HILDEGARD ANGEL
Futilidade descartável
Embora atrasado manifesto meu extremo desagrado em relação à nota na coluna da colunista Hildegard Angel e à falta de responsabilidade do Globo por publicar matéria cheia de subtextos e sorrisos amarelos. Nossa sociedade não precisa de mais gente destilando venenos sociais, ainda mais sem ao menos checar a verdade dos fatos. Seria muito mais útil e benéfico que esta senhora utilizasse o espaço para o bem comum de nosso povo, nossa cultura, enfim, que acrescentasse. Ela deveria seguir o exemplo de outras colunas, como a do Ancelmo Gois, que vem tentando fazer com que o jornalismo seja mais do que mera futilidade descartável.
João Rocha, diretor de Marketing do Tempo Glauber
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MÍDIA ESPORTIVA
A mais linda do mundo
Acredito que, se o Rio de Janeiro já está criando uma estrutura para a realização do Pan, será mais viável adequá-la para sediar uma olimpíada com investimentos não tão grandes quanto São Paulo. Minha opinião é isenta de bairrismos (sou mineiro) e, para falar a verdade, gosto muito do Rio no cartão postal. Mas, pensem bem e friamente: existe no mundo um visual tão lindo quanto o do Rio de Janeiro? Basta olhar as fotos do mundo inteiro para ver que não existe. Com base nestas duas idéias é que acho o Rio de Janeiro mais adequado para criar uma estrutura de jogos olímpicos.
Eugenio Pacelli
São Paulo ligou menos
Reconheço que houve um pouco de ranço da imprensa paulista, mas desde o começo da campanha das duas cidades a importância dada à disputa foi muito maior na imprensa carioca do que na paulista. Para o Rio de Janeiro parecia ser mais importante do que para São Paulo a indicação para a disputa da sede das Olimpíadas. A vitória do Rio de Janeiro era mais do que óbvia, dada a concentração das sedes das federações nacionais esportivas no Rio de Janeiro, além da máquina do COB atuando fortemente a favor do Rio. Aliás, é uma pena que uma pessoa como o Nuzman aja dessa forma.
Particularmente, não torcerei para o Rio de Janeiro ganhar a disputa, não por achar que não devemos ter Olimpíadas no Brasil, não por bairrismo e não querer que o Rio tenha sucesso, e sim por não acreditar nos políticos que estão participando do processo (Rosinha Garotinho e César Maia, aliás que dupla, hein?) e pela postura do Comitê Olímpico Brasileiro, que deixou de analisar aspectos técnicos na escolha e só fez valer a politicagem de sempre, no episódio. Nuzman e Ricardo Teixeira pareciam a mesma pessoa.
Antônio Etevaldo
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Aceitação passiva
Infelizmente, em nosso país, a imprensa, na maior parte das vezes, não cumpre seu papel. Parece que neste país de "milionários" (pelos impostos que pagamos, merecíamos escolas públicas boas, saúde, sem contar que trabalhamos quatro meses do ano para o governo) os poderosos ficam impunes, e a mídia em geral aceita passivamente. Sua matéria mostrou-nos que ainda existem jornalistas que não jogam a "sujeira para debaixo do tapete", que têm memória e coragem de cobrar dos colegas a função que deveriam ter desempenhado, levantando todas as falcatruas e relembrando à nação quem é o Sr. Ricardo Teixeira. Parabéns, continue sempre assim!
Eliana Nascimento
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Amadora e despreparada
Na verdade não assisti especificamente a esse caso descrito e comentado (do golfe na ESPNi), mas sou perfeitamente capaz de imaginar a voz americanizada, o sotaque forçado e a falta de respeito peculiares desse canal e muitas vezes da mídia esportiva como um todo. Sou professor de Educação Física, atento às questões do esporte na sociedade atual, e lamento que essa inegável relevância vem, dia após dia, sendo surrada pela mídia esportiva, que se mostra das mais amadoras e despreparadas. Gostaria de ver mais artigos e comentários a respeito desse tema. Quanto ao resto, sem comentários. Belíssimo instrumento é esse site.
Flavio Lico
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