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JORNALISMO NA BAHIA
A culpa é do dono
Como dono de jornal, rádio e internet, reconheço que esta prática é comum na Bahia, mas não culpe os jornalistas "malandros". A culpa é do editor (ou programador) e do dono do veiculo. Cabe a eles barrar o que é claramente jabá e deixar passar o que é notícia.
Se o editor também é "malandro’ e recebe o seu por fora, cabe ao dono impedir este uso de seu veiculo. Aqui na Morena FM e no jornal A Região isto não acontece. Até porque tomei o cuidado de contratar profissionais sérios e éticos, como quero que sejam os veículos.
Marcel Leal
A realidade na Bahia
Mais uma matéria em que mostra outra realidade, a que acontece no mundo em que estamos. Como baiano, embora não sendo jornalista, senti-me na obrigação de tecer estas palavrinhas e desejar boa sorte.
Israel Júnior
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O CLONE
Mulheres do Islã
Cara Zélia Leal, li seu texto sobre a novela O Clone, e fiquei interessado em saber mais sobre a amputação (ablação?) do clitóris das moças. Recentemente, discutindo o assunto num fórum da internet, discordei de algumas pessoas que afirmaram que o islamismo é atrasado porque "manda mutilar as mulheres". Eu disse que li uma declaração de um muçulmano que afirmava que isso era um costume de tribos isoladas e atrasadas da África, não um preceito islâmico. Só que uma pessoa me respondeu dizendo que no Cairo existem hospitais públicos onde cirurgiões são especializados nesta prática.
Dessa forma, eu continuo na dúvida sobre o assunto, e gostaria de saber quem está com a razão.
Gilberto de Oliveira
Globo e seu umbigo
A visão que a Globo tem da cultura e da forma de vida marroquina não é muito diferente da que tem de qualquer outra cultura que saia dos alienantes centros urbanos, pois só conhece seu próprio umbigo: os jardins do Rio e São Paulo.
Soar falsa a representação que O Clone faz da cultura marroquina é, por exemplo,
semelhante, ao que nós gaúchos sentimos na novela Laços de Família, quando uma festa de São João com música sertaneja foi apresentada como se fosse uma festa gaúcha.
Qualquer criança de colégio que estude História sabe mais de cultura do que os brilhantes profissionais da Rede Globo.
Fábio Ritter, Santo Ângelo – RS
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