23/12/2003 3/8

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TIM LOPES
Assunto não-superado

Concluí, poucas horas depois de ter comprado o livro, a leitura do Tim Lopes-Fantástico/Ibope. Um trabalho bastante oportuno do excelente jornalista Mario Augusto Jakobskind. Muito boa também a entrevista do Mario ao Observatório.

Aliás, espero que o Observatório da Imprensa não considere superado o assunto Tim Lopes e volte a tratar dele de uma forma mais aprofundada. Sim, porque as pessoas bem-informadas sabem há muito tempo "existe algo de podre no reino da Vênus Platinada", mas muitos jornalistas fingem ignorar tal coisa. Ficam botando panos quentes nessas e em outras questões, como se tivessem a secreta esperança de um dia trabalhar na emissora. Só que não há lugar para tanta subserviência lá dentro.

Alfredo Pereira dos Santos

 

Coragem e independência

Parabéns ao escritor pelo livro, demonstra coragem e independência de pensamento. Espero que as vítimas da desinformação fabricada pela Globo (como a jornalista que está desempregada e na clandestinidade) consigam um pouco de justiça, nem que seja a trabalhista.

Valéria N. Camargo

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CAPTURA DE SADDAM
"Vai começar a tortura"

Não foi outra senão essa a minha reação diante da notícia da prisão de Saddam Hussein. Ceticismo. "Vai começar a tortura", foi o meu pensamento, quando ouvi a notícia. Exatamente por todas as razões por Nilson Lage anunciadas no seu excelente artigo.

Luiz Paulo Santana, Belo Horizonte

 

Tantos os engodos...

Tantas foram as mentiras plantadas pelo governo dos EUA junto à opinião pública internacional durante as últimas décadas que, mesmo quando apresentam provas irrefutáveis de algum fato, tais como imagens de TV, testemunhos, documentos etc., alguns segmentos da sociedade ainda colocam em dúvida a veracidade da versão oficial. Um bom exemplo desta situação de desconfiança mundial pôde ser observado com a prisão de Saddam Hussein. Diversos são os segmentos que duvidam que os acontecimentos tenham ocorrido como está sendo propalado. Tantos foram os engodos e as meias-verdades utilizadas como estratégia de relações exteriores que foi paulatinamente consolidado um sentimento universal de reserva em relação a tudo que é divulgado sob os auspícios da Casa Branca.

Júlio Ferreira, Recife

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