24/06/2003 4/12

Envie para um amigo  Procure no arquivo

PAREM AS MÁQUINAS!
Comigo não funciona

Perfeito o artigo de Luciano Martins Costa. É isso aí! A editorialização do noticiário pela Folha (e outros veículos de comunicação) me deixa enojada. Mas, pelo menos comigo, a "estratégia" não funciona. Melhor: tem o efeito contrário. Quanto mais editorializam o noticiário, na tentativa de satanizar o Lula, mais indignada (com a estratégia do jornal) eu fico – o que reforça minha confiança no presidente! O noticiário "puro" (fatos, apenas fatos) deixa claro que ele está no caminho certo, e a retomada do crescimento é uma questão de tempo. O problema é que a maioria das empresas de comunicação está tão endividada que não tem tempo para esperar – e cobra a fatura do homem errado...

Susi Aissa

 

Indução ao logro

Parabéns, Luciano. Viva a ética, o sentido de verdade, a não-utilização do público para satisfazer obscuros interesses privados. O Jornalista Luciano, com jota maiúsculo, tem a coragem de denunciar a instrumentalização da imprensa pelos setores mais nefastos da sociedade brasileira, em apoio a seus interesses sob um manto de credibilidade. É a imprensa da meia-verdade, da indução ao logro. Que os Assis Chateaubriand da vida permaneçam no lugar que a eternidade lhes votou (que calor!!!), Bem-vindos os jornalistas que promovam a verdade e a discussão em proveito da sociedade.

Manuela Montenegro

 

Revolta contínua

Parabéns pelo artigo "A esperança foi assassinada". Tenho me revoltado continuamente contra o tratamento arrogante que a maior parte da imprensa vem dispensando a Lula e seu governo. É bom, muito bom ler algo sensato.

Mara Frantz, jornalista

 

Ele não é "isento"!

Ainda que concorde na parte do contraditório, acho a opinião desse jornalista francamente a favor do governo, como se pode verificar nos parágrafos finais. Portanto, ele não é "isento" como tenta transparecer.

José Eugênio das Neves

Leia também

A esperança foi assassinada – Luciano Martins Costa

 

Luciano Martins Costa responde

Não pretendi ser "isento". Não posso ter a pretensão de ser "isento". Só podemos tentar ser honestos, aplicando o melhor da técnica jornalística sobre uma determinação de procedimento ético. Também não pretendi ofender o jornalista citado. A propósito, trabalhei com Clóvis Rossi na cobertura da primeira visita do papa João Paulo II ao Brasil, em 1980. Nenhum dos dois é infalível, nem o papa é isento. (L.M.C.)

Mande-nos seu comentário


Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe