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MÍDIA ESPORTIVA
Juca bem na CBN
Ao escrever o artigo publicado neste Observatório da Imprensa, sob o título "Rede TV! e Corinthians, tudo a ver" [ver remissão abaixo], acredito que cometi uma pequena injustiça com o jornalista Juca Kfouri, a quem admiro por sua conhecida competência, assentada em seus excelentes textos e comentários precisos. Quando citei o trabalho do jornalista na Rede TV!, onde apresenta o Bola na Rede aos domingos à noite, o fiz conscientemente. Não retiro uma linha do que escrevi. Ao contrário. Se pudesse, faria um outro artigo mais completo sobre o tema.
No entanto, Juca faz um ótimo trabalho na Rádio CBN, onde comanda diariamente o CBN Esporte Clube, a partir das 20h. Sou seu ouvinte, porque o programa começa exatamente quando estou saindo do trabalho. Virou hábito. Na rádio, Juca faz aquilo que não consegue realizar na Rede TV! Adota a postura que o tornou, ao longo do tempo, um dos jornalistas mais respeitados do país.
Não sei se é por culpa da produção, mas é fato que o Juca passa metade do tempo de seu programa na TV falando do Corinthians. São matérias e mais matérias, convidados às tampas e temas vinculados ao time de Parque São Jorge. Na CBN, Juca toca a bola com extrema habilidade. Faz ótimas tabelinhas com Éverson Passos, seu companheiro de programa. São 60 minutos de ótimo jornalismo esportivo.
Por que, então, a diferença, já que estamos falando de um mesmo profissional? Respondo: porque a CBN tem outro comportamento. Respeita seus ouvintes. Nasceu assim. A Rede TV!, por sua vez, atropela os desejos de seus telespectadores. Repito: a emissora, infelizmente, aposta no que aponta o ibope. E seus parcos pontos de audiência se devem ao Corinthians. Taí a diferença. A CBN faz sempre jornalismo sério; a Rede TV! às vezes. Simples, não?
Antonio Carlos Teixeira, jornalista em Brasília
Torcida extraterrestre
Parabéns, gostei muito do artigo. Apesar de morar em Curitiba, sou nascido no Guarujá e torcedor do campeão brasileiro, Santos FC. Conheci hoje o sítio e espero que vocês continuem assim, pois a imparcialidade nessa profissão de jornalista deve estar sempre em primeiro lugar. Não agüentamos mais falarem só do Corinthians, assistir a jogos só desse time e, o pior, os torcedores se acham especiais, pensam que ser corintiano é ser de uma religião. Acho que eles são é extraterrestres, pois se auto-intitulam diferentes!
Fabrício de Moraes Xavier
Pegou leve demais
Sobre o artigo de Antonio Carlos Teixeira, "Rede TV e Corinthians, tudo a ver": o artigo pega até leve demais, e ainda indica possíveis soluções para o problema. Eu não teria sido tão gentil com péssimos jornalistas como o falso e pseudo-jornalista José Carlos Amaral Kfouri e a trupe da Rede TV!. Acho que o pseudo-fenômeno de massa chamado Esporte Clube Corinthians Paulista merece um estudo de reportagem mais imparcial de alguém que tenha coragem de ir contra a censura imposta pelos meios de comunicação. Falar mal do Corinthians na mídia virou tabu. Virou censura. Expor a verdade de um clube que sequer tem um estádio e nada conquistou a nível internacional nos últimos 92 anos virou a maior censura imposta pelos, quem diria, outrora censurados jornalistas pseudodefensores da moralidade. A moralidade deles termina onde começa a dos outros e vice- versa. O assunto é grave, haja vista o caso Odir Cunha: jornalistas do meio temem fornecer sequer um contato com medo de represálias.
Gostaria muito de levar o Sr. Odir à ONG Santos Vivo, para que seu caso pudesse ser até mais conhecido pela enorme torcida do Santos em todo o território nacional, mas infelizmente não consigo contato com este senhor. A torcida do Santos merece saber quem está fazendo jornalismo responsável na mídia.
Parabéns ao artigo do Sr Antônio Carlos Teixeira e, por favor, peço ao Observatório da Imprensa uma forma qualquer de contato com o Sr. Odir para que o pessoal da ONG Santos Vivo e a torcida do Santos em geral possam conhecer sua dor e abraçar sua causa. A luta do Sr. Odir Cunha é minha também. Sou leitor e consumidor das asneiras que essa imprensa bairrista escreve sobre o meu time e mereço ser tratado com respeito. Um enorme abraço,
Ibis Itiberê Salgado Luzia
Nota do OI: Caro Ibis, a situação do prezado Odir Cunha não é tão grave assim... Na edição passada ele escreveu aos leitores para agradecer os elogios ao texto (a carta dele está em <www.observatoriodaimprensa.com.br/caixa/cp220120035.htm>; role um pouco a página), e deixou seu e-mail registrado: <odir.ds2@terra.com.br>. Um abraço.
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