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OBSERVATÓRIO NA TV

 

OBSERVATÓRIO NA TV

TVE e TV Cultura, terças-feiras, 22h30

Você pode participar ao vivo

DDG: (0800) 216-689
Fax: (021) 2232-3271

E-mail: obstv@tvebrasil.com.br

 


DOS TELESPECTADORES
Orlando Donin

Parabéns pelo excelente programa. Acompanhando a edição do primeiro dia do ano (retrospectiva), como vascaíno não poderia deixar de enviar minha opinião que, diga-se de passagem, ainda não observei na mídia. Todos os veículos que até aqui interpretaram o tema focaram apenas dois lados: o deputado Eurico Miranda e poderosa Rede Globo. Infelizmente esqueceram que existe um terceiro envolvido nesta "guerra": o próprio Vasco da Gama e seus torcedores.

Olhando por este lado, fica claro observar que o tradicional clube de São Januário e seus torcedores são vítimas únicas dos outros dois. O Sr. Eurico Miranda já deixou há muito de defender os interesses do clube, onde despontou como dirigente, e de representar os eleitores que o colocaram em Brasília. Exprime, erroneamente em nome do Vasco, opiniões exclusivamente próprias sem medir as conseqüências para o clube do qual é, infelizmente, o atual presidente. Já a Rede Globo tirou partido de tudo isso para conduzir a mídia de acordo com seus interesses, e também nunca preservou a entidade Vasco da Gama. Aliás, a Rede Globo age de forma nociva, sim, mas não somente no caso Eurico, mas em quase todas as áreas, esquecendo muitas vezes que tem a obrigação social de informar com imparcialidade e levar conteúdo rico aos seus telespectadores, independentemente dos pontos do Ibope.

Tenho saudades da época em que, nas noites de domingo, sentava com meu pai para assistir ao videotape da principal partida da semana pela TV Educativa, narrado pelo grande José Cunha, entre outros. Tínhamos naquela época uma TV mais democrática do que a de hoje. Qualquer um que possuísse uma TV com antena VHF tinha acesso aos melhores esforços de programação esportiva, principalmente no Rio. Mas este assunto fica para depois. Finalmente, peço que ajudem a preservar o Clube Vasco da Gama, dono de centenas de milhares de pequenos torcedores que nada têm a ver com este problema.


Marcelo

Sou telespectador do programa Observatório da Imprensa e estou muito interessado no assunto sobre a não-obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Acompanhei o programa em que vocês debateram o assunto, concordo com a opinião de alguns que apoiavam o talento pessoal e não, simplesmente, o canudo, ou seja, o diploma. Gostaria de saber o que está sendo decidido, se já há alguma resolução, que me interessa muito. Gosto muito do programa, é muito explicativo e dinâmico. Espero resposta e agradeço a atenção.


Marcus Terrin

A TV Cultura está parada no tempo. Devia despedir todos os funcionários alcoólatras, pois o álcool é droga que faz mal à sociedade, à família e causa a maioria dos acidentes de trânsito. A TV Cultura nada ajudou a resolver o problema das drogas, foi comodista ao resolver a situação, pois escolheu prejudicar sua funcionária, quando deveria lutar pelo fim dos traficantes, pois eles só existem porque existem pessoas ou fundações arcaicas que não sabem que é o governo, sendo omisso como foi a TV Cultura, que cria os traficantes. A TV Cultura deveria aprender com a Soninha, pois ela falou do que sabia, do que viu, do que testemunhou, diferentemente desse Carlos empregado da Cultura que quer falar do que não sabe. Soninha falou a verdade por isso foi despedida, a TV Cultura é a TV da mentira, e perdeu conceito na minha opinião.


Alice Franca Leite

Rio de Janeiro

Pois é, seu Alberto Dines, se o senhor não existisse precisaria ser inventado! O senhor tem sido o meu fiel da balança! Meu pai também é jornalista, mas o senhor é único! Me faz pensar: este homem sereno e pretensamente imparcial, angustiado pela verdade no furacão de um país cada vez mais decadente por corrupção e voracidade de seus políticos – que seria de nós sem o modelo Dines? Como queria ser sua aluna de Jornalismo (a carreira que, no meu tempo, meu pai não me deixou seguir, anos 58-1960) e cursei Letras na UFRJ, onde fiz minha carreira de professora, com exigências de pós-graduação (e cumpri tudo à risca, amorosamente), para hoje ver a UFRJ despedaçada por um testa-de-ferro, com um ministro de privatizações. E passarmos sete anos sem um só tostão para comprar nossos livros, ir a um cinema ou teatro, que tem FHC contra os professores. É diferente dar aulas todos os dias (ele só fez conferências lá fora, vaidosamente), e nem sabe o quanto amamos a nossa universidade pública e gratuita, sem as mentiras de que só serve a alunos ricos! Eu era pobre e estudei nela, como a maioria de meus colegas! Quanta produção científica botamos na rua em todas as nossas áreas! É a Coppe, é o Genoma, é a parceria com outras universidades como, por exemplo, a ótima Unicamp!

Eu que queria ser jornalista – por ver meu pai se descabelar em busca de notícias, como se o Diário de Notícias ou a Folha da Manhã ou outros jornais por onde passou fossem seus! Hoje, aposentada e com todos os títulos em dia, adoro ter sido professora e morrerei professora, mesmo com perdas e danos, como a de hesitar se compro livros ou remédios – pois são tempos em que se encaram as questões da Educação como coisa filantrópica e secundária! A Educação e a Saúde! Como é lindo Dines e Lúcia Abreu batalhando, no fundo, nas mesmas causas nossas! Enfim, somos parceiros por muitas afinidades e utopias!

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