30/12/2003 7/7

Envie para um amigo  Procure no arquivo

OBRIGADO, OBRIGADO
Rever atitudes

Desejo a toda equipe responsável pelo Observatório da Imprensa que o papel de analisar e criticar a produção dos jornalistas, veiculada pela mídia, seja realizado com a mesma coragem que marcou este ano. Num momento em que a profissão de jornalista é alvo de uma decisão que pode produzir sérias conseqüências, é preciso não apenas lutar pela sobrevivência, mas também rever atitudes. Nesse contexto, o Observatório é mais que um site ou um programa de TV: é a oportunidade de estarmos todos, jornalistas e leitores, num ciclo de múltiplas reflexões, fazendo um intercâmbio de opiniões e experiências. Obrigada pela existência.

Nádia Almeida, jornalista e leitora assídua

 

Rico e expressivo

Parabéns! Pelo trabalho do Observatório e também a Luiz Weis, pelo brilhante texto. Peço licença para utilizar o artigo "Cuidado com a picada da anaconda" como texto-objeto de análise num trabalho acadêmico (curso de Direito), sobre comunicação e linguagem no Direito – Figuras de estilo. Achei o texto muito apropriado, por sua riqueza em figuras de linguagem e estilo, além de excelente em expressividade.

Marcos Sílvio, Patos de Minas, MG

Leia também

Cuidado com a picada da anaconda - Luiz Weis

 

Como sempre

Como sempre nosso mestre Lage com sua lógica ilogicamente humana... profunda e pertinente.

Araci Hack Catapan, professora-doutora UFSC

Leia também

A verdade cortada em bifes – Nilson Lage

 

Me engana que eu gosto

A mídia à beira da morte para sobreviver no ibope agarra-se ao sensacionalismo, à desinformação, à deseducação. A maior vítima da baixaria é o crédulo cidadão comum.

O sensacionalismo presta um desserviço a uma sociedade órfã do conhecimento e da verdade. Mentiras, meias verdades, enganação... um desrespeito e uma afronta, não só à causa social do jornalismo, como principalmente ao ingênuo telespectador que sofre repetidas lavagens cerebrais (em seu próprio lar ou fora dele).

O descompromisso com a verdade é tão repugnante quanto perigoso. E o que se pode esperar de quem fica de "namorico" com a mídia para tê-la nas mãos? De quem convidou celebridades especialistas em manipulação e enganação (que fazem de palhaços até miseráveis, dia e noite, para sobreviver ou alçar vôos maiores no ibope) para almoçar e discutir assuntos tão importantes para a nação, como a Reforma da Previdência, por exemplo?

Creio também que os holofotes (de um irresponsável e incompetente apresentador, um lobo que posa de cordeiro) daquele Domingo Ilegal fizeram apologia ao crime. (...) Então, se eu quero continuar fantasiando, me enganando, me entorpecendo, levo a sério Brasil Urgente, Hora da Verdade, Brasil Alerta, Programa Silvio Santos, a novela das 8 e outras aberrações podres da industria do processo de desconstrução da informação.

Agora, se eu não quero ser mais uma das vítimas de pegadinhas e começar a me informar para pensar e entender o que está acontecendo, para reagir, leio, assisto aos debates do Observatório da Imprensa. Para nunca mais ler jornal e ver TV do mesmo jeito.

Só assim poderemos começar a mudar a cara do Brasil, transformando-o num lugar bem melhor para se viver, enxergando aqui um futuro para nós, nossos filhos e netos. Sendo os agentes de nosso próprio desenvolvimento. Temos um país de dimensões continentais para elevar a auto-estima, descolonizar, deselitizar.

A esperança pode vencer o medo. Vamos dizer não a todos os pinóquios.

Benjamim Rondinelli Ribeiro

 

Um dos melhores!

Maravilha de artigo! Um dos melhores que já vi no Observatório. Parabéns!

Marcello Sudoh

Leia também

À procura de um novo modelo – Carlos Alberto de Almeida

Mande-nos seu comentário


Observatório | Índice da edição | Busca
Objetivos | Purposes | Edições anteriores
Modo de Usar | Banca | Jornalistas na Net | Equipe