OBSERVATÓRIO NA TV

 

OBSERVATÓRIO NA TV

TVE e TV Cultura, terças-feiras, 22h30

Você pode participar ao vivo

DDG: (0800) 216-689
Fax: (021) 232-3271

E-mail: obstv@tvebrasil.com.br

 

DOS TELESPECTADORES
Canal Universitário Campinas

Moro em Campinas e acredito que poderia estar atuando mais diretamente nas comunidades da cidade, até pela capacidade de agregar um bom número de pessoas que acredito ter. Por isso pediria que o programa tomasse um cunho mais didático por alguns instantes e permitisse ao Rubens e à Viviane Senna que expusessem alguns critérios básicos e iniciativas para quem tenha a intenção de criar uma ONG, ou se há possibilidade de criação de organizações menores para iniciativas mais localizadas. Obrigado.



Élcio Duarte

Belém

Oi, Viviane, gostaria de lhe dizer o seguinte: seria bom se as pessoas tomassem como exemplo o seu irmão, Ayrton Senna, que além de ter sido um espetacular esportista foi também um ser humano que nos ensinou muita coisa, entre elas, como ajudar os outros sem ter qualquer promoção com isso.



Graziela Peruch

Um dos maiores problemas encontrados hoje em nosso país é a questão educacional, a qual luta contra a exclusão e a evasão escolar de um modo completamente errôneo, não solucionando, mas apenas encontrando formas para mascarar essa questão. No entanto, hoje dispomos de um programa que vem ao encontro de toda esta situação, trabalhando em eixos que visam a formação de um jovem "pensante", um jovem que é cidadão e que principalmente luta por seus direitos, um jovem solidário. Qual sua visão sobre o Largada 2000 hoje no Brasil, sendo que ele pode ser apontado como um programa que soluciona maior parte dos problemas encontrados na sociedade atualmente?



Alcides M. F. Junior

Jornalista – São Paulo

Tenho 25 anos de televisão e rádio em São Paulo. Estou há dois anos fora da mídia porque talvez eu não faça parte da televisão de hoje, da "banheira do Gugu", do "Faustão" e do "tapinha não dói", entre outros. Ou nos meus 51 anos de idade, estou velho demais para fazer rádio e televisão. Sim, estou passando por necessidade porque hoje vivo apenas com 4 aulas por semana numa universidade particular em São Paulo, de Radiojornalismo. Vivo muito triste porque o rádio e a televisão fazem parte da minha vida e me afastaram dela. Estou correndo atrás de um emprego. Faço projetos para montar um centro de documentação para dar subsídio às matérias em rádio e televisão, mas parece que não sou ouvido... (Para saber o que acontece no presente e acontecerá no futuro, precisamos conhecer o nosso passado). Entrego os projetos e nem satisfação as emissoras dão. Gostaria até de voltar a redigir como fiz no final da década de 70, participando do Grande Jornal Falado Tupi, herança do famoso jornalista Corifeu de Azevedo Marques, na extinta Rádio Tupi de São Paulo 1040 khz. Bem, vamos parar de chorar...

Ligo o meu aparelho de televisão e não vejo nada a não ser o Observatório da Imprensa, um programa apresentando sempre um tema interessante, com matérias mostrando o porquê do assunto e uma discussão sempre respeitosa e com muita inteligência por toda equipe comandada por Alberto Dines.

Hoje, eu estou assistindo ao papel das ONGs. Maravilhoso programa que chama atenção para o telespectador não cair na "lábia" da Igreja Universal do Reino de Deus, da Igreja Renascer e do Paiva Netto, todos eles ricos com o dinheiro do povo. Saber onde ajudar e a quem. Saber onde o seu "duro dinheirinho" vai. É por aí! Eu só tenho uma observação: aumentar o tempo do programa porque ele é muito bom. Eu só estou escrevendo para agradecer este espaço precioso da televisão, e espero um dia poder ver na televisão mais programas com este nível. Precisamos lutar para dotar o rádio e a televisão de uma programação com um nível melhor para junto com as escolas e universidades, melhorar este país.



Luciana Vilela

Estou acompanhando a série de reportagens e os debates sobre instituições filantrópicas, ONGs e imprensa, e acho válida a participação de jornalistas na vida da sociedade. É de fundamental importância o fato de mostrar a realidade do mundo, denunciar o que tem de errado e ressaltar o correto. O que não admito como brasileira, profissional e universitária é certos órgãos de imprensa manipularem a opinião pública, julgando e decidindo os destinos de pessoas, instituições e empresas. Cito as denúncias contra a LBV e me pergunto por que somente um órgão de imprensa decidiu massacrar uma instituição, que com certeza deve ter falhas como qualquer empresa ou organização tem, pois estamos longe da perfeição, e qualquer organização que se preze para alcançar sucesso passa por vários processos (prova disso é que com certeza a própria Globo deve ter suas falhas, pois existem documentários que são apresentados por aí que mostram isto).

Outro detalhe que quero comentar é que a imprensa deve se posicionar diante dos fatos, disse posicionar, e não manipular, e quando se encarregar de mostrar um fato leva-lo até o fim, deixando que os órgãos competentes cumpram também sua função. Se eles não o fizerem cabe à população cobrar, com o respaldo da imprensa. Não estamos numa guerra de forças, estamos sim numa época de liberdade de imprensa, democracia e transparência, em que as pessoas precisam ter consciência do que querem e também saber usar seus direitos e deveres.

O que a imprensa tem feito, a meu ver, é apenas "atiçar" o povo, ou melhor "fabricar" notícias, ou mexer com a opinião publica, para desvirtuar a atenção das pessoas de fatos mais urgentes e, de repente, quando lhe convêm arquiva o assunto, como se não houvesse nada, a exemplo dos casos PC Farias, Collor de Mello, Wanderley Luxemburgo, Eurico Miranda e por aí vai.



FAX
V. Maria

Vejo a imprensa muito distante dos problemas que ocorrem com entidades sociais, principalmente as conveniadas com o município, pois elas ficam sob o domínio de equipes técnicas, não socializando a informação como se deve.



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