PAREM AS MÁQUINAS!
Comigo não funciona
Perfeito o artigo de Luciano Martins Costa. É isso aí! A editorialização do noticiário pela Folha (e outros veículos de comunicação) me deixa enojada. Mas, pelo menos comigo, a "estratégia" não funciona. Melhor: tem o efeito contrário. Quanto mais editorializam o noticiário, na tentativa de satanizar o Lula, mais indignada (com a estratégia do jornal) eu fico – o que reforça minha confiança no presidente! O noticiário "puro" (fatos, apenas fatos) deixa claro que ele está no caminho certo, e a retomada do crescimento é uma questão de tempo. O problema é que a maioria das empresas de comunicação está tão endividada que não tem tempo para esperar – e cobra a fatura do homem errado...
Susi Aissa
Indução ao logro
Parabéns, Luciano. Viva a ética, o sentido de verdade, a não-utilização do público para satisfazer obscuros interesses privados. O Jornalista Luciano, com jota maiúsculo, tem a coragem de denunciar a instrumentalização da imprensa pelos setores mais nefastos da sociedade brasileira, em apoio a seus interesses sob um manto de credibilidade. É a imprensa da meia-verdade, da indução ao logro. Que os Assis Chateaubriand da vida permaneçam no lugar que a eternidade lhes votou (que calor!!!), Bem-vindos os jornalistas que promovam a verdade e a discussão em proveito da sociedade.
Manuela Montenegro
Revolta contínua
Parabéns pelo artigo "A esperança foi assassinada". Tenho me revoltado continuamente contra o tratamento arrogante que a maior parte da imprensa vem dispensando a Lula e seu governo. É bom, muito bom ler algo sensato.
Mara Frantz, jornalista
Ele não é "isento"!
Ainda que concorde na parte do contraditório, acho a opinião desse jornalista francamente a favor do governo, como se pode verificar nos parágrafos finais. Portanto, ele não é "isento" como tenta transparecer.
José Eugênio das Neves
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A esperança foi assassinada – Luciano Martins Costa
Luciano Martins Costa responde
Não pretendi ser "isento". Não posso ter a pretensão de ser "isento". Só podemos tentar ser honestos, aplicando o melhor da técnica jornalística sobre uma determinação de procedimento ético. Também não pretendi ofender o jornalista citado. A propósito, trabalhei com Clóvis Rossi na cobertura da primeira visita do papa João Paulo II ao Brasil, em 1980. Nenhum dos dois é infalível, nem o papa é isento. (L.M.C.)