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OBSERVATÓRIO NA TV

 

OBSERVATÓRIO NA TV

TVE e TV Cultura, terças-feiras, 22h30

Você pode participar ao vivo

DDG: (0800) 216-689
Fax: (021) 2232-3271

E-mail: obstv@tvebrasil.com.br

 


DOS TELESPECTADORES
Francisco Carlos Garisto

Queremos comunicar que a Federação Nacional dos Policiais Federais entende que o Ministério Público e a Justiça Federal trabalharam bem e dentro da lei, porém a direção geral do DPF, Sr. Agílio Monteiro Filho, acabou colocando o ponto político numa investigação legal e necessária. Hoje representamos contra a direção geral do DPF, que acabou revelando segredo de justiça e vai responder por isso na Justiça, atrapalhando e atrasando toda a investigação somente para agradar ao PSDB, partido ao qual é filiado.

 

Flávio Moreira
Ceará – Professor universitário

Existe realmente neutralidade da imprensa? Isto é possível? Quem é dono dos veículos de comunicação de massa deixa que isso aconteça? Não seria melhor falarmos em um dever geral de imparcialidade?

 

Antonio Romane
São Paulo

Sarney, Barbalho, Magalhães, Alves, Mesquita, Frias, Marinho, famílias, famílias... Onde está a diferença?

 

Neusa Augusta Gomes
Peruíbe – Aposentada

Para a sociedade saber o que se passa nos bastidores do país é necessário que a imprensa acompanhe o trabalho do Ministério Público, pois dessa forma haverá maior certeza de punição, caso contrário estará o caso fadado ao engavetamento. No caso do Maranhão, a governadora Roseana "Lunus" Sarney tenta esfumaçar o vergonhoso crime de colarinho branco. Parabéns à dra. Ana Lucia – procuradora da União – no seu correto posicionamento, principalmente na resposta ao diretor do Jornal do Brasil, Sr. Teodomiro Braga, de Brasília, que por estar na cidade do poder central parece estar contaminado pelas idéias do nada informar à população. Sugiro que vocês façam um programa sobre o caso Celso Daniel.

 

Marco Antonio Alves
Curitiba / PR

Esse domínio de dinastias é uma questão cultural. Note-se que essas oligarquias acontecem no Nordeste e no Norte. Ora, nas regiões mais pobres e com menor acesso ao estudo!

 

Gilsimar M. de Oliveira
Belo Horizonte / MG

Foi levantado por um dos participantes que, aqui em Minas Gerais, a imprensa, por ter tradição diferente, mais competitiva ou democrática, não seria manipulada pelas oligarquias tradicionais. A Rede Pública de Televisão presta um grande serviço à população brasileira. Entretanto, quando a direção de uma emissora regional é exercido por um nomeado pelo governador, naturalmente que o compromisso com uma informação isenta deixa de existir. Estou falando especificamente da Rede Minas de Televisão que produz um jornalismo local pouco comprometido com a imparcialidade e, diria mais, atendendo aos interesses diretos do governador, numa tentativa constante de promoção pessoal. Alguns programas, como Alta Tensão, apresentado pelo "jornalista" Carlos Chagas, ou Palavra Cruzada, apresentado pelo "jornalista" Gilberto Menezes, são um insulto à inteligência do público. E é interessante observar que estes programas estão sendo exibidos regionalmente no lugar de programas de alto nível da rede nacional. Como uma televisão, que é pública, isto é, deve atender aos interesses da sociedade, veicula programas com tal grau de parcialidade e com clara interferência política?

 

C. Exposto

Não sei se a imprensa deve ou não publicar algo sobre seqüestrados. O que eu sei é que é um absurdo alguém ser seqüestrado. Isto sim, a imprensa deve publicar. É um absurdo.

 

André Tristão Aquino

Sou radialista há 16 anos, com experiência considerável em comunicação radiofônica e televisiva. Em todo esse tempo, por diversas vezes atuei cumprindo funções de jornalista. Com devida e reconhecida competência e qualidade. Recentemente, procurei uma emissora de TV aqui em Vitória no intuito de fazer um teste de vídeo para a função de locutor apresentador. Fui, estranhamente, surpreendido pela chefe de jornalismo, com a informação de que as emissoras só contratavam profissionais estudando ou com diploma de jornalista. Ora, a função acima citada faz parte do rol de funções dos radialistas. Lembro que de sua última vinda a Vitória, em entrevista à Rádio CBN local, Dines foi categórico em afirmar, respondendo ao âncora Giovani César, que jornalismo é "dom". Se é possível a um radialista exercer com qualidade uma função dos profissionais de jornalismo, por que a dificuldade em aceitar um radialista para apresentar um telejornal? Não é hora de retomar o assunto que trata da possibilidade de outros profissionais, desde que apresentem competência para tal, atuarem como jornalistas? Se um economista pode, um radialista com as devidas habilidades também pode. Parabéns pelo programa. O Observatório da Imprensa é "um salto para o futuro" nesse discutido e polêmico mundo jornalístico. Breve retorno a Vitória.

 

Delsuc Machado
Salvador / BA – Radialista

Aqui em Salvador, na Bahia, existem duas equipes fortes de futebol que se destacam no cenário nacional. Uma é o Esporte Clube Bahia e a outra é o Esporte Clube Vitória. O Bahia não tem estádio próprio, conseqüentemente seu mando de campo é a Fonte Nova. O Vitória tem o estádio Barradão, do qual seu presidente, Sr. Paulo Carneiro, acha-se o dono. No dia 13, o Vitória realizou um jogo valendo pelo Campeonato Regional do Nordeste, e o presidente simplesmente lacrou a cabine da Rádio Sociedade da Bahia e proibiu os repórteres de entrar no estádio. Do meu ponto de vista, isto foi no mínimo obstrução da imprensa.

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