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FOLHATEEN
O caderno é ótimo

Ridícula e preconceituosa a visão de vocês sobre o caderno da Folha. E aposto que não o leram completamente, pois a maior crítica dos leitores do referido caderno é em relação ao colunista Álvaro Pereira Jr (o chato), já que suas posturas são sempre questionáveis. Teriam percebido isso se tivessem passado da primeira página... O que entende você de juventude? Poupe-me. Adoro o Observatório, mas não é necessário atirar para todos os lados. O caderno é bom, apesar de muitas vezes elitista (como a própria Folha). E também sou contra "estrangeirismos". Acho que a crítica é construtiva e necessária. Quando feita com profundidade. E, com exceção dessa matéria, parabéns a toda a equipe que produz o OI.

Renata Garcia

 

Deonísio da Silva responde

Você tem todo o direito de manter sua opinião favorável ao Folhateen. A crítica não quer prejudicar o caderno, nem os leitores. O propósito é ajudar no aperfeiçoamento. Você pode endossar ou discordar de qualquer crítica ao Folhateen, mas suponho que não considere desprezível um erro do tamanho do apontado: o livro escolhido como destaque em 2001 não foi publicado em 2001. Entre os destaques de 2001 deveriam estar autores que publicaram livros em 2001, como é óbvio, de que são exemplos Salim Miguel, com Nu na escuridão, e Antonio Torres, com Meu querido canibal, que dividiram o maior prêmio literário do Brasil ano passado. O primeiro é catarinense, o segundo é baiano. O Brasil vai bem além de São Paulo... Todas as críticas, incluindo as minhas, são questionáveis, não apenas a do jornalista citado. Eu também gosto do Observatório, naturalmente. Além do mais, seria bom que outros grandes jornais oferecessem opções de leitura a essa faixa etária que nossa mania de copiar estrangeiros denomina "teen". Afinal, adolescente é uma palavra bonita e tem uma etimologia que vale a pena conhecer. Obrigado por sua mensagem. D.S.

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Suplemento trash, conteúdo idem – Deonísio da Silva

 

MÍDIA ESPORTIVA
Vasco discriminado

Ao ler o artigo de Marinilda Carvalho sobre a imprensa e o Vasco, eu achei que iria, finalmente, ver uma crítica incisiva ao tratamento totalmente discriminatório que existe na mídia em relação ao Vasco. Enganei-me. No final o artigo resolve abordar alegados excessos do site vascaíno (digo alegados porque não li as matérias a que a articulista se refere), deixando de lado o manifesto, constante e incessante ataque da maior parte da mídia ao clube. No site de esportes que acompanho, não me lembro de ter lido uma só matéria simpática ao Vasco; por outro lado, os desmandos e indícios de corrupção, que obviamente devem ser investigados e debatidos em relação ao Vasco, não o são na mesma medida em relação a outros clubes, embora se saiba que são traços gerais da organização esportiva do país.

Bolívar Lamounier

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Os observadores do Vasco – Marinilda Carvalho

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