos nos lembrar sempre das outras opções, não podemos deixar de lado o pluralismo. As fontes são várias e temos de refletir sobre esse paradigma.

Flávia V. Lelis de Sousa, estudante de Jornalismo, Goiânia

Leia também

CNN vira paradigma – Alberto Dines

 

VEJA
A revista acertou

Li os textos criticando a revista Veja. São vários, todos acusando a revista, entre outros crimes, de apoiar o capitalismo e de não ver o lado dos muçulmanos. Nunca li tanta hipocrisia. Vamos por partes: a afirmação de Veja de que o capitalismo é o mais justo dos sistemas. Convenhamos, existe algo melhor do que o capitalismo, a não ser a utopia? Se alguém tiver uma opção melhor, vamos embora. O comunismo tentou, mas já provou na prática que não dá certo. Os regimes islâmicos são alternativas? Sejamos francos: aqueles regimes diferem dos da Igreja Católica na Idade Média; aliás, enquanto a Igreja queimava hereges, os muçulmanos preferem apedreja-los até a morte.

Os críticos de Veja também não gostaram de a revista apontar as falhas dos países muçulmanos, como a opressão contra a mulher. Dizem que isso existe em outras sociedades. Concordo. O problema nos países islâmicos, no entanto, é que o machismo é sagrado, o Alcorão, livro que o Sr. Osama bin Laden quer ver governando o mundo, admite, entre outras coisas, o apedrejamento das mulheres adúlteras e a poligamia. Cada fiel pode ter quatro mulheres (será que o Alcorão deixa uma mulher ter quatro maridos?). Para piorar, as taxas de analfabetismo são altíssimas, e ainda mais insuportáveis entre as mulheres. Com ocasionais exceções, no Islã a mulher é um ser absolutamente inferior. Um dos melhores indicadores de crescimento e potencial de desenvolvimento de uma nação é o status da mulher. No Islã, sua humilhação já começa no berço. A própria existência é uma negação e seu corpo, puro pecado.

Há também o preconceito contra o Ocidente nos países muçulmanos. Muitos muçulmanos reclamam que o Ocidente sataniza sua religião, mas o mesmo ocorre nestes países. Na mente muçulmana, o Ocidente sempre foi associado à religião cristã. Muçulmanos têm a convicção messiânica de que o Islã é a última revelação: portanto, o cristianismo só poderia ser uma religião obsoleta. Países muçulmanos como Sudão, Mauritânia e Nigéria são acusados de praticar a escravidão (que o próprio Alcorão admite). Os mesmos regimes perseguem, entre outros, homossexuais.

Portanto e, infelizmente, o islamismo, bem como suas irmãs monoteistas, são sim em sua natureza intolerantes, pois só admitem um deus existindo no mundo (o deus no qual eles crêem, claro). Não é a toa que dificilmente se vêem budistas explodindo prédios por aí.

Veja não fala mentiras. Pode aumentar, mas inventar, não.

Walter Alves, estudante de Geografia



A revista errou

Concordo plenamente com o autor da matéria, quando diz que há triagem nos emails e cartas enviadas à redação. Tive essa experiência com a revista da MTV, que não sei se é da Abril ou não. Enviei e-mail a eles reclamando (sem nunca baixar o nível) da matéria intitulada "O Brazil não conhece o Brasil", na qual eles erraram várias informações sobre bandas e seus respectivos locais. Ora, isso prejudicou totalmente o título (não eram erros de digitação, e sim de localização!!). Talvez, fosse o caso de mandar embora o repórter, pois provou que não pesquisou a fundo e deve ter usado fontes erradas.

Por este motivo, penso que provavelmente a revista Veja deva usar dos mesmos artifícios de outras grandes publicações brasileiras.

Rômulo Mafra

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