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JORNALISMO EMPRESARIAL
Visão vaga demais

O texto é uma visão muito vaga do autor sobre o fazer jornalístico. Ele se preocupa mais com a técnica e não define o que é jornalismo empresarial e como deveria ser aplicado na escola. A função da escola é preparar o egresso para o exercício do jornalismo em sua plenitude, e não para operacionalizar uma empresa. Numa sociedade periférica como é a brasileira, o papel do jornalismo é fundamental para a preservação e solidificação do processo democrático. Então, é utópico, na minha análise, sustentar a tese de que o jornalismo empresarial, continuo afirmando que o autor não define o que é, é essencial na formação do jornalista.

O que o estudante necessita é de conhecimento de humanidades e conceito (teoria) e prática sobre jornalismo, porque o fazer jornalístico é universal. Faço lembrar o autor que as melhores escolas e aquelas que buscam se adequar às Diretrizes Nacionais Curriculares têm como ênfase as agências-escola.

Vieira Jr., professor de Jornalismo e coordenador de curso

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ET baixou nas escolas de Comunicação – Aurélio Galvão

As novas exigências do mercado de trabalho – Marili de Souza

 

INTERNET PARA EXCLUÍDOS
O espaço está aberto

Muito boas as críticas levantadas. Acho que realmente se faz necessária uma maior discussão e prática nas faculdades e nas rodas de chope de alunos. O espaço está aberto e temos que correr atrás. Parabéns!

Ana Rocha

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Viva a mídia alternativa – Luis Fernando Rocha

 

ESPERANTO
Democracia em todos os níveis

Parabéns ao pelo lúcido artigo sobre o esperanto e seu movimento. Realmente, devemos nos posicionar em relação à democracia em todos os níveis. A democracia lingüística é normalmente preterida em nosso meio jornalístico, assim como de todo o mundo pragmático e econômico. Por quê? Acho que a hegemonia anglófona tem interesse econômico transparente em que o inglês se mantenha com o status de língua franca. Paralelamente, temos notado que os demais paises seguem a fórmula de que tudo em inglês é melhor, constrangendo as atividades multiculturais que o inglês, uma vez usado indiscriminadamente, torna completamente sem expressão. O inglês só sabe supervalorizar as culturas dessas sociedades na crista da onda. Por que o Brasil não é conhecido na Polônia? Por que sabemos tão pouco da Mongólia ou da Coréia? Acho que a vez do esperanto está realmente surgindo. Devido a sua grande postura de ser uma língua auxiliar de todas as culturas, ele realmente não privilegia nenhuma delas em especial. O que precisamos nos conscientizar é que devemos falar de igual para igual. Será que podemos fazer isso com o inglês?

Esperanto filosoficamente é neutralidade, é multiculturalismo, é tolerância, respeito e manutenção da diversidade. Infelizmente, o inglês tem-se prestado somente a um contato dominador-dominado. E, como bem retrata o texto, por que a imprensa preconceituosamente prefere dizer inverdades sobre o esperanto a abraçar uma causa de democracia lingüística? O esperanto, há mais de 100 anos, tem sido a melhor solução para isso.

Adonis Saliba

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Condenado sem julgamento – Caderno do Leitor (rolar a página)

 

RETORNO AO OBSCURANTISMO
Espiritismo é outra coisa

Antes de emitir pareceres desconexos sobre espiritismo, seria de bom tom que lessem com muita atenção as obras basilares da doutrina, o que evitaria a formulação de tantas conclusões distorcidas. Aliás, Tomas G. Morton não é espírita, Dr. Fritz não é pessoa, é entidade desencarnada, Allan Kardec é o codificador e Chico Xavier foi o maior expoente dessa maravilhosa doutrina que em última análise é a próprio evangelho de Jesus, redivivo.

Ruth Dualib

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