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PARABÉNS GERAIS
Artigo premiado
Estou participando do 15º Set Universitário, congresso de Comunicação na PUC-RS, em Porto Alegre. O primeiro texto que publiquei no Observatório ("Elogio à violência", remissão abaixo) acabou de ser premiado na categoria Artigo da Mostra Competitiva, que reuniu trabalhos acadêmicos de diversas partes do país. Gostaria de compartilhar o mérito com vocês; afinal, ter a oportunidade de participar do Observatório é sempre um grande incentivo para a produção de trabalhos como esse. Obrigado e parabéns a vocês todos.
André Azevedo
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Elogio ao homicídio – André Azevedo
OI PLURAL DEMAIS
Até a Sacha vai palpitar
Acho muito válido, saudável, deixar as pessoas escreverem. E por isso mesmo aparece cada coisa! Tinha que ter um detector de m... em forma de texto, porque do jeito que está daqui a pouco até a Sasha vai querer dar palpite!
Liana Rodrigues, Rio de Janeiro
TRIPÉ SATÂNICO
Processos contra a Anatel
Há dois processos do Ministério Público Federal contra a Anatel por omissão, e contra os abusos praticados pelas Teles contra os usuários de acesso ADSL. São mais de R$ 30 milhões por mês que elas arrecadam indevidamente dos usuários. Além disso, a Justiça paulista liberou 356.946 usuários Speedy de contratar provedor, mas a imprensa fez um retumbante silêncio a respeito. Mais informações: <www.abusar.org>.
Horacio Belfort
ESCREVER BEM
A responsabilidade da escola
Acredito que escrever bem se aprende. Assim como acho que qualquer coisa se aprende. Achava antigamente que não tinha o mínimo talento musical, hoje arranho meus acordes, por exemplo. Acredito apenas que o "dom", que não nasce com a pessoa e sim tem a ver com a maneira em que a pessoa foi criada e suas influências, dá o diferencial na atividade aprendida. Posso tocar muito bem guitarra, inclusive com extremo virtuosismo, mas para fazer de mim um Hendrix é necessário que habite em mim o tal "dom". Acredito que as escolas podem, e aliás devem, ensinar seus alunos a escrever bem. Mas devem também ajudar alunos a encontrar seus "dons " e desenvolvê-los da melhor forma possível. Assim como é possível ensinar alguém a escrever, é possível ensinar-me matemática, mas acredito que seja impossível transformar-me em um Nash da vida. Que as escolas ensinem de tudo aos seus alunos, mas observem suas individualidades e as trabalhem para que tenhamos pessoas cada vez mais capacitadas e felizes no que fazem!
Caio Cezar Azevedo Mayer de Azevedo
Dom e falácias
Muito interessante a questão levantada pelo colega Paulo. Sempre achei que "escrever bem" não seria apenas um dom, mas resultado de um esforço contínuo calcado na situação de que tudo se trata de um processo, que não acaba. Evidentemente que para atingir tal esforço, ou a necessidade do esforço, tenhamos uma pré-disposição para o ato de empilhar palavras. Apesar de todos serem comunicadores, alguns têm uma certa predisposição em lançar-se no mundo das letras; já outros no dos números, e assim por diante.
Guilherme da Rosa
LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Terrorismo é culpa da mídia
Acompanho com muita atenção as notícias que circulam no meio jornalístico. É com muita tristeza que pude verificar que a mídia influi nos acontecimentos (principalmente nos mais desastrosos). Um exemplo é esse aparecimento constante de atos terroristas no mundo todo. Esse boom pode ser perfeitamente justificado pela velocidade com que esses atos são reportados à população pela mídia e também pela mídia tratá-los como algo comum, corriqueiro. Temos vários exemplos ultimamente, como a bomba num shopping da Finlândia (ora, nunca aconteceu nada na Finlândia) e depois a descoberta de que o PCC explodiria a Bovespa. Também há o caso do estudante que seqüestrou os colegas numa escola da Alemanha, e o serial killer de Washington. Não seria muita coincidência tudo isso ocorrer numa semana? Ora, é claro que a mídia influi na ocorrência desses acontecimentos, na medida em que dá destaque excessivo a eles e os considera como corriqueiros.
A mídia não fala que as vítimas tinham família, uma carreira de sucesso, ou que algum deles era estudante e tinha conseguido um estágio numa grande empresa. Para a mídia, eram apenas pessoas, bonecos, como um jogo de videogame. É desalentador. Vocês, jornalistas, podem bater o pé à vontade, mas acho que está na hora de filtrarem o conteúdo que publicam (alguns lerão nas entrelinhas a palavra censura e eu digo que no fundo é isso mesmo). Vocês ainda não sabem do poder que têm nas mãos quando escrevem uma notícia. É bom tomarem mais cuidado.
Gustavo Buratti
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