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COMUNIQUE-SE
A pressão continua
Em relação ao artigo "Em defesa dos pseudônimos", de Moacir Japiassu, considero que suas observações são bastante pertinentes. Concordo que acabar com pseudônimos no site Comunique-se, um site ainda imprescindível para mim, pareceu-me uma tentativa um tanto pálida, meio que "placebo" e meio que uma forma de se tentar amenizar a politização visivelmente unilateral que percebo estar tomando forma e corpo, infelizmente, naquele querido site. Digo pálida e com cara de placebo porque, como afirma Japiassu em seu texto, não deu resultado até agora e nem dará, basta ir lá e olhar que ofensas, calúnias e pressão em cima daqueles que ousam divergir, continuam lá e até tomaram força. É uma pena, porque com isso perde a democracia e, com o tempo, até mesmo a credibilidade do site.
Porque a democracia, e nela a liberdade de expressão (e num site de comunicação, isso é imprescindível) deve ser um dos pilares, prima pela diversidade de idéias e opinião, fugindo à lógica cartesiana do "ou isto ou aquilo" ou "se você não pensa como eu caia fora", ou "esquerda ou direita", ou "branco ou preto", e por aí vai. É preciso sair disso e criar novos paradigmas, outras vias, outros pensares, uma terceira, quarta ou sei lá quantas maneiras de se ver a realidade, outras margens de discussão e de visão. Japiassu, parabéns pelo artigo!
Auricélia de P. Rodrigues
Descobri a "comua"
Prezado Japiassu, gosto muito de ler os textos de sua lavra que me caem às mãos. Você é dos poucos que me obrigam a uma tarefa que gosto de executar, apesar de desagradável: consultar dicionários. E tenho os três que considero os melhores, de autores brasileiros: o Aurélio (que já é por si só sinônimo de dicionário), o Michaelis e o Houaiss (que considero o melhor dos três). Desta vez o que me levou aos léxicos foi a palavra "comua" que, fiquei sabendo então, tratar-se da nossa popular e quase sempre mal cheirosa latrina.
Sabe, agora que estou gozando de merecida aposentadoria leio bastante. Apesar de morar no interior de Santa Catarina a internet me possibilita a leitura dos jornalões do país, bem como de sites estimulantes como o Observatório da Imprensa. Não perco uma edição do Jornal da Imprença e das tiradas do "considerado" Janistraquis.
Hélio de Araújo Fontes, Videira, SC
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SOFTWARE LIVRE
Verificação difícil
Muito bom o artigo, extremamente elucidativo sobre os interesses e as práticas que dominam o mercado de software. Gostaria apenas de relatar uma idéia que tive enquanto lia. Penso que em casos como o relatado, da empresa SCO, sempre há a possibilidade de programas protegidos por "segredos" receberem modificações maliciosas introduzidas posteriormente pelo proprietário, como a introdução de trechos parecidos do Linux, justamente para dar início a tais processos, sendo difícil a verificação da fraude justamente pelo segredo anterior.
Marcelo Rodrigues
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