ACESSO DIFÍCIL AO OI
A página não abre
Sempre acompanho o programa OI na TV através da Rede Minas aqui em Belo Horizonte, como também acesso via internet o sítio do Observatório da Imprensa. No entanto já faz um mês que quando tento acessar esta página ela não se abre totalmente. Sempre participei das enquetes promovidas por este grande jornal eletrônico, como também leio as matérias por vocês divulgadas e, diga-se de passagem, são de ótima qualidade. Não consigo entender o que está acontecendo e gostaria de obter uma resposta para que eu pudesse sanar este problema, pelo que desde já agradeço pela atenção.
Carlos Rubens Montes Pinto
Nota do Observatório
Vários leitores vêm se queixando da dificuldade de acesso ao Observatório. Finalmente percebemos que os problemas só ocorrem com usuários da conexão discada do UOL. Como não houve qualquer mudança técnica no Observatório, consultamos nosso provedor, o iG, que nada encontrou de errado nos servidores que hospedam nossas páginas. Embora não seja uma solução, a saída possível é o usuário checar com o suporte técnico do UOL, em cuja rede se origina a dificuldade.
MÍDIA ESPORTIVA
O Baixinho no coração
Romário tem licença poética. Três jogadores ganharam copas do mundo sozinhos, isto é, quaisquer que fossem seus companheiros a copa estaria ganha. Primeiro, Garrincha em 1962, com gols de cabeça, de falta, pela esquerda, pela direita, de qualquer jeito. Maradona em 1986 ganhou a copa até com a ajuda "de la mano de Dios". Em 94 foi a vez do baixinho Romário, que vai sempre morar no meu coração. Quanto sufoco, de repente ele acordava e pimba, "gol". Eles são diferentes, não dá para criticá-los. Deixem o Baixinho em paz, ele fez muito pelo Brasil!
Sidney Borges
Falta de memória
É obvio que Romário já acabou. Disso ninguém que tenha bom senso discorda. Agora, como diria o Gerson, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Afirmações como "seus feitos tenham se esgotado faz quase uma década" ou "há cinco anos, Romário não faz a diferença em campo" é no mínimo falta de memória. Romário foi artilheiro do Brasileiro em 2001, com 21 gols, e terceiro colocado em 2002, com 16. Mesmo ano do jogo com o Corinthians, em que estavam os "velocistas" Roni e Magno Alves.
Se é para se levar em conta conquistas, poderíamos dizer que com esses velocistas, então na flor da idade, o Fluminense foi rebaixado por duas vezes, indo parar na terceira divisão. Trata-se de argumento falho, tal como o de Paulo Stein, que conclui que Romário é o responsável pela ida do Flu para a 22ª colocação. Nessa época de rebaixamento, Romário estava no Flamengo, e foi seu maior artilheiro de todos os tempos em média de gols. Há bem menos que uma década. E o que dizer sobre a Mercosul, da virada contra o Palmeiras, e da João Havelange de 2000? Quem teria feito a diferença? Foi há mais de cinco anos?
Paulo Stein não critica Josafá, nem Sorato, muito menos Marciel, Ademilson, Marcão. Por que será ? Ele não ficaria na evidência em que está. Não dá Ibope. O brasileiro apreciador de bom futebol não se engana e não precisa de mídia para formar sua opinião. No incidente de Caxias do Sul, toda a mídia puritana, carioca ou não, se colocou contra o Baixinho pela foto ao lado da Miss Festa da Uva. Todos ficaram ao lado de Edmundo Santos Silva, que perdoou os participantes da orgia (essa sim, condenável), e deu um título de graça ao Vasco.
Todo brasileiro de bom senso que queria Romário na Copa (mais de 75%) sabe que ele já acabou para o futebol. Inclusive comentaristas equilibrados e fãs do atacante, como Fernando Calazans e Tostão. O mesmo brasileiro que "exigiu" a convocação de Romário para as Eliminatórias de 1993 e o show na Copa dos EUA, ainda dentro da década mencionada e a contragosto de Parreira e Zagallo.
Luiz Antonio de S. da Silveira, Rio
Leia também
Mais uma voz contra Romário – Antonio Carlos Teixeira
EDITORA TRÊS
Cancelem minha assinatura!
Em janeiro de 2003 solicitei o cancelamento da minha assinatura da revista IstoÉ e IstoÉ Gente. Foi cancelada somente uma das assinaturas, a outra não. Passei a receber somente uma das revistas, mas fui cobrada pelas duas por um período de um ano.
Estou há seis meses tentando cancelar este contrato, e pagando juros no meu cartão de crédito por um serviço que não está sendo prestado.
Resumindo, paguei durante seis meses por um contrato de um ano de duas revistas e recebi por seis meses apenas uma revista, e ainda por cima a assinatura foi renovada sem meu consentimento. Estou tendo enorme prejuízo em meu cartão de crédito, pagando juros de uma dívida que não tenho, por isso considero esta editora sem responsabilidade com seu cliente. Estou me sentindo enganada e humilhada perante a controladora do cartão de crédito. Peço com a maior urgência que esta nova assinatura seja cancelada e que tenha estorno de todo o montante indevido que já paguei.
Francisca Gracielle Pontes Araújo, cod. assinante 002672596
Nota do OI: A Editora Três não se manifestou sobre o assunto, embora reiteradamente procurada.