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REDE TV!
Manifestação contra a baixaria
Ser homossexual é somente uma orientação sexual diferente da orientação heterossexual. Qualquer frescura, confusão, trauma, sem-vergonhice, imoralidade deve ser atribuída à(s) pessoa(s) que praticam tais ações, o que não tem qualquer relação com a sexualidade. Gostaria que todos aproveitassem o mau exemplo da RedeTV! para não cometerem o mesmo erro, ajudando a esclarecer gradativamente a sociedade do ponto de vista cultural e moral em que vivemos. Acredito que os meios de comunicação devem ter seu papel social, e que o pratiquem de maneira justa, sem opiniões tendenciosas.
O maior deles, que é a TV, se tornou muito mais poderoso em grandes cidades, onde o lazer da maioria das pessoas convergiu para a tela. Neste caso, pela responsabilidade que têm, peço aos anunciantes que cooperem positivamente com o direito de todos os consumidores, todos os seres humanos, indistintamente. A Rede TV! é apelativa, não acrescenta informação, e sim seqüências de fatos/imagens nulas. Apóia-se em programas economicamente baratos, onde pessoas comuns são "usadas" em seus quadros; personagens que não refletem os bons costumes da maioria da população são empurrados goela abaixo, como se nossa sociedade fosse pervertida, não tivesse respeito. Somos humildes, trabalhadores. Mas não somos todos tão estúpidos. Pena que grande fatia da nossa população ainda é carente de qualquer consciência política.
Em todas essas pegadinhas os homossexuais são motivo de escárnio, espancamentos e os mais diferentes tipos de agressões verbais. Tudo acompanhado pelas gargalhadas do apresentador João Kleber, que ri do seu próprio circo. Diante do continuo desrespeito à cidadania de todos os homossexuais presente na programação da Rede TV! e diante do silêncio de anunciantes como Refrigerantes Dolly, reafirmamos mais uma vez o ato marcado para o dia 31 de janeiro as 11h da manhã em frente à emissora.
Pedimos também que as empresas que respeitam a dignidade e os direitos humanos não patrocinem programas como esse. No momento em que o cenário político do Brasil passa por uma mudança histórica, o mínimo que se pode esperar das empresas é um pouco de responsabilidade social. Apoiar e patrocinar programas como esse é um retrocesso.
Luciano de Almeida Peruci
QUALIDADE NA TV
Controle aprovado
Concordo inteiramente com as providencias tomadas pelo Ministério da Justiça em relação aos programas de TV. Há cenas absolutamente impróprias, constrangedoras, em horários que sabemos ser de audiência infantil e juvenil. Quem faz essa programação visa, com certeza, a um índice mais alto de Ibope, pois é disso que vive a TV. Os resultados morais não interessam muito, a degradação social não é problema deles. Fazer uma seleção da programação, em defesa dos que estão formando sua personalidade, é o que se espera das autoridades. Isso não é censura – é responsabilidade.
Suely G. Siede, Niterói, RJ
CENSURA NO UNASP
Acima das ameaças
Como aluno do curso de Comunicação Social do Unasp, gostaria de apoiar este artigo, destacando que em meio a tantas reviravoltas o livro Liberdade vigiada – Questão de opinião, de Ruben Dargã Holdorf, é mais uma forma de dizer que se pode "fazer" jornalismo de verdade, passando por cima da censura e ameaças.
Sergio Telles
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Livro proibido é (enfim) lançado – Alunos de Comunicação do Unasp
DEMISSÃO NA CÁSPER LÍBERO
Perdemos o respeito
Por vezes passamos pelos mesmos problemas que os alunos da Cásper Líbero. Definitivamente perdemos todo o respeito enquanto acadêmicos. Culpa da passiva e complacente geração coca-cola, culpa dos mercenários da educação brasileira? Cadê os livros? Cadê as conversas para fora da sala de aula? Acho que acabaram.
Guilherme da Rosa, estudante de Jornalismo
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O protesto de alunos e professores – Coletivo de professores e alunos da Cásper Líbero
CIDADE DE DEUS
Por dinheiro e fama
Realidade e verdade os comentários sobre o filme Cidade de Deus do rapper MV Bill, pois nesse filme eles estereotiparam os favelados (na verdade, todos os brasileiros) como ficção e venderam como verdade. Tudo por dinheiro e fama! No fundo o filme nada fará de positivo para a favela. Com certeza a grana encherá os bolsos dos chamados cineastas.
Ed Bernardes
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